Seja por genética, seja pelos efeitos naturais do tempo, os volumes faciais de algumas pessoas são deficitários. A Ritidoplastia, também conhecida como Lifting Facial, pode ser uma alternativa de correção da Volumetria Facial. Para essa finalidade de complementar volumes há materiais sintéticos, como os implantes de silicone ou porex, que aumentam o contorno ósseo e também os preenchedores, como o Ácido Hialurônico.

Já o Nanofatgraft ou Lipofilling, como é mais conhecido, é um procedimento em que células de gordura são especialmente coletadas e preparadas para serem utilizadas em complementos de cirurgias faciais. Cânulas especiais fazem a coleta desses adipócitos, que depois são lavados e preparados para a transferência e são utilizados para melhorar o contorno dos olhos (incluindo as olheiras), o contorno da mandíbula e também para dar mais volume às maçãs do rosto. Os pré-adipócitos, formas jovens dos adipócitos, além de terem boa integração quando transferidos (não são reabsorvidos), produzem o Growing Factor, substância que melhora o metabolismo dos tecidos locais.

Não custa lembrar que só um médico especialista pode te dizer qual é a técnica ideal para tratar o seu caso. Portanto, além de seguir acompanhando o blog, é essencial que você agende uma avaliação médica e tire todas as suas dúvidas sobre a Ritidoplastia.

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Hoje falaremos a respeito de possíveis tratamentos para estrias e vamos também esclarecer um mito popular sobre o assunto. Começamos, então, desvendando o tal mito, que diz que a pele bronzeada ajuda a esconder as estrias. Isso não procede porque o bronzeamento, natural ou artificial, só ajuda a salientar as estrias, principalmente as albas. Relembrando que as estrias chamadas “albas” são a evolução das “rubras” e, portanto, mais profundas e sem vascularização.

Dito isso, recorremos à Luciana Porto, especialista em tratamentos estéticos da Clínica Maddarena, para levarmos até você informações relativas aos tratamentos para estrias. Luciana relembrou que essas dermatoses estão ligadas à ruptura das fibras de colágeno: “os tratamentos devem agir na reposição do colágeno para a consequente recomposição do tecido afetado. Para isso, podemos aplicar os ácidos ascórbico, glicólico e retinoico no local da estria.”

Luciana falou também a respeito de dois outros tratamentos para melhorar a aparência do local afetado pelas estrias, a dermoabrasão e o laser. “A dermoabrasão é uma espécie de lixamento que fazemos na pele. Ele causa escoriações, que estimulam o organismo a criar fibras de colágeno, recompondo o tecido da região. O tratamento a laser também ajuda nessa regeneração tecidual, além de promover sua cicatrização”, completa a especialista.

Nem todas as pessoas podem se submeter a esses tratamentos, então é indicado que se procure um especialista para que ele avalie a solução mais eficaz para cada situação. Continue nos acompanhando aqui no blog e nas nossas mídias sociais!

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Você já ouviu falar de dermatoporose? Podemos dizer que é uma condição natural que provoca o envelhecimento da pele por falta de colágeno. O tratamento mais indicado contra a dermatoporose é o Laser.

A pele possui duas camadas: a epiderme e a derme, como já dissemos num texto anterior sobre o tratamento a laser. A derme é a mais profunda, onde ficam as fibras de colágeno e elastina que formam o arcabouço de sustentação da pele. E é nela também que fica a água, que mantém a pele hidratada, por exemplo. A partir dos 20 anos, no entanto, a produção de colágeno começa a cair gradativamente. De um ano para o outro há uma diminuição da produção de colágeno de cerca de 1%.

“Em algum momento, essa queda de produção vai impactar na quantidade total do colágeno, fazendo aparecer a dermatoporose”, explica o Dr. Vitorio, diretor da Clínica Maddarena. “Some-se a isso que a exposição à luz solar ao longo dos anos provoca danos em nossa pele. Surgem manchas, rugas, ocorre perda da elasticidade e também uma certa opacidade. Esse conjunto de alterações diminui a vitalidade e a beleza natural da pele”, completa o Doutor.

Portanto, para desacelerar esse processo natural de envelhecimento da pele, procure um médico especialista em tratamentos a laser e agende uma avaliação. E continue ligado(a) no nosso blog, sempre levando até você informações sobre o mundo dos tratamentos estéticos.

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Hoje daremos continuidade às pautas sobre estética com um tema que desperta interesse de muita gente: a flacidez. Iniciamos revelando que existem dois tipos de flacidez: a muscular e a tissular. Tanto uma quanto a outra podem ocorrer devido a fatores genéticos ou causas naturais, como obesidade, exposição ao sol, tabagismo, distúrbios hormonais, gestação, entre outras. Para explicar melhor o assunto recorremos à Luciana Porto, coordenadora de tratamentos estéticos da Clínica Maddarena.

“A flacidez da musculatura é a que ocorre devido à perda do tônus muscular. Ela se deve ao sedentarismo total, falta de exercício físico específico para determinado grupo muscular e/ou alimentação inadequada”, explica Luciana. Já a flacidez tissular é a que ocorre na pele e afeta sua firmeza: “essa ocorre pela perda de elementos teciduais, como colágeno, elastina e fibroblastos. A consequência desse tipo de flacidez é um aspecto envelhecido e caído da pele afetada”, completa a especialista.

É importante adiantarmos que ambos os casos podem ter seus efeitos reduzidos por meio da prática de exercícios físicos, tratamentos estéticos, hidratação e alimentação adequados. Falaremos mais sobre isso no próximo texto sobre flacidez, fique ligado(a)!

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Já tratamos aqui do processo de cicatrização. Hoje, nossa proposta é levar a você, leitor(a), informações sobre como cuidar das cicatrizes. Para isso, conversamos com o Dr. Vitorio, diretor da Clínica Maddarena, que listou logo abaixo alguns cuidados importantes em cada fase do processo:

– Fase inicial: Neste momento é importante manter o local de cicatrização sempre muito limpo, lavando com água e sabonete comum e sempre enxaguando bem. Evite antissépticos e bactericidas, pois do mesmo modo que matam as bactérias, também matam as células de cicatrização;

– Fase intermediária: A crosta (casquinha da ferida) funciona como um curativo biológico. Não a remova, a não ser quando orientado de forma diferente pelo seu médico. Eventualmente crostas muito espessas podem dificultar o progresso da cicatrização, que sempre ocorre da periferia para o centro. Cremes hidratantes ou pomadas podem ser usados, mas desde que sob orientação médica;

– Fase de maturação: Nessa fase é preciso evitar exposição à luz solar, pois isso pode fazer a cicatriz ficar hipercrômica (escura). É também este o momento de ajudar no alinhamento das fibras de colágeno. Massageie a cicatriz no sentido longitudinal, usando para isso um creme ou óleo hidratante – converse com seu médico, que também vai te dizer o número de repetições que essas massagens devem ter por dia e durante quantos meses serão necessárias.

Esperamos que você tenha gostado das dicas do Dr. Vitorio e que siga nos acompanhando aqui no blog e também nas redes sociais!

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