No post de hoje vamos retomar o assunto Blefaroplastia, a cirurgia das pálpebras, mas dessa vez vamos tratar especificamente das pálpebras superiores. A função delas é cobrir os olhos e, para isso, são formadas por um conjunto de estruturas que envolve músculos, tendões, fáscias, ligamentos, entre outros tecidos. Durante a cirurgia, todas essas estruturas são abordadas e eventualmente corrigidas, com atenção especial para o tamanho e posicionamento das bolsas de gordura que se formam na região, assim como o excesso de pele existente.

Eventuais alterações das pálpebras como a ptose palpebral (pálpebra caída), blefarocalázio (excesso cutâneo), ectrópio (borda ciliar virada para fora) e entrópio (cílios invertidos para dentro) podem ser corrigidas durante a plástica palpebral. Para isso, técnicas cirúrgicas adicionais são empregadas.

 “O objetivo do procedimento é restaurar a região, conferindo um olhar jovial com leveza e harmonia com toda a face, e promover a preservação e melhora da função palpebral”, afirma o Dr. Vitorio, diretor da Clínica Maddarena. Nos próximos posts sobre Blefaroplastia, falaremos sobre a faixa etária mais indicada para se submeter à técnica, além de cicatrizes e o pós-operatório, continue ligado(a)!

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Hoje falaremos de um caso no qual a Toxina Botulínica pode atuar como agente reparador de danos faciais. Conversamos com o Dr. Vitorio, diretor da Clínica Maddarena, que nos falou de um distúrbio que ataca os músculos da face: a Paralisia Facial Periférica.

A Paralisia Facial Periférica é um distúrbio que pode ser causado por estresse, fadiga, queda de imunidade, vírus ou bactérias. O choque térmico, por exemplo, é encarado pelo organismo como um tipo de estresse e é mais um fator causador deste tipo de paralisia. Ele compromete o sistema imunológico e abre caminho para que algum vírus ataque o nervo facial. Seu efeito mais conhecido é a popular “boca torta”.

O vírus do herpes é o causador mais comum deste distúrbio e o faz quando provoca uma reação inflamatória no nervo facial. Tal inflamação causa no paciente dificuldades para realizar movimentos simples como mastigar, sorrir, levantar a sobrancelha, entre outras. “A Paralisia Facial Periférica, quando detectada, pode ter seus efeitos diminuídos com aplicações da Toxina Botulínica, que consegue promover o relaxamento dos músculos contraídos e amenizar os espasmos involuntários”, explica o Dr. Vitorio.

Esperamos que as informações tenham sido proveitosas e que, ao perceber algum dos sintomas citados acima, um médico seja consultado. Nos próximos dias, falaremos a respeito de uma doença que pode ter seus efeitos amenizados pela aplicação da Toxina Botulínica, fique ligado(a)!

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Trazemos hoje informações a respeito do processo de recuperação da Bichectomia. Entrevistamos o Dr. Vitorio Maddarena, que deu mais detalhes sobre o procedimento em si e listou algumas dicas importantes sobre cuidados durante o período pós-operatório.

Ele nos deu detalhes de como o cirurgião consegue localizar a Bola de Bichat para, posteriormente, removê-la: “Nessa cirurgia são feitas duas pequenas incisões, uma de cada lado, por dentro da bochecha, no interior da boca”. Em seguida, nos revelou como é feito o fechamento do corte e como o paciente deve lidar com ele: “Via de regra os pontos são dados com fios de sutura absorvíveis, o que significa que cairão sozinhos após cerca de 1 semana. ”

Quanto à alimentação e higiene, é importante não comer alimentos muito duros e/ou muito quentes. A higienização da boca após a alimentação também é fundamental. “Para isso, faça bochechos com antissépticos orais, ou até mesmo com água filtrada e/ou fervida”, completou o Dr. Vitorio.

A Bichectomia é uma cirurgia, portanto alguns cuidados como evitar exposição a fontes de calor e esforços nos primeiros dias também se aplicam a ela e impactam no resultado final. Se o procedimento te interessou, procure um médico especialista e agende uma avaliação. Caso haja dúvidas, não deixe de nos perguntar pelas redes sociais para que possamos ajudar a esclarecê-las.

Há uma série de recomendações médicas a serem seguidas pelo paciente após ele ter se submetido a algum procedimento cirúrgico. Já mostramos diversas vezes aqui neste blog alguns dos cuidados que se deve ter no processo de recuperação de várias cirurgias. O objetivo do post de hoje é apresentar alguns tratamentos estéticos que, quando associados, auxiliam o paciente durante o período pós-operatório.

Conversamos sobre o assunto com a Luciana Porto, coordenadora da área de Estética da Clínica Maddarena. Ela falou a respeito de técnicas que auxiliam na redução de edemas e fibroses: “indicamos a associação de três tipos de tratamento: a Drenagem Linfática, o Ultrassom e o Multiwaves. ”

Luciana explicou que a Drenagem Linfática é uma técnica realizada por profissionais capacitados e consiste em movimentos suaves em pontos específicos. Tais movimentos colaboram para a diminuição de edemas e inchaços provenientes do procedimento cirúrgico.

Já no Ultrassom, ondas são emitidas com o objetivo de diminuir fibroses por ter efeito anti-inflamatório.

O terceiro tratamento estético complementar é o de Multiwaves, terapia realizada por meio da aplicação de luzes de LED. “O Multiwaves é um tratamento totalmente indolor que auxilia no processo de recuperação dos tecidos. Ele tem excelente indicação no pós-operatório pois minimiza os desconfortos causados neste período e acelera a cicatrização”, explica Luciana.

Esperamos que as informações tenham sido esclarecedoras e que você, leitor(a) que pretende realizar alguma cirurgia, considere incluir esses tratamentos como ferramentas auxiliares à sua recuperação.

Hoje daremos início ao tema Cicatrização. A cicatrização é um processo biológico que se divide em 3 fases, começando imediatamente após a lesão, seja ela acidental ou proveniente de uma cirurgia. Vamos ilustrar este processo por meio de uma analogia, como se fosse a reforma de uma casa.

A 1ª fase é chamada de Fase Inflamatória, onde ocorre o preparo do “canteiro de obras”, com aumento do número de vasos sanguíneos no local. Por eles chegam os “operários”, as células e os materiais necessários para o “conserto”.

A 2ª fase, que se inicia após 1 ou 2 dias, é chamada de Fase Proliferativa, pois é nela que são produzidas as fibras de colágeno, que vão “grudar” um lado ao outro da ferida. Há uma intensa produção de fibras e elas são depositadas umas sobre as outras, de qualquer maneira, sem muita organização. O auge da colagênese, a produção de colágeno, se dá por volta do 7º dia, e ainda se estende até por volta da 2ª semana.

No 15º dia se inicia a 3ª e última fase (esta pode durar de 1 até 2 anos) chamada de Maturação, o “acabamento” da cicatriz. Nela, o organismo irá retirar as fibras em excesso, tornar as outras fibras paralelas umas com as outras e adaptar a cicatriz às funções do local em que ela se encontra. A irrigação sanguínea será normalizada pouco a pouco, diminuindo assim a cor avermelhada, característica de toda cicatriz jovem.

É importante deixar claro a você, leitor(a), que toda cirurgia plástica deixa cicatrizes, mas em diversos casos o cirurgião consegue “escondê-las” nas linhas naturais do corpo. Não perca o próximo post sobre o tema, no qual daremos dicas de cuidados com as cicatrizes.

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