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Hoje continuaremos mostrando como aplicações da Toxina Botulínica podem ser úteis além da estética. Conversamos com o Dr. Vitorio, diretor da Clínica Maddarena, que nos contou a respeito de uma doença que pode ter seus efeitos minimizados com aplicações regulares da substância: o Blefaroespasmo.

O Blefaroespasmo é uma doença que ataca as pálpebras e, assim como a Paralisia Facial Periférica, provoca contrações involuntárias nos músculos que ficam ao redor dos olhos. Em geral ele ocorre dos 2 lados do rosto do paciente e causa incessantes piscadas, que podem levar à cegueira funcional. “Quando detectada, a doença pode ter seus efeitos amenizados com a aplicação da Toxina Botulínica, que age diretamente nos músculos, controlando suas contrações. O ideal é que as aplicações nos pacientes com Blefaroespasmo sejam repetidas a cada 5 meses para que eles possam viver com o mínimo de desconforto possível”, explica o Dr. Vitorio Maddarena.

É importante dizermos também que, assim que a pessoa perceber contrações involuntárias constantes nas pálpebras, deve procurar um médico para ter seu diagnóstico. Após isso, ela pode buscar tratamentos como o que revelamos hoje, com aplicações locais de Toxina Botulínica. Esperamos que o assunto tenha ficado claro e que você continue nos acompanhando neste blog e nas nossas mídias sociais!

No post de hoje vamos retomar o assunto Blefaroplastia, a cirurgia das pálpebras, mas dessa vez vamos tratar especificamente das pálpebras superiores. A função delas é cobrir os olhos e, para isso, são formadas por um conjunto de estruturas que envolve músculos, tendões, fáscias, ligamentos, entre outros tecidos. Durante a cirurgia, todas essas estruturas são abordadas e eventualmente corrigidas, com atenção especial para o tamanho e posicionamento das bolsas de gordura que se formam na região, assim como o excesso de pele existente.

Eventuais alterações das pálpebras como a ptose palpebral (pálpebra caída), blefarocalázio (excesso cutâneo), ectrópio (borda ciliar virada para fora) e entrópio (cílios invertidos para dentro) podem ser corrigidas durante a plástica palpebral. Para isso, técnicas cirúrgicas adicionais são empregadas.

 “O objetivo do procedimento é restaurar a região, conferindo um olhar jovial com leveza e harmonia com toda a face, e promover a preservação e melhora da função palpebral”, afirma o Dr. Vitorio, diretor da Clínica Maddarena. Nos próximos posts sobre Blefaroplastia, falaremos sobre a faixa etária mais indicada para se submeter à técnica, além de cicatrizes e o pós-operatório, continue ligado(a)!

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Hoje falaremos de um caso no qual a Toxina Botulínica pode atuar como agente reparador de danos faciais. Conversamos com o Dr. Vitorio, diretor da Clínica Maddarena, que nos falou de um distúrbio que ataca os músculos da face: a Paralisia Facial Periférica.

A Paralisia Facial Periférica é um distúrbio que pode ser causado por estresse, fadiga, queda de imunidade, vírus ou bactérias. O choque térmico, por exemplo, é encarado pelo organismo como um tipo de estresse e é mais um fator causador deste tipo de paralisia. Ele compromete o sistema imunológico e abre caminho para que algum vírus ataque o nervo facial. Seu efeito mais conhecido é a popular “boca torta”.

O vírus do herpes é o causador mais comum deste distúrbio e o faz quando provoca uma reação inflamatória no nervo facial. Tal inflamação causa no paciente dificuldades para realizar movimentos simples como mastigar, sorrir, levantar a sobrancelha, entre outras. “A Paralisia Facial Periférica, quando detectada, pode ter seus efeitos diminuídos com aplicações da Toxina Botulínica, que consegue promover o relaxamento dos músculos contraídos e amenizar os espasmos involuntários”, explica o Dr. Vitorio.

Esperamos que as informações tenham sido proveitosas e que, ao perceber algum dos sintomas citados acima, um médico seja consultado. Nos próximos dias, falaremos a respeito de uma doença que pode ter seus efeitos amenizados pela aplicação da Toxina Botulínica, fique ligado(a)!

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Trazemos hoje informações a respeito do processo de recuperação da Bichectomia. Entrevistamos o Dr. Vitorio Maddarena, que deu mais detalhes sobre o procedimento em si e listou algumas dicas importantes sobre cuidados durante o período pós-operatório.

Ele nos deu detalhes de como o cirurgião consegue localizar a Bola de Bichat para, posteriormente, removê-la: “Nessa cirurgia são feitas duas pequenas incisões, uma de cada lado, por dentro da bochecha, no interior da boca”. Em seguida, nos revelou como é feito o fechamento do corte e como o paciente deve lidar com ele: “Via de regra os pontos são dados com fios de sutura absorvíveis, o que significa que cairão sozinhos após cerca de 1 semana. ”

Quanto à alimentação e higiene, é importante não comer alimentos muito duros e/ou muito quentes. A higienização da boca após a alimentação também é fundamental. “Para isso, faça bochechos com antissépticos orais, ou até mesmo com água filtrada e/ou fervida”, completou o Dr. Vitorio.

A Bichectomia é uma cirurgia, portanto alguns cuidados como evitar exposição a fontes de calor e esforços nos primeiros dias também se aplicam a ela e impactam no resultado final. Se o procedimento te interessou, procure um médico especialista e agende uma avaliação. Caso haja dúvidas, não deixe de nos perguntar pelas redes sociais para que possamos ajudar a esclarecê-las.

Hoje falaremos de uma técnica cirúrgica chamada Blefaroplastia. Antes de falar da técnica em si, é importante explicar a estrutura da região ocular: 5 bolsas de gordura apoiam o nosso globo ocular, possibilitando a movimentação do olho em várias direções. Essas bolsas, com o tempo, tendem a aumentar de tamanho e deslocarem-se para a frente, tornando-se aparentes tanto nas pálpebras superiores quanto nas inferiores. Aí é onde entra a cirurgia. Hoje falaremos especificamente da que é feita nas pálpebras inferiores.

Os olhos são a parte mais expressiva da face e esse inchaço abaixo deles acaba indicando um aspecto cansado, triste e sem brilho que, muitas vezes, não é o verdadeiro reflexo do momento. A Blefaroplastia age nas causas do olhar cansado: as bolsas de gordura e o excesso de pele na região. Nessa cirurgia, o médico realiza a correção do tamanho e do posicionamento das bolsas e da pele excedente. Ela tem o objetivo de renovar o olhar sem alterar a expressão natural da pessoa.

O que recomendamos é: procure um cirurgião, agende uma avaliação e ele vai te explicar direitinho como a técnica funciona e como ela pode melhorar a aparência do seu olhar, além dos cuidados nos períodos pré e pós-operatório. No próximo post sobre o assunto falaremos sobre como a Blefaroplastia age nas pálpebras superiores, não perca!

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