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As temidas olheiras dão uma aparência cansada ao rosto – e sabemos que tem dias em que não há corretivo que disfarce! Elas podem surgir por diversos fatores e é importante entender cada tipo de olheira, para que o tratamento seja feito de forma correta.

As bolsinhas de gordura

Com o tempo, nosso rosto muda de forma e é natural que as bolsas de gordura que sustentam nossos globos oculares se desloquem para baixo. Aliado a isso, a movimentação constante das pálpebras favorece o aparecimento de rugas na região, criando o aspecto cansado e envelhecido. Entenda mais sobre volumetria facial com a gente

Para atenuar o problema, antes de tudo é preciso avaliar o grau de comprometimento da região. Rugas leves e linhas de expressão podem ser tratadas com peelings, lasers e outros procedimentos pouco invasivos. Casos mais avançados, com bolsas maiores, mostram resultados melhores com intervenção cirúrgica. Trata-se de uma cirurgia plástica de baixa complexidade mas que pode melhorar muito o aspecto do paciente.

 

Pigmentação em excesso

Também existem as olheiras causadas por pigmentação anormal da área ao redor dos olhos. As que tendem para a cor marrom ocorrem por uma maior concentração de melanina na pele e podem ocorrer por excesso de sol ou por predisposição genética. As azuladas ou arroxeadas são, na verdade, vasinhos sanguíneos que, por algum motivo – como alergias e noites mal dormidas –, se tornaram mais aparentes. Como a pele na região é muito fina, eles acabam se destacando.

Um médico dermatologista pode prescrever cremes clareadores, agentes que melhorem a circulação ou tratamentos a laser que atenuem a pigmentação. Fuja de receitas caseiras: a pele ao redor dos olhos é muito fina e sensível. O uso de substâncias sem acompanhamento médico pode agravar o problema ou até mesmo lesionar a pele e os olhos.

 

Olheiras fundas

As olheiras fundas, por sua vez, aparecem em pessoas que têm menos gordura na região. Isso geralmente ocorre por fator genético ou emagrecimento em excesso.

O tratamento mais difundido é o preenchimento do local com ácido hialurônico. Por ser uma substância naturalmente presente em nosso organismo, não acarreta rejeição. Saiba mais sobre ele aqui. Mas é importante realizar o procedimento com um médico habilitado e experiente para que a aplicação seja feita de forma harmônica e com aspecto natural.

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A psoríase é uma doença de pele crônica, que pode provocar lesões de pele variadas – as mais conhecidas são lesões avermelhadas e descamativas, em placas. Os locais mais comumente acometidos são o couro cabeludo e regiões próximas às articulações, como cotovelos, mãos, joelhos e pés.

 

Diagnóstico

Só um médico pode dizer se você tem psoríase. Caso sua pele apresente lesões, procure um dermatologista de confiança. Casos menos graves podem ter evolução lenta, enquanto algumas pessoas podem apresentar alterações severas e repentinas da pele. Além disso, a psoríase pode estar associada ao acometimento das articulações (artrite psoriásica) e à síndrome metabólica, ou seja, um conjunto de outras doenças que podem acometer o organismo como um todo.

 

Como eu pego psoríase?

Psoríase não se pega, ou seja, não é contagiosa! É uma doença crônica de causa ainda não determinada, que parece ter participação genética e também ambiental, ou seja: a chance é maior em quem tem familiares com a doença, mas o estilo de vida pode contribuir para o desencadeamento ou agravamento do quadro.

 

Então como prevenir novas lesões?

Quem tem predisposição para psoríase deve ficar de olho em situações que podem desencadear ou agravar o problema. Infecções de garganta ou de pele, queimaduras, abuso de álcool, tabagismo, obesidade, estresse e uso de alguns medicamentos precipitam o surgimento das lesões.

 

Como é o tratamento?

Na primeira consulta, o médico vai avaliar a gravidade, a frequência das lesões e o histórico do paciente. Esse é um momento muito importante para tirar dúvidas e não ter vergonha de perguntar o que for preciso. Além da análise visual, em alguns casos pode ser necessária em uma biópsia para confirmar o diagnóstico.

O tratamento da psoríase combina medidas para prevenir novas lesões e tratar a pele que já foi afetada. De acordo com a necessidade de cada paciente, o médico pode prescrever tratamentos tópicos, medicamentos de uso oral, fototerapia e aplicações de laser.

 

Psoríase tem cura?

Não, mas pode ser controlada. O tratamento correto busca amenizar os efeitos das lesões existentes e diminuir o aparecimento de novas. E mesmo desaparecendo completamente por um tempo, ela pode voltar a se manifestar. Por isso o acompanhamento médico é importante.

Todo mundo deve se consultar com um dermatologista uma vez por ano, mesmo sem nenhuma queixa aparente. A visita é importante para que o profissional tire dúvidas e examine toda a extensão da pele do paciente, inclusive o couro cabeludo, à procura de lesões e manchas que nem sempre a pessoa consegue identificar sozinha. Quem tem histórico de doenças de pele deve fazer um acompanhamento ainda mais frequente, de acordo com as orientações passadas pelo médico.

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À medida que envelhecemos, nosso rosto muda de forma. Isso acontece porque, com o tempo, os volumes da face se deslocam, a pele perde colágeno e os movimentos que fazemos no dia a dia criam, aos poucos, rugas e linhas de expressão. Clique aqui para ler mais sobre tais transformações, que são naturais e fazem parte da vida de todo mundo.

A ancoragem facial é uma forma de amenizar esses efeitos. Trata-se de uma técnica que usa ácido hialurônico em pontos estratégicos para reposicionar tecidos do rosto.

 

O que é ácido hialurônico e como ele ajuda?

É uma substância que temos naturalmente em nosso corpo. É utilizada no processo de produção da malha de colágeno. O ácido hialurônico também é responsável por transportar água no organismo.

Nossos tecidos moles – os músculos, por exemplo – se apoiam nos ossos. No caso da face, com o passar dos anos, eles assumem um aspecto caído, já que se deslocam para baixo devido à reabsorção óssea.

Ao se colocar quantidades mínimas de ácido hialurônico em pontos estratégicos, normalmente localizados próximos ao osso, os músculos são tracionados de volta ao local de origem. Para facilitar a avaliação de quais pontos devem ser abordados, há uma técnica conhecida como MD Codes, em que as várias regiões da face ganham um código constituído por letras e números (CK1, TT2, LP5, etc.).

 

Onde ele é aplicado?

O médico começa o procedimento sempre pelos pontos que estruturam a face, trazendo para cima os tecidos. Em seguida, aplicações são feitas nos pontos que melhoram o contorno. Por fim, analisando a necessidade de cada rosto, são feitos acabamentos pontuais, para que os resultados fiquem refinados e naturais.

Embora o ácido hialurônico seja classificado como um preenchedor, a técnica de ancoragem facial é completamente diferente do preenchimento. O objetivo não é completar uma concavidade, mas sim, reposicionar os tecidos. Um exemplo claro é que para tratar o sulco naso-geniano (conhecido popularmente como bigode chinês), os pontos de aplicação ficam praticamente todos fora dessa área, na lateral da face e, eventualmente, nas regiões logo abaixo dos olhos.

 

Quais os resultados?

A ancoragem facial pode ser usada para vários fins. Conheça os principais:

  • Reestabelecer os contornos da face
  • Atenuar olheiras
  • Levantar sobrancelhas ou supercílios caídos
  • Melhorar o contorno da mandíbula, a forma e a espessura dos lábios
  • Conferir uma melhor posição do queixo
  • Reduzir a papada do pescoço. Neste caso, é recomendado combinar com outros procedimentos, como o coolsculpting.

 

Uma coisa leva à outra

Com a natural mudança do volume do rosto, alguns grupos musculares passam a fazer um esforço maior para elevar os tecidos. Por essa razão, muitas pessoas usam a musculatura da testa para ajudar a manter os olhos abertos. Isso acontece porque o excesso de pele nas pálpebras faz com que o músculo da pálpebra, sozinho, não dê conta do recado.

Do mesmo modo, algumas pessoas mais velhas usam os músculos presentes no nariz durante o sorriso, pois precisam desse auxílio para levantar as bochechas.

Com a ancoragem, esse esforço é menor. O sorriso fica mais harmonioso, inclusive com diminuição dos pés-de-galinha.

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A moda começou com a água termal e agora o mercado conta com tantas opções que é fácil se confundir. Essas águas são todas iguais? Servem para as mesmas coisas? Realmente funcionam?

Veja com a gente!

 

Água termal

O que é?

É uma água mineral pura, mas obtida de fontes específicas. Ela é rica em minerais, que melhoram a defesa da pele.

Para que serve?

A água termal é ótima para hidratar e acalmar a pele, principalmente depois de exposição ao sol e procedimentos como peeling e laser. Ela ajuda em processos de cicatrização e é também uma aliada de quem tem psoríase e dermatite atópica. Mesmo quem está com a pele em dia se beneficia, já que ela age como um tônico e pode ser incluída na rotina de cuidados faciais.

Como usar?

Depois de lavar o rosto, uma rápida borrifada de água termal já é suficiente. Deixe secar naturalmente e aplique seus produtos habituais, como hidratante, protetor solar e maquiagem. Se sentir necessidade, ela pode ser usada também ao longo do dia, principalmente para quem sente a pele ressecada com o ar condicionado.

 

Água dermatológica

O que é?

É uma água desenvolvida em laboratório. É formulada com componentes específicos para diversos tratamentos. Pode conter vitamina C, silício, arnica, d-pantenol, fosfolipídios e muitas outras substâncias importantes para tratar a pele.

Para que serve?

Assim como a água termal, ela é indicada para acalmar a pele depois de procedimentos estéticos. Mas, como é formulada para combater problemas específicos, ela vai além no tratamento e pode ajudar a controlar a oleosidade, uniformizar a pele e dar um efeito matificante.

Como usar?

Uma borrifada antes da rotina de cuidados com a pele.

 

Água micelar

O que é?

A olho nu parece água, mas é uma substância formada por microgotículas – as micelas – compostas por água e óleo. Assim, ela consegue remover as impurezas da pele com mais eficiência.

Para que serve?

Ao contrário da água termal e da água dermatológica, a água micelar não trata a pele. Ela foi desenvolvida para tirar a maquiagem e limpar impurezas. Ela é recomendada, por exemplo, para quem não gosta da sensação oleosa que a maior parte dos demaquilantes deixa no rosto. Outra vantagem é que não escorre para os olhos, causando aquele ardor típico da hora de limpar os cílios. A água micelar, no entanto, não é muito eficiente na remoção de maquiagens à prova d’água.

Como usar?

Deve ser aplicada com um algodão, da mesma forma do demaquilante comum.

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Queloide. Nem o nome é bonito. Mas você sabe o que é isso? Entenda com a gente como o problema ocorre e quais as formas de amenizá-lo.

O que é queloide?

Queloide é um crescimento anormal do tecido de uma cicatriz ou de qualquer outro trauma na pele, podendo vir acompanhado de dor ou coceira no local. Ele extrapola a região original da ferida, afetando uma área maior. Pode aparecer, por exemplo, durante o processo de cicatrização de um corte cirúrgico, de um machucado ou até mesmo em casos de acne severa. Tirando o aspecto estético, ele não representa um risco ao paciente e não é contagioso.

 

É a mesma coisa que cicatriz hipertrófica?

Não. A cicatriz hipertrófica é a cicatriz um pouco maior do que a esperada, mas que não extrapola a região da lesão. Ela pode ser um pouco mais alta e começa a aparece poucas semanas após a lesão. O queloide, por sua vez, é uma cicatrização desordenada, muito maior e que pode se desenvolver até meses depois do trauma. Seu tratamento é mais complexo.

 

Quem tem mais chance de desenvolver queloide?

O problema atinge ambos os sexos, mas ocorre com mais frequência em mulheres, orientais e pessoas com a pele mais pigmentada. Quem já desenvolveu queloide uma vez tem mais chance de tê-lo novamente.

 

Como evitar o queloide?

É possível cuidar da cicatriz para diminuir a chance de aparecimento de queloide, mas nada é 100% garantido.

Após uma cirurgia, converse com o médico, tire todas as dúvidas e siga à risca todas as orientações para o pós-operatório. “É possível que o médico prescreva uma pomada cicatrizante e que recomende o uso de fitas de silicone que comprimem a região do corte. Todos esses cuidados ajudam para que se tenha um melhor resultado na cicatrização”, afirma o Dr. Vitorio Maddarena, cirurgião plástico e diretor clínico da Clínica Maddarena.

Também é importante evitar exposição ao sol, já que ele provoca uma maior pigmentação da região e pode piorar o aspecto na cicatriz.

Saiba mais sobre cicatrização aqui.

Existe tratamento?

Uma das formas mais comuns é a infiltração de alguns tipos de medicamentos. Em casos mais severos, pode ser necessária intervenção cirúrgica. Nela, o cirurgião plástico remove o tecido em excesso, podendo combinar com tratamentos de infiltração e compressão. Um dos grandes desafios é não lesionar a região que está sadia, já que isso poderia provocar o aparecimento de novos queloides.

Aplicações de laser também podem ajudar, principalmente a clarear a região prejudicada. Saiba mais sobre tratamentos a laser aqui. Um bom médico vai avaliar o caso concreto e prescrever o tratamento adequado.

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