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Por Dr. Vitorio Maddarena

Cirurgião plástico e Diretor Clínico da Clínica Maddarena

O ano passado não foi fácil, é claro. A pandemia de covid-19 praticamente parou o mundo e exigiu de cada um de nós mudanças de hábitos, reflexões profundas e paciência, muita paciência. 

Em meu dia a dia,  protocolos de segurança e higiene foram reforçados. Tudo para que todos os envolvidos nos atendimentos, do médico ao paciente, mas passando pelos profissionais da recepção à equipe de limpeza, estejam protegidos e sintam-se seguros. Ainda não sabemos quando as coisas estarão normalizadas, mas estamos adaptados a este tal “novo normal”. 

Ao mesmo tempo, a pandemia nos forçou a viver mais dentro de casa. Foi um ano de convivência mais intensa entre familiares e também de mais momentos solitários — nunca foram tão importantes os autocuidados com o corpo e com a mente. 

Neste primeiro post do ano, quero agradecer a todos os pacientes que passaram pela Clínica Maddarena em 2020. Nossa missão, promover e reforçar a beleza de quem nos procura, foi cumprida e é pelo sorriso de cada um de vocês que vejo que a trajetória valeu a pena. Ao ver tantas pessoas mais felizes e realizadas, toda a nossa equipe se sente mais confiante de que o futuro será melhor.

Minha gratidão também abrange todos os profissionais da Clínica Maddarena. É graças à capacidade técnica, ao comprometimento, à dedicação e ao humanismo de cada um deles que conseguimos manter nossa qualidade de atendimento, sempre com amor e respeito por cada um dos pacientes que nos procuram. 

Tenho certeza de que 2021 será melhor para a humanidade. Quero desejar para cada um de vocês felizes celebrações neste período de festas. 

Fiquem bem e seguros. Cuidem-se. E que tenhamos todos um Ano Novo cheio de boas notícias e muita esperança.

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Você sabe por que o ácido salicílico é tão comum em cosméticos? Ele é um componente versátil, que pode ajudar a solucionar várias queixas de pacientes. Entenda com a gente como essa substância age e quais seus principais benefícios.

 

Renovação celular e diminuição da oleosidade

O ácido salicílico tem propriedades esfoliantes e anti-inflamatórias, além de ajudar a controlar a produção de sebo na pele. É por isso que é indicado em muitos casos de acne, já que atenua a inflamação e ajuda a pele a se recuperar.

Ao controlar a oleosidade, o ácido salicílico previne espinhas e cravos, além da seborreia no couro cabeludo.

 

Produtos com ácido salicílico

Há várias opções criadas para atender a pacientes com necessidades diversas. O ácido salicílico compõe séruns, cremes, máscaras, peelings e sabonetes. A melhor pessoa para orientar sobre o que usar é o médico dermatologista. É ele quem avalia a condição da pele, os objetivos do paciente e eventuais sensibilidades ao componente. 

 

Peeling de ácido salicílico

Aplicações de peeling químico com ácido salicílico são uma ótima ideia para tratar problemas mais persistentes, como cicatrizes de acne e poros dilatados. Um especialista aplica o produto, que provoca renovação celular e leve descamação. É importante que o procedimento seja realizado por um profissional capacitado, que saiba avaliar as condições do paciente e os limites da pele. 

 

Outras finalidades

Mesmo sendo mais associado a acne, o ácido salicílico também é usado para tratar psoríase, dermatite seborreica e até calos. Com medicamentos especiais, o dermatologista ajuda o paciente a tratar as lesões e renovar a pele da região.

 

Cuidados

O uso de ácido salicílico, principalmente em altas concentrações, deve sempre ser prescrito por um médico. Dependendo da formulação, pode ser necessário reforçar a proteção solar, por exemplo. Gestantes e pessoas alérgicas a aspirina também devem evitar esse componente.

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Quem trabalha em escritório já travou a batalha do ar-condicionado: tem sempre o time de quem quer ligar contra quem já está roxo de frio.

Há uma explicação biológica para isso e entender como o corpo funciona pode ser o primeiro passo para selar a paz com o termostato.

 

Cada metabolismo é de um jeito

Nosso corpo, mesmo em repouso, consome energia para manter o organismo vivo e funcionando. Mas esse consumo varia de pessoa para pessoa. Quem gasta mais energia quando está parado tende a sentir menos frio, já que se produz mais calor interno.

 

Alimentação também conta

Estudos em esquimós associaram a dieta desse grupo à tolerância ao frio. Eles consomem muitas proteínas o que, de acordo com cientistas, os ajuda a sobreviver a baixas temperaturas.

 

Idade

Idosos são mais friorentos porque, com o tempo, perdem massa muscular. Os músculos ajudam a manter a sensação de calor.

 

Hormônios

Pesquisas apontam que algumas pessoas conseguem produzir mais hormônios da tireoide no frio. Quando isso acontece, o corpo responde aumentando o metabolismo e, consequentemente, intensificando a sensação de calor. 

Além disso, as flutuações de estrogênio na menopausa causam os conhecidos calorões, as ondas de calor que aparecem do nada.

 

Sedentarismo

Quanto mais parados ficamos, mais sentimos frio. Isso também se aplica ao estilo de vida. Pessoas mais sedentárias têm metabolismo mais lento e, por isso, produzem menos calor e sentem mais frio. 

 

Homens X mulheres

A temperatura corporal é a mesma para os dois sexos mas a diferença está na resposta ao frio. Homens geralmente têm mais massa muscular, o que já vimos que ajuda a manter o calor. Além disso, as mulheres costumam ter as palmas das mãos e solas dos pés mais frias. Isso acontece por que o corpo feminino tende a comprimir mais os vasos sanguíneos em baixas temperaturas, justamente para evitar a perda de calor.

 

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Pode ser em dias muito quentes ou quando passamos por uma situação de nervoso: o suor está lá para deixar nosso corpo molhado e às vezes com um cheirinho que não é dos melhores. Para entender por que nosso corpo transpira, listamos aqui 5 curiosidades sobre o suor.

 

Transpiramos em média um litro por dia

Isso mesmo! Nosso corpo funciona idealmente na casa dos 36 graus. Quando estamos mais quentes que isso, as glândulas sudoríparas produzem o suor para resfriar a pele e baixar a temperatura interna. Em dias muito quentes, o volume transpirado pode chegar a mais de dois litros.

 

Suor não tem cheiro

Pode parecer esquisito, por que sempre remetemos transpiração a situações e odores desagradáveis. Mas o suor é composto, em sua quase totalidade, de água. 

Dois tipos de glândulas podem produzir suor. As glândulas écrinas estão espalhadas pelo corpo todo, mas se concentram na planta dos pés, palmas das mãos e testa. O suor que elas produzem não tem odor ruim pode conferir em um dia de calor!

Já as glândulas apócrinas se concentram principalmente nas axilas e na região genital. Por estarem conectadas a folículos capilares, são ricas em substâncias que alimentam as bactérias que provocam o cheiro ruim e o tom amarelado que mancha roupas.

 

Suor de criança não cheira mal

Mesmo depois de um dia agitado de brincadeiras, não é comum sentir cheiro de suor em crianças. Isso acontece porque as glândulas apócrinas que comentamos acima se desenvolvem apenas na puberdade.

 

Botox e hiperidrose

Pessoas que transpiram mais que o normal apresentam uma condição chamada hiperidrose. O suor é mais frequente e aparece, além das axilas, nas palmas das mãos, buço e nas diversas dobrinhas do corpo. Pode ser uma situação desconfortável e até constrangedora, mas há recursos para amenizá-la. Um dos mais eficientes é a aplicação de toxina botulínica, comercializada mais comumente sob a marca Botox. O médico aplica a substância nas regiões mais sujeitas ao suor como axilas, palmas das mãos e virilha e os resultados duram de seis a nove meses. 

 

Calores da menopausa

As variações hormonais da menopausa causam algumas situações desagradáveis e as ondas de calor estão entre as mais famosas. Elas acontecem porque as mudanças dos níveis de estrogênio afetam a capacidade do corpo da mulher de regular sua temperatura. 

Não há uma receita mágica para acabar com esses calores, mas é importante conversar com um médico para entender o que pode ser feito para atenuar os desconfortos da menopausa em geral. Acompanhando de perto, é possível controlar melhor as flutuações hormonais e ajudar na qualidade de vida.

 

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Certamente você já ouviu sobre os benefícios da ingestão de vitamina C na prevenção de algumas doenças. Mas sabia que ela é também um dos melhores aliados no combate ao envelhecimento da pele? A gente explica aqui:

 

O que é vitamina C

Também conhecida por ácido ascórbico, é uma substância presente em diversos alimentos. Além da conhecida laranja, a vitamina C é encontrada naturalmente em outros vegetais como morango, acerola, goiaba e até no brócolis!

 

Benefícios

Estudos comprovam que a vitamina C fortalece o sistema imunológico, ajudando a prevenir doenças. Ao contrário do que muita gente acredita, ela não cura gripe nem resfriados. Mas contribui para que eles não apareçam.

Estudos também indicam que a substância ajuda na absorção de ferro e no combate a problemas na retina comuns a pessoas com idade avançada. 

 

Vitamina C na pele

E os benefícios ainda aparecem no lado de fora. A vitamina C, por conta de suas propriedades antioxidantes, protege o colágeno da pele. Isso ajuda a manter a firmeza e a elasticidade da derme. Ela também provoca um leve efeito de peeling, ajudando a clarear manchas e dando ao rosto um aspecto iluminado.

Essa manutenção também acontece em qualquer outra parte do corpo que tenha colágeno, como ossos e tendões. Notícia boa, não é mesmo?

 

Consumo correto de vitamina C

Como nosso organismo não consegue produzir vitamina C, é preciso consumi-la em alimentos e, se desejado, por uso tópico. 

Para avaliar um caso concreto e entender como o organismo está absorvendo seus nutrientes, o nutrólogo é um excelente aliado. Ele é o médico especializado em examinar como o corpo reage aos alimentos, podendo prescrever eventuais suplementações.

 

Vitamina C em forma de cremes e produtos para a pele

Para atenuar manchas e prevenir o envelhecimento precoce da pele, a vitamina C é aplicada diretamente na pele. A substância é comercializada de várias formas, como em cremes e séruns e também combinada com outros ativos, como vitamina E, ácido salicílico e filtro solar. O legal de tudo isso é que é possível introduzir a vitamina C na rotina de cuidados diários de acordo com os objetivos e o tipo de pele da pessoa. 

É importante conversar com um dermatologista para entender qual o produto mais indicado. Orientação médica é essencial para evitar gastos desnecessários e até mesmo o uso de produtos que, no caso específico do paciente, podem provocar resultados indesejados.

 

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