Estamos no Dezembro Laranja, mês de prevenção ao câncer de pele. O calor já está presente e não há momento mais oportuno para entender melhor a doença.

Por isso, hoje vamos falar sobre esse tipo de tumor com a Dra. Rebecca Medina, médica dermatologista da Clínica Maddarena.

 

Como identificar um câncer de pele?

O câncer de pele geralmente se apresenta como pintas ou manchas irregulares. Apenas um médico habilitado pode diagnosticar a doença por meio de uma biópsia, exame em laboratório que analisa as células coletadas.

Por isso é importante que todas as pessoas se consultem periodicamente com um dermatologista. Ele irá avaliar toda a pele, em busca de lesões ou sinais que chamem a atenção. Além da visita de rotina, deve-se procurar imediatamente um médico se forem observadas manchas ou pintas com bordas irregulares, assimétricas, com várias cores ou maiores que 6 milímetros. Essas características não significam necessariamente que a mancha é um tumor, mas o diagnóstico precoce é essencial para o sucesso de um eventual tratamento.

Resumindo, existem diferentes tipos de câncer de pele, com apresentações clínicas e gravidades muito variadas. Alguns tipos mais agressivos ou de evolução mais rápida podem se apresentar como lesões mais exuberantes e de aspecto grosseiro. Nestes casos, é comum o paciente procurar por atendimento médico. Por outro lado, a maioria dos cânceres de pele surge como uma lesão bastante discreta, que muitas vezes pode passar despercebida. “Por essa razão, recomendo que toda lesão nova seja avaliada por um médico dermatologista, pois o diagnóstico precoce faz toda diferença!”, alerta a doutora Rebecca.

 

Tenho muitas pintas. Que cuidados devo tomar?

Quem tem muitas pintas precisa ter atenção redobrada e visitar um médico dermatologista uma vez ao ano. Com a dermatoscopia, que analisa cada pinta minuciosamente, o médico poderá orientar melhor sobre cada lesão e propor o seguimento adequado.

 

É possível evitar um câncer?

O câncer é o desenvolvimento descontrolado de um grupo de células. Esse desenvolvimento pode ocorrer por vários fatores. Alguns são evitáveis, como o tabagismo, a má alimentação e a exposição a substâncias cancerígenas. Mas, como diariamente produzimos trilhões de novas células, é possível que anomalias ocorram espontaneamente.

Hábitos saudáveis, portanto, ajudam a reduzir os riscos. Especificamente quanto ao câncer de pele, é importante evitar a exposição ao sol sem proteção. Quando sair ao ar livre, a pessoa deve usar protetor solar com fator de proteção 30 ou mais, mesmo em dias nublados. Ele deve ser reaplicado a cada três horas ou até mesmo antes se a pessoa entrar na água ou suar muito. Sempre que possível, também é recomendável usar mangas longas, chapéu e outros itens que cubram a pele. O cuidado com a exposição solar deve vir desde a infância, já que a exposição crônica também pode ser maléfica e os bons hábitos devem começar desde cedo.

“Além disso, alguns tipos de câncer de pele têm a predisposição genética. Por isso, se você tem algum parente próximo que já teve câncer de pele, vale a pena conversar com seu dermatologista”, completa doutora Rebecca.

 

Quais as pessoas mais afetadas?

Todo mundo está sujeito à doença, mas há determinados grupos em que o câncer de pele incide com maior frequência. São as pessoas maiores de 40 anos, as que têm pele, cabelo e olhos claros, as com mais sardas e pintas ou as que já tiveram alguma doença de pele no passado. Também merecem maior atenção pacientes com histórico de doenças que prejudiquem a imunidade, aqueles que já tiveram câncer de pele no passado ou quem tem familiares próximos com histórico da doença.

 

Câncer de pele tem cura?

Sim, mas é importante diagnosticar e tratar o mais rápido possível, já que alguns casos de câncer de pele podem se disseminar pelo organismo e até mesmo levar à morte. Dependendo das características do tumor, pode ser necessária uma cirurgia, radioterapia, quimioterapia ou imunoterapia. Depois de uma avaliação cuidadosa, o médico irá indicar o tratamento adequado.

 

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Depois que a equipe médica termina cada cirurgia, todos experimentam uma sensação de felicidade diante do dever cumprido. Mas então é preciso que haja muita cooperação do paciente. Para que os resultados sejam plenamente alcançados, nada de relaxar: é hora de caprichar nos cuidados depois da cirurgia plástica.

Algumas recomendações são comuns a todas as operações:

– Evite esforços físicos intensos.

– Mas nada de ficar só na cama. Algumas vezes ao dia, dê um tempo no Netflix, levante-se e faça caminhadas leves, ainda que somente dentro de casa.

– Tome bastante água. A boa hidratação ajuda na recuperação do organismo.

– Evite ficar próximo de fontes de calor. Além da percepção tátil estar diminuída, os tecidos também se encontrarão fragilizados e suportando menos as altas temperaturas.

– O mesmo vale para baixas temperaturas. Assim, gelo sobre a área operada não costuma ser uma boa ideia.

Cintas e modeladores: o começo dos cuidados depois da cirurgia plástica

No pós-operatório, os tecidos precisam ficar em repouso, para que ocorra a adesão entre eles novamente. Também é importante, no processo de cicatrização, que haja aumento da chegada de líquidos aos tecidos.

Por isso muitas vezes é indicado o uso de cintas e modeladores na recuperação. Tal prática mantém os tecidos semi-imobilizados e também evita o acúmulo de líquidos em excesso nas áreas operadas. Além disso, esses acessórios terapêuticos ajudam a evitar sangramentos internos indesejáveis.

Sol

A exposição à luz do sol deve ser evitada. Isso porque a cor arroxeada dos hematomas no pós-operatório é causada pelo sangue fora dos vasos sanguíneos. Os raios ultravioletas emitidos pelo sol são capazes de fixar os pigmentos nos tecidos – tornando, então, essas manchas marcas permanentes.

Assim, enquanto houver sinais de hematomas na pele, proteja-se sempre da luz do sol.

Retorno ao dia a dia

É preciso controlar a ansiedade para retornar às atividades normais depois de uma cirurgia. Tudo tem de ser feito de forma gradual, com cuidado para não ultrapassar os limites do organismo.

Tenha em mente que mesmo com o local já aparentando cicatrização, por dentro está em curso um processo de restauração das estruturas. Esforços excessivos podem romper pontos internos.

Por outro lado, o organismo responde à lei do uso e desuso. Ou seja: se não houver estímulo, o corpo não terá pressa em se restabelecer. Portanto, nada de ficar deitado o dia todo. É preciso se levantar, fazer movimentos suaves e pequenas caminhadas.

E sempre converse com seu médico sobre as orientações e limitações adequadas a seu caso.

Boa recuperação!

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Olhar no espelho e ver as olheiras demarcadas pode dar aquela sensação de abatimento, de sobrecarga, de estar carregando no semblante todo o peso dos problemas do ano. E, com o verão batendo à porta, mais ainda vem a vontade de resolver o visual.

Pois a solução não é tão complicada quanto parece. Hoje em dia, um bom tratamento feito com ácido hialurônico pode devolver a leveza de um aspecto jovem ao seu rosto. Claro que tudo precisa ser feito com responsabilidade e analisando caso a caso – por isso, uma boa conversa com seu médico é o primeiro passo para alinhar as expectativas.

 

O que é o ácido hialurônico e o que ele tem a ver com as olheiras?

Ácido hialurônico é um biopolímero que existe naturalmente em nosso organismo. Está no líquido sinovial – a “graxa” de nossas articulações –, no humor vítreo – a substância gelatinosa dos olhos – e no colágeno das células.

Quando somos jovens, temos uma quantidade alta dessa substância no tecido conjuntivo, por isso nossa pele é mais lisa, suave e elástica. Com o passar do tempo, a substância vai diminuindo – formam as rugas, acentuam-se as olheiras…

 

A hora do tratamento

Na maior parte dos casos, hoje em dia o tratamento com ácido hialurônico é a indicação mais adequada para amenizar a aparência de olheiras. Isto porque a substância, quando corretamente introduzida, reduz a impressão de profundidade embaixo dos olhos.

O tratamento combina aplicações de laser, que ativa a circulação sanguínea e diminui a coloração da pele nessas regiões.

Claro que, antes de qualquer diagnóstico, o médico precisa ouvir a queixa do paciente. Em seguida, ele vai avaliar a dinâmica, ou seja, a expressão facial, e os volumes do rosto, assim como as características da pele da região. Só então o tratamento mais adequado será decidido pelo cirurgião, sempre equilibrando o desejo do paciente e a necessidade.

 

Duração

Os efeitos da aplicação do ácido hialurônico para preenchimento não são perenes. No caso da redução das olheiras, o resultado costuma ser bom por cerca de um ano. Então, é preciso novamente avaliar a situação com o médico para, se for o caso, fazer nova aplicação do produto.

 

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O que o Natal representa para você?

Cada um de nós vê essa data de uma forma diferente. Ela pode ser um momento de reflexão espiritual, a oportunidade de reunir a família que só consegue se encontrar uma vez por ano, a hora de cozinhar – e saborear – pratos diferentes e deliciosos, dentre muitas outras sensações e emoções.

Seja qual for a motivação, você tem a sua maneira de comemorar. Então que tal deixar seu Natal mais bonito ainda?

A Clínica Maddarena promove no fim deste ano a sexta edição do projeto Faça Bonito Neste Natal. Funciona assim: nos dias 27 e 28 de novembro e 5 de dezembro, 5% do faturamento da Clínica Maddarena será destinado a ações sociais escolhidas pelos nossos pacientes.

Todos as consultas e os procedimentos não cirúrgicos realizados nessas datas participam do projeto. Oferecemos três opções, nossos pacientes escolhem sua instituição e a Clínica Maddarena faz a doação. É a hora de ficar bonito por dentro e por fora.

Conheça as instituições:

Projeto OCA, uma iniciativa do Pateo do Collegio e do Padre Contieri que auxilia jovens em situação de vulnerabilidade,

Casa Ondina Lobo, que acolhe idosos desde 1950,

Casa Abrigo de Bariri, instituição no interior de São Paulo, que acolhe crianças e adolescentes.

Neste ano, trazemos uma novidade: os pacientes participantes vão poder deixar um recadinho para a entidade social escolhida e contar o que sua escolha representa.

Entre em contato com a gente e agende seu horário. Será um prazer ouvir suas histórias!

 

Projeto Faça Bonito Neste Natal

Dias 27 e 28 de novembro e 5 de dezembro

 

Mais informações:

11 5521-1007

clinica@clinicamaddarena.com.br

www.clinicamaddarena.com.br

 

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Alimentação saudável, dieta equilibrada, pratos leves – as expressões todo mundo já conhece. Mas que tipo de comida, enfim, ajuda no processo operatório? Quais ajustes essenciais a se fazer no cardápio para que a cirurgia seja mais tranquila – e a recuperação mais fácil?

Uma alimentação adequada não só contribui para o procedimento em si, como também faz com que os resultados da operação sejam mais eficientes e duradouros.

 

Por que é importante?

Por mais simples que seja, um procedimento cirúrgico sempre é uma interferência no organismo. Assim, a alimentação correta é fundamental para que o corpo reaja da melhor forma e esteja menos vulnerável a complicações.

Estudos mostram que riscos de problemas decorrentes de procedimentos cirúrgicos caem consideravelmente se o paciente, nos 30 dias que antecedem a cirurgia, comeu adequadamente. Em outras palavras, a alimentação prepara o organismo para o trauma inerente a um procedimento operatório.

Além disso, justamente por estar mais equilibrado e saudável, o corpo tende a se recuperar mais facilmente se o indivíduo tem hábitos corretos de alimentação.

É preciso atentar para dois planos: uma dieta pré-operatória e uma dieta pós-operatória. Ou seja: antes, investir em alimentos que ajudem a preparar o metabolismo; após a cirurgia, intensificar o consumo daqueles que ajudam nos processos de recuperação e cicatrização.

 

Inclua no dia a dia

Alguns alimentos ajudam a melhorar a imunidade do organismo e auxiliam na produção do colágeno – ou seja, dão aquela forcinha extra na cicatrização. Exemplos bons são tomate, pimentão e vegetais verde-escuros, como brócolis, agrião e espinafre. São alimentos que ajudam na absorção de ferro e previnem a anemia. Ingira também aqueles ricos em vitamina C, principalmente frutas como laranja, acerola, abacaxi, entre outras.

No pós-operatório, é comum que o paciente tenha dificuldade para evacuar. Por isso, é importante consumir alimentos ricos em fibras, que ajudam no funcionamento intestinal. Cereais, legumes, verduras e frutas, portanto, são altamente recomendáveis. De quebra, também ajudam a cicatrizar e melhorar a circulação do sangue. Iogurte, por ajudar a recompor a flora intestinal, é outro produto indicado.

Alimentos ricos em ácidos graxos, óleos vegetais e ômega 3 ajudam na cicatrização e previnem reações inflamatórias. Inclua na dieta feijão, ervilha, lentilha, peixes e aves.

 

Muita água

É muito importante manter o corpo hidratado. Indispensável. A recomendação é ingerir pelo menos oito copos diários de água. E o consumo pode ser complementado com água de coco e sucos.

 

Evite

Alguns grupos de alimentos atrapalham o processo e devem ser evitados. Produtos ricos em gordura saturada e açúcar, por exemplo, devem ser evitados. Também se recomenda reduzir a quantidade de sal ingerida, pois o sódio pode aumentar a retenção de líquido e o inchaço do organismo.

Vale a pena, então, passar longe de embutidos, enlatados e fast-food. Refrigerantes, carnes gordurosas e frituras também são desaconselháveis em meio ao processo.

 

Conheça também outros cuidados para se tomar antes da cirurgia.

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