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No post anterior sobre tratamento a Laser, explicamos como as luzes atuam na pele. Citamos também a questão do rejuvenescimento que ele pode proporcionar ao estimular as fibras de colágeno, de fora pra dentro da pele. Hoje, vamos mostrar outras aplicações da técnica, como para tratar manchas e vasos sanguíneos. Os aparelhos de Laser de alta precisão operam com comprimentos de onda específicos, que atuam somente com determinadas substâncias presentes na pele.

Nossa pele possui três substâncias importantes para a interação com o Laser:

– Melanina: pigmento natural da pele, de cor acastanhada;

– Hemoglobina: pigmento vermelho, presente nos vasos sanguíneos;

– Água: incolor, presente em todas as camadas da pele.

O Laser que interage com pigmentos acastanhados é o mais indicado para tratar manchas de pele. Já o Laser ideal para tratar lesões vasculares como hemangiomas e os populares “vasinhos de pele” é o que atua sobre os pigmentos vermelhos. Por fim, as luzes que interagem com a água da pele são as responsáveis pela renovação celular.

Não se esqueça que os tratamentos a Laser têm a função de atenuar imperfeições estéticas da pele e que os resultados variam de pessoa para pessoa. Se você quer melhorar a aparência por meio desta técnica, agende uma avaliação com um médico especialista que vai definir o tipo ideal de aplicação para o seu caso.

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Voltamos hoje a um assunto tratado há pouco tempo aqui no blog: a Dermolipectomia Braquial, procedimento cirúrgico específico para a região localizada abaixo dos braços. Essa cirurgia promove a melhoria dos contornos da região por meio da remoção de pele sobressalente, geralmente após perda de peso excessiva do paciente. Combinada com a Lipoescultura, a técnica consegue eliminar depósitos de gordura da região braquial e trazer resultados satisfatórios aos pacientes submetidos a ela. Hoje falaremos a respeito do processo de recuperação da Dermolipectomia Braquial.

Para trazermos informações referentes a cicatrizes e ao processo pós-operatório deste procedimento, falamos com o Dr. Vitorio Maddarena. O cirurgião plástico pode falar com propriedade do assunto: “Cicatrizes são consequências inevitáveis de qualquer cirurgia, porém, no caso da Dermolipectomia Braquial, elas ficam estrategicamente colocadas na parte interna do braço, de modo a ficarem pouco aparentes. Apesar de falarmos de uma cicatriz que vai do cotovelo até a axila, a região onde ela fica acaba a tornando naturalmente discreta. A respeito da recuperação após o procedimento, recomendamos que o paciente seja ajudado em tarefas básicas apenas na primeira semana e que evite levantar os braços acima dos ombros. Depois, é só evitar grandes esforços nas semanas seguintes e passar por acompanhamento médico para retirada de pontos, drenagem linfática e troca de curativos.”

A Dermolipectomia também pode ser feita na região das coxas, mas trataremos desta técnica num post futuro. Portanto, continue nos acompanhando aqui no blog e nas mídias sociais!

Hoje vamos retomar o assunto Mamoplastia. Já falamos em outro post sobre a cirurgia de aumento das mamas e como se aplica a técnica. Neste post, trataremos especificamente da Mamoplastia Redutora.

Indicada para mulheres com seios muito grandes, a cirurgia de redução consiste na retirada de tecido mamário, gordura excessiva e pele excedente da região, tornando a proporção do busto mais harmoniosa. Ela age também na correção das mamas caídas causadas pelo excesso de peso delas que, por sua vez, gera irritações e flacidez na pele. Todos esses problemas podem ser minimizados após o procedimento.

A Mamoplastia Redutora traz grandes benefícios às mulheres no sentido de aliviar problemas de ordem emocional, desconfortos, dores nas costas, ombros e pescoço. Um outro ponto muito importante é que a mulher de seios muito grandes costuma ter dificuldades na prática de atividades físicas e de lazer. Já imaginou ter que abandonar o seu esporte favorito e se entregar ao sedentarismo por conta de um desconforto com o tamanho dos seus seios?

Portanto, se você se incomoda por ter seios grandes demais, mexa-se: procure um médico especialista em Mamoplastia Redutora e agende uma avaliação. E fique ligada aqui no blog, sempre com informações sobre procedimentos estéticos e de saúde em geral.

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Hoje faremos uma breve introdução ao assunto recuperação da Rinoplastia. Já abordamos em outros posts sobre a cirurgia do nariz as questões que envolvem correções estéticas, funcionais e de estrutura. Agora vamos falar de alguns pontos comuns aos pacientes que se submetem a este procedimento.

Começamos, então, com os curativos. O primeiro é feito pela equipe médica utilizando esparadrapos e uma pequena tala. Ainda na primeira semana o paciente deve retornar ao consultório para passar por uma avaliação pós-cirúrgica. Se tudo estiver dentro do esperado pelo especialista, o curativo é substituído por um mais simples, que deve ser mantido por mais alguns dias.

Alguns sintomas são comuns nos dias seguintes à Rinoplastia: pequenos sangramentos em forma de gotejamento, congestão nasal com certa dificuldade de respiração, diminuição de olfato, dormência na ponta do nariz e inchaço tanto no nariz quanto no lábio superior. Para cada um desses sintomas, há um tempo médio diferente de regressão, que será estipulado pela equipe médica responsável pela cirurgia.

É importante que o paciente siga todas as recomendações do seu médico e que entre em contato com ele caso perceba alguma alteração dentre os sintomas acima. Ainda temos muitas informações para compartilhar com vocês, leitores, a respeito da recuperação da Rinoplastia. Portanto, continuem nos acompanhando por aqui e em nossas mídias sociais.

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Hoje falaremos de uma disfunção que atinge boa parte da população: a Hiperidrose. Talvez você nunca tenha ouvido essa palavra na vida, mas com certeza conhece ou inclusive sofre dessa condição na qual uma ou mais áreas do corpo apresentam sudorese excessiva. Ela pode causar constrangimento e desconforto nos meios social, corporativo e familiar. Antes de contarmos como tratar a Hiperidrose, é necessário explicarmos como o suor se forma.

“Há dois tipos de glândulas de suor. Uma delas atua para ajudar no controle da temperatura corporal, sendo estimulada pelo calor. O outro tipo, associado à ansiedade, é um resquício do processo evolutivo do ser humano. Há muitos anos, na época das cavernas, o aumento de suor auxiliava os seres humanos. Isso porque ele aumentava o poder de apreensão das mãos (molhamos os dedos para virar as páginas ou contar dinheiro), preparando a pessoa para fugir ou lutar com seu possível predador”, explica o Dr. Vitorio Maddarena. Essa sudorese causada pela ansiedade é o foco do tratamento que vamos apresentar.

A Toxina Botulínica pode ser usada para o tratamento da Hiperidrose. São feitos múltiplos pontos de aplicação na área em que o suor é mais intenso, como nas axilas. Em alguns casos utiliza-se o teste do amido e iodo para determinar o local de concentração das glândulas sudoríparas e então fazem-se aplicações de mini doses da substância na área toda. A ação é diminuir a capacidade de produção e eliminação do suor. Os resultados são positivos a curto prazo, porém a Toxina Botulínica tem prazo de validade no organismo e deve ser reaplicada de 2 a 3 vezes por ano.

No próximo post sobre Hiperidrose apresentaremos uma técnica cirúrgica capaz de acabar com o problema de forma definitiva, não perca!

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