fbpx

As manchas na pele surgem por vários motivos. Algumas são evitáveis e até mesmo podem ser removidas por completo. Entenda com a gente os principais tipos e o que fazer quando alguma aparecer.

 

Manchas senis

Não se assuste com o nome. As manchas senis surgem em qualquer idade, principalmente no rosto, colo e mãos. E isso acontece um motivo: essas regiões são as mais expostas ao sol durante nossa vida. A melhor forma de evitá-las é com o uso diário de protetor solar, mesmo em dias frios ou nublados. Uma vez que elas aparecem, um médico pode ajudar a atenuá-las com ácidos especiais, peelings e outros tratamentos que colaboram para a renovação das camadas mais superficiais da pele.

 

Melasma

São aquelas manchas escuras ou acastanhadas que aparecem principalmente no rosto. O melasma é geralmente uma mancha de origem hormonal, mas o fator genético também é importante para seu surgimento. É famoso por aparecer em algumas mulheres durante a gravidez.

Há várias formas de amenizar o problema, como cremes, tratamento com laser, luz pulsada e peelings. Mas, como em todas as outras manchas, proteção contra o sol é essencial em qualquer tratamento!

Veja mais sobre o melasma aqui.

 

Cicatrizes de acne

A acne não ocorre exclusivamente na adolescência. Ela pode aparecer em qualquer momento da vida, como quando há variações hormonais no organismo, situações de estresse ou ingestão de alguns medicamentos. Principalmente nos casos mais graves, a inflamação causada pela acne pode deixar cicatrizes. Hoje em dia é possível contar com tratamentos seguros e eficazes para o problema, ajudando a renovar a pele, deixando-a mais lisa e uniforme.

 

Sardas

As charmosas manchinhas na pele surgem geralmente em peles mais claras e não representam nenhum perigo à saúde. Quem quiser atenuá-las pode contar com a medicina para o uso de cremes e aplicações de laser para clarear a região. 

 

Rosácea

É o nome que se dá às inflamações nos vasos sanguíneos do rosto e que causam manchas avermelhadas. Vários fatores podem favorecer seu aparecimento, como exposição ao calor, ingestão de álcool e esforço físico. Também varia o seu grau de intensidade, indo desde apenas vermelhidão até pústulas e espessamento da pele. Dependendo do quadro do paciente, o médico pode prescrever tratamentos tópicos, laser, uso de antiinflamatórios ou até mesmo cirurgias.

 

Câncer de pele

Manchas na pele irregulares e lesões que não cicatrizam merecem atenção imediata. O Brasil é um dos países com maior incidência de câncer de pele, doença que aparece com mais frequência em pessoas expostas constantemente ao sol sem proteção. Ao menor sinal de manchas e pintas com pigmentação ou bordas irregulares, procure um dermatologista imediatamente.

 

Já segue a Clínica Maddarena nas redes sociais?

instagram facebook1

A preocupação em se proteger do sol existe desde a antiguidade. Os registros mais antigos sobre a aplicação de algo sobre o corpo com tal objetivo remontam aos egípcios. Há cerca de 10 mil anos eles já usavam óleo de mamona como protetor solar, extrato de magnólia para bloquear os raios solares, além de óleo de amêndoa e jasmim para atenuar os efeitos de ressecamento do sol sobre os cabelos. 

Nos Jogos Olímpicos ancestrais, na Grécia, existem indícios do uso de uma mistura de azeite de oliva com areia como protetor solar — algo que teria surgido por volta do ano 400 a. C. 

Povos primitivos que habitavam as Filipinas, a Indonésia e a Malásia também tinham suas receitas próprias: uma mistura de ervas, arroz e especiarias virava uma pomada para a pele. 

 

Versões comerciais do protetor solar

Apenas no século 20 houve uma corrida comercial pelo desenvolvimento de protetores solares produzidos em escala industrial. No fim da década de 1920, um químico australiano chamado Milton Blake desenvolveu uma fórmula capaz de proteger o corpo dos raios solares. Em 1932, graças a uma vaquinha entre os amigos, ele conseguiu produzir 500 frascos do produto.

Na mesma época, pesquisadores de outras partes do mundo estavam empenhados em conseguir produto semelhante. O empresário e farmacêutico francês Eugène Schueller, fundador da L’Oréal, colocou um protetor solar no mercado em 1936. Estudante de química, Franz Greiter se queimou muito sob o sol durante uma empreitada de alpinismo e decidiu criar uma solução: acabou também desenvolvendo um protetor solar, lançado em 1938.

Atento aos danos do sol sobre os soldados na Segunda Guerra, o aviador militar e farmacêutico americano Benjamin Green criou sua versão de protetor solar em 1944. Apenas nos anos 1970 foram desenvolvidos protetores solares à prova d’água.

 

Não descuide

Sobretudo em tempos atuais, em que a camada de ozônio foi degradada e, portanto, protege menos dos raios ultravioleta, é preciso redobrar os cuidados com o uso do filtro solar. Escolha aquele que tenha fator de proteção compatível com sua pele e repasse o produto no corpo várias vezes ao dia, principalmente se for trabalhar ou praticar alguma atividade ao ar livre. 

E não descuide. Mesmo no inverno, é preciso passar protetor solar. 

Já segue a Clínica Maddarena nas redes sociais?

instagram facebook1

Atire a primeira fruta quem nunca sentiu vontade de abusar dos pratos calóricos — de preferência encolhido no sofá, com cobertor e tudo, e televisão ligada — num dia mais friozinho. 

Não precisa se culpar tanto assim. A ciência explica o que acontece no nosso corpo quando a temperatura do ambiente está mais fria — e comer mais é perfeitamente natural. Trata-se de uma forma de gerarmos energia para que a nossa temperatura corporal, essa de cerca de 36,5 graus, seja mantida.

Mas há alguns truques para você conseguir fugir da tentação de ficar só nas bombas calóricas e não descuidar da alimentação no inverno. Até porque, nesta época do ano, também o ânimo para praticar atividades físicas costuma cair. 

 

Frutas e legumes

Em dias mais frios, normalmente temos menos vontade de consumir frutas e legumes. A ideia é mudar um pouco a cara desses vegetais para que eles se tornem palatáveis também no inverno. 

Um exemplo: temperar a banana com um pouco de pó de canela e esquentá-la no microondas — quentinha, ela vai se tornar uma sobremesa bem mais apetitosa nesta época do ano.

No caso dos legumes, um jeito bacana de resolver é fazendo caprichadas sopas. 

 

Sementes e temperos

Uma outra dica saudável que tem a cara do inverno é reforçar o consumo de sementes como linhaça e gergelim. São ingredientes que podem ser acrescentados nos pratos do dia e dia — e costumam ir muito bem. 

Temperos como cebola, alho, gengibre, pimentas, cravo, canela, curry e páprica têm um efeito de “esquentar” o organismo, tornando a comida mais agradável nos períodos mais frios.

 

Chás e infusões

Essas bebidas quentes são muito bem-vindas em dias de inverno. E um jeito de compensar a falta de hidratação que pode ocorrer nesta época do ano — já que, sem querer, acabamos nos esquecendo de tomar água frequentemente. 

 

Acompanhamento

Se você quer um acompanhamento mais adequado para o seu perfil, respeitando os cuidados ao seu organismo nesta época do ano, agende uma consulta com um médico nutrólogo de sua confiança. Ele saberá avaliar as necessidades e demandas de seu corpo e, juntamente com seus gostos pessoais, orientar você a ter uma alimentação mais equilibrada, saudável e correta. 

Vale ter uns dias de preguiça no sofá, para curtir o friozinho vendo sua série favorita na TV, é claro. Só não vale viver o inverno como se não houvesse amanhã!

 

Já segue a Clínica Maddarena nas redes sociais?

instagram facebook1

Antes de mais nada, duas informações importantes: o vitiligo, doença que se manifesta por manchas causadas pela descoloração da pele, não é contagioso e não acarreta danos à saúde física. 

São poucos os casos de pacientes que afirmam sentir dor ou uma sensibilidade alterada nas regiões com as manchas. Na maior parte das situações, a doença se resume mesmo ao seu aspecto característico no corpo. 

 

Por que o vitiligo ocorre?

A cor de nossa pele é resultado da atuação dos melanócitos, células especializadas em produção de melanina, o pigmento natural de cada um. O vitiligo acontece porque algumas pessoas desenvolvem diminuição ou completa falta dessas células em determinadas partes do corpo. 

A ciência ainda não sabe o motivo desse fenômeno. Hipóteses dão conta que problemas emocionais podem desencadear a doença, mas ocorrências autoimunes também não podem ser descartadas. Há ainda o fator genético: ou seja, antecedentes familiares acabam favorecendo o surgimento do quadro — 30% dos pacientes têm parentes com a doença. 

 

É possível prevenir o vitiligo?

Não é possível evitar que uma pessoa tenha predisposição ao vitiligo, mas se pode tomar medidas que diminuem a chance das lesões aparecerem. Como machucados na pele são um dos fatores que ajudam no surgimento das manchas, recomenda-se não usar roupas e sapatos apertados. Além disso, proteção contra o sol e acompanhamento médico são muito importantes: um dermatologista pode ajudar a escolher o melhor tipo de filtro solar e a entender o que fazer caso as manchas aumentem.

 

Como tratar?

O efeito do vitiligo é a chamada hipopigmentação, ou seja, manchas brancas na pele que são consideradas lesões cutâneas. O diagnóstico é realizado a partir de avaliação clínica. Exames de pele confirmam a ausência das células produtoras de melanina e outras análises costumam ser solicitadas para checar a existência ou não de doenças autoimunes. 

Para o tratamento, o profissional mais adequado é o médico dermatologista. Ainda não existe cura, mas é possível interromper o aumento do quadro e, ainda, promover a chamada repigmentação da pele afetada — com medicamentos próprios. 

Fototerapia com raios ultravioleta e laser também costumam ser indicados, com resultados positivos. 

Já segue a Clínica Maddarena nas redes sociais?

instagram facebook1

A questão não é puramente estética. É uma preocupação de saúde. Obesidade é uma doença crônica.

E, por si só, é fator de risco muito grande, pois costuma estar associada a várias doenças. Segundo estudo realizado pela Faculdade de Saúde da Universidade de York, no Reino Unido, 95% das pessoas obesas têm alterações no organismo que aumentam os riscos de morte. 

Em geral, obesos costumam sofrer problemas metabólicos. É mais comum, por exemplo, que pessoas acima do peso tenham pressão alta, índices de colesterol fora de controle e glicemia elevada.

O sobrepeso aumenta as chances de infarto e de acidente vascular cerebral. Cirrose, diabetes e até depressão também são doenças que acometem mais os obesos. Por causa da massa corporal maior, essas pessoas ainda costumam sofrer com dores nas articulações e ter mais risco de fraturas.

 

Causas da obesidade podem ser de várias origens

O Índice de Massa Corporal (IMC) é a maneira mais tradicional de avaliar o grau de obesidade de uma pessoa. O ideal é ter esse índice entre 18,5 e 25. Entre 25 e 29, o indivíduo está com sobrepeso. De 30 em diante já é considerado obeso. Há outros fatores e métodos para avaliar o perfil de gordura de alguém. Um médico especialista pode ajudar a esclarecer essas dúvidas e analisar exatamente o seu caso.  

São várias as explicações de por que uma pessoa engorda mais facilmente do que a outra. Questões genéticas e alterações hormonais costumam estar por trás de vários casos. Mas é preciso também ficar atento aos hábitos alimentares: com a facilidade dos produtos industrializados e a rotina atribulada, hoje em dia é muito comum que as pessoas descuidem do cardápio do dia a dia — e o resultado vem na balança. 

Por fim, não podemos esquecer do sedentarismo. Praticar atividades físicas faz bem para o organismo como um todo. E ajuda a manter o peso dentro da faixa considerada ideal.

 

O que fazer

Não existe receita milagrosa para voltar a ter um peso considerado ideal e saudável. O jeito é mesclar várias abordagens. 

Comece prestando mais atenção aos alimentos de seu dia a dia, procurando priorizar aqueles considerados mais balanceados e menos calóricos. Um médico nutrólogo pode ajudá-lo a compreender quais alimentos são os mais compatíveis com as necessidades diárias de seu organismo.

Considere fortemente a ideia de iniciar uma atividade física. Encontre um esporte que lhe dê prazer — isso vai servir de estímulo para que você não desista na segunda semana. Faça disso um hábito, incorporado à rotina. Não precisa ser nada muito sofisticado: muitas vezes uma caminhadinha ao ar livre já é suficiente. A Organização Mundial da Saúde recomenda que todos pratiquem 150 minutos de atividade física por semana.

Já segue a Clínica Maddarena nas redes sociais?

instagram facebook1

×
Olá!
Como podemos te ajudar?
Por favor, digite seu nome.