O objetivo deste post é apresentar a você, leitor(a), opções de tratamentos para celulites. Já explicamos como elas se formam e como a drenagem linfática pode melhorar sua aparência. Hoje falaremos de dois tratamentos modernos contra esse problema tão comum: o Max Redux e o Venus Freeze.

Para explicarmos melhor como cada um deles funciona, conversamos com a Luciana, coordenadora de tratamentos estéticos da Clínica Maddarena. Luciana nos contou como o Max Redux age para minimizar as consequências das celulites: “Essa técnica associa massagem modeladora com ultrassom. A massagem é feita com movimentos rítmicos e vigorosos e são utilizados produtos que aumentam o fluxo sanguíneo, melhoram a circulação e têm efeitos drenantes. Já o ultrassom tem excelente resposta na quebra de moléculas que incham as células e agravam o quadro da celulite”.

Realizado em duas etapas, o Max Redux estimula a termogênese (moderado aquecimento) e a crioterapia (resfriamento tecidual). “Essas duas técnicas estimulam o organismo a buscar manter sua temperatura normal promovendo assim um aceleramento no metabolismo local”, afirma Luciana. A especialista completa a explicação dizendo que na última etapa do tratamento utiliza-se uma cinta que emite luzes infravermelhas e possui vibração para potencializar os resultados.

Já o Venus Freeze é um tratamento que usa um aparelho que combina pulsos magnéticos com radiofrequência multipolar, promovendo leve aquecimento. Essa elevação de temperatura aumenta a síntese de colágeno e elastina. “Este tratamento é indicado para atenuar as ondulações causadas pelas celulites, além de ser ótimo contra o envelhecimento e a flacidez da pele”, completa Luciana.

Caso haja alguma dúvida sobre celulites e seus tratamentos, não deixe de nos enviar pelas nossas redes sociais.

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O texto de hoje é a respeito da recuperação da Abdominoplastia. Ele serve principalmente para quem tem dúvidas sobre como agir após se submeter a este procedimento. O Dr. Vitorio traz alguns cuidados gerais que o paciente precisa tomar para ter uma recuperação adequada, vamos a eles:

1. Na Abdominoplastia, os músculos da parede abdominal são reposicionados por meio de suturas internas. Deve-se evitar esforços para que eles não se rompam. Também é importante andar e deitar-se com o corpo curvado, a fim de evitar tração excessiva na linha de sutura;

2. Ao deitar-se, há duas opções: de lado, com os joelhos dobrados ou de barriga para cima, com as costas e as pernas elevadas, de tal forma que a região do quadril fique fletida (dobrada);

3. Não deitar de barriga para baixo, nem se espreguiçar;

4. Usar constantemente o modelador ou cinta indicado pelo médico;

5. Deve-se evitar exposição a fontes de calor, como fogão, ferro de passar, churrasqueira, aquecedores, etc. Também não é recomendável se expor à luz do sol, porque pode provocar manchas de difícil remoção.  Isso vale para qualquer cirurgia.

Nos próximos posts sobre Abdominoplastia, traremos mais dicas sobre o processo de recuperação. Não queremos que você tenha medo nem que reste qualquer dúvida sobre esse procedimento que pode melhorar sua saúde e sua autoestima. Continue nos acompanhando no blog e nas redes sociais!

Hoje falaremos de marcas tão visíveis na pele quanto temíveis por homens e mulheres: as estrias. Tecnicamente, elas são consideradas cicatrizes que se formam pelo rompimento das fibras de colágeno. Tais fibras são responsáveis pela elasticidade e rigidez da pele.

Assim como fizemos para levar até você informações a respeito das celulites, conversamos com a Luciana Porto, coordenadora de tratamentos estéticos da Clínica Maddarena, que contou com detalhes como essa ruptura de fibras acontece no corpo. Ela começou explicando o popular “efeito-sanfona”: “quando a pessoa tem uma mudança expressiva de medidas, seja em casos de gestação, ganho ou perda de peso ou hipertrofia muscular a pele sofre um estiramento muito rápido e suas fibras de colágeno se quebram. “

Luciana também falou a respeito dos diferentes tipos de estrias e suas causas: “as chamadas estrias rubras têm aspecto avermelhado pois ali ainda há vascularização adequada. Se forem tratadas nesse primeiro momento, de forma rápida, podem desaparecer, afinal os vasos sanguíneos carregam os nutrientes necessários para regenerar as fibras rompidas. Porém, se não for realizado nenhum tipo de tratamento, elas evoluem para o que chamamos de estrias albas. Essas já possuem aspecto esbranquiçado e são mais profundas, sem qualquer vascularização, o que dificulta o tratamento. “

Voltaremos em breve a falar sobre as estrias e seus tratamentos, inclusive para as albas, que só conseguem ser recuperadas parcialmente por meio de técnicas especiais. Continue nos acompanhando e envie suas dúvidas pelas nossas mídias sociais!

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O post de hoje é sobre uma cirurgia para minimizar uma causa comum de bullying. Trata-se da Otoplastia, procedimento que serve para corrigir malformações do pavilhão auricular como as orelhas proeminentes, popularmente chamadas “orelhas de abano”. Elas são causa de rejeição e ofensas principalmente entre crianças e consequentes danos psicológicos a quem as possui.

Antes de mais nada, vamos explicar um pouco da anatomia auricular. Nossas orelhas se desenvolvem por volta da 18ª semana de gestação, a partir de um conjunto de cartilagens que se fundem e se dobram. A orelha normal tem uma dobra de cartilagem que se assemelha a um “Y”, o qual possui uma perna mais longa chamada anti-hélice. Começa na parte superior e vai até a concha, a concavidade maior onde fica o buraco do ouvido. Nos casos de orelha proeminente pode ocorrer um aumento do tamanho da concha e a falta da anti-hélice. Em conjunto, essas duas alterações ocasionam o aspecto de orelhas abertas.

O procedimento envolve um pequeno corte na parte de trás da orelha para que a cartilagem seja remodelada. Ele pode ser feito em pessoas a partir dos 5 anos, idade em que as orelhas já alcançaram 90% de seu tamanho final. Explicaremos com mais detalhes no próximo post sobre a Otoplastia. Continue nos acompanhando no blog e nas redes sociais!

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Hoje continuaremos mostrando como aplicações da Toxina Botulínica podem ser úteis além da estética. Conversamos com o Dr. Vitorio, diretor da Clínica Maddarena, que nos contou a respeito de uma doença que pode ter seus efeitos minimizados com aplicações regulares da substância: o Blefaroespasmo.

O Blefaroespasmo é uma doença que ataca as pálpebras e, assim como a Paralisia Facial Periférica, provoca contrações involuntárias nos músculos que ficam ao redor dos olhos. Em geral ele ocorre dos 2 lados do rosto do paciente e causa incessantes piscadas, que podem levar à cegueira funcional. “Quando detectada, a doença pode ter seus efeitos amenizados com a aplicação da Toxina Botulínica, que age diretamente nos músculos, controlando suas contrações. O ideal é que as aplicações nos pacientes com Blefaroespasmo sejam repetidas a cada 5 meses para que eles possam viver com o mínimo de desconforto possível”, explica o Dr. Vitorio Maddarena.

É importante dizermos também que, assim que a pessoa perceber contrações involuntárias constantes nas pálpebras, deve procurar um médico para ter seu diagnóstico. Após isso, ela pode buscar tratamentos como o que revelamos hoje, com aplicações locais de Toxina Botulínica. Esperamos que o assunto tenha ficado claro e que você continue nos acompanhando neste blog e nas nossas mídias sociais!

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