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Categoria: Nutrologia

Quem trabalha em escritório já travou a batalha do ar-condicionado: tem sempre o time de quem quer ligar contra quem já está roxo de frio.

Há uma explicação biológica para isso e entender como o corpo funciona pode ser o primeiro passo para selar a paz com o termostato.

 

Cada metabolismo é de um jeito

Nosso corpo, mesmo em repouso, consome energia para manter o organismo vivo e funcionando. Mas esse consumo varia de pessoa para pessoa. Quem gasta mais energia quando está parado tende a sentir menos frio, já que se produz mais calor interno.

 

Alimentação também conta

Estudos em esquimós associaram a dieta desse grupo à tolerância ao frio. Eles consomem muitas proteínas o que, de acordo com cientistas, os ajuda a sobreviver a baixas temperaturas.

 

Idade

Idosos são mais friorentos porque, com o tempo, perdem massa muscular. Os músculos ajudam a manter a sensação de calor.

 

Hormônios

Pesquisas apontam que algumas pessoas conseguem produzir mais hormônios da tireoide no frio. Quando isso acontece, o corpo responde aumentando o metabolismo e, consequentemente, intensificando a sensação de calor. 

Além disso, as flutuações de estrogênio na menopausa causam os conhecidos calorões, as ondas de calor que aparecem do nada.

 

Sedentarismo

Quanto mais parados ficamos, mais sentimos frio. Isso também se aplica ao estilo de vida. Pessoas mais sedentárias têm metabolismo mais lento e, por isso, produzem menos calor e sentem mais frio. 

 

Homens X mulheres

A temperatura corporal é a mesma para os dois sexos mas a diferença está na resposta ao frio. Homens geralmente têm mais massa muscular, o que já vimos que ajuda a manter o calor. Além disso, as mulheres costumam ter as palmas das mãos e solas dos pés mais frias. Isso acontece por que o corpo feminino tende a comprimir mais os vasos sanguíneos em baixas temperaturas, justamente para evitar a perda de calor.

 

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Não importa sua idade ou seu tipo físico: é muito bom se exercitar com frequência. Mas, no dia a dia corrido que nós temos, muitas vezes não basta vontade — falta tempo para conseguir praticar uma atividade física com frequência. Uma alternativa adotada por muitos, portanto, é o esportezinho apenas aos fins de semana. 

Fazer exercícios físicos de vez em quando é melhor do que nunca fazer, claro. Mas, atenção: para que seu corpo aguente bem essas sessões esporádicas, é preciso tomar alguns cuidados. 

 

Tente ser menos sedentário no dia a dia

Músculos e articulações costumam sentir mais os esforços esportivos quando não estão habituados aos movimentos. Assim, uma dica é procurar se mexer o máximo possível nos dias em que não sobrou tempo para a academia ou para o futebol com os amigos. Inclua pequenas práticas em seu dia a dia. Que tal substituir o elevador pela escada? 

Quem usa transporte público também pode descer um ponto antes do convencional para fazer uma caminhadinha extra a caminho do trabalho. Outra dica é muito útil para quem trabalha sentado o dia todo: crie o hábito de se levantar ao menos de hora em hora, nem que seja para caminhar até o bebedouro e tomar um copo d’água — aliás, não se esqueça de tomar água!

 

Na hora das refeições

É questão de física: se você estiver com sobrepeso, maior será impacto do seu próprio corpo nas articulações durante a prática esportiva. Assim, é fundamental adotar uma dieta balanceada durante toda a semana, e não somente nos dias em que estiver planejando seus treinos. 

Aliás, a alimentação adequada é fundamental para o bom desempenho de atividades físicas. Já falamos disto aqui: se quiser mais informações, consulte um médico nutrólogo

 

Check-up do atleta de fim de semana

Quanto tempo faz que você não vê como está seu corpo por dentro? Atividade esportiva faz muito bem, mas é preciso ter certeza de que está tudo em ordem com seu organismo. Se você tiver alguma doença desconhecida, uma sobrecarga cardíaca pode acarretar consequências graves. 

Por isso, é altamente recomendável procurar um médico antes de começar essa mudança de hábito. E, depois que engrenar no esporte de sua preferência, mantenha visitas rotineiras ao consultório: o acompanhamento é fundamental. 

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