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Uma das cirurgias mais populares do mundo, a mamoplastia foi realizada pela primeira vez em 1962, em um hospital do Texas, nos Estados Unidos. E atualmente, no Brasil, temos mais de 200 mil procedimentos de mamoplastia por ano, de acordo com a Revista Brasileira de Cirurgia Plástica.

A ideia foi concebida por um cirurgião plástico chamado Frank Gerow que, certa vez, manipulando uma bolsa plástica com sangue imaginou algo que pudesse se parecer com seios femininos. Com o tempo e a ajuda de seu colega Thomas Cronin, chegou a um protótipo feito com silicone. Experimentaram em uma cadela, Esmeralda, com sucesso. O passo seguinte seria encontrar uma paciente disposta a testar o procedimento.

Foi quando surgiu na clínica uma mulher de 29 anos, divorciada e mãe de seis filhos. Ela queria fazer a remoção de uma tatuagem em um dos seios. Gerow, que estava em busca de voluntárias, propôs o implante — ela aceitou e o resultado foi exatamente como esperado. 

No ano seguinte, o caso foi apresentado em evento da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica. Dali em diante, tornou-se cada vez mais um recurso mundialmente aplicado. 

 

Tentativas anteriores

Antes do silicone, outros métodos foram tentados em busca dos seios perfeitos. O livro “Inventing beauty: a history of the innovations that have made us beautiful”, escrito por Teresa Riordan, traz uma cronologia dessa história. No fim do século 19, houve tentativas baseadas em aplicação de parafina. A partir dos anos 1920, alguns médicos  experimentaram transplantar gordura de outras partes do corpo para os seios. Um pouco mais tarde, começaram tentativas de implante de diversos materiais sintéticos, como poliuretano, estruturas esponjosas e até bolas de vidro.

 

Indicações

A mamoplastia não é indicada apenas para quem quer ficar com seios maiores. O implante também serve para reparar uma ou ambas as mamas de quem precisou removê-las durante tratamento de câncer, por exemplo. E há quem recorra ao procedimento para diminuir o volume dos seios, corrigir uma assimetria, eliminar o aspecto de flacidez, entre outros casos. 

Se você tem alguma queixa com relação aos seus seios, procure um médico especializado e de sua confiança. Ele é o único profissional preparado para ajudá-la a compreender o seu caso e, se realmente esta for a solução indicada, conduzir o processo de uma cirurgia. 

 

A cirurgia

Com o conhecimento e a tecnologia existentes hoje, a mamoplastia é uma cirurgia pouco complexa e de fácil recuperação. Mesmo assim, é uma cirurgia, ou seja, cuidados precisam ser tomados antes e depois do procedimento. O primeiro passo é escolher um cirurgião plástico habilitado e devidamente capacitado — além, é claro, que seja de sua confiança. Esse profissional saberá lhe dar todas as orientações do processo: do pré ao pós-cirúrgico.

 

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Depois que a equipe médica termina cada cirurgia, todos experimentam uma sensação de felicidade diante do dever cumprido. Mas então é preciso que haja muita cooperação do paciente. Para que os resultados sejam plenamente alcançados, nada de relaxar: é hora de caprichar nos cuidados depois da cirurgia plástica.

Algumas recomendações são comuns a todas as operações:

– Evite esforços físicos intensos.

– Mas nada de ficar só na cama. Algumas vezes ao dia, dê um tempo no Netflix, levante-se e faça caminhadas leves, ainda que somente dentro de casa.

– Tome bastante água. A boa hidratação ajuda na recuperação do organismo.

– Evite ficar próximo de fontes de calor. Além da percepção tátil estar diminuída, os tecidos também se encontrarão fragilizados e suportando menos as altas temperaturas.

– O mesmo vale para baixas temperaturas. Assim, gelo sobre a área operada não costuma ser uma boa ideia.

Cintas e modeladores: o começo dos cuidados depois da cirurgia plástica

No pós-operatório, os tecidos precisam ficar em repouso, para que ocorra a adesão entre eles novamente. Também é importante, no processo de cicatrização, que haja aumento da chegada de líquidos aos tecidos.

Por isso muitas vezes é indicado o uso de cintas e modeladores na recuperação. Tal prática mantém os tecidos semi-imobilizados e também evita o acúmulo de líquidos em excesso nas áreas operadas. Além disso, esses acessórios terapêuticos ajudam a evitar sangramentos internos indesejáveis.

Sol

A exposição à luz do sol deve ser evitada. Isso porque a cor arroxeada dos hematomas no pós-operatório é causada pelo sangue fora dos vasos sanguíneos. Os raios ultravioletas emitidos pelo sol são capazes de fixar os pigmentos nos tecidos – tornando, então, essas manchas marcas permanentes.

Assim, enquanto houver sinais de hematomas na pele, proteja-se sempre da luz do sol.

Retorno ao dia a dia

É preciso controlar a ansiedade para retornar às atividades normais depois de uma cirurgia. Tudo tem de ser feito de forma gradual, com cuidado para não ultrapassar os limites do organismo.

Tenha em mente que mesmo com o local já aparentando cicatrização, por dentro está em curso um processo de restauração das estruturas. Esforços excessivos podem romper pontos internos.

Por outro lado, o organismo responde à lei do uso e desuso. Ou seja: se não houver estímulo, o corpo não terá pressa em se restabelecer. Portanto, nada de ficar deitado o dia todo. É preciso se levantar, fazer movimentos suaves e pequenas caminhadas.

E sempre converse com seu médico sobre as orientações e limitações adequadas a seu caso.

Boa recuperação!

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Essa pergunta é muito comum na primeira consulta dos pacientes com a nossa nutricionista e Coach em emagrecimento Luciana Porto:
“POR QUE NÃO EMAGREÇO, SE FAÇO TUDO CERTO?”
Muitas pessoas passam por essa situação e nem imaginam o porquê.
Luciana, através de um bate papo agradável, consegue identificar as fragilidades de seus pacientes neste processo para orientá-los conforme cada caso.
Os principais motivos para são:
• Comportamental
Quando o paciente consegue manter o equilíbrio seguindo uma boa alimentação apenas de segunda à sexta, mas durante o fim de semana come muito, sem pensar na qualidade do alimento que está ingerindo.
• Dietas restritivas
Quando o paciente se limita a comer o mínimo possível, sem se atentar a quantidade de proteína e de gordura boa que compõe a sua dieta. Elas são responsáveis pela saciedade, ou seja, não adianta comer pouco se você não comer o alimento certo.
• Ingestão de líquidos
Sabia que muitas vezes confundimos sede com fome?
A área do cérebro responsável por enviar a mensagem ao organismo de que seu corpo está com fome ou com sede é o hipotálamo. Por isso, é possível confundir essas sensações.
Experimente ingerir um copo de água ao invés de alimentos. Pode ser aromatizada, se você preferir.
• Pouca atividade física
Você precisa manter uma rotina diária ou de pelo menos 5 vezes por semana praticando uma atividade física por pelo menos 40 minutos. Caminhar em ritmo acelerado ou correr, dançar, praticar alguma arte marcial. Você tem que suar! E desoxidar as gordurinhas instaladas em seu corpo e gastar todas elas.
É importante saber que o emagrecimento envolve vários aspectos, tanto físico quanto emocional.
Por isso, sabemos que não é um processo fácil e requer uma conduta adequada e acompanhamento eficaz.
O processo de coaching envolve todos estes aspectos e te motivará a alcançar seu objetivo com a motivação e disciplinas necessárias.
Entre em contato com a gente e agende uma consulta com a nutricionista Luciana Porto.
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Você já ouviu falar sobre a Ginástica Laboral?
São exercícios realizados no local de trabalho com acompanhamento e orientação de um profissional.
No entanto, hoje em dia, muitas pessoas trabalham em casa e ficam longos períodos sentadas executando os mesmos movimentos por horas seguidas.
É natural que, com a correria diária, acabem não fazendo as pausas que são tão necessárias e importantes para o corpo e mente.
Por isso, trouxemos exercícios simples de alongamentos que você poderá executar com segurança.

Sete exercícios para serem feitos no trabalho

O ideal é que a cada 50 minutos trabalhando você faça uma pausa de dez minutos.
Intercale as pausas com pequenas caminhadas até o bebedouro ou banheiro e esses exercícios que podem ser feitos em pé ou até mesmo em sua cadeira.

• Primeiro, alongue as pernas e braços, como se estivesse espreguiçando.
• Gire um dos tornozelos para o lado direito, contando cinco voltas e depois para o lado esquerdo. Repita o movimento com o outro tornozelo.
• Gire a cintura o máximo que puder para um lado, segurando por uns cinco segundos e repita o movimento para o outro lado.
• Faça um alongamento com os braços entrelaçando as mãos na parte de trás de seu corpo.
• Faça movimentos circulares com os pulsos e abra e feche as mãos, alongando os dedos lentamente.
• Vire o pescoço lentamente de um lado para o outro, repetindo por cinco vezes.
• Flexione o pescoço para uma das laterais e relaxe. Repita o mesmo movimento para o outro lado.

Finalize repetindo o primeiro exercício, como se estivesse espreguiçando lentamente.
Mantenha sempre a coluna reta e faça movimentos lentos e suaves, repetindo duas vezes cada exercício para ambas as direções (direita e esquerda).
Se sentir dores em algum desses exercícios, não continue. Se a dor insistir, consulte um ortopedista.

Principais benefícios

São diversos os benefícios dos exercícios feitos durante as pausas na jornada de trabalho.
Entre eles, podemos destacar alguns:

• No trabalho: aumento da concentração e produtividade, redução do número de afastamentos por problemas de saúde, melhora a interação entre os colaboradores, proporcionando um ambiente mais descontraído e agradável.

• Para seu corpo: melhora a postura, ativa a circulação sanguínea, diminui as dores musculares, fadigas e tensões. Exercícios como esses ajudam na prevenção de doenças como a LER (Lesão por Esforço repetitivo) e a DORT (Distúrbios Osteo musculares Relacionados ao Trabalho).

• Para sua mente: além de contribuir para a melhora da qualidade de vida, aumenta a autoestima e diminui o estresse.

 

Alongue-se, sorria e continue fazendo um bom trabalho.

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