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O mês de outubro já acabou, mas a mensagem de prevenção ao câncer de mama que a campanha Outubro Rosa propaga deve permanecer durante todo o ano. O autoexame é essencial para que a mulher possa detectar em casa possíveis nódulos no seio e, assim, buscar auxílio médico para verificar se não se tratam de tumores. Quanto mais cedo for o diagnóstico, maiores são as chances de cura. Em alguns casos se faz necessária a retirada da mama.

Se, por um lado, a remoção do seio permite evitar que o tumor cresça e/ou se espalhe pelo resto do corpo da paciente, por outro, ela acaba por afetar a autoestima da mulher por razões estéticas. Visando solucionar esse problema, a Medicina desenvolveu técnicas de reconstrução mamária. “Pode-se dizer que a Reconstrução Mamária é uma subespecialidade da Cirurgia Plástica que atua para restaurar a forma, o volume, o contorno e a simetria das mamas comprometidas por deformidades congênitas ou adquiridas”, afirma o Dr. Vitorio Maddarena. Um exemplo de deformidade adquirida é exatamente a causada pelo câncer de mama.

No próximo post sobre o tema falaremos de como a técnica de reconstrução é aplicada, além do momento ideal para que a cirurgia seja feita. Mas o recado que gostaríamos de deixar é que o autoexame nas mamas seja realmente um hábito em sua vida. Um hábito saudável, de prevenção e para ser feito em todas as épocas do ano.

É muito comum na hora de uma foto ou vídeo ouvirmos de alguém insatisfeito com o próprio nariz a frase: “Esse não é o meu melhor ângulo”. Essa insatisfação, muitas vezes, está ligada ao tamanho e ao formato do nariz, características que podem ser melhoradas com a Rinoplastia, tema de hoje do nosso blog.

A Rinoplastia pode mudar a largura do dorso nasal e das narinas e ajustar o tamanho do nariz às demais estruturas faciais, otimizando as proporções e oferecendo uma melhor aparência ao paciente. Além disso, pode corrigir a ponta do nariz, que pode ser avançada, caída ou arrebitada demais.

Há duas formas de procedimento que podem ser escolhidas pelos médicos para a realização dessa cirurgia. No procedimento fechado, as incisões (cortes) são realizadas no interior do nariz. Já no procedimento aberto, é feita uma incisão na columela, aquele tecido estreito que temos entre as narinas. Após essas incisões, os tecidos moles que cobrem o nariz podem ser levantados com cuidado, possibilitando ao médico o acesso para a remodelagem da estrutura nasal.

Nos próximos posts sobre o tema, falaremos de outros casos que podem ser tratados com a Rinoplastia. Então se você não se sente confortável com a condição atual do seu nariz, procure um cirurgião e já comece a se imaginar bonito/a por todos os ângulos!

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Abdominoplastia é o tema do dia. Aqui nós já tratamos um pouco dos cuidados na recuperação após este procedimento e hoje vamos trazer mais dicas sobre esse processo que é tão importante como a cirurgia em si.

Além daquela dica fundamental de não se deitar de barriga pra baixo nos dias seguintes à abdominoplastia, é essencial que o paciente use constantemente o modelador ou cinta indicada pelo médico, além de evitar o movimento de se espreguiçar.

A alta hospitalar já pode ocorrer no dia seguinte à cirurgia. Em casa, não é necessário ficar somente deitado(a), sendo possível caminhadas pequenas. Após uma semana já dá para caminhar um pouco mais, fora de casa. Atividades físicas mais intensas podem ser retomadas gradativamente a partir de 3 meses, mas esse tempo pode variar de caso a caso, dependendo da quantidade de pele que foi retirada do abdômen.

É possível associar a abdominoplastia com outros procedimentos de cirurgia plástica ou mesmo de outras especialidades, como cirurgia de vesícula, varizes, cirurgias ginecológicas, etc. Converse com seus médicos (de ambas equipes) para que avaliem a possibilidade.

Lembre-se que apenas um médico especialista é capaz de te dar uma avaliação precisa em relação ao seu caso, portanto não hesite em procurar um para tirar todas as suas dúvidas. Continue nos acompanhando aqui no blog e nas redes sociais!

Hoje vamos tratar de um procedimento que foi popularizado pelas celebridades dos palcos e das telas: a Bichectomia. Ela consiste numa técnica cirúrgica para a retirada do acúmulo de gordura das bochechas. É por causa dela que você vê o seu cantor ou atriz preferida ostentando por aí aquele rosto perfeitamente delineado. Mas o procedimento não é apenas coisa de famosos, pode muito bem ser feito no seu rosto também.

A cirurgia é realizada na parte interna das bochechas, por meio de uma incisão de um centímetro. Através dela, o cirurgião retira a Bola de Bichat, estrutura gordurosa presente entre os músculos encarregados da nossa mastigação. O resultado é um rosto com visual mais fino.

Uma das vantagens da Bichectomia em relação a outros procedimentos estéticos é que a Bola de Bichat, após retirada, não se regenera. Portanto, não se faz necessária uma nova cirurgia para a remoção dela. Mas o Dr. Vitorio, cirurgião plástico e diretor da Clínica Maddarena, alerta para se ter cuidado na hora de fazer a sua Bichectomia: “Quando o procedimento não é feito corretamente, a longo prazo o rosto pode ficar mais caído. Mas isso é muito raro de acontecer. Se retirar apenas o excesso, o resultado será apenas a melhora estética”.

No próximo post sobre o tema, falaremos sobre os cuidados na recuperação pós-cirúrgica, fique ligado(a)!

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Otoplastia é o assunto do post de hoje. Tratamos aqui das orelhas proeminentes ou “orelhas de abano”, malformação passível de ser corrigida nesta cirurgia. Hoje abordaremos a evolução dessa técnica cirúrgica até os dias de hoje.

Antigamente, a otoplastia era feita sem que fosse levado em conta o efeito “mola” da orelha, que mantém constante o ângulo em relação à cabeça e, consequentemente, a distância. O resultado era que em questão de meses havia o reaparecimento da orelha proeminente. Depois de algum tempo, se descobriu a necessidade de fazer pequenas incisões (cortes) longitudinais paralelas a 1mm uma da outra na cartilagem para destruir essa “memória” da posição. Os resultados melhoraram, mas deixaram as orelhas com aspecto artificial por conta dos cantos vivos deixados.

Há poucos anos desenvolveu-se o Morcelizer, um aparelho similar a um alicate, cujas pontas possuem uma pastilha de vídia (material de dureza semelhante à do diamante), que faz micro incisões precisas e muito próximas, permitindo uma perfeita modelagem das curvaturas da orelha. A má posição da concha é corrigida com um ponto que fixa essa parte da orelha à membrana que envolve o crânio (periósteo). O resultado obtido é definitivo e extremamente natural, sem deixar cicatrizes aparentes, ou o estigma de uma orelha operada.

Então, se você sofre por conta desse problema, procure um médico especialista em otoplastia, agende uma avaliação e torne esse sofrimento uma página virada em sua vida.

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