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Sabemos que o tema de hoje vai interessar a muitos dos nossos leitores. Isso porque quem é que nunca se incomodou com aquela pele em excesso na parte de baixo do braço? O popular e temido “músculo do tchauzinho” na verdade se trata de um acúmulo de gordura ao redor de um músculo chamado tríceps braquial que, consequentemente, faz com que a pele do local se distenda para abrigar todo este conjunto. Para as pessoas que tiveram uma grande perda de peso, por exemplo, a pele sobressalente causa dificuldades de movimentos, assaduras, entre outros fatores de desconforto. Existe um procedimento chamado Dermolipectomia Braquial que age exatamente no foco desse problema.

Conversamos com o Dr. Vitorio, diretor da Clínica Maddarena, que nos deu mais explicações sobre este procedimento: “É importante dizer que, além do desconforto estético, esse acúmulo de pele na região do tríceps ocasiona perda de metabolismo no corpo, uma vez que o coração precisa bombear sangue constantemente para irrigar essa pele extra que está praticamente sem função definida. A Dermolipectomia Braquial combinada com Lipoescultura pode trazer grandes benefícios para o paciente que sofre desse problema, já que elimina os depósitos de gordura e a pele excedente da região, melhorando o contorno e o aspecto geral dos braços. ”

Este procedimento também pode ser combinado com outros, como Mamoplastia ou Abdominoplastia, mas somente uma avaliação com um médico especialista pode dar essa resposta ao paciente. No próximo post sobre o tema, falaremos um pouco sobre cicatrizes e o processo de recuperação da Dermolipectomia Braquial, fique ligado/a!

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O Lifting Facial, tecnicamente conhecido como Ritidoplastia, é um procedimento cirúrgico com capacidade de promover um efeito de rejuvenescimento no rosto. No post de hoje vamos falar um pouco sobre como funciona o Lifting e algumas de suas principais indicações.

Para entender sua atuação, podemos ter em mente que a palavra lifting tem origem no temo inglês lift, que significa levantar. De maneira simplificada, é isto que o Lifting faz. Com o avançar dos anos é natural que a pele do rosto ganhe sulcos. Os sulcos nada mais são que as rugas, ou seja, as marcas de expressão que ficamos no rosto devido a repetição de movimentos faciais ao longo de nossa vida. Ao remover excessos de pele, o Lifting “levanta” os tecidos internos e a pele restante, reposicionando-a onde ela deveria estar. Um dos grandes efeitos é o resgate e aprimoramento dos contornos faciais.

A Ritidoplastia é bastante indicada para o tratamento de rugas e outros sinais visíveis de envelhecimento no rosto e no pescoço, proporcionando resultados naturais e duradouros que trazem de volta a jovialidade. Aqueles vincos abaixo das pálpebras e ao longo do nariz até a boca podem ter melhoras significativas com o Lifting. O semblante “caído” pode estar relacionado também à gordura que tenha baixado, sido deslocada ou mesmo perdida. A perda de tônus muscular na face inferior também pode causar a papada, aquela pele frouxa e excesso de depósitos de gordura sob o queixo e a mandíbula.

No próximo post sobre o tema falaremos sobre os benefícios desta técnica para corrigir a flacidez ou testa franzida. Lembre-se sempre de que, por mais que tenhamos acesso a muitas informações pela internet, apenas um cirurgião plástico é capaz de avaliar suas condições e indicar os tratamentos mais adequados.

O verão é a estação à qual nossa exposição ao sol é mais frequente. Por marcar o início desta estação, dezembro foi escolhido para ser o mês nacional de combate ao câncer de pele, por meio da campanha Dezembro Laranja.

Mais de 90% das pessoas que possuem câncer de pele apresentam como causa comum a exposição excessiva da pele ao sol. Rosto, pescoço, orelhas e mãos são as partes do corpo mais vulneráveis a esse tipo de câncer, por serem as mais expostas aos raios solares.

O método mais eficaz de prevenção à doença é a proteção solar, que pode ser feita com o uso de cremes. O Fator de Proteção Solar (FPS) deles deve ser adequado para cada tipo de pele. É importante também a diminuição do tempo de exposição direta ao sol, especialmente no horário no qual sua luz nos atinge com maior intensidade, entre as 10 e as 15 horas.

Alguns sinais de alerta para o aparecimento da doença são: feridas que não cicatrizam, expansão do pigmento de uma mancha, mudança na superfície de uma pinta, coceira, sensibilidade, vermelhidão, inchaço e dor em alguma parte da pele. Ao menor sinal de desconfiança com relação a algum desses sinais, procure um dermatologista para ter uma avaliação precisa e começar seu tratamento ou simplesmente continuar a curtir seu verão tranquilamente.

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Hoje voltamos ao tema Ancoragem Facial. O objetivo deste post é levarmos até você explicações a respeito da sequência ideal de aplicações do Ácido Hialurônico para o reequilíbrio da volumetria facial. Para obtê-las, conversamos com o Dr. Vitorio, diretor da Clínica Maddarena, conforme havíamos prometido no post anterior sobre Ancoragem Facial. Confira:

“O ideal é que abordemos a face de cima para baixo. Mesmo que a queixa da paciente seja o bigode chinês, por exemplo, iniciamos por pontos de ancoragem na região entre a parte superior da orelha e o canto do olho, num osso chamado arco zigomático. Em seguida, partimos para o final desse osso, já na parte inferior do olho, para depois repor o volume na maçã do rosto propriamente dita”, explica o Doutor. Depois de tudo isso é que se chega ao sulco nasogeniano. “Em alguns casos a aplicação do Ácido Hialurônico não se faz necessária pois, com o escoramento dos tecidos, o volume que se dobra e dá origem ao sulco já não pesa tanto nessa área”, completa o Dr. Vitorio.

Por ser um procedimento não-cirúrgico, o processo de recuperação é simples. Os cuidados incluem massagens locais nos primeiros dias. Se o procedimento te interessou, procure um médico especialista no assunto e agende uma avaliação, na qual ele poderá te dizer se essa é a técnica ideal para o seu caso. E se ainda restam dúvidas sobre a Ancoragem Facial, não deixe de nos enviar pelas nossas redes sociais.

Hoje voltamos ao tema Ginecomastia para levar até você informações sobre o processo pós-operatório deste procedimento. No post anterior sobre a Ginecomastia contamos como ela funciona e porque alguns homens sofrem com o aumento das mamas. Essa condição costuma provocar constrangimento e até bullying, motivo pelo qual muitos desenvolvem até problemas psicológicos ou de comportamento.

Conversamos com o Dr. Vitorio Maddarena, que nos deu explicações importantes sobre o processo de recuperação da Ginecomastia. “O pós-operatório transcorre com pouco desconforto e é necessário usar uma faixa compressiva no local, além de submeter-se a sessões de drenagem linfática e outras técnicas fisioterápicas para a recuperação”, disse ele.

Ele também relembrou que, assim como acontece após outros procedimentos cirúrgicos, é recomendável que se evitem atividades que possam levar a traumatismos no local, como esportes, esforços e grandes tumultos. “Exposição ao sol e a fontes de calor também devem ser evitadas”, completa o Doutor. Os pontos são retirados entre 7 e 10 dias após a cirurgia e o resultado já pode ser notado a partir da segunda semana.

Esperamos que essa quantidade de informações sobre a Ginecomastia tenha ajudado você, leitor(a), a compreender como funciona o procedimento e sua recuperação. Se houver dúvidas, não deixe de nos enviar pelas redes sociais para que possamos seguir informando você da maneira mais clara possível.

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