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A Ritidoplastia é a técnica cirúrgica que serve para reequilibrar a Volumetria Facial. Mas você sabe o que é a tal Volumetria Facial? Ela é, basicamente, a distribuição dos volumes faciais. Para ficar mais claro, explicaremos como a face humana se divide. Ela é dividida em 3 partes: o terço superior é representado pela testa, o terço médio é a área que compreende desde os olhos até as narinas (incluindo as maçãs do rosto) e o terço inferior vai das narinas até o queixo.

Cada terço da nossa face sofre modificações em todas as fases da nossa vida. É muito comum que na infância tenhamos a face um pouco mais arredondada, que alterna para uma mais triangular na juventude e início da vida adulta até, finalmente, atingir um formato retangular. Pois bem, a Ritidoplastia (também conhecida como Lifting Facial) visa desfazer essa transformação geométrica causada pelo tempo, podendo proporcionar uma espécie de rejuvenescimento de aparência.

O cirurgião plástico que o paciente escolher será capaz de reposicionar suas estruturas faciais ao atuar no Sistema Músculo-Aponeurótico Superficial, ou SMAS, uma membrana que fica abaixo da pele e faz a conexão entre o que é superficial e o que é profundo na face. Algumas pessoas, além do reposicionamento das estruturas, necessitam de aumento de determinados volumes, mas isso será tema do nosso próximo post sobre a Ritidoplastia, fique ligado(a)!

O assunto de hoje se chama Dermolipectomia Crural ou Cruroplastia. Apesar destes termos incomuns, o nome significa um procedimento cirúrgico para tratar um problema recorrente entre muitas pessoas: excesso de pele e/ou gordura na região das coxas. Assim como ocorre com a região dos braços tratada pela Dermolipectomia Braquial, a pele da face interna das coxas é fina e possui pouca elasticidade, características que colaboram com a flacidez. Perdas de peso acentuadas, incluindo aquela após a obesidade infantil podem colaborar para quadros nos quais a cirurgia se torna uma alternativa.

As queixas comuns dos pacientes que buscam esse procedimento estão ligadas a assaduras entre as coxas após longas caminhadas devido à fricção entre elas e desconforto estético tanto de forma como de excesso de volume e até de proporção com o restante do corpo.

Somente uma avaliação com um especialista poderá dizer qual tipo de intervenção deverá ser a ideal para cada caso. Isso porque um aumento de gordura localizada sem flacidez pode ser resolvido com uma lipoaspiração. Quando ocorre flacidez leve pode-se ou não associar a lipoaspiração à Dermolipectomia Crural, dependendo da quantidade de gordura acumulada. Já nos casos nos quais a flacidez da pele é moderada ou elevada, remove-se a gordura e a pele ao mesmo tempo. O tamanho e a aparência das cicatrizes serão maiores de acordo com o grau de flacidez do paciente.

Voltaremos a falar da Cruroplastia em breve. Se tiver dúvidas, não deixe de enviá-las pelas nossas mídias sociais!

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Já dissemos, mas não custa lembrar: a pele é um órgão (o maior do corpo, por sinal) e merece atenção e cuidados especiais. Mas, é claro, por ser um órgão que fica exposto, ela sofre danos que podem e devem ser tratados. Hoje falaremos novamente sobre o Peeling, aquele tratamento não-cirúrgico realizado na pele por meio da aplicação de produtos químicos que promovem sua descamação.

No post anterior sobre Peeling Químico, citamos as manchas de sol e rugas como problemas possíveis de serem minimizados pelo procedimento e alertamos sobre os perigos do Peeling caseiro. Retomamos o assunto hoje para citar a vocês outras aplicações do Peeling. Para quem sofre com espinhas ele funciona como um tratamento complementar, inclusive agindo nas cicatrizes que elas deixam na pele. Também é uma ótima opção para quem tem problemas como poros dilatados e estrias corporais. Além disso, ele age na retomada da coloração e luminosidade naturais da pele.

Não abra mão de fazer o Peeling Químico com um médico especialista. Ele saberá, como ninguém, escolher os produtos mais adequados para o seu caso. Portanto, agende uma avaliação e tire todas as suas dúvidas sobre o procedimento. E continue acompanhando o nosso blog, sempre com informações e dicas sobre tratamentos estéticos.

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O objetivo do post de hoje é trazer até você, leitora, um pouco mais de informações sobre os implantes mamários de silicone. Já falamos deles num post anterior sobre Mamoplastia e hoje explicaremos as 3 vias clássicas de colocação:

  • Peri-areolar – ideal para a mulher que não pensa em ter mais filhos, pois a glândula mamária é seccionada, podendo interferir em uma futura amamentação. A incisão é feita no contorno inferior da aréola, na transição entre a pele mais escura e a mais clara, tornando a cicatriz pouco perceptível. Para se utilizar esta via é necessário que a aréola tenha um tamanho mínimo;
  • Infra-mamária: incisão de cerca de 4cm feita no sulco mamário, onde termina a mama e começa o tórax. A principal vantagem é a menor manipulação dos tecidos mamários, uma vez que o implante será colocado no local exato da incisão. A opção por essa via torna a cicatriz visível quando a mulher está despida;
  • Via Axilar – incisão feita na axila, através da qual se tem acesso à região da mama. A vantagem desse método é que a cicatriz não fica na mama e só pode ser vista com os braços levantados.

Portanto, se você deseja aumentar seus seios, agende uma avaliação com um cirurgião plástico. Juntos, vocês vão traçar um plano (tipo de implante e método de colocação) para, enfim, se chegar ao resultado esperado. No próximo post sobre o tema, abordaremos os cuidados que a paciente deve ter durante o período de recuperação, fique ligada!

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Hoje vamos apresentar um procedimento não-cirúrgico muito interessante para quem busca cuidar da pele. Ele se chama Multiwaves, também conhecido como laser de baixa potência e a tecnologia que utiliza é a da luz de LED, a mesma utilizada nas lâmpadas domésticas e nos faróis de automóveis. A técnica se baseia no princípio de resposta fotobiológica, que é como nosso corpo reage quando exposto a determinados tipos de luzes.

O Dr. Vitorio Maddarena nos enviou uma explicação que, com certeza, vai tornar o assunto mais claro para você: “Cada luz age de uma forma diferente no nosso organismo. A luz solar, por exemplo, ativa a vitamina D no nosso corpo e proporciona o conhecido efeito bronzeador na pele. Já o LED do tratamento Multiwaves possui propriedades antissépticas, anti-inflamatórias e de melhora do aproveitamento do oxigênio pelas células. ”

No próximo post sobre Multiwaves vamos contar com detalhes como o LED atua nas células do nosso corpo, possibilitando os resultados esperados pelo tratamento. Abordaremos também todos os casos passíveis de serem tratados com essa técnica. Portanto, continue nos acompanhando aqui no blog e enviando suas dúvidas e sugestões pelas nossas redes sociais.

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