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Estamos no mês que promove a conscientização sobre a prevenção do câncer de mama. No ano passado, falamos sobre como o implante de silicone não atrapalha em nada a rotina de exames de prevenção. Neste ano, vamos tirar dúvidas sobre a cirurgia plástica reparadora, que devolve a autoestima a mulheres que venceram a batalha contra o câncer de mama e que desejam ter de volta seus contornos como antes do tratamento. 

 

Toda mulher que tem câncer de mama precisa remover o seio afetado?

Não, mas é uma intervenção comum. O objetivo é tirar o máximo possível do tumor, inclusive com uma margem de segurança. Assim, o volume de fato removido varia de acordo com o estágio em que a doença se encontra. É possível que seja retirado apenas um pequeno volume da mama, porções maiores ou ela inteira. 

O importante é saber que essa cirurgia, quando necessária, é uma fase importante do tratamento e deve ser vista como aliada da saúde. Os impactos na imagem da paciente e em sua autoestima são passageiros e, em breve, a mulher poderá ter suas curvas de volta, com saúde e bem-estar.

 

Quando fazer a cirurgia plástica reparadora?

É preciso que a paciente esteja completamente curada e com sua imunidade restaurada. O oncologista vai avaliar a mulher e dizer se ela já está apta à cirurgia plástica reparadora. Esse passo é muito importante para evitar riscos desnecessários, como infecções. 

Há hoje a tendência é, sempre que possível, fazer a reconstrução imediata. Ou seja, na mesma cirurgia em que o tumor é retirado, já é feita a reconstrução.

 

Como a cirurgia é feita?

Já falamos por aqui que uma mama nunca é idêntica à outra. Assim, no momento da reconstrução, o cirurgião plástico deve entender as características únicas da paciente para determinar o tamanho e o formato corretos do implante. Pode ser indicado, inclusive, trabalhar a outra mama que não foi afetada pelo tumor. Isso serve para conferir um resultado mais harmônico e – por que não? – aproveitar e dar um up completo no visual. 

 

Silicone aumenta os riscos de volta da doença?

Não. A cirurgia de reconstituição mamária e o silicone não aumentam o risco de recidiva da doença. A existência do implante também não impede a detecção de novos tumores e nem o correto tratamento. 

 

Como é a relação com o cirurgião plástico?

As mulheres curadas que desejam fazer a reconstrução mamária devem conversar abertamente com o cirurgião plástico sobre suas dúvidas e medos. É comum que tenham receio de que o silicone cause a volta da doença ou que simplesmente não queiram se submeter a mais cirurgias depois do tratamento contra o câncer. Essas preocupações são normais e cabe ao médico dar todas as informações para uma decisão segura e informada. Confiança é essencial em toda relação médico-paciente.

 

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