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Tag: "estética"

Você sabe por que o ácido salicílico é tão comum em cosméticos? Ele é um componente versátil, que pode ajudar a solucionar várias queixas de pacientes. Entenda com a gente como essa substância age e quais seus principais benefícios.

 

Renovação celular e diminuição da oleosidade

O ácido salicílico tem propriedades esfoliantes e anti-inflamatórias, além de ajudar a controlar a produção de sebo na pele. É por isso que é indicado em muitos casos de acne, já que atenua a inflamação e ajuda a pele a se recuperar.

Ao controlar a oleosidade, o ácido salicílico previne espinhas e cravos, além da seborreia no couro cabeludo.

 

Produtos com ácido salicílico

Há várias opções criadas para atender a pacientes com necessidades diversas. O ácido salicílico compõe séruns, cremes, máscaras, peelings e sabonetes. A melhor pessoa para orientar sobre o que usar é o médico dermatologista. É ele quem avalia a condição da pele, os objetivos do paciente e eventuais sensibilidades ao componente. 

 

Peeling de ácido salicílico

Aplicações de peeling químico com ácido salicílico são uma ótima ideia para tratar problemas mais persistentes, como cicatrizes de acne e poros dilatados. Um especialista aplica o produto, que provoca renovação celular e leve descamação. É importante que o procedimento seja realizado por um profissional capacitado, que saiba avaliar as condições do paciente e os limites da pele. 

 

Outras finalidades

Mesmo sendo mais associado a acne, o ácido salicílico também é usado para tratar psoríase, dermatite seborreica e até calos. Com medicamentos especiais, o dermatologista ajuda o paciente a tratar as lesões e renovar a pele da região.

 

Cuidados

O uso de ácido salicílico, principalmente em altas concentrações, deve sempre ser prescrito por um médico. Dependendo da formulação, pode ser necessário reforçar a proteção solar, por exemplo. Gestantes e pessoas alérgicas a aspirina também devem evitar esse componente.

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Quem trabalha em escritório já travou a batalha do ar-condicionado: tem sempre o time de quem quer ligar contra quem já está roxo de frio.

Há uma explicação biológica para isso e entender como o corpo funciona pode ser o primeiro passo para selar a paz com o termostato.

 

Cada metabolismo é de um jeito

Nosso corpo, mesmo em repouso, consome energia para manter o organismo vivo e funcionando. Mas esse consumo varia de pessoa para pessoa. Quem gasta mais energia quando está parado tende a sentir menos frio, já que se produz mais calor interno.

 

Alimentação também conta

Estudos em esquimós associaram a dieta desse grupo à tolerância ao frio. Eles consomem muitas proteínas o que, de acordo com cientistas, os ajuda a sobreviver a baixas temperaturas.

 

Idade

Idosos são mais friorentos porque, com o tempo, perdem massa muscular. Os músculos ajudam a manter a sensação de calor.

 

Hormônios

Pesquisas apontam que algumas pessoas conseguem produzir mais hormônios da tireoide no frio. Quando isso acontece, o corpo responde aumentando o metabolismo e, consequentemente, intensificando a sensação de calor. 

Além disso, as flutuações de estrogênio na menopausa causam os conhecidos calorões, as ondas de calor que aparecem do nada.

 

Sedentarismo

Quanto mais parados ficamos, mais sentimos frio. Isso também se aplica ao estilo de vida. Pessoas mais sedentárias têm metabolismo mais lento e, por isso, produzem menos calor e sentem mais frio. 

 

Homens X mulheres

A temperatura corporal é a mesma para os dois sexos mas a diferença está na resposta ao frio. Homens geralmente têm mais massa muscular, o que já vimos que ajuda a manter o calor. Além disso, as mulheres costumam ter as palmas das mãos e solas dos pés mais frias. Isso acontece por que o corpo feminino tende a comprimir mais os vasos sanguíneos em baixas temperaturas, justamente para evitar a perda de calor.

 

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Pode ser em dias muito quentes ou quando passamos por uma situação de nervoso: o suor está lá para deixar nosso corpo molhado e às vezes com um cheirinho que não é dos melhores. Para entender por que nosso corpo transpira, listamos aqui 5 curiosidades sobre o suor.

 

Transpiramos em média um litro por dia

Isso mesmo! Nosso corpo funciona idealmente na casa dos 36 graus. Quando estamos mais quentes que isso, as glândulas sudoríparas produzem o suor para resfriar a pele e baixar a temperatura interna. Em dias muito quentes, o volume transpirado pode chegar a mais de dois litros.

 

Suor não tem cheiro

Pode parecer esquisito, por que sempre remetemos transpiração a situações e odores desagradáveis. Mas o suor é composto, em sua quase totalidade, de água. 

Dois tipos de glândulas podem produzir suor. As glândulas écrinas estão espalhadas pelo corpo todo, mas se concentram na planta dos pés, palmas das mãos e testa. O suor que elas produzem não tem odor ruim pode conferir em um dia de calor!

Já as glândulas apócrinas se concentram principalmente nas axilas e na região genital. Por estarem conectadas a folículos capilares, são ricas em substâncias que alimentam as bactérias que provocam o cheiro ruim e o tom amarelado que mancha roupas.

 

Suor de criança não cheira mal

Mesmo depois de um dia agitado de brincadeiras, não é comum sentir cheiro de suor em crianças. Isso acontece porque as glândulas apócrinas que comentamos acima se desenvolvem apenas na puberdade.

 

Botox e hiperidrose

Pessoas que transpiram mais que o normal apresentam uma condição chamada hiperidrose. O suor é mais frequente e aparece, além das axilas, nas palmas das mãos, buço e nas diversas dobrinhas do corpo. Pode ser uma situação desconfortável e até constrangedora, mas há recursos para amenizá-la. Um dos mais eficientes é a aplicação de toxina botulínica, comercializada mais comumente sob a marca Botox. O médico aplica a substância nas regiões mais sujeitas ao suor como axilas, palmas das mãos e virilha e os resultados duram de seis a nove meses. 

 

Calores da menopausa

As variações hormonais da menopausa causam algumas situações desagradáveis e as ondas de calor estão entre as mais famosas. Elas acontecem porque as mudanças dos níveis de estrogênio afetam a capacidade do corpo da mulher de regular sua temperatura. 

Não há uma receita mágica para acabar com esses calores, mas é importante conversar com um médico para entender o que pode ser feito para atenuar os desconfortos da menopausa em geral. Acompanhando de perto, é possível controlar melhor as flutuações hormonais e ajudar na qualidade de vida.

 

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Certamente você já ouviu sobre os benefícios da ingestão de vitamina C na prevenção de algumas doenças. Mas sabia que ela é também um dos melhores aliados no combate ao envelhecimento da pele? A gente explica aqui:

 

O que é vitamina C

Também conhecida por ácido ascórbico, é uma substância presente em diversos alimentos. Além da conhecida laranja, a vitamina C é encontrada naturalmente em outros vegetais como morango, acerola, goiaba e até no brócolis!

 

Benefícios

Estudos comprovam que a vitamina C fortalece o sistema imunológico, ajudando a prevenir doenças. Ao contrário do que muita gente acredita, ela não cura gripe nem resfriados. Mas contribui para que eles não apareçam.

Estudos também indicam que a substância ajuda na absorção de ferro e no combate a problemas na retina comuns a pessoas com idade avançada. 

 

Vitamina C na pele

E os benefícios ainda aparecem no lado de fora. A vitamina C, por conta de suas propriedades antioxidantes, protege o colágeno da pele. Isso ajuda a manter a firmeza e a elasticidade da derme. Ela também provoca um leve efeito de peeling, ajudando a clarear manchas e dando ao rosto um aspecto iluminado.

Essa manutenção também acontece em qualquer outra parte do corpo que tenha colágeno, como ossos e tendões. Notícia boa, não é mesmo?

 

Consumo correto de vitamina C

Como nosso organismo não consegue produzir vitamina C, é preciso consumi-la em alimentos e, se desejado, por uso tópico. 

Para avaliar um caso concreto e entender como o organismo está absorvendo seus nutrientes, o nutrólogo é um excelente aliado. Ele é o médico especializado em examinar como o corpo reage aos alimentos, podendo prescrever eventuais suplementações.

 

Vitamina C em forma de cremes e produtos para a pele

Para atenuar manchas e prevenir o envelhecimento precoce da pele, a vitamina C é aplicada diretamente na pele. A substância é comercializada de várias formas, como em cremes e séruns e também combinada com outros ativos, como vitamina E, ácido salicílico e filtro solar. O legal de tudo isso é que é possível introduzir a vitamina C na rotina de cuidados diários de acordo com os objetivos e o tipo de pele da pessoa. 

É importante conversar com um dermatologista para entender qual o produto mais indicado. Orientação médica é essencial para evitar gastos desnecessários e até mesmo o uso de produtos que, no caso específico do paciente, podem provocar resultados indesejados.

 

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O envelhecimento é uma fase natural da vida e inevitável. Mas isso não é, necessariamente algo ruim. Pessoas maduras têm histórias e experiências que valem muito. Entenda com a gente o que acontece com o nosso corpo ao longo do tempo e sorria: as rugas, cicatrizes e linhas de expressão contam a sua história. Que só você tem!

 

Perda de colágeno

Proteína responsável pela constituição dos nossos tecidos, o colágeno é responsável por conferir firmeza e viço à pele do rosto e do corpo. A partir dos 20 anos, temos uma diminuição na produção de colágeno da ordem de 1% ao ano. O impacto disso começa a ser percebido quando entramos na casa dos 30 anos, quando a flacidez costuma dar seus primeiros sinais.

Além do passar dos anos, há outros fatores que aceleram a perda de colágeno, como tabagismo, estresse e exposição desprotegida ao sol. Portanto, mudanças de hábitos ajudam – e muito – no combate ao envelhecimento precoce. Tratamentos estéticos avançados, como multiwaves, radiofrequência e microagulhamento, ajudam o organismo a produzir mais colágeno, contribuindo para a firmeza da pele.

 

Rugas

Mexemos o rosto o tempo todo: para falar, sorrir, comer e até na hora de dormir. A contração constante dos músculos provoca o que chamamos de rugas dinâmicas, ou as famosas linhas de expressão. Com o tempo, de tanto dobrar no mesmo ponto, as fibras de colágeno se rompem, criando as rugas estáticas. Essas aparecem mesmo com o rosto parado sem expressão.

É importante entender essa diferença para compreender como é possível contornar tais efeitos. Para rugas menos pronunciadas, tratamentos com toxina botulínica são, por exemplo ótimos aliados. Marcas mais profundas são tratadas com preenchimentos como o ácido hialurônico e liftings faciais.

 

Flacidez

Há dois tipos de flacidez: a da pele e a dos músculos. A primeira ocorre por conta da perda de colágeno que mencionamos acima. É mais notada no rosto, colo, pescoço e nas mãos.

A flacidez dos músculos aparece principalmente nos braços – você certamente já ouviu sobre o “músculo do tchauzinho” – e nas coxas. Exercício físico é a melhor forma de melhorar o tônus muscular.

Ingerir adequadamente proteínas e água também é muito importante para garantir o tônus da pele e dos músculos. Um médico nutrólogo ajuda – e muito – nessas horas!

 

Cabelos brancos

Mas não é só colágeno que perdemos com o tempo. O corpo também produz menos melanina, pigmento responsável, dentre outras coisas, por dar cor ao nosso cabelo.

Junte isso à predisposição genética, doenças crônicas e fatores externos, como alimentação não balanceada, estresse e poluição. Aí está a razão do nosso corpo gradualmente produzir fios brancos.

 

Manchas na pele

Elas até têm nome associado ao envelhecimento: manchas senis. Mas não se assuste. Tais manchas podem aparecer em qualquer idade por conta da exposição desprotegida ao sol. E a resposta para a prevenção está aí: protetor solar sempre!

Para as manchas que já surgiram, converse com um dermatologista. Ele vai avaliar corretamente o tipo da mancha e o tratamento mais adequado.

 

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