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Tag: "estética"

Acne é uma doença de pele extremamente comum, que pode afetar tanto adolescentes quanto adultos. Trata-se de uma inflamação das glândulas sebáceas e dos folículos pilossebáceos.

Essa inflamação pode ocorrer por alterações hormonais. É por isso que as populares espinhas são mais associadas à puberdade e aos anos de adolescência: quando o organismo humano é um caldeirão hormonal em ebulição.

Mas as acnes podem também aparecer em outras fases da vida. A gravidez, por exemplo, é um momento em que a mulher está mais suscetível a mudanças e adaptações, com um manancial intenso de cargas hormonais. Um ritmo de vida estressante e a ingestão de alguns alimentos e de medicamentos também podem desencadear a doença.

E lembre-se: cuidar da acne é mais fácil do que tratar suas cicatrizes. O segredo é agir rápido.

 

Os quatro graus da acne

Tecnicamente, há quatro graus de acne. A chamada comedoniana é a mais comum. Geralmente se manifesta pelos cravos (pontos negros ou claros), sobretudo no nariz, na testa e nas bochechas.

O grau dois é a denominada acne papulo pustulosa. As pápulas são as bolinhas vermelhas que se formam na pele – as famosas espinhas. Neste nível também é comum o acúmulo de pontos de pus. Muitas vezes, a pessoa sente dor. Em alguns casos, é a evolução do grau um não tratado corretamente.

O nível seguinte nesta escala de gravidade são as popularmente chamadas espinhas internas. Na verdade, são nódulos e cistos inflamados que se formam sob a pele. Na maioria das vezes, quem os tem sente dores locais.

A acne conglobata, que na maior parte das situações acomete adolescentes do sexo masculino, é o nível mais grave da doença. Nesse caso, os nódulos e cistos inflamados ficam muito próximos uns dos outros e, muitas vezes, podem se juntar em uma grande lesão. No processo de cicatrização, é comum que deixem marcas na pele.

 

Cuidados

Qualquer que seja o caso, acne tem cura. É importante procurar seu médico de confiança para que o tratamento seja adequado caso a caso. Conheça os principais cuidados:

  • Não cutucar os cravos e as espinhas. As mãos e as unhas podem contaminar a pele e agravar o problema. A limpeza de pele é a solução correta, já que a remoção de cravos é feita por um profissional em ambiente higienizado.
  • Usar na pele produtos desenvolvidos especialmente para o seu tipo. Muitas vezes o que funcionou em um amigo pode não resolver o problema em você. Cada paciente tem um histórico e um organismo diferente. Só um médico poderá orientar corretamente quanto a isso.
  • Fugir das soluções caseiras. Receitas milagrosas para controle da acne não resolvem o problema e podem agravá-lo. Tentar tratá-la sem a supervisão de um médico pode expor a pele a contaminações e a situações que estimulem o corpo a produzir mais oleosidade.

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O ácido polilático, geralmente comercializado sob o nome Sculptra, é uma substância que estimula nosso corpo a produzir o colágeno que perdemos naturalmente na idade adulta. A partir dos 20 anos, temos uma diminuição na produção de colágeno da ordem de 1% ao ano. Depois dos 30 anos esse déficit de produção já começa a impactar na sua quantidade total – por isso, o início da flacidez.

E é aí que o ácido polilático pode ser um aliado: ele é injetado em diversas áreas do corpo para combater a flacidez e a celulite. E não estamos falando de preenchimento, já que sua função é induzir a formação de colágeno pelo próprio organismo.

 

Onde o ácido polilático pode ser aplicado?

No rosto, a substância devolve o volume perdido e dá mais firmeza à pele. Mas o ácido também pode ser usado para combater a flacidez e celulite no corpo todo, como nos braços, glúteos, abdômen, coxas e colo.

 

Como é o procedimento?

Usando uma cânula especial para diminuir o desconforto, o médico aplica o ácido polilático abaixo da derme, na camada mais profunda da pele. Como o corpo se encarregará de produzir colágeno, o estímulo é contínuo e dura meses.

 

Quantas sessões são necessárias?

Geralmente são indicadas cerca de 3 sessões, em um intervalo de quatro a seis semanas. O médico avalia a evolução a cada consulta e orienta o paciente sobre os próximos passos.

 

É recomendado combinar as aplicações com outros tratamentos?

Sim. Para o corpo, “o melhor resultado sempre vem da combinação de tratamentos”, afirma a Dra. Rebecca Medina, médica dermatologista da Clínica Maddarena. “O ácido polilático pode ser associado a radiofrequência, massagem modeladora e outros procedimentos para que os resultados sejam potencializados”, continua a profissional.

 

Os resultados são permanentes?

Os resultados são permanentes mas o corpo, com o tempo, continua com seu processo natural de perda de colágeno. Por isso, é indicado fazer uma nova sessão uma vez por ano para que a produção de colágeno continue a ser estimulada.

 

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Antes de contarmos um pouco mais sobre o transplante capilar, é preciso esclarecer um erro comum: calvície não é a mesma coisa que queda de cabelo.

Na calvície, os cabelos não desaparecem de uma hora para a outra: eles vão ficando bem mais curtos e finos, como os pelos do resto do corpo, até que podem sumir completamente. Isso ocorre, na maior parte do tempo, por razões hormonais e genéticas.

Já a queda de cabelo pode ocorrer por fatores mais cotidianos, como estresse, medicamentos ou gravidez. Como sempre reforçamos aqui, só um médico habilitado pode fazer o diagnóstico correto de um problema de saúde e indicar o melhor tratamento.

 

Como retardar os efeitos da calvície?

Hoje em dia contamos com procedimentos que podem retardar o problema, como a aplicação de nutrientes e princípios ativos diretamente no couro cabeludo, laser para estimular o crescimento e medicamentos específicos que só podem ser utilizados com prescrição médica.

 

Mas então o que é o transplante capilar?

O transplante é recomendado em casos mais avançados, em que as outras opções não solucionaram o problema de forma satisfatória, mas em que ainda há fios saudáveis. Geralmente estamos falando daquela calvície que se manifesta no topo da cabeça, sem ainda ter afetado as laterais ou a nuca. E o procedimento não é exclusivo para homens: mulheres que sofrem de calvície também podem fazer o transplante capilar.

Por meio de uma cirurgia, o médico colhe folículos saudáveis ou corta uma faixa inteira do couro cabeludo. Em seguida, os fios são implantados na própria pessoa, nas regiões com maior deficiência. Com o tempo, eles se fortalecem e crescem naturalmente.

 

Dá para notar que alguém fez o transplante capilar?

A modalidade que retira uma faixa do couro cabeludo deixa uma pequena cicatriz nas extremidades. Quem usa cabelos longos naturalmente esconde as marcas. Se a pessoa desejar um corte mais rente à cabeça, o transplante fio a fio é mais adequado. Mas a cicatrização é apenas um aspecto da cirurgia. O médico responsável irá avaliar o caso específico e escolher a melhor abordagem para o paciente.

 

Quanto tempo leva a cirurgia?

Todo o processo leva cerca de 6 horas e envolve uma equipe multidisciplinar, com anestesista, enfermeiros e o cirurgião responsável.

 

E como é o pós-operatório?

Os primeiros dias requerem os cuidados geralmente indicados para qualquer cirurgia, como ter uma alimentação leve, limpar o corte de acordo com as instruções médicas e tomar cuidado para não apoiar a cabeça nos pontos na hora de dormir. Com o tempo, o médico vai liberando a prática de atividades físicas, a exposição ao sol e o uso de acessórios, como bonés e chapéus. É normal que os fios transplantados caiam e deem lugar para novos. Por isso é importante que o médico acompanhe de perto a evolução do paciente: só ele pode dizer se o pós-operatório está correndo como o esperado.

O cabelo novo vai se desenvolvendo e só se chega ao aspecto considerado ideal depois de 12 meses. Pode ser indicado mais um transplante capilar depois desse período mas, na maior parte dos casos, observamos que essa repetição não é necessária e que os pacientes já estão satisfeitos com o resultado.

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A indústria de cosméticos tem evoluído muito, cada vez com produtos mais potentes. Mas a forma como eles são aplicados influencia muito nos resultados. Veja com a gente o que você pode fazer para turbinar o efeito daquele seu creme favorito!

 

Abra caminho com a esfoliação

A camada mais superficial da pele acumula células mortas e resíduos que impedem que os cosméticos sejam completamente absorvidos. É possível reduzir esse obstáculo com uma esfoliação correta. Ela pode ser feita de forma mecânica – com um sabonete esfoliante, por exemplo – ou química, com peelings e ácidos especiais.

Mas atenção: a esfoliação deve ser feita na frequência e intensidade correta para cada tipo de pele. Caso contrário, corre-se o risco de se machucar ou causar oleosidade em excesso.

O tipo de pele influencia na melhor forma de esfoliação e só um especialista pode indicar os procedimentos corretos.

 

Cuide da limpeza diária

Se a esfoliação é feita de vez em quando, a higienização da pele deve ser frequente. Mais precisamente duas vezes por dia: na hora de dormir e ao acordar. Isso porque, ao longo do dia, nosso rosto acumula oleosidade, poluição e resíduos de maquiagem e cosméticos. Invista em um sabonete apropriado para seu tipo de pele e converse com seu dermatologista sobre tônicos faciais, séruns e outros produtos para manter a pele limpa, com a oleosidade controlada e com o pH balanceado.

 

Ative a circulação

Para que hidratantes sejam melhor absorvidos, faça uma leve massagem em movimentos circulares. Além de ativar a circulação da área, é uma delícia. Dê um presente para você mesma e dedique um minuto de relaxamento antes de dormir e ao acordar. Você merece!

 

Fique de olho no relógio

Alguns cosméticos não são indicados para quem vai se expor ao sol e, por isso, devem ser aplicados à noite, antes de dormir. Conheça as características de seus produtos e siga sempre as instruções de uso.

 

Conheça o drug delivery

É a combinação de tratamentos como laser e microagulhamento para fazer com que medicamentos alcancem camadas mais profundas da pele. Trata-se de um tratamento altamente eficaz, mas delicado. Apenas um médico habilitado pode conduzi-lo.

 

Consulte sempre seu dermatologista

Nossa pele muda muito ao longo dos anos e um produto que sempre funcionou pode passar a não ser a melhor opção. Sem contar que a indústria dos cosméticos é uma das que mais avançam em pesquisa e tecnologia.

Mudanças como hormônios, idade, níveis de estresse e até novos hábitos podem alterar as necessidades da pele. Visite seu dermatologista pelo menos uma vez por ano. É a melhor oportunidade para tirar dúvidas, entender o próprio corpo e ajudar no diagnóstico precoce de doenças graves, como o câncer de pele.

 

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Não há uma fórmula mágica para determinar o tamanho dos seios de uma mulher, seja na hora de aumentar seja quando se opta pela cirurgia de redução de mama. É preciso levar em consideração os resultados esperados, a estrutura de cada corpo e, acima de tudo, o motivo que levou a paciente ao consultório médico.

 

Quando uma mama grande atrapalha

No caso da redução, o aspecto visual é apenas uma das preocupações. Mamas pesadas afetam a postura da mulher, que vai se curvando para a frente com o tempo. Atividades físicas também podem virar um pesadelo, com potencial de incômodo e dores.

Se a mulher tem esses desconfortos e deseja reduzir as mamas, o primeiro passo é uma boa conversa com um cirurgião plástico. Ele vai avaliar a possibilidade de cirurgia, tirar dúvidas e dizer quais os resultados são, de fato, alcançáveis.

 

Idade mínima para a redução de mama

Como a mama abriga a glândula mamária, é necessário que a estrutura hormonal da mulher já esteja madura. Isso ocorre cerca de quatro anos depois da primeira menstruação, ou seja, por volta dos 17 ou 18 anos. Como em qualquer outra cirurgia, o médico irá solicitar uma série de exames pré-operatórios, de hemograma a raio-X do tórax. Eles ajudarão a avaliar o organismo da paciente.

 

Amamentação e sensibilidade

A redução da mama, na maior parte dos casos, não afeta nem uma possível amamentação no futuro, nem a sensibilidade da região – que costuma voltar ao normal em poucos meses.

 

Tipos de cirurgia

A cirurgia é mais complexa do que a colocação de silicone, pois demanda incisões geralmente um pouco maiores e a remoção cuidadosa de tecidos. Nela, além da redução do volume propriamente dito, a mama é reposicionada para cima. Eventual assimetria também é corrigida.

Depois de considerar aspectos como tamanho da glândula mamária e quantidade de gordura na região, o médico pode optar por alguns tipos de incisão. A mais comum é em formato de âncora, ao redor da aréola e com uma linha vertical descendo e se encontrando com uma outra curva, que acompanha o formato do seio, já na altura do tórax.  Também chamamos de cicatriz em “T invertido”. Caso a paciente tenha um maior acúmulo de gordura próximo às axilas, também é possível fazer uma pequena lipoaspiração no local.

Após a cirurgia, é preciso ficar internada por pelo menos 24 horas para uma atenção mais dedicada e acompanhamento médico.

 

Pós-operatório

Os cuidados usuais do pós-operatório também valem na redução da mama. E, por ser mais complexa, a recuperação costuma demorar um pouco mais do que na colocação de silicone. Deve-se evitar grandes esforços nas primeiras semanas e as atividades físicas precisam ser retomadas aos poucos, conforme autorização médica. Também é necessário usar um sutiã especial pelo menos no primeiro mês. Para diminuir edemas, são recomendadas sessões de drenagem linfática.

É muito importante seguir as recomendações do médico, ir a todas as consultas depois da cirurgia e tirar as dúvidas que forem aparecendo.

Depois de cerca de quatro meses, o inchaço e a vermelhidão já somem completamente e se alcança o resultado final.

 

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