fbpx

Tag: "mama"

Não há uma fórmula mágica para determinar o tamanho dos seios de uma mulher, seja na hora de aumentar seja quando se opta pela cirurgia de redução de mama. É preciso levar em consideração os resultados esperados, a estrutura de cada corpo e, acima de tudo, o motivo que levou a paciente ao consultório médico.

 

Quando uma mama grande atrapalha

No caso da redução, o aspecto visual é apenas uma das preocupações. Mamas pesadas afetam a postura da mulher, que vai se curvando para a frente com o tempo. Atividades físicas também podem virar um pesadelo, com potencial de incômodo e dores.

Se a mulher tem esses desconfortos e deseja reduzir as mamas, o primeiro passo é uma boa conversa com um cirurgião plástico. Ele vai avaliar a possibilidade de cirurgia, tirar dúvidas e dizer quais os resultados são, de fato, alcançáveis.

 

Idade mínima para a redução de mama

Como a mama abriga a glândula mamária, é necessário que a estrutura hormonal da mulher já esteja madura. Isso ocorre cerca de quatro anos depois da primeira menstruação, ou seja, por volta dos 17 ou 18 anos. Como em qualquer outra cirurgia, o médico irá solicitar uma série de exames pré-operatórios, de hemograma a raio-X do tórax. Eles ajudarão a avaliar o organismo da paciente.

 

Amamentação e sensibilidade

A redução da mama, na maior parte dos casos, não afeta nem uma possível amamentação no futuro, nem a sensibilidade da região – que costuma voltar ao normal em poucos meses.

 

Tipos de cirurgia

A cirurgia é mais complexa do que a colocação de silicone, pois demanda incisões geralmente um pouco maiores e a remoção cuidadosa de tecidos. Nela, além da redução do volume propriamente dito, a mama é reposicionada para cima. Eventual assimetria também é corrigida.

Depois de considerar aspectos como tamanho da glândula mamária e quantidade de gordura na região, o médico pode optar por alguns tipos de incisão. A mais comum é em formato de âncora, ao redor da aréola e com uma linha vertical descendo e se encontrando com uma outra curva, que acompanha o formato do seio, já na altura do tórax.  Também chamamos de cicatriz em “T invertido”. Caso a paciente tenha um maior acúmulo de gordura próximo às axilas, também é possível fazer uma pequena lipoaspiração no local.

Após a cirurgia, é preciso ficar internada por pelo menos 24 horas para uma atenção mais dedicada e acompanhamento médico.

 

Pós-operatório

Os cuidados usuais do pós-operatório também valem na redução da mama. E, por ser mais complexa, a recuperação costuma demorar um pouco mais do que na colocação de silicone. Deve-se evitar grandes esforços nas primeiras semanas e as atividades físicas precisam ser retomadas aos poucos, conforme autorização médica. Também é necessário usar um sutiã especial pelo menos no primeiro mês. Para diminuir edemas, são recomendadas sessões de drenagem linfática.

É muito importante seguir as recomendações do médico, ir a todas as consultas depois da cirurgia e tirar as dúvidas que forem aparecendo.

Depois de cerca de quatro meses, o inchaço e a vermelhidão já somem completamente e se alcança o resultado final.

 

Já segue a Clínica Maddarena nas redes sociais?

instagram facebook1

VEJA MAIS POSTS SOBRE

Cada corpo é único, então é natural que existam vários formatos e tamanhos de implantes de silicone de mama. Fique tranquila pois, com base nas suas expectativas, seu cirurgião plástico irá ajudá-la a decidir pela opção mais harmônica.

Entenda aqui alguns aspectos que são levados em consideração:

 

Tamanho – do implante e da paciente

Algumas pacientes querem apenas “dar um up” nos seios, que ficam flácidos com o passar dos anos. Nesses casos, próteses menores são suficientes, já que o médico também retira eventuais excessos de pele para um resultado mais completo.

Para as que desejam mais volume, o cirurgião precisa avaliar a estrutura corporal antes de definir a dimensão do implante. É comum vermos celebridades dizendo quantos mililitros de silicone utilizaram, mas é importante lembrar que cada organismo é único. Mesmo quando nos inspiramos no corpo de alguém, é preciso entender que os resultados podem variar e que faz parte do trabalho de um bom médico manter seus pacientes informados e ser realista quanto a expectativas. Fatores como altura, tamanho do tórax, espessura da pele e tendência a flacidez e estrias são muito importantes e devem ser avaliados.

 

Formato

Depois de avaliar o biótipo da paciente e suas expectativas com a cirurgia, o médico vai escolher o formato de implante mais adequado para o caso. As opções mais comuns são as em formato de gota ou redondas. Há também tipos usados mais comumente em casos de reconstrução da mama, por exemplo, após um câncer: a paciente pode desejar apenas manter a simetria do corpo, sem mexer no aspecto que tinha antes da doença.

Quanto ao perfil, ele pode ser baixo, moderado ou alto. Há ainda os implantes cônicos, pouco usados. Olhando de lado, observamos o perfil dos implantes e olhando por cima, podem ser redondas ou em gota (ou pera)

 

Local de colocação

Também considerando o corpo de cada paciente, o médico vai decidir como o implante será colocado. É possível fazer incisões na aréola, por baixo da mama ou na axila. Além disso, o silicone pode ser posicionado por baixo ou por cima do músculo peitoral.

 

Mas, afinal, do que os implantes são feitos?

De maneira simplificada, os implantes de silicone para a mama são constituídos por duas partes: a membrana (ou invólucro) e o preenchimento. O silicone interno é um gel de alta coesividade – o que, além de manter a forma, também dificulta o extravasamento.

Já o invólucro é de silicone elastóide. É feito em múltiplas camadas para diminuir a porosidade da membrana e assim aumentar a garantia de que não deixará o silicone gel escapar.

 

Cuidados gerais

Mesmo sendo uma das cirurgias plásticas mais comuns, a colocação de implantes de silicone é coisa séria e deve ser feita por um médico experiente e capacitado. Verifique se ele é membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e se tem cadastro ativo no Conselho Regional de Medicina da região em que atua.

Além disso, é muito importante seguir todas as orientações de seu médico antes e depois da cirurgia. Esses cuidados são essenciais para se chegar ao resultado esperado.

 

Já segue a Clínica Maddarena nas redes sociais?

instagram facebook1

VEJA MAIS POSTS SOBRE

Muita gente tem vontade de se submeter a procedimentos cirúrgicos para melhorar o visual e acaba esbarrando no fator tempo. Afinal, passar por uma cirurgia eletiva – esta que pode ser feita sem urgência nem pressa – exige também certas manobras na agenda: da dedicação no preparo, o dia da operação em si e, principalmente, a recuperação. Uma alternativa que pode funcionar em inúmeros casos é a chamada cirurgia combinada.

A ideia é aproveitar esse tempo para já resolver duas (ou mais) questões de uma só vez. Muitas vezes, até a anestesia pode ser “aproveitada”, diminuindo assim o impacto no organismo.

 

Limites da cirurgia combinada

Claro que há procedimentos cirúrgicos que podem ser feitos concomitantemente. Inclusive se forem de especialidades médicas diferentes – nesse caso, é preciso que as equipes envolvidas planejem conjuntamente o que será feito e qual procedimento será realizado primeiro.

Acontece de pacientes chegarem ao consultório querendo fazer tudo de uma só vez. Lipoaspiração, implante de silicone, cirurgia nos braços… Muita calma. Tudo precisa ser avaliado de forma racional pelo médico.

Os limites do impacto de uma cirurgia no organismo variam de pessoa para pessoa. Idade, preparo físico, antecedentes de saúde e histórico familiar precisam ser avaliados. Exames ajudam o médico a analisar se realmente é o caso de fazer mais de uma cirurgia ao mesmo tempo. Além disso, é preciso colocar na balança as restrições e as necessidades impostas por cada tipo de cirurgia envolvida. O tempo total dos procedimentos também tem de ser levado em conta.

Em geral, procedimentos mais facilmente associados são aqueles que se enquadram na mesma área cirúrgica – ou, pelo menos, aqueles cujo pós-operatório envolve a mesma posição. Exemplos de combinações clássicas são lipoaspiração e abmominoplastia, prótese nas mamas e lipoaspiração, mamoplastia e abdominoplastia ou lifting facial e cirurgia de nariz.

O importante é chegar a um consenso entre as expectativas do paciente e, principalmente, os conhecimentos e as responsabilidades do médico. Por isso, mais do que nunca, na hora da cirurgia a confiança é fundamental.

Realizando os procedimentos para a cirurgia combinada de maneira consciente e seguindo as recomendações, a recuperação ocorrerá sem sobressaltos. E o resultado será compensador.

Já segue a Clínica Maddarena nas redes sociais?

instagram facebook1

Conforme prometido, hoje daremos dicas sobre o processo de recuperação da Mamoplastia. Nosso objetivo é ajudá-la a se programar com antecedência para esse período fundamental para se atingir um bom resultado final.

A mama se apoia no músculo que movimenta o braço, de forma que os movimentos do membro superior devem ser contidos e deve-se evitar elevar os cotovelos acima dos ombros. Em decorrência disso, recomenda-se que se evite vestir blusas fechadas. Será de extrema importância também alguma ajuda na hora de lavar e pentear os cabelos. É necessário usar um sutiã pós-cirúrgico nas primeiras semanas.

Alguns cuidados gerais, válidos também para outras cirurgias são evitar esforços e exposição a fontes de calor e à luz do sol. O Dr. Vitorio, diretor da Clínica Maddarena, traz conselhos para você que pretende se submeter à plástica mamária: “A alta hospitalar é no dia seguinte à cirurgia, podendo até mesmo ser no mesmo dia. Em casa você já poderá caminhar, evitando apenas esforços maiores. É importante que atividades que envolvam os membros superiores, como dirigir e determinados exercícios só sejam retomados após 2 a 4 semanas, de maneira gradual e sempre seguindo as orientações de seu médico”.

Continue nos seguindo aqui no blog e nas redes sociais, e aproveite para nos enviar dúvidas sobre Mamoplastia ou qualquer um dos outros procedimentos para que possamos respondê-las dentro dos nossos próximos posts.

VEJA MAIS POSTS SOBRE

O objetivo do post de hoje é trazer até você, leitora, um pouco mais de informações sobre os implantes mamários de silicone. Já falamos deles num post anterior sobre Mamoplastia e hoje explicaremos as 3 vias clássicas de colocação:

  • Peri-areolar – ideal para a mulher que não pensa em ter mais filhos, pois a glândula mamária é seccionada, podendo interferir em uma futura amamentação. A incisão é feita no contorno inferior da aréola, na transição entre a pele mais escura e a mais clara, tornando a cicatriz pouco perceptível. Para se utilizar esta via é necessário que a aréola tenha um tamanho mínimo;
  • Infra-mamária: incisão de cerca de 4cm feita no sulco mamário, onde termina a mama e começa o tórax. A principal vantagem é a menor manipulação dos tecidos mamários, uma vez que o implante será colocado no local exato da incisão. A opção por essa via torna a cicatriz visível quando a mulher está despida;
  • Via Axilar – incisão feita na axila, através da qual se tem acesso à região da mama. A vantagem desse método é que a cicatriz não fica na mama e só pode ser vista com os braços levantados.

Portanto, se você deseja aumentar seus seios, agende uma avaliação com um cirurgião plástico. Juntos, vocês vão traçar um plano (tipo de implante e método de colocação) para, enfim, se chegar ao resultado esperado. No próximo post sobre o tema, abordaremos os cuidados que a paciente deve ter durante o período de recuperação, fique ligada!

VEJA MAIS POSTS SOBRE
×
Olá!
Como podemos te ajudar?
Por favor, digite seu nome.