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Tag: "cicatriz"

A menopausa é uma fase inevitável na vida mulher. Ela chega por volta dos 50 anos e, por ser um momento de intensas alterações hormonais, acaba também afetando a pele. Mas não é preciso espanto nem medo para encarar essa nova etapa da vida. Entenda com a gente o que acontece e o que pode ser feito para continuar linda e com a pele saudável.

 

Problema: Envelhecimento da pele na menopausa

A partir dos 20 anos temos uma diminuição na produção de colágeno da ordem de 1% ao ano. Além disso, com o passar do tempo, o corpo vai perdendo outras substâncias conhecidas por dar viço à pele, como ácido hialurônico e DHEA, o “hormônio juventude”. Tudo isso afeta diretamente a pele, que fica menos elástica e mais sujeita ao aparecimento de rugas e linhas de expressão.

Para as mulheres que por muitos anos se expuseram ao sol sem proteção, também costuma ser maior o aparecimento de manchas, que acabam contribuindo para o aspecto envelhecido da pele.

Como amenizar a situação: a medicina já avançou muito no combate inteligente ao envelhecimento da pele. É possível preencher áreas estratégicas com ácido hialurônico e contar com tratamentos que estimulam a produção de colágeno pelo próprio corpo, como peelings, injeções de ácido polilático e sessões de laser. O uso diário de protetor solar é indispensável e, se ainda não virou hábito, a hora é agora!

 

Problema: Pele ressecada

Com a redução de hormônios como estrogênio e DHEA, a pele produz menos sebo, que é justamente o componente que a mantém hidratada. Assim, ela se torna mais fina, sensível e ressecada.

Em algumas mulheres, essa montanha-russa hormonal pode até desencadear o aparecimento de acne.

Como amenizar a situação: É muito importante conversar com um dermatologista sobre as alterações desse momento sensível. O profissional vai avaliar não só a pele, mas todo o comportamento do corpo durante a menopausa, o estilo de vida da paciente e prescrever os tratamentos adequados. Para peles secas, o médico vai recomendar hidratantes especiais para a necessidade da paciente, além de outros produtos e tratamentos que vão ajudar a restaurar o viço da pele.

 

Problema: Maior risco de lesões

Como a pele fica mais fina e sensível, ela está mais sujeita a lesões e machucados: até mesmo esbarrões em móveis de casa podem levar a hematomas e pequenos cortes.

Como amenizar a situação: Essa nova estrutura da pele não é motivo para alarme, mas é mais um ponto para conversar com um dermatologista. O médico vai orientar o paciente a manter a pele saudável e, caso se machuque, como proceder.

 

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A cirurgia bariátrica, popularmente conhecida como redução de estômago, é uma intervenção indicada por médicos a muitas pessoas que precisam perder peso. Os resultados costumam ser muito bons e é normal que o paciente queira dar um up maior ainda no visual com uma cirurgia plástica.

 

Voltando à rotina depois de perder muitos quilos

Com a cirurgia bariátrica, o paciente perde dezenas de quilos em questão de meses. O emagrecimento melhora sua qualidade de vida, sua saúde em geral e eleva sua autoestima. Muitas pessoas, por conta do peso excessivo, deixam de praticar atividades físicas e de socialização e esse período pós-operatório é uma ótima fase para a retomada de hábitos prazerosos.

 

O excesso de pele

Mas a perda rápida de peso tem um lado incômodo: a pele, que por muitos anos esteve esticada ao extremo, não consegue se retrair completamente. O resultado fica no aspecto flácido do corpo e no envelhecimento do rosto. Além da questão estética, o excesso de pele pode causar desconfortos e assaduras no paciente. A boa notícia é que é possível resolver o problema com cirurgia plástica.

 

Quando fazer

É preciso que o paciente tenha se recuperado completamente da bariátrica e que seu peso esteja se estabilizado. Isso ocorre geralmente depois de um ou dois anos da cirurgia. Antes de procurar o cirurgião plástico, é necessário conversar com o médico que fez a redução do estômago para avaliar seu estado de saúde e se está apto a um novo procedimento.

 

A cirurgia

O cirurgião remove o excesso de pele nas regiões em que ela ficou mais distendida, como barriga, coxas, braços, mamas e papada. O médico trabalha para que a cicatriz seja a menor possível, mas quando muita pele é retirada, é possível que a marca da incisão seja maior. E, pensando na saúde e no bem-estar do paciente, caso necessite remover a pele de muitas áreas do corpo, pode ser necessário fazer mais de uma cirurgia.

É comum que pacientes que passaram pelos desconfortos da cirurgia bariátrica – e seu pós-operatório delicado – não queiram se submeter a novas intervenções tão cedo. Mas é importante dizer que são tipos bem diferentes de cirurgia e que em pouco tempo o paciente retoma suas atividades rotineiras, desta vez sem o desconforto causado pelo excesso de pele.

Ainda, há outro benefício: os tecidos cutâneos em excesso requisitam funcionamento de vários órgaos internos, como pâncreas, fígado, rins e coração. É um esforço a mais, apenas para manterem-se ali, vivos, sem dar contrapartida nenhuma. Ao remover esses tecidos sem função, diminuímos a sobrecarga para o metabolismo.

 

O pós-operatório

Como sempre frisamos aqui, é importante seguir à risca as orientações médicas para o pós-operatório. O cirurgião vai indicar o uso de cintas ou sutiãs de compressão e sessões de drenagem linfática para aliviar o inchaço da região. A recuperação completa deve ocorrer dentro de poucas semanas.

 

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Sim. Durante qualquer cirurgia – não só a plástica –, muitos tecidos sofrem traumas. Isso é perfeitamente normal e esperado. A forma natural de o corpo reagir a tudo isso é formando o processo inflamatório. Ele se inicia com uma maior irrigação sanguínea na região e, com o tempo, causa o inchaço e o acúmulo de outros líquidos. Mas atenção:  não confunda inflamação, que é o organismos reagindo naturalmente, com infecção, que é o organismo sendo atacado!

 

Como amenizar o inchaço

Todo cirurgião plástico orienta seus pacientes sobre os cuidados no pós-operatório e uma das maiores preocupações é justamente diminuir o inchaço. Para procedimentos com lipoaspiração, a cinta de compressão é essencial nessa fase, já que ela ajuda a comprimir a região, auxiliando o corpo a se recuperar. Em outras regiões do corpo, a compressão pode ser feita de outras formas — são exemplos o sutiã na mamoplastia e uma proteção especial no pescoço na redução da papada.

Outra medida importante é a drenagem linfática. Nela, profissionais habilitados massageiam com cuidado a região, auxiliando a conduzir as substâncias que formam o inchaço até a circulação sanguínea. De lá, elas são eliminadas pela urina.

 

Em quanto tempo o inchaço desaparece?

Não há um prazo exato que se aplique a todos os pacientes. O inchaço diminui gradualmente e pode levar semanas ou até meses para que o corpo atinja o aspecto desejado. Cada pessoa reage de uma forma diferente a intervenções cirúrgicas e por isso cada recuperação tem seu ritmo. Esse é mais um motivo para que o paciente faça sempre o acompanhamento pós-cirúrgico de forma correta, indo às consultas programadas e sempre conversando sobre suas dúvidas e preocupações.

 

Uma boa alimentação ajuda a reduzir o inchaço?

Comidas pesadas sobrecarregam o sistema digestório e por isso, aumentam a sensação de mal estar. Já o edema pós-operatório deve-se à resposta do organismo para que a cicatrização ocorra. Os alimentos, mesmo com sódio, importam pouco nesse tipo de edema (inchaço). O que deve ser evitado é qualquer alimento pesado que naturalmente cause desconforto estomacal ou gases, como feijoada, churrasco e refrigerantes.

 

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Estamos no mês que promove a conscientização sobre a prevenção do câncer de mama. No ano passado, falamos sobre como o implante de silicone não atrapalha em nada a rotina de exames de prevenção. Neste ano, vamos tirar dúvidas sobre a cirurgia plástica reparadora, que devolve a autoestima a mulheres que venceram a batalha contra o câncer de mama e que desejam ter de volta seus contornos como antes do tratamento. 

 

Toda mulher que tem câncer de mama precisa remover o seio afetado?

Não, mas é uma intervenção comum. O objetivo é tirar o máximo possível do tumor, inclusive com uma margem de segurança. Assim, o volume de fato removido varia de acordo com o estágio em que a doença se encontra. É possível que seja retirado apenas um pequeno volume da mama, porções maiores ou ela inteira. 

O importante é saber que essa cirurgia, quando necessária, é uma fase importante do tratamento e deve ser vista como aliada da saúde. Os impactos na imagem da paciente e em sua autoestima são passageiros e, em breve, a mulher poderá ter suas curvas de volta, com saúde e bem-estar.

 

Quando fazer a cirurgia plástica reparadora?

É preciso que a paciente esteja completamente curada e com sua imunidade restaurada. O oncologista vai avaliar a mulher e dizer se ela já está apta à cirurgia plástica reparadora. Esse passo é muito importante para evitar riscos desnecessários, como infecções. 

Há hoje a tendência é, sempre que possível, fazer a reconstrução imediata. Ou seja, na mesma cirurgia em que o tumor é retirado, já é feita a reconstrução.

 

Como a cirurgia é feita?

Já falamos por aqui que uma mama nunca é idêntica à outra. Assim, no momento da reconstrução, o cirurgião plástico deve entender as características únicas da paciente para determinar o tamanho e o formato corretos do implante. Pode ser indicado, inclusive, trabalhar a outra mama que não foi afetada pelo tumor. Isso serve para conferir um resultado mais harmônico e – por que não? – aproveitar e dar um up completo no visual. 

 

Silicone aumenta os riscos de volta da doença?

Não. A cirurgia de reconstituição mamária e o silicone não aumentam o risco de recidiva da doença. A existência do implante também não impede a detecção de novos tumores e nem o correto tratamento. 

 

Como é a relação com o cirurgião plástico?

As mulheres curadas que desejam fazer a reconstrução mamária devem conversar abertamente com o cirurgião plástico sobre suas dúvidas e medos. É comum que tenham receio de que o silicone cause a volta da doença ou que simplesmente não queiram se submeter a mais cirurgias depois do tratamento contra o câncer. Essas preocupações são normais e cabe ao médico dar todas as informações para uma decisão segura e informada. Confiança é essencial em toda relação médico-paciente.

 

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O verão está batendo à nossa porta e nada melhor do que se preparar com o que há de mais moderno e completo. 

A técnica queridinha do momento é o coolsculpting, que elimina a gordura localizada sem cirurgia. Ele resfria a área a ser tratada, cristalizando os adipócitos. Nas semanas seguintes, o corpo elimina gradualmente a gordura. É um procedimento não-cirúrgico, indolor e que apresenta resultados já na primeira sessão. 

Nós da Clínica Maddarena temos orgulho de sermos reconhecidos pelo alto nível de capacitação de nossos funcionários, que usam tecnologia de ponta para realçar a beleza do corpo e do rosto.

Para ajudar nos preparativos para a estação mais quente do ano, em outubro preparamos condições especiais para quem quer dar tchau para aquela gordurinha persistente indesejada.

E mais notícias boas: em outubro também estamos com condições especiais para os tratamentos combinados favoritos de nossos profissionais. Veja:

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Entre em contato conosco para agendar uma avaliação e conhecer melhor todas as nossas opções de tratamento. 

(11) 5521-1007

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