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Tag: "cicatriz"

O efeito do “tchauzinho” acontece quando a pele fica flácida ou há acúmulo de gordura ao redor de um músculo chamado tríceps braquial. Esse problema atinge pessoas de todas as idades e formas físicas, mas é mais comum em quem perdeu muito peso em curto espaço de tempo.

Há várias maneiras de contornar a situação e o tratamento não se faz só por motivos estéticos: pele em excesso pode causar dificuldades de movimentos, assaduras e outros desconfortos.
Veja com a gente o que é possível fazer para melhorar a flacidez e a gordura localizada nos braços.

 

Venus Legacy

Usando radiofrequência e impulsos eletromagnéticos, esse aparelho atinge camadas profundas da pele e estimula a produção de colágeno pelo próprio organismo. Com isso, a pele retoma sua firmeza logo nas primeiras sessões.

A moderna tecnologia do Venus Legacy também pode ser usada para outros objetivos, como redução de medidas, melhora do contorno do rosto e no combate à celulite.

 

Ácido polilático (geralmente comercializado sob o nome Sculptra)

É uma substância que estimula nosso corpo a produzir o colágeno que perdemos naturalmente na idade adulta. Usando uma cânula especial para diminuir o desconforto, o médico aplica o ácido abaixo da derme, na camada mais profunda da pele. Como o corpo se encarregará de produzir colágeno, o estímulo é contínuo e dura meses.

A técnica também é empregada para promover o rejuvenescimento do rosto e combater a celulite, podendo ser usada em outras áreas, como rosto, glúteos, abdômen, coxas e colo.

Saiba mais sobre o ácido polilático aqui. 

 

Coolsculpting

Com um aparelho especial, é possível cristalizar as células de gordura localizada da região dos braços. Assim, elas são metabolizadas, removidas e eliminadas.

O procedimento é indolor e com apenas uma sessão já é possível notar os resultados. Quer saber mais sobre o Coolsculpting? Veja aqui.

 

Cirurgia plástica

O procedimento se chama dermolipectomia braquial e, nele, o médico remove a pele sobressalente do braço. Dependendo do caso, é possível associar a cirurgia a uma lipoaspiração no local, para que seja retirada a gordura em excesso.

A cicatriz é discreta e localizada próxima à axila. Quando há uma grande quantidade de pele removida, também pode ficar uma cicatriz discreta se estendendo pela parte interna do braço. Em poucas semanas o paciente pode retomar suas atividades de rotina.

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Há pouco tempo falamos sobre a beleza na assimetria do nosso corpo: um lado nunca é igual ao outro e isso é uma coisa boa, sim. Acontece que, em situações exageradas, é normal que o paciente decida suavizar essa diferença. No caso de mamas muito diferentes, é possível fazer uma cirurgia para a correção de assimetria mamária.

 

O que causa a assimetria mamária?

Primeiro, vamos entender de uma forma bem simplificada o que compõe a mama: dentro dela, temos principalmente gordura e glândulas mamárias. Por fora, ela é revestida pela pele e tem a aréola, ou o bico.

Qualquer um desses componentes da mama pode se desenvolver de forma assimétrica. Ou seja, acontece de uma mama ter mais gordura que a outra, mais glândulas – ou até mesmo que os dois lados tenham o mesmo volume, mas cada aréola seja de um tamanho.

A elasticidade da pele também é um fator: se a pele de um lado for mais firme que a do outro, o visual pode ser assimétrico. Peles finas costumam facilitar o desenvolvimento da mama, enquanto as mais espessas dificultam o crescimento, fazendo com que um seio fique maior do que o outro.

Enfermidades e cirurgias, como as feitas durante o tratamento de um câncer de mama, são outras potenciais causas de assimetria.

 

A assimetria mamária é um problema?

Mulheres com mamas muito diferentes uma da outra podem desenvolver problemas na postura e ter dores na coluna. Elas também têm mais dificuldade de achar um sutiã ideal, que dê a sustentação e o conforto corretos para o seu corpo.

O aspecto assimétrico costuma ainda causar incômodo visual à paciente. Assim, a correção significa melhora na autoestima.

 

Como é feita a correção

Na primeira consulta, o cirurgião plástico avalia a causa da assimetria mamária e conversa com a paciente sobre as formas de correção. Dependendo do caso concreto, atualmente é possível compensar essas diferenças com implantes de silicone, enxertos de gordura, redução da mama e reposicionamento da aréola.

 

O pós-operatório

Como sempre reforçamos aqui, todas as orientações médicas devem ser seguidas à risca no pós-operatório. O sucesso da cirurgia depende muito dos cuidados que o paciente toma quando volta para casa. De acordo com os procedimentos realizados, o médico pode indicar repouso, uso de sutiãs especiais e a volta gradual às atividades físicas de rotina.

Nas primeiras semanas, a região das mamas ainda fica inchada. A paciente só consegue ver melhor os resultados depois do primeiro mês.

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Durante a abdominoplastia, o médico reposiciona os músculos do abdome, tira o excesso de pele e, se necessário, combina com uma lipoaspiração da barriga. Todo esse trabalho exige uma recuperação cuidadosa, envolvendo repouso, higienização e, principalmente, o uso correto da cinta modeladora.

E a compressão não é importante só na abdominoplastia: cintas e outros materiais modeladores também são indicados no pós-parto e depois de outras intervenções cirúrgicas, como lipoaspiração nos braços ou colocação de silicone nas mamas.

 

Para que serve?

Feita de um material especial, a cinta modeladora pós-cirúrgica cobre todo o abdome. Isso ajuda a reduzir o acúmulo de líquidos na região, aliviando o inchaço. Ela também protege os pontos, mantém os tecidos no lugar, comprime a região e molda o novo corpo.

O uso correto proporciona mais conforto ao paciente, dando suporte ao corpo durante o repouso ou movimentos.

 

Qual tipo usar?

Quando o cirurgião plástico orientar o paciente sobre os cuidados do pós-operatório, ele vai dizer qual o melhor tipo de cinta modeladora para o seu caso. Há modelos mais curtos e outros tipo macaquinho, que comprimem, além do abdome, as coxas e braços. O importante é seguir a recomendação médica e tirar a cinta só na hora do banho.

 

Quanto mais apertado melhor será o resultado?

Não. Muita gente acha que a cinta modeladora deve apertar o corpo para fazer efeito. Essa ideia é errada e pode machucar o abdome, que já está sensibilizado. A cinta deve fazer uma leve compressão, jamais causando dor ou marcando a pele.

 

Facilitando o uso da cinta modeladora

Principalmente nos primeiros dias, é preciso contar com a ajuda de alguém para colocar a cinta. O paciente deve vesti-la com calma e aos poucos, com muito cuidado para posicionar de forma correta a costura, elásticos e fechos.

Como no início a cinta deve ser usada em tempo integral, é importante ter pelo menos duas unidades, já que, enquanto uma é lavada, a outra é colocada em uso.

É normal que, com o tempo, o corpo do paciente desinche e a cinta precise ser ajustada. Esse passo é importante para manter sua eficácia e o conforto.

 

Por quanto tempo usar?

A cinta modeladora é uma forte aliada na recuperação do paciente. Só o cirurgião responsável pode avaliar seu tempo mínimo de uso. Via de regra, ela deve ser usada por pelo menos um mês. Mas esse prazo varia muito de acordo com o procedimento realizado e o ritmo de recuperação do paciente.

Para uma cirurgia de sucesso, é crucial obedecer a todas as orientações do médico no pós-operatório e informá-lo de qualquer dúvida ou problema.

 

Foto: yogadistribuidora.com.br

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Queloide. Nem o nome é bonito. Mas você sabe o que é isso? Entenda com a gente como o problema ocorre e quais as formas de amenizá-lo.

O que é queloide?

Queloide é um crescimento anormal do tecido de uma cicatriz ou de qualquer outro trauma na pele, podendo vir acompanhado de dor ou coceira no local. Ele extrapola a região original da ferida, afetando uma área maior. Pode aparecer, por exemplo, durante o processo de cicatrização de um corte cirúrgico, de um machucado ou até mesmo em casos de acne severa. Tirando o aspecto estético, ele não representa um risco ao paciente e não é contagioso.

 

É a mesma coisa que cicatriz hipertrófica?

Não. A cicatriz hipertrófica é a cicatriz um pouco maior do que a esperada, mas que não extrapola a região da lesão. Ela pode ser um pouco mais alta e começa a aparece poucas semanas após a lesão. O queloide, por sua vez, é uma cicatrização desordenada, muito maior e que pode se desenvolver até meses depois do trauma. Seu tratamento é mais complexo.

 

Quem tem mais chance de desenvolver queloide?

O problema atinge ambos os sexos, mas ocorre com mais frequência em mulheres, orientais e pessoas com a pele mais pigmentada. Quem já desenvolveu queloide uma vez tem mais chance de tê-lo novamente.

 

Como evitar o queloide?

É possível cuidar da cicatriz para diminuir a chance de aparecimento de queloide, mas nada é 100% garantido.

Após uma cirurgia, converse com o médico, tire todas as dúvidas e siga à risca todas as orientações para o pós-operatório. “É possível que o médico prescreva uma pomada cicatrizante e que recomende o uso de fitas de silicone que comprimem a região do corte. Todos esses cuidados ajudam para que se tenha um melhor resultado na cicatrização”, afirma o Dr. Vitorio Maddarena, cirurgião plástico e diretor clínico da Clínica Maddarena.

Também é importante evitar exposição ao sol, já que ele provoca uma maior pigmentação da região e pode piorar o aspecto na cicatriz.

Saiba mais sobre cicatrização aqui.

Existe tratamento?

Uma das formas mais comuns é a infiltração de alguns tipos de medicamentos. Em casos mais severos, pode ser necessária intervenção cirúrgica. Nela, o cirurgião plástico remove o tecido em excesso, podendo combinar com tratamentos de infiltração e compressão. Um dos grandes desafios é não lesionar a região que está sadia, já que isso poderia provocar o aparecimento de novos queloides.

Aplicações de laser também podem ajudar, principalmente a clarear a região prejudicada. Saiba mais sobre tratamentos a laser aqui. Um bom médico vai avaliar o caso concreto e prescrever o tratamento adequado.

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Antes de contarmos um pouco mais sobre o transplante capilar, é preciso esclarecer um erro comum: calvície não é a mesma coisa que queda de cabelo.

Na calvície, os cabelos não desaparecem de uma hora para a outra: eles vão ficando bem mais curtos e finos, como os pelos do resto do corpo, até que podem sumir completamente. Isso ocorre, na maior parte do tempo, por razões hormonais e genéticas.

Já a queda de cabelo pode ocorrer por fatores mais cotidianos, como estresse, medicamentos ou gravidez. Como sempre reforçamos aqui, só um médico habilitado pode fazer o diagnóstico correto de um problema de saúde e indicar o melhor tratamento.

 

Como retardar os efeitos da calvície?

Hoje em dia contamos com procedimentos que podem retardar o problema, como a aplicação de nutrientes e princípios ativos diretamente no couro cabeludo, laser para estimular o crescimento e medicamentos específicos que só podem ser utilizados com prescrição médica.

 

Mas então o que é o transplante capilar?

O transplante é recomendado em casos mais avançados, em que as outras opções não solucionaram o problema de forma satisfatória, mas em que ainda há fios saudáveis. Geralmente estamos falando daquela calvície que se manifesta no topo da cabeça, sem ainda ter afetado as laterais ou a nuca. E o procedimento não é exclusivo para homens: mulheres que sofrem de calvície também podem fazer o transplante capilar.

Por meio de uma cirurgia, o médico colhe folículos saudáveis ou corta uma faixa inteira do couro cabeludo. Em seguida, os fios são implantados na própria pessoa, nas regiões com maior deficiência. Com o tempo, eles se fortalecem e crescem naturalmente.

 

Dá para notar que alguém fez o transplante capilar?

A modalidade que retira uma faixa do couro cabeludo deixa uma pequena cicatriz nas extremidades. Quem usa cabelos longos naturalmente esconde as marcas. Se a pessoa desejar um corte mais rente à cabeça, o transplante fio a fio é mais adequado. Mas a cicatrização é apenas um aspecto da cirurgia. O médico responsável irá avaliar o caso específico e escolher a melhor abordagem para o paciente.

 

Quanto tempo leva a cirurgia?

Todo o processo leva cerca de 6 horas e envolve uma equipe multidisciplinar, com anestesista, enfermeiros e o cirurgião responsável.

 

E como é o pós-operatório?

Os primeiros dias requerem os cuidados geralmente indicados para qualquer cirurgia, como ter uma alimentação leve, limpar o corte de acordo com as instruções médicas e tomar cuidado para não apoiar a cabeça nos pontos na hora de dormir. Com o tempo, o médico vai liberando a prática de atividades físicas, a exposição ao sol e o uso de acessórios, como bonés e chapéus. É normal que os fios transplantados caiam e deem lugar para novos. Por isso é importante que o médico acompanhe de perto a evolução do paciente: só ele pode dizer se o pós-operatório está correndo como o esperado.

O cabelo novo vai se desenvolvendo e só se chega ao aspecto considerado ideal depois de 12 meses. Pode ser indicado mais um transplante capilar depois desse período mas, na maior parte dos casos, observamos que essa repetição não é necessária e que os pacientes já estão satisfeitos com o resultado.

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