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Tag: "cicatriz"

Antes de contarmos um pouco mais sobre o transplante capilar, é preciso esclarecer um erro comum: calvície não é a mesma coisa que queda de cabelo.

Na calvície, os cabelos não desaparecem de uma hora para a outra: eles vão ficando bem mais curtos e finos, como os pelos do resto do corpo, até que podem sumir completamente. Isso ocorre, na maior parte do tempo, por razões hormonais e genéticas.

Já a queda de cabelo pode ocorrer por fatores mais cotidianos, como estresse, medicamentos ou gravidez. Como sempre reforçamos aqui, só um médico habilitado pode fazer o diagnóstico correto de um problema de saúde e indicar o melhor tratamento.

 

Como retardar os efeitos da calvície?

Hoje em dia contamos com procedimentos que podem retardar o problema, como a aplicação de nutrientes e princípios ativos diretamente no couro cabeludo, laser para estimular o crescimento e medicamentos específicos que só podem ser utilizados com prescrição médica.

 

Mas então o que é o transplante capilar?

O transplante é recomendado em casos mais avançados, em que as outras opções não solucionaram o problema de forma satisfatória, mas em que ainda há fios saudáveis. Geralmente estamos falando daquela calvície que se manifesta no topo da cabeça, sem ainda ter afetado as laterais ou a nuca. E o procedimento não é exclusivo para homens: mulheres que sofrem de calvície também podem fazer o transplante capilar.

Por meio de uma cirurgia, o médico colhe folículos saudáveis ou corta uma faixa inteira do couro cabeludo. Em seguida, os fios são implantados na própria pessoa, nas regiões com maior deficiência. Com o tempo, eles se fortalecem e crescem naturalmente.

 

Dá para notar que alguém fez o transplante capilar?

A modalidade que retira uma faixa do couro cabeludo deixa uma pequena cicatriz nas extremidades. Quem usa cabelos longos naturalmente esconde as marcas. Se a pessoa desejar um corte mais rente à cabeça, o transplante fio a fio é mais adequado. Mas a cicatrização é apenas um aspecto da cirurgia. O médico responsável irá avaliar o caso específico e escolher a melhor abordagem para o paciente.

 

Quanto tempo leva a cirurgia?

Todo o processo leva cerca de 6 horas e envolve uma equipe multidisciplinar, com anestesista, enfermeiros e o cirurgião responsável.

 

E como é o pós-operatório?

Os primeiros dias requerem os cuidados geralmente indicados para qualquer cirurgia, como ter uma alimentação leve, limpar o corte de acordo com as instruções médicas e tomar cuidado para não apoiar a cabeça nos pontos na hora de dormir. Com o tempo, o médico vai liberando a prática de atividades físicas, a exposição ao sol e o uso de acessórios, como bonés e chapéus. É normal que os fios transplantados caiam e deem lugar para novos. Por isso é importante que o médico acompanhe de perto a evolução do paciente: só ele pode dizer se o pós-operatório está correndo como o esperado.

O cabelo novo vai se desenvolvendo e só se chega ao aspecto considerado ideal depois de 12 meses. Pode ser indicado mais um transplante capilar depois desse período mas, na maior parte dos casos, observamos que essa repetição não é necessária e que os pacientes já estão satisfeitos com o resultado.

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Peeling facial é, na verdade, o nome que damos a vários tratamentos que têm como função remover manchas e marcas na pele. A ideia é provocar a renovação cutânea, removendo a camada mais superficial e dando lugar a uma nova.

E não é só o rosto que se beneficia: é possível tratar outras áreas do corpo, como o pescoço, costas, braços, pernas e em regiões com estrias.

Produtos diferentes atuam em profundidades também diferentes da pele: os mais superficiais combatem sardas, poros dilatados e manchas superficiais. Os mais profundos são indicados para cicatrizes, rugas e manchas mais persistentes.

Como são várias indicações, há diversas técnicas que, reunidas, são chamadas de peeling. Só um profissional especializado pode determinar qual a mais adequada para um caso concreto. Conheça aqui os principais tipos:

 

Peeling mecânico

Um aparelho especial lixa a pele com muito cuidado. As ponteiras mais comuns são as de cristal e as de diamante – estas últimas geralmente indicadas quando se deseja alcançar camadas mais profundas. A quantidade de sessões varia de acordo com a pele do paciente e a frequência pode ser até semanal.

 

Peeling químico

A medicina desenvolveu ácidos destinados especialmente a remover de forma controlada as camadas superficiais da pele e a desempenhar ações farmacológicas. A descamação ocorre depois de alguns dias – é importantíssimo não esquecer do filtro solar. Os ácidos mais comuns para esse fim são o retinoico, o glicólico e o salicílico. É possível que o paciente sinta um certo desconforto nos dias que seguem a aplicação, sendo este mais um motivo para seguir com atenção os cuidados prescritos.

 

Laser

O laser, com suas múltiplas funções, é um incrível aliado dos tratamentos de beleza. Não é de se espantar que ele também possa promover a renovação da pele. Como se trata de um feixe de luz potente, é possível trabalhar com precisão em manchas e cicatrizes, inclusive escolhendo a profundidade desejada.

 

Vários tipos de peeling mas um só cuidado

É muito importante seguir à risca as orientações do profissional que conduziu um tratamento com peeling. Caso contrário, o problema pode até se agravar. A principal recomendação é evitar exposição ao sol e, quando esta for inevitável, usar protetor solar. Também é preciso informar o profissional sobre os produtos da rotina de beleza em casa para avaliar eventuais substituições ou suspensões durante o tratamento.

 

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Muita gente tem vontade de se submeter a procedimentos cirúrgicos para melhorar o visual e acaba esbarrando no fator tempo. Afinal, passar por uma cirurgia eletiva – esta que pode ser feita sem urgência nem pressa – exige também certas manobras na agenda: da dedicação no preparo, o dia da operação em si e, principalmente, a recuperação. Uma alternativa que pode funcionar em inúmeros casos é a chamada cirurgia combinada.

A ideia é aproveitar esse tempo para já resolver duas (ou mais) questões de uma só vez. Muitas vezes, até a anestesia pode ser “aproveitada”, diminuindo assim o impacto no organismo.

 

Limites da cirurgia combinada

Claro que há procedimentos cirúrgicos que podem ser feitos concomitantemente. Inclusive se forem de especialidades médicas diferentes – nesse caso, é preciso que as equipes envolvidas planejem conjuntamente o que será feito e qual procedimento será realizado primeiro.

Acontece de pacientes chegarem ao consultório querendo fazer tudo de uma só vez. Lipoaspiração, implante de silicone, cirurgia nos braços… Muita calma. Tudo precisa ser avaliado de forma racional pelo médico.

Os limites do impacto de uma cirurgia no organismo variam de pessoa para pessoa. Idade, preparo físico, antecedentes de saúde e histórico familiar precisam ser avaliados. Exames ajudam o médico a analisar se realmente é o caso de fazer mais de uma cirurgia ao mesmo tempo. Além disso, é preciso colocar na balança as restrições e as necessidades impostas por cada tipo de cirurgia envolvida. O tempo total dos procedimentos também tem de ser levado em conta.

Em geral, procedimentos mais facilmente associados são aqueles que se enquadram na mesma área cirúrgica – ou, pelo menos, aqueles cujo pós-operatório envolve a mesma posição. Exemplos de combinações clássicas são lipoaspiração e abmominoplastia, prótese nas mamas e lipoaspiração, mamoplastia e abdominoplastia ou lifting facial e cirurgia de nariz.

O importante é chegar a um consenso entre as expectativas do paciente e, principalmente, os conhecimentos e as responsabilidades do médico. Por isso, mais do que nunca, na hora da cirurgia a confiança é fundamental.

Realizando os procedimentos para a cirurgia combinada de maneira consciente e seguindo as recomendações, a recuperação ocorrerá sem sobressaltos. E o resultado será compensador.

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As temidas estrias nada mais são do que cicatrizes. Elas surgem quando fibras de colágeno se rompem, marcando a pele. No começo, têm um tom avermelhado, indicando que ainda estão presentes nelas vasos sanguíneos – que, se tratados, podem ajudar a regenerar a região. É por isso que dizemos que as estrias já esbranquiçadas são mais difíceis de tratar.

Conheça agora algumas formas para amenizar a aparência das estrias:

 

1. Laser

O laser é uma luz muito forte que, se programada e operada corretamente, atinge seu alvo para um tratamento específico. Ele estimula a produção de colágeno, o que auxilia em vários tipos de cicatrização. Além das estrias, também proporciona excelentes resultados nas marcas de acne, manchas na pele e poros dilatados. Os resultados são visíveis já nas primeiras sessões.

 

2. Peeling químico

Também é possível estimular a produção de colágeno com o peeling químico. Trata-se de uma solução química que, aplicada sobre as estrias, provoca a regeneração da área. O tipo do ácido utilizado depende da aparência da estria (cor e dimensões). É um método versátil – assim como o laser, e pode ser usado para outros fins, como a melhora de manchas na pele causadas pela acne.

 

3. Microdermoabrasão (ou peeling físico)

Técnica que inclui o peeling de diamante e o de cristal, é outra forma de se provocar a regeneração da pele. Com um aparelho específico, o profissional qualificado desgasta a área afetada com muito cuidado. Mas não se assuste: o procedimento é indolor – causa, no máximo, um pequeno desconforto que passa em segundos.

 

4. Multiwaves (ou LED)

Você sabia que as lâmpadas de LED também são úteis no combate às estrias? Claro que em uma versão tecnológica diferente da que ilumina nossas casas. Esse método específico estimula a cicatrização e o rejuvenescimento da pele. E também tem outras várias indicações, inclusive para fortalecimento capilar!

 

5. Cirurgia plástica

Plásticas como a abdominal têm por finalidade corrigir excessos de pele e reposicionar musculaturas. Já que a cirurgia envolve corte de pele, algumas estrias podem ser eliminadas no processo. Como já comentamos em outro texto, converse sempre com seu médico para entender as expectativas da cirurgia e os resultados que podem ser alcançados.

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Não é possível apagar uma cicatriz, já que ela é consequência da maneira como seu corpo se recupera de um trauma.

Mas a boa notícia é que muitas delas podem ser melhoradas para que tenham uma aparência mais uniforme em relação ao seu entorno. Em nosso blog já falamos sobre os cuidados gerais de uma cicatriz. Mas o que fazer para melhor sua aparência? Veja a seguir algumas condutas que podem ser tomadas:

 

Siga sempre as orientações do seu médico

Se a cicatriz for em decorrência de uma cirurgia, seu médico irá lhe instruir sobre os cuidados necessários. Siga todos à risca e informe o profissional caso tenha dores, secreções ou reações inesperadas. Se ficar com alguma dúvida ou insegurança sobre sua cicatrização, aproveite o acompanhamento do pós-operatório e converse com seu médico.

 

Massagens na cicatriz

É possível fazer manobras que “relaxam” a cicatriz e suavizam seu aspecto. Mas é preciso ter cuidado para não interferir no processo de cicatrização. Consulte seu médico para que ele lhe mostre os movimentos indicados para seu caso.

 

Compressão

Há no mercado faixas de silicone que auxiliam na suavização de cicatrizes. Elas aderem ao corpo e, se usadas de forma adequada em tecidos sadios, costumam apresentar bons resultados. Agem hidratando a área e fazendo uma leve pressão sobre a região. Por serem feitas de material flexível, sua colocação não causa desconforto.

 

Laser

Há alguns tipos de laser que podem ser usados para diminuir a cor avermelhada das cicatrizes ou mesmo para ordenar as fibras de colágeno que estão se formando no local da cicatrização. Podem igualmente ser usados para estrias e rugas. O desconforto é suportável e cremes anestésicos aumentam a tolerância.

 

Pomadas

Elas ajudam a melhorar algumas características das cicatrizes. Servem para acelerar o processo de maturação da cicatriz. Entretanto, não têm a capacidade de fazer uma cicatriz desaparecer. Por serem medicamentos, o uso deve ser prescrito por um médico, que irá orientar o paciente sobre a aplicação correta.

 

Cirurgia plástica

Há casos em que a cicatriz requer intervenção cirúrgica para melhorar, tanto o aspecto, como a funcionalidade. Além de alterações estéticas (desnivelamento, alargamento, coloração inadequada), em alguns casos cicatrizes podem doer ou apresentar prurido.

Nesses casos cirúrgicos, os tecidos cicatriciais são removidos, tanto por fora como internamente. A pele e suas camadas são unidos novamente de maneira a tornar a mínima a quantidade de tecidos cicatriciais.  Depois da operação, é necessário associar outros procedimentos, como laser ou injeções de corticoide e outros medicamentos para que a nova cicatriz se forme de maneira mais harmônica. Converse com seu médico para conhecer o pós-operatório.

 

 

O que são cicatrizes?

A cicatriz, antes de mais nada é a reparação (conserto) de uma lesão. Não importa qual seja o órgão acometido, a cicatrização ocorre sempre do mesmo modo. Ou seja, no rim ou na pele, uma cicatriz, vista ao microscópio, tem o mesmo aspecto.

Assim fica mais fácil entender: a cicatriz pode estar na pele, mas não é pele. Pode ficar elevada, deprimida ou alargada. Pode ter uma coloração mais clara ou mais escura do que a pele ao redor. Pode também estar em posição desfavorável em relação às linhas de força da pele – dependendo da região, estar na vertical ou na horizontal faz toda a diferença.

A cirurgia plástica atua removendo os tecidos cicatriciais, reduzindo-os ao mínimo possível, e unindo camada por camada os tecidos das bordas da ferida.

 

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