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Não há uma fórmula mágica para determinar o tamanho dos seios de uma mulher, seja na hora de aumentar seja quando se opta pela cirurgia de redução de mama. É preciso levar em consideração os resultados esperados, a estrutura de cada corpo e, acima de tudo, o motivo que levou a paciente ao consultório médico.

 

Quando uma mama grande atrapalha

No caso da redução, o aspecto visual é apenas uma das preocupações. Mamas pesadas afetam a postura da mulher, que vai se curvando para a frente com o tempo. Atividades físicas também podem virar um pesadelo, com potencial de incômodo e dores.

Se a mulher tem esses desconfortos e deseja reduzir as mamas, o primeiro passo é uma boa conversa com um cirurgião plástico. Ele vai avaliar a possibilidade de cirurgia, tirar dúvidas e dizer quais os resultados são, de fato, alcançáveis.

 

Idade mínima para a redução de mama

Como a mama abriga a glândula mamária, é necessário que a estrutura hormonal da mulher já esteja madura. Isso ocorre cerca de quatro anos depois da primeira menstruação, ou seja, por volta dos 17 ou 18 anos. Como em qualquer outra cirurgia, o médico irá solicitar uma série de exames pré-operatórios, de hemograma a raio-X do tórax. Eles ajudarão a avaliar o organismo da paciente.

 

Amamentação e sensibilidade

A redução da mama, na maior parte dos casos, não afeta nem uma possível amamentação no futuro, nem a sensibilidade da região – que costuma voltar ao normal em poucos meses.

 

Tipos de cirurgia

A cirurgia é mais complexa do que a colocação de silicone, pois demanda incisões geralmente um pouco maiores e a remoção cuidadosa de tecidos. Nela, além da redução do volume propriamente dito, a mama é reposicionada para cima. Eventual assimetria também é corrigida.

Depois de considerar aspectos como tamanho da glândula mamária e quantidade de gordura na região, o médico pode optar por alguns tipos de incisão. A mais comum é em formato de âncora, ao redor da aréola e com uma linha vertical descendo e se encontrando com uma outra curva, que acompanha o formato do seio, já na altura do tórax.  Também chamamos de cicatriz em “T invertido”. Caso a paciente tenha um maior acúmulo de gordura próximo às axilas, também é possível fazer uma pequena lipoaspiração no local.

Após a cirurgia, é preciso ficar internada por pelo menos 24 horas para uma atenção mais dedicada e acompanhamento médico.

 

Pós-operatório

Os cuidados usuais do pós-operatório também valem na redução da mama. E, por ser mais complexa, a recuperação costuma demorar um pouco mais do que na colocação de silicone. Deve-se evitar grandes esforços nas primeiras semanas e as atividades físicas precisam ser retomadas aos poucos, conforme autorização médica. Também é necessário usar um sutiã especial pelo menos no primeiro mês. Para diminuir edemas, são recomendadas sessões de drenagem linfática.

É muito importante seguir as recomendações do médico, ir a todas as consultas depois da cirurgia e tirar as dúvidas que forem aparecendo.

Depois de cerca de quatro meses, o inchaço e a vermelhidão já somem completamente e se alcança o resultado final.

 

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