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Categoria: Dicas

A questão não é puramente estética. É uma preocupação de saúde. Obesidade é uma doença crônica.

E, por si só, é fator de risco muito grande, pois costuma estar associada a várias doenças. Segundo estudo realizado pela Faculdade de Saúde da Universidade de York, no Reino Unido, 95% das pessoas obesas têm alterações no organismo que aumentam os riscos de morte. 

Em geral, obesos costumam sofrer problemas metabólicos. É mais comum, por exemplo, que pessoas acima do peso tenham pressão alta, índices de colesterol fora de controle e glicemia elevada.

O sobrepeso aumenta as chances de infarto e de acidente vascular cerebral. Cirrose, diabetes e até depressão também são doenças que acometem mais os obesos. Por causa da massa corporal maior, essas pessoas ainda costumam sofrer com dores nas articulações e ter mais risco de fraturas.

 

Causas da obesidade podem ser de várias origens

O Índice de Massa Corporal (IMC) é a maneira mais tradicional de avaliar o grau de obesidade de uma pessoa. O ideal é ter esse índice entre 18,5 e 25. Entre 25 e 29, o indivíduo está com sobrepeso. De 30 em diante já é considerado obeso. Há outros fatores e métodos para avaliar o perfil de gordura de alguém. Um médico especialista pode ajudar a esclarecer essas dúvidas e analisar exatamente o seu caso.  

São várias as explicações de por que uma pessoa engorda mais facilmente do que a outra. Questões genéticas e alterações hormonais costumam estar por trás de vários casos. Mas é preciso também ficar atento aos hábitos alimentares: com a facilidade dos produtos industrializados e a rotina atribulada, hoje em dia é muito comum que as pessoas descuidem do cardápio do dia a dia — e o resultado vem na balança. 

Por fim, não podemos esquecer do sedentarismo. Praticar atividades físicas faz bem para o organismo como um todo. E ajuda a manter o peso dentro da faixa considerada ideal.

 

O que fazer

Não existe receita milagrosa para voltar a ter um peso considerado ideal e saudável. O jeito é mesclar várias abordagens. 

Comece prestando mais atenção aos alimentos de seu dia a dia, procurando priorizar aqueles considerados mais balanceados e menos calóricos. Um médico nutrólogo pode ajudá-lo a compreender quais alimentos são os mais compatíveis com as necessidades diárias de seu organismo.

Considere fortemente a ideia de iniciar uma atividade física. Encontre um esporte que lhe dê prazer — isso vai servir de estímulo para que você não desista na segunda semana. Faça disso um hábito, incorporado à rotina. Não precisa ser nada muito sofisticado: muitas vezes uma caminhadinha ao ar livre já é suficiente. A Organização Mundial da Saúde recomenda que todos pratiquem 150 minutos de atividade física por semana.

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Você já deve ter ouvido frases como “cada um tem o seu metabolismo” ou “é preciso conhecer o metabolismo do seu corpo”, sobretudo se está tentando melhorar a alimentação, perder peso ou começar alguma atividade esportiva.

 

Mas o que é, afinal, metabolismo? 

A palavra vem do grego e significa “mudança”. Em linhas gerais, trata-se do conjunto de reações químicas que ocorrem dentro do organismo de todos os seres vivos. E são essas reações que garantem o suprimento necessário de energia para a vida acontecer. 

Os estudos científicos dessas mudanças que ocorrem o tempo todo no corpo humano têm como precursor o fisiologista italiano Santorio Santorio (1561-1636). Há cerca de 400 anos, ele passou a analisar como o seu próprio peso se alterava de acordo com o dia, comparando medições antes e depois de comer, beber, ir ao banheiro, dormir, etc. 

 

Processos metabólicos

Hoje, sabe-se que o metabolismo pode ser classificado em dois grandes tipos: os processos anabólicos e os processos catabólicos.

Anabolismo são as reações químicas que sintetizam moléculas, seja para a manutenção das estruturas já existentes, seja para o crescimento. Catabolismo, por sua vez, são as quebras de moléculas para a obtenção de energia. 

Os carboidratos, assim como os lípidos e as proteínas, por exemplo, são quebrados em substâncias menores justamente no processo catabólico.

E, mesmo quando você está completamente parado, há um consumo de energia. Afinal, um mínimo é necessário para que haja respiração, para que o coração siga batendo e para que todos os órgãos funcionem adequadamente. Quanto é esse mínimo,chamado de taxa metabólica basal? Depende de muitos fatores e varia de pessoa para pessoa: só um profissional pode avaliar adequadamente. 

 

Cada um, cada um

O gasto energético, ou o tal metabolismo, é diferente mesmo em cada organismo. Essas frases populares que você ouve por aí têm esse fundo de verdade. São muitos os fatores que precisam ser considerados, mas a idade, o sexo e até mesmo o perfil atlético de cada indivíduo precisam ser levados em consideração.

Para conhecer melhor o funcionamento de seu metabolismo, agende uma consulta com um médico nutrólogo. Trata-se de um profissional capacitado para compreender as características de seu organismo e, em seguida, ajudá-lo a obter o melhor de sua alimentação. 

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Hoje vamos falar de um dos ramos mais empolgantes da nutrologia: a nutrologia esportiva. É o ramo da medicina que ajuda os atletas – profissionais e amadores – a obter a melhor performance com base em seu perfil metabólico, constituição corporal e hábitos de alimentação.

Venha ver com a gente como a medicina é essencial na vida dessas pessoas!

 

O médico nutrólogo

Toda pessoa que procura melhorar sua ingestão de nutrientes deve procurar um médico nutrólogo. ”Ele é o profissional que vai estudar a fundo as características físicas do paciente e seus hábitos, como tipo de atividade física e sua rotina de sono. Assim, é possível elaborar um plano alimentar personalizado e prescrever suplementação, se necessário”, explica a Dra. Ana Vitória Oliveira Almeida, médica nutróloga da Clínica Maddarena.

 

Um atleta não é igual ao outro

Cada atleta tem necessidades diferentes. Mesmo praticantes de um mesmo esporte precisam de orientação individualizada. ”O primeiro passo é conversar muito com o paciente e avaliar exames laboratoriais e a composição de seu corpo, como volume de ossos, gordura e músculos. Esse momento é crucial para estabelecer uma linha de tratamento”, complementa Dra. Ana Vitoria. 

 

Alimentação e nutrologia esportiva

Conhecendo em detalhes o metabolismo do paciente, o médico nutrólogo cria um plano alimentar focado na ingestão correta de proteínas, carboidratos, gorduras, vitaminas e minerais. Durante esse planejamento, é importante ouvir o paciente sobre suas preferências alimentares para que ele não perca o prazer em comer. 

 

Rotina de treinos

O nutrólogo também analisa o treino de cada paciente e como isso impacta na saúde de seus músculos. Essa atenção especial é dada para reduzir a fadiga muscular e dores pós-exercício. A união de todos esses esforços resulta em melhor performance, menor risco de lesões e, no longo prazo, ajuda a prevenir doenças nutricionais, como obesidade, hipertensão e diabetes.

 

Prescrição de medicamentos, hormônios e suplementos 

Em casos específicos e somente depois de uma análise minuciosa da saúde do paciente, o nutrólogo pode prescrever um série de substâncias e produtos para atingir um benefício específico. Esse tipo de prescrição só pode ser feita por médicos e deve ser feita com muito cuidado. 

 

É comum ouvir de pacientes que determinado produto ajudou um conhecido a ganhar mais massa muscular ou a aguentar uma carga maior de exercícios. Mas copiar o plano nutricional de uma outra pessoa ou seguir sugestões de pessoas que não são médicas pode ter efeito contrário ou ainda causar danos irreversíveis, como sobrecarga nos rins e problemas no fígado.

 

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Anunciamos com muito orgulho a chegada da Dra. Ana Vitória Oliveira Almeida, médica nutróloga que veio reforçar nossa equipe multidisciplinar. A Dra. Ana Vitoria é graduada pela Universidade Estadual de Montes Claros, fez residência em pediatria pelo Hospital das Clínicas da UFMG e é pós-graduada em nutrologia e em medicina ortomolecular.

 

Batemos um papo com ela para entender um pouco mais o que um nutrólogo faz e por que esse profissional é essencial para quem quer ter uma vida saudável.

 

Qual a diferença entre um médico nutrólogo e um profissional nutricionista?

O nutrólogo é um médico especialista em metabolismo e alimentação. Avalia a ingestão de alimentos, tanto em nível hospitalar quanto em consultório, e suas repercussões na saúde. Também avalia os impactos do estilo de vida e como melhorá-lo. Pode prescrever medicamentos para tratamentos específicos e suplementação necessária a cada caso. 

 

O nutricionista é um profissional que cursa a faculdade de nutrição. Elabora dietas, adequa a alimentação de acordo com a necessidade e objetivo específico, mas não prescreve medicamentos.

 

Quais as principais queixas de um paciente?

Quem procura um nutrólogo geralmente vem se queixando de desânimo, apatia, queda de cabelo, falta de vitalidade ou sobrepeso. Cabe ao médico investigar o motivo desses problemas e identificar o tratamento adequado com base na ingestão correta de nutrientes. 

 

As queixas podem estar associadas a diversos motivos, como as doenças nutricionais. As mais comuns são a obesidade, o diabetes e a hipertensão arterial. Mas também o paciente pode – e deve – procurar um nutrólogo quando quer melhorar seus hábitos de vida e aprimorar sua ingestão de nutrientes. A atenção a uma vida saudável é muito importante para evitar doenças no futuro. 

 

Atletas que buscam melhorar a performance também precisam de um nutrólogo. Só ele é apto a prescrever suplementação com base na composição corporal e no metabolismo de cada paciente.

 

Como é um tratamento com um médico nutrólogo?

Para começar o tratamento, fazemos uma entrevista detalhada, analisando os exames laboratoriais do paciente e seu exame de composição corporal, que avalia o volume de gordura, músculos e ossos. Então, traçamos um programa individualizado que inclui ajuste alimentar, suplementação e orientações sobre estilo de vida saudável.

 

Se você quiser mais dicas e informações sobre essa área super rica da medicina, fique ligado no nosso blog e nas redes sociais!

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Por Dr. Vitorio Maddarena 

Cirurgião plástico e Diretor Clínico da Clínica Maddarena

 

É preciso ficar em casa, isto você já sabe. Vivemos tempos de isolamento social, quarentena, home office e tantos novos aprendizados e adaptações que nos são exigidos na guerra contra o novo coronavírus. Em meio à pandemia que assusta o mundo, tenho refletido muito sobre como pequenos cuidados pessoais ajudam a encarar cada dia com mais humor e ânimo.

Alguns anos atrás li que, durante a Guerra do Golfo, havia muitos casos de depressão nas tropas militares americanas estavam no Iraque. Então os Estados Unidos levaram para lá alguns psicólogos e psiquiatras para atendê-los. De forma geral, a orientação aos soldados foi: fiquem bonitos como se fossem encontrar hoje suas namoradas. 

Pode parecer esquisito, já que eles estavam no meio de uma guerra e certamente teriam difíceis batalhas pela frente. Mas a ideia era mexer com o moral. Fazer com que aqueles militares dedicassem um pouco de seu tempo para cuidados pessoais, cuidassem de suas próprias imagens. Que eles se lembrassem de pentear os cabelos, que se barbeassem, lavassem os rostos, se admirassem ao espelho. 

Foi incrível como essa mudança de postura, bastante simples, melhorou os ânimos de toda a tropa. 

Muito tempo depois, acabei conhecendo pessoalmente um oficial que lutou nessa guerra. Comentei com ele sobre a história e ele confirmou: foi exatamente assim. Ao seguir os conselhos dos psicólogos e psiquiatras e gastarem um pouco do tempo com cuidados pessoais, todos os militares envolvidos na guerra passaram a se sentir melhores. 

Nestes tempos estranhos de reclusão social — necessária, para diminuirmos a propagação do vírus Sars-Cov-2 e, assim, conter a pandemia —, quero lembrar você de ter alguns cuidados com própria aparência. Às vezes pode parecer tentador ficar o dia todo de pijamas e nem mesmo se dar ao trabalho de lavar o rosto. Mas fazer disso uma rotina acaba atrapalhando sua própria autoestima. 

Então, vamos nos permitir investir alguns minutos em nós mesmos. Isso nos dará ânimo, vigor e mais energia para a batalha diária pela vida humana no planeta. 

E, se bater o tédio em meio a tanto tempo livre no confinamento, que tal aproveitar para ler aquele livro “que nunca deu tempo” e assistir aquele filme que “faz tanto tempo que está na fila”? Aconchegue-se. Prepare uma pipoca e renda-se a um programinha caseiro que relaxe a cabeça e acalme frente a tantas preocupações. 

Isso vai passar. E, com certeza, sairemos melhores pessoas depois dessa grande crise. 

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