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Na semana passada conversamos sobre o que causa o melasma. Hoje vamos falar sobre os principais tratamentos existentes.

Somente o médico dermatologista saberá avaliar o caso concreto e determinar qual ou quais tratamentos são mais indicados para um paciente. As condutas podem variar, mas a orientação de proteção contra luz visível e raios ultraviolenta é constante e precisa ser reforçada durante a terapia.

Hoje em dia, estão disponíveis diversos medicamentos de uso tópico e procedimentos como peelings e aplicações e luzes ou lasers para o clareamento.

Para combater o melasma, não há uma só receita: o médico costuma lançar mão de um conjunto de medidas tanto para clarear a mancha quanto para impedir que ela volte.

 

Fotoproteção contra o melasma

A proteção à exposição solar é condição fundamental para tratar o melasma. Tanto para iniciar o tratamento quanto para, depois, estabilizar e manter os resultados. Aqueles que têm melasma precisam aplicar, nas regiões afetadas, um filtro solar eficiente, físico e químico, com FPS alto.

É importante buscar produtos que tenham proteções tanto contra os raios ultravioleta A (UVA) quanto ultravioleta B (UVB).

 

Cremes

O uso de cremes não é uma unanimidade. Trata-se de um método que não funciona com todos os pacientes. Os produtos à base de hidroquinona, ácido glicólico, ácido retinoico e ácido azelaico podem ajudar na remoção das manchas. Também podem ser indicados ativos como arbutin, ácido kójico, ácido fítico, ácido tranexâmico e ácido dioico.

Os resultados começam a ser visíveis em cerca de 60 dias depois do início do tratamento. Depois desse período, o médico irá orientá-lo como continuar com os cremes, para que a condição seja estabilizada e o pigmento indesejado não retorne.

 

Peelings

Existem muitos tipos diferentes de peelings, sendo que alguns deles conseguem atingir até as camadas mais profundas da pele. Seu dermatologista pode ajudá-lo a escolher o mais adequado para seu caso.

Esse tipo de tratamento pode clarear a pele de forma gradual, com bons resultados para o combate ao melasma. Conheça os tipos de peeling mais populares aqui.

 

Laser e luz pulsada

Há tratamentos feitos com formas de energia luminosa que também clareiam o melasma. Isso pode ser feito com o laser ou com a luz intensa pulsada. É importante tomar cuidado: se tais procedimentos não forem feitos de forma adequada, o efeito pode ser inverso, já que a luz pode gerar mais pigmentação.

Por isso é importante escolher um bom médico dermatologista – um profissional credenciado, atualizado e que inspire confiança.

 

MMP, ou Microinfusão de Medicamentos na Pele

Com pequenas agulhas em um aparelho semelhante a uma máquina de tatuagem, o médico consegue alcançar com precisão a camada da pele afetada pelo melasma e aplicar diretamente o medicamento que irá combatê-lo. Essa técnica é utilizada para potencializar o efeito de diversos outros tratamentos. Conheça mais detalhes aqui.

 

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Manchas escuras na pele – o melasma – geralmente estão associadas à gravidez. Mas você sabia que essas manchas podem aparecer em outros momentos da vida? E que os homens também estão suscetíveis a elas?

Saiba um pouco mais sobre o melasma e entenda como esse problema pode ser tratado.

 

O que é melasma?

Trata-se de uma condição cujo sintoma é o aparecimento de manchas escuras ou acastanhadas na pele. Elas ocorrem principalmente na face, sobretudo no rosto, na testa, no nariz e na região do buço. Mas também podem surgir nos braços, pescoço e colo. Nesses casos, é o chamado melasma extrafacial.

É mais comum em mulheres – mas também podem aparecem em homens. Na maior parte dos casos as manchas são bem definidas e de formatos irregulares.

Não há uma causa definida para o surgimento do melasma. Geralmente, entretanto, observa-se que tais manchas são decorrentes de uso de anticoncepcionais femininos, gravidez e por causa da exposição ao sol – seja por conta da luz ultravioleta, seja por conta da luz visível.

Além dos fatores hormonais, a predisposição genética também influencia no aparecimento do melasma.

 

Diagnóstico

Qualquer mancha na pele deve ser avaliada por um médico dermatologista. Só ele pode dizer com certeza se é um melasma ou outro tipo de problema, inclusive algo mais sério. O médico irá perguntar sobre o paciente, se há alguma outra queixa e o histórico familiar. É uma oportunidade excelente para tirar dúvidas e examinar o corpo inteiro em busca de lesões.

 

Cuidados

Pessoas com melasma não devem descuidar do sol. A proteção precisa ser feita diariamente, mesmo em dias nublados ou chuvosos e até mesmo no inverno.

O sol pode agravar o quadro, já que o melasma pigmenta com a luz. Além de filtro solar, é recomendável o uso de chapéus, óculos escuros, sombrinhas e guarda-sóis – enfim, a região acometida precisa estar protegida dos raios solares. Saiba mais dicas de proteção da pele aqui.

 

O melasma pode surgir em camadas diferentes da pele, o que exige tratamentos diferentes para cada caso. Na semana que vem vamos falar sobre os mais indicados. Hoje a medicina conta com vários medicamentos e tecnologias que podem suavizar o problema, como ácidos e terapias com laser. Fique ligado!

 

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Acne é uma doença de pele extremamente comum, que pode afetar tanto adolescentes quanto adultos. Trata-se de uma inflamação das glândulas sebáceas e dos folículos pilossebáceos.

Essa inflamação pode ocorrer por alterações hormonais. É por isso que as populares espinhas são mais associadas à puberdade e aos anos de adolescência: quando o organismo humano é um caldeirão hormonal em ebulição.

Mas as acnes podem também aparecer em outras fases da vida. A gravidez, por exemplo, é um momento em que a mulher está mais suscetível a mudanças e adaptações, com um manancial intenso de cargas hormonais. Um ritmo de vida estressante e a ingestão de alguns alimentos e de medicamentos também podem desencadear a doença.

E lembre-se: cuidar da acne é mais fácil do que tratar suas cicatrizes. O segredo é agir rápido.

 

Os quatro graus da acne

Tecnicamente, há quatro graus de acne. A chamada comedoniana é a mais comum. Geralmente se manifesta pelos cravos (pontos negros ou claros), sobretudo no nariz, na testa e nas bochechas.

O grau dois é a denominada acne papulo pustulosa. As pápulas são as bolinhas vermelhas que se formam na pele – as famosas espinhas. Neste nível também é comum o acúmulo de pontos de pus. Muitas vezes, a pessoa sente dor. Em alguns casos, é a evolução do grau um não tratado corretamente.

O nível seguinte nesta escala de gravidade são as popularmente chamadas espinhas internas. Na verdade, são nódulos e cistos inflamados que se formam sob a pele. Na maioria das vezes, quem os tem sente dores locais.

A acne conglobata, que na maior parte das situações acomete adolescentes do sexo masculino, é o nível mais grave da doença. Nesse caso, os nódulos e cistos inflamados ficam muito próximos uns dos outros e, muitas vezes, podem se juntar em uma grande lesão. No processo de cicatrização, é comum que deixem marcas na pele.

 

Cuidados

Qualquer que seja o caso, acne tem cura. É importante procurar seu médico de confiança para que o tratamento seja adequado caso a caso. Conheça os principais cuidados:

  • Não cutucar os cravos e as espinhas. As mãos e as unhas podem contaminar a pele e agravar o problema. A limpeza de pele é a solução correta, já que a remoção de cravos é feita por um profissional em ambiente higienizado.
  • Usar na pele produtos desenvolvidos especialmente para o seu tipo. Muitas vezes o que funcionou em um amigo pode não resolver o problema em você. Cada paciente tem um histórico e um organismo diferente. Só um médico poderá orientar corretamente quanto a isso.
  • Fugir das soluções caseiras. Receitas milagrosas para controle da acne não resolvem o problema e podem agravá-lo. Tentar tratá-la sem a supervisão de um médico pode expor a pele a contaminações e a situações que estimulem o corpo a produzir mais oleosidade.

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O ácido polilático, geralmente comercializado sob o nome Sculptra, é uma substância que estimula nosso corpo a produzir o colágeno que perdemos naturalmente na idade adulta. A partir dos 20 anos, temos uma diminuição na produção de colágeno da ordem de 1% ao ano. Depois dos 30 anos esse déficit de produção já começa a impactar na sua quantidade total – por isso, o início da flacidez.

E é aí que o ácido polilático pode ser um aliado: ele é injetado em diversas áreas do corpo para combater a flacidez e a celulite. E não estamos falando de preenchimento, já que sua função é induzir a formação de colágeno pelo próprio organismo.

 

Onde o ácido polilático pode ser aplicado?

No rosto, a substância devolve o volume perdido e dá mais firmeza à pele. Mas o ácido também pode ser usado para combater a flacidez e celulite no corpo todo, como nos braços, glúteos, abdômen, coxas e colo.

 

Como é o procedimento?

Usando uma cânula especial para diminuir o desconforto, o médico aplica o ácido polilático abaixo da derme, na camada mais profunda da pele. Como o corpo se encarregará de produzir colágeno, o estímulo é contínuo e dura meses.

 

Quantas sessões são necessárias?

Geralmente são indicadas cerca de 3 sessões, em um intervalo de quatro a seis semanas. O médico avalia a evolução a cada consulta e orienta o paciente sobre os próximos passos.

 

É recomendado combinar as aplicações com outros tratamentos?

Sim. Para o corpo, “o melhor resultado sempre vem da combinação de tratamentos”, afirma a Dra. Rebecca Medina, médica dermatologista da Clínica Maddarena. “O ácido polilático pode ser associado a radiofrequência, massagem modeladora e outros procedimentos para que os resultados sejam potencializados”, continua a profissional.

 

Os resultados são permanentes?

Os resultados são permanentes mas o corpo, com o tempo, continua com seu processo natural de perda de colágeno. Por isso, é indicado fazer uma nova sessão uma vez por ano para que a produção de colágeno continue a ser estimulada.

 

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A indústria de cosméticos tem evoluído muito, cada vez com produtos mais potentes. Mas a forma como eles são aplicados influencia muito nos resultados. Veja com a gente o que você pode fazer para turbinar o efeito daquele seu creme favorito!

 

Abra caminho com a esfoliação

A camada mais superficial da pele acumula células mortas e resíduos que impedem que os cosméticos sejam completamente absorvidos. É possível reduzir esse obstáculo com uma esfoliação correta. Ela pode ser feita de forma mecânica – com um sabonete esfoliante, por exemplo – ou química, com peelings e ácidos especiais.

Mas atenção: a esfoliação deve ser feita na frequência e intensidade correta para cada tipo de pele. Caso contrário, corre-se o risco de se machucar ou causar oleosidade em excesso.

O tipo de pele influencia na melhor forma de esfoliação e só um especialista pode indicar os procedimentos corretos.

 

Cuide da limpeza diária

Se a esfoliação é feita de vez em quando, a higienização da pele deve ser frequente. Mais precisamente duas vezes por dia: na hora de dormir e ao acordar. Isso porque, ao longo do dia, nosso rosto acumula oleosidade, poluição e resíduos de maquiagem e cosméticos. Invista em um sabonete apropriado para seu tipo de pele e converse com seu dermatologista sobre tônicos faciais, séruns e outros produtos para manter a pele limpa, com a oleosidade controlada e com o pH balanceado.

 

Ative a circulação

Para que hidratantes sejam melhor absorvidos, faça uma leve massagem em movimentos circulares. Além de ativar a circulação da área, é uma delícia. Dê um presente para você mesma e dedique um minuto de relaxamento antes de dormir e ao acordar. Você merece!

 

Fique de olho no relógio

Alguns cosméticos não são indicados para quem vai se expor ao sol e, por isso, devem ser aplicados à noite, antes de dormir. Conheça as características de seus produtos e siga sempre as instruções de uso.

 

Conheça o drug delivery

É a combinação de tratamentos como laser e microagulhamento para fazer com que medicamentos alcancem camadas mais profundas da pele. Trata-se de um tratamento altamente eficaz, mas delicado. Apenas um médico habilitado pode conduzi-lo.

 

Consulte sempre seu dermatologista

Nossa pele muda muito ao longo dos anos e um produto que sempre funcionou pode passar a não ser a melhor opção. Sem contar que a indústria dos cosméticos é uma das que mais avançam em pesquisa e tecnologia.

Mudanças como hormônios, idade, níveis de estresse e até novos hábitos podem alterar as necessidades da pele. Visite seu dermatologista pelo menos uma vez por ano. É a melhor oportunidade para tirar dúvidas, entender o próprio corpo e ajudar no diagnóstico precoce de doenças graves, como o câncer de pele.

 

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