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Tag: "rosto"

Você sabia que, a cada dez casos de câncer diagnosticado, três são câncer de pele? O Brasil é um dos países com maior incidência da doença, que aparece com mais frequência em pessoas expostas constantemente ao sol sem proteção.

As medidas de prevenção do câncer de pele são simples de seguir mas muitas vezes acabam ignoradas por falta de hábito. Veja com a gente pequenos passos importantes para uma vida mais saudável.

 

1. Pare e olhe o seu corpo

Tire a roupa e se olhe no espelho, procurando por manchas irregulares ou lesões na pele. Dedique 5 minutos para olhar toda a extensão do corpo, inclusive sola do pé e o couro cabeludo. Esse autoconhecimento é muito importante para todo mundo: é a chance de entender como o corpo funciona para que, em caso de alterações, elas sejam percebidas imediatamente.

 

2. Visite seu dermatologista

Qual foi a última vez em que você se consultou com um dermatologista? Se faz mais de um ano, agende agora, mesmo que você não tenha nenhuma queixa específica. Ele é o profissional capacitado a avaliar a pele em busca de lesões e a tirar todas as dúvidas a respeito de cuidados e prevenção de doenças.

 

3. Protetor solar é essencial — mas outras coisas também são

Falamos muito sobre a importância do protetor solar. Ele deve ser usado diariamente – mesmo em dias nublados – e retocado a cada três horas ou após suor excessivo. Seu uso é importante porque forma uma barreira entre a pele e os raios solares, ajudando a reduzir seus efeitos nocivos.

Mas há outras barreiras e hábitos igualmente importantes: como protetor solar não bloqueia os raios em sua totalidade, é recomendado que as pessoas evitem exposição prolongada ao sol nos horários em que ele está mais intenso, entre dez da manhã e quatro da tarde. Levante a mão quem, com a chegada do verão, nunca quis tirar o atraso e colocar o bronzeado em dia em uma única ida à praia. Mas bronze saudável é o construído aos poucos, com proteção e nos horários em que o sol está mais leve.

O uso de camiseta e óculos de sol também é incentivado pelos médicos, por oferecerem mais uma barreira física contra os raios solares. É importante combinar dois ou mais desses grandes aliados. A pele no futuro vai agradecer!

 

4. Não deixe para depois!

As manchas e pintas que mais merecem atenção são aquelas com pigmentação ou bordas irregulares, que cresceram nos últimos tempos, que doem ou coçam. Feridas que não cicatrizam também precisam ser examinadas. Encontrou uma lesão suspeita na pele? Não espere: procure seu dermatologista imediatamente.

 

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A cirurgia bariátrica, popularmente conhecida como redução de estômago, é uma intervenção indicada por médicos a muitas pessoas que precisam perder peso. Os resultados costumam ser muito bons e é normal que o paciente queira dar um up maior ainda no visual com uma cirurgia plástica.

 

Voltando à rotina depois de perder muitos quilos

Com a cirurgia bariátrica, o paciente perde dezenas de quilos em questão de meses. O emagrecimento melhora sua qualidade de vida, sua saúde em geral e eleva sua autoestima. Muitas pessoas, por conta do peso excessivo, deixam de praticar atividades físicas e de socialização e esse período pós-operatório é uma ótima fase para a retomada de hábitos prazerosos.

 

O excesso de pele

Mas a perda rápida de peso tem um lado incômodo: a pele, que por muitos anos esteve esticada ao extremo, não consegue se retrair completamente. O resultado fica no aspecto flácido do corpo e no envelhecimento do rosto. Além da questão estética, o excesso de pele pode causar desconfortos e assaduras no paciente. A boa notícia é que é possível resolver o problema com cirurgia plástica.

 

Quando fazer

É preciso que o paciente tenha se recuperado completamente da bariátrica e que seu peso esteja se estabilizado. Isso ocorre geralmente depois de um ou dois anos da cirurgia. Antes de procurar o cirurgião plástico, é necessário conversar com o médico que fez a redução do estômago para avaliar seu estado de saúde e se está apto a um novo procedimento.

 

A cirurgia

O cirurgião remove o excesso de pele nas regiões em que ela ficou mais distendida, como barriga, coxas, braços, mamas e papada. O médico trabalha para que a cicatriz seja a menor possível, mas quando muita pele é retirada, é possível que a marca da incisão seja maior. E, pensando na saúde e no bem-estar do paciente, caso necessite remover a pele de muitas áreas do corpo, pode ser necessário fazer mais de uma cirurgia.

É comum que pacientes que passaram pelos desconfortos da cirurgia bariátrica – e seu pós-operatório delicado – não queiram se submeter a novas intervenções tão cedo. Mas é importante dizer que são tipos bem diferentes de cirurgia e que em pouco tempo o paciente retoma suas atividades rotineiras, desta vez sem o desconforto causado pelo excesso de pele.

Ainda, há outro benefício: os tecidos cutâneos em excesso requisitam funcionamento de vários órgaos internos, como pâncreas, fígado, rins e coração. É um esforço a mais, apenas para manterem-se ali, vivos, sem dar contrapartida nenhuma. Ao remover esses tecidos sem função, diminuímos a sobrecarga para o metabolismo.

 

O pós-operatório

Como sempre frisamos aqui, é importante seguir à risca as orientações médicas para o pós-operatório. O cirurgião vai indicar o uso de cintas ou sutiãs de compressão e sessões de drenagem linfática para aliviar o inchaço da região. A recuperação completa deve ocorrer dentro de poucas semanas.

 

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Sim. Durante qualquer cirurgia – não só a plástica –, muitos tecidos sofrem traumas. Isso é perfeitamente normal e esperado. A forma natural de o corpo reagir a tudo isso é formando o processo inflamatório. Ele se inicia com uma maior irrigação sanguínea na região e, com o tempo, causa o inchaço e o acúmulo de outros líquidos. Mas atenção:  não confunda inflamação, que é o organismos reagindo naturalmente, com infecção, que é o organismo sendo atacado!

 

Como amenizar o inchaço

Todo cirurgião plástico orienta seus pacientes sobre os cuidados no pós-operatório e uma das maiores preocupações é justamente diminuir o inchaço. Para procedimentos com lipoaspiração, a cinta de compressão é essencial nessa fase, já que ela ajuda a comprimir a região, auxiliando o corpo a se recuperar. Em outras regiões do corpo, a compressão pode ser feita de outras formas — são exemplos o sutiã na mamoplastia e uma proteção especial no pescoço na redução da papada.

Outra medida importante é a drenagem linfática. Nela, profissionais habilitados massageiam com cuidado a região, auxiliando a conduzir as substâncias que formam o inchaço até a circulação sanguínea. De lá, elas são eliminadas pela urina.

 

Em quanto tempo o inchaço desaparece?

Não há um prazo exato que se aplique a todos os pacientes. O inchaço diminui gradualmente e pode levar semanas ou até meses para que o corpo atinja o aspecto desejado. Cada pessoa reage de uma forma diferente a intervenções cirúrgicas e por isso cada recuperação tem seu ritmo. Esse é mais um motivo para que o paciente faça sempre o acompanhamento pós-cirúrgico de forma correta, indo às consultas programadas e sempre conversando sobre suas dúvidas e preocupações.

 

Uma boa alimentação ajuda a reduzir o inchaço?

Comidas pesadas sobrecarregam o sistema digestório e por isso, aumentam a sensação de mal estar. Já o edema pós-operatório deve-se à resposta do organismo para que a cicatrização ocorra. Os alimentos, mesmo com sódio, importam pouco nesse tipo de edema (inchaço). O que deve ser evitado é qualquer alimento pesado que naturalmente cause desconforto estomacal ou gases, como feijoada, churrasco e refrigerantes.

 

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Ácido glicólico, retinóico, salicílico… Você certamente já ouviu esses nomes em alguma consulta com seu dermatologista ou lendo algum rótulo de produto. Mas para que eles servem? Confira com a gente!

 

Ácido glicólico

É derivado da cana de açúcar e de outros vegetais doces – por isso o nome. Promove a descamação da pele e a renovação celular. Portanto, é uma boa opção para atenuar linhas de expressão, iluminar a pele, reduzir alguns tipos de manchas e estimular a produção de colágeno pelo organismo.

As formulações em menores quantidades podem ser prescritas por um médico dermatologista para uso em casa, como parte da rotina de cuidados diários. Em maiores concentrações, o ácido só deve ser aplicado por profissionais em sessões de peeling químico.

 

Ácido retinóico

Também promove a descamação da pele, amenizando a sensação de aspereza, as rugas e as manchas. Graças ao seu poder de renovação celular, também é indicado para atenuar estrias e cicatrizes de acne.

 

Ácido hialurônico

Quem acompanha nosso blog sabe como gostamos de falar do ácido hialurônico! Ele é naturalmente produzido pelo organismo e não causa rejeição. É indicado pelos médicos para preencher pequenas áreas do corpo, como lábios e rugas e também para fazer a ancoragem dos tecidos, como no MD Codes.

Hoje em dia há várias formulações do ácido para finalidades específicas — das injeções de preenchimento aplicadas por um médico habilitado até os cremes hidratantes para uso diário.

 

Ácido salicílico

É um ácido que controla a oleosidade da pele e evita a contaminação por fungos e bactérias. Por isso, é muito indicado para quem quer amenizar a acne. Também promove uma leve descamação na pele, o que ajuda na renovação celular.

 

Ácido ascórbico

Também conhecido como a famosa vitamina C, é o queridinho nos tratamentos de rejuvenescimento facial. Por ser antioxidante, ele ajuda a retardar o processo de envelhecimento da pele é indicado para quem ainda não apresenta os primeiros sinais da idade e para quem já quer tratar rugas e linhas de expressão. Também é indicado para algumas manchas, como as do melasma.

 

Ácido tranexâmico

Um outro ácido indicado para o combate à hiperpigmentação. Ele clareia manchas, uniformiza o tom e também pode ser prescrito em casos de melasma, manchas provocadas pelo sol e marcas de acne.

Há várias formas de usá-lo: em cremes, por via oral e até em injeções diretamente na mancha.

 

Atenção aos ácidos: não use nenhum sem prescrição médica!

Os ácidos para o rosto nos trazem excelentes benefícios, mas devem sempre ser usados sob prescrição médica. Só um médico pode avaliar se uma substância é indicada para o caso concreto. O profissional vai levar em consideração muitos outros aspectos do paciente além da queixa que o fez procurar o consultório. É preciso saber sobre alergias, histórico familiar de doenças, a rotina do paciente em relação à exposição ao sol, etc.

Importante: nunca use nenhum medicamento sem orientação e informe imediatamente seu médico sobre reações adversas ou se ficar grávida.

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Quando o assunto é modelar o corpo e acabar com a gordura localizada, a famosa “lipo” sempre vem à tona. Mas qual a diferença entre lipoaspiração e lipoescultura? Qual solução é indicada para cada caso? Entenda as peculiaridades com a gente!

 

Lipoaspiração

Com uma cânula, o médico aspira a gordura localizada em áreas como abdome, barriga, costas, axilas e culote. Mas atenção: lipoaspiração não é um procedimento para emagrecer! Ela é recomendada para quem está no peso ideal ou muito próximo dele, já que não se recomenda tirar mais de 5% da massa corporal. 

A cicatriz é discreta e em lugares mais escondidos, como dobrinhas da pele e sulcos do corpo. 

O pós-operatório requer o uso de cinta modeladora e sessões periódicas de drenagem linfática. Com o passar dos meses, o paciente desincha e corpo vai tomando seu formato final. É possível que a pele não retraia completamente e o excesso pode ser removido com uma cirurgia plástica complementar. 

 

Lipoescultura

É a junção da lipoaspiração com aplicações de gordura de forma estratégica, para modelar o corpo. O médico pode indicá-la a pacientes que desejam reduzir medidas em uma região e aumentar em outras. Mas, mais do que colocar gordura em outro local, lipoescultura é a maneira como a gordura localizada é retirada. 

Do mesmo modo que um escultor retira os excessos do mármore para mostrar as formas “escondidas” no seu interior, na lipescultura mostra-se a real silhueta encoberta pelas áreas de lipodistrofia, ou gordura localizada. A lipoenxertia – método em que o médico transfere células de gordura para outras regiões – é também utilizada na lipoescultura para complementar e otimizar o resultado. Ou seja, a lipoescultura pode ser feita isoladamente com a lipoaspiração, ou combinada com a lipoenxertia. Uma vez transferidas, nem todas as células sobreviverão no local. Existe uma taxa de reabsorção que pode ser alta, com pouco ou nenhum resultado. Há, no entanto, algumas técnicas que aumentam a taxa de sobrevida das células transferidas, mas não há como garantir a taxa de eficácia. Por outro lado, quando integradas na região, ficarão para sempre.

A técnica também pode ser usada para preencher regiões menores ou que precisam de correções mais delicadas, como rosto, bigode chinês, mãos e ajustes de pequenas simetrias.

 

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