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Tag: "ancoragem facial"

Uma forma de dar um up no rosto de forma menos invasiva é o preenchimento labial. Com ele, é possível aumentar volume, definir contorno ou projetar os lábios de forma harmônica e controlada. A técnica mais segura para atingir esse objetivo é o uso do ácido hialurônico, uma substância que já é naturalmente encontrada no corpo. Por isso, é um material seguro, que não é rejeitado pelo organismo. Graças a seus bons resultados, também é indicado para preencher rugas e pequenas áreas do corpo, como as mãos .

 

 

Como o preenchimento labial é feito

Primeiramente o médico especialista fará a análise e planejamento, com as marcações necessárias. Em seguida, injeta o ácido hialurônico em pontos específicos, considerando as características do rosto de cada pessoa. Cada região dos lábios é analisada e recebe uma quantidade específica da substância. É importante lembrar que não é possível copiar os lábios de uma celebridade ou de uma amiga. Cada rosto é único.

 

Cuidados depois do procedimento

O preenchimento labial é um procedimento feito no consultório do médico e cuidados simples ajudam a obter um melhor resultado. É normal que no dia seguinte à aplicação a região fique inchada e, por isso, o médico pode indicar alguns cuidados, como massagens ou compressas. Nos primeiros dias também é necessário evitar exposição ao sol e o uso de maquiagem. Passado esse período, a pessoa pode levar uma vida normal.

 

Duração do resultado

O preenchimento labial com ácido hialurônico é um procedimento temporário, já que a substância é reabsorvida pelo organismo em cerca de seis a doze meses. Isso é uma vantagem, já que o paciente pode ir variando o volume de acordo com suas necessidades e com as mudanças naturais de volume que todo rosto sofre com o passar do tempo.

 

Indo além dos lábios

Para ter um aspecto harmônico e natural, é preciso respeitar os volumes da face e entender as expectativas do paciente. Muito se fala atualmente no termo “harmonização facial”. Nada mais é do que combinar diversas técnicas para, de maneira sutil, dar ao rosto um aspecto mais equilibrado e jovem, sem alterar as características de cada paciente. Saiba mais aqui

Assim, o preenchimento labial pode ser combinado com outros procedimentos, como aplicações de toxina botulínica em pontos estratégicos do rosto e preenchimento de rugas e pés de galinha. 

 

Outras técnicas de preenchimento labial

Só um médico experiente pode dizer qual a melhor técnica para cada paciente. Há outras menos utilizadas, mas que podem ser indicadas em casos específicos. É possível, por exemplo, usar nos lábios a própria gordura do paciente, extraída na lipoaspiração. Saiba mais sobre esse tipo de cirurgia aqui. As substâncias sintéticas que prometem resultado permanente – como PMMA, silicone e hidrogel – não são recomendadas, pois podem ser absorvidas pelo corpo e causar inflamações e deformidades graves. 

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Quando o assunto é modelar o corpo e acabar com a gordura localizada, a famosa “lipo” sempre vem à tona. Mas qual a diferença entre lipoaspiração e lipoescultura? Qual solução é indicada para cada caso? Entenda as peculiaridades com a gente!

 

Lipoaspiração

Com uma cânula, o médico aspira a gordura localizada em áreas como abdome, barriga, costas, axilas e culote. Mas atenção: lipoaspiração não é um procedimento para emagrecer! Ela é recomendada para quem está no peso ideal ou muito próximo dele, já que não se recomenda tirar mais de 5% da massa corporal. 

A cicatriz é discreta e em lugares mais escondidos, como dobrinhas da pele e sulcos do corpo. 

O pós-operatório requer o uso de cinta modeladora e sessões periódicas de drenagem linfática. Com o passar dos meses, o paciente desincha e corpo vai tomando seu formato final. É possível que a pele não retraia completamente e o excesso pode ser removido com uma cirurgia plástica complementar. 

 

Lipoescultura

É a junção da lipoaspiração com aplicações de gordura de forma estratégica, para modelar o corpo. O médico pode indicá-la a pacientes que desejam reduzir medidas em uma região e aumentar em outras. Mas, mais do que colocar gordura em outro local, lipoescultura é a maneira como a gordura localizada é retirada. 

Do mesmo modo que um escultor retira os excessos do mármore para mostrar as formas “escondidas” no seu interior, na lipescultura mostra-se a real silhueta encoberta pelas áreas de lipodistrofia, ou gordura localizada. A lipoenxertia – método em que o médico transfere células de gordura para outras regiões – é também utilizada na lipoescultura para complementar e otimizar o resultado. Ou seja, a lipoescultura pode ser feita isoladamente com a lipoaspiração, ou combinada com a lipoenxertia. Uma vez transferidas, nem todas as células sobreviverão no local. Existe uma taxa de reabsorção que pode ser alta, com pouco ou nenhum resultado. Há, no entanto, algumas técnicas que aumentam a taxa de sobrevida das células transferidas, mas não há como garantir a taxa de eficácia. Por outro lado, quando integradas na região, ficarão para sempre.

A técnica também pode ser usada para preencher regiões menores ou que precisam de correções mais delicadas, como rosto, bigode chinês, mãos e ajustes de pequenas simetrias.

 

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A mentoplastia é a cirurgia plástica de correção do queixo. Ela ajuda – e muito – a obter um maior equilíbrio nas proporções faciais. Já falamos sobre volumetria facial e esse procedimento é mais um aliado para uma melhor harmonia do contorno do rosto.

 

Para quem a mentoplastia é indicada?

Ela é indicada quando o queixo é muito pequeno ou muito grande, e também naqueles com excesso de gordura ou mal posicionados.

O perfil do paciente fica mais harmônico. Muitas vezes se nota que a pessoa está mais bonita, mas não percebemos o que mudou.

 

Como a cirurgia é feita?

Na mentoplastia, o cirurgião plástico faz um corte por dentro do lábio, perto da gengiva. É por aí que se coloca o implante, que fica posicionado entre o osso do queixo e o periósteo, a membrana que recobre o osso. Por conta do local da incisão, não há nenhuma cicatriz aparente.

 

Tipos de prótese

Como cada paciente é único, o médico deve primeiro analisar a estrutura do rosto, como o tamanho do nariz e da testa. Assim, é possível determinar o tipo e tamanho de prótese a ser usada.

Os implantes mais comuns são os de silicone ou de polietileno (Porex). O silicone é diferente do que é usado nas mamas. Nesse caso, ele é mais firme e geralmente não necessita ser trocado com o tempo. Os de polietileno são parafusados no osso e apresentam uma melhor fixação no organismo.

Há próteses mais curtas, que são colocadas apenas na ponta do queixo, e outras mais alongadas, que se estendem até a linha da mandíbula.

Mudanças mais sutis podem ser feitas com ácido hialurônico, uma substância que não é rejeitada pelo corpo e que pode ser aplicada no próprio consultório médico. Os resultados, no entanto, são temporários e limitados a ajustes pequenos.

 

Cirurgias combinadas

Para um resultado mais harmônico, é possível que o cirurgião plástico sugira combinar a mentoplastia com outros procedimentos. A perfiloplastia é a intervenção que faz ajustes adicionais no nariz e até no pescoço, conferindo uma melhora significativa no perfil do paciente.

 

O pós-operatório

Os cuidados depois da cirurgia são simples, mas devem ser seguidos à risca. É comum que a região fique inchada e dolorida, então é importante repouso nos primeiros dias e compressas geladas. Uma boa higiene bucal é essencial e é aconselhável evitar alimentos muito quentes.

Para aliviar edemas, sessões de drenagem linfática também são aconselhadas.

 

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À medida que envelhecemos, nosso rosto muda de forma. Isso acontece porque, com o tempo, os volumes da face se deslocam, a pele perde colágeno e os movimentos que fazemos no dia a dia criam, aos poucos, rugas e linhas de expressão. Clique aqui para ler mais sobre tais transformações, que são naturais e fazem parte da vida de todo mundo.

A ancoragem facial é uma forma de amenizar esses efeitos. Trata-se de uma técnica que usa ácido hialurônico em pontos estratégicos para reposicionar tecidos do rosto.

 

O que é ácido hialurônico e como ele ajuda?

É uma substância que temos naturalmente em nosso corpo. É utilizada no processo de produção da malha de colágeno. O ácido hialurônico também é responsável por transportar água no organismo.

Nossos tecidos moles – os músculos, por exemplo – se apoiam nos ossos. No caso da face, com o passar dos anos, eles assumem um aspecto caído, já que se deslocam para baixo devido à reabsorção óssea.

Ao se colocar quantidades mínimas de ácido hialurônico em pontos estratégicos, normalmente localizados próximos ao osso, os músculos são tracionados de volta ao local de origem. Para facilitar a avaliação de quais pontos devem ser abordados, há uma técnica conhecida como MD Codes, em que as várias regiões da face ganham um código constituído por letras e números (CK1, TT2, LP5, etc.).

 

Onde ele é aplicado?

O médico começa o procedimento sempre pelos pontos que estruturam a face, trazendo para cima os tecidos. Em seguida, aplicações são feitas nos pontos que melhoram o contorno. Por fim, analisando a necessidade de cada rosto, são feitos acabamentos pontuais, para que os resultados fiquem refinados e naturais.

Embora o ácido hialurônico seja classificado como um preenchedor, a técnica de ancoragem facial é completamente diferente do preenchimento. O objetivo não é completar uma concavidade, mas sim, reposicionar os tecidos. Um exemplo claro é que para tratar o sulco naso-geniano (conhecido popularmente como bigode chinês), os pontos de aplicação ficam praticamente todos fora dessa área, na lateral da face e, eventualmente, nas regiões logo abaixo dos olhos.

 

Quais os resultados?

A ancoragem facial pode ser usada para vários fins. Conheça os principais:

  • Reestabelecer os contornos da face
  • Atenuar olheiras
  • Levantar sobrancelhas ou supercílios caídos
  • Melhorar o contorno da mandíbula, a forma e a espessura dos lábios
  • Conferir uma melhor posição do queixo
  • Reduzir a papada do pescoço. Neste caso, é recomendado combinar com outros procedimentos, como o coolsculpting.

 

Uma coisa leva à outra

Com a natural mudança do volume do rosto, alguns grupos musculares passam a fazer um esforço maior para elevar os tecidos. Por essa razão, muitas pessoas usam a musculatura da testa para ajudar a manter os olhos abertos. Isso acontece porque o excesso de pele nas pálpebras faz com que o músculo da pálpebra, sozinho, não dê conta do recado.

Do mesmo modo, algumas pessoas mais velhas usam os músculos presentes no nariz durante o sorriso, pois precisam desse auxílio para levantar as bochechas.

Com a ancoragem, esse esforço é menor. O sorriso fica mais harmonioso, inclusive com diminuição dos pés-de-galinha.

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A face é dividida em três partes: o terço superior, representado pela testa; o terço médio, ocupado pelo nariz; e o terço inferior, entre o final do nariz e o queixo. A harmonização facial leva em consideração que cada uma dessas três partes tem um volume próprio. Entenda como o rosto muda com o tempo e como evitar exageros.

 

Carinha de bebê

Logo ao nascer, a face é redonda. Gradualmente, sofre um giro para frente e para baixo, tornando-se alongada. O centro desse giro, que se mantém ao longo da vida, fica no meato acústico, o buraco da orelha. Isso faz com que os tecidos da região central da face sofram mais os efeitos dessa movimentação. Dessa forma, os volumes se alteram, pois a mudança de posição causa um esvaziamento do terço médio, a região das maçãs do rosto, ao mesmo tempo que aumenta o volume do contorno da mandíbula – os chamados “buldoguinhos”.

Como o volume é proporcionado pelo osso da testa, no terço superior não ocorre uma variação grande, embora o efeito do giro seja notado pela posição mais baixa das sobrancelhas.

 

Mudanças ao longo da vida 

Ao observar fotografias de uma mesma pessoa ao longo da vida, podemos notar que uma face inicialmente com formato de um tonel, ou triângulo, apontado para baixo, com o tempo tende a se tornar um tonel apontado para cima, passando por uma fase em que se assemelha a um retângulo.

Essa mudança de volumetria é o objeto a ser tratado em uma intervenção cirúrgica para uma melhor harmonização facial. Mais do que esticar a pele, deve-se reposicionar os volumes a fim de se obter uma maior harmonia e rejuvenescimento da face.

Existem também as microáreas, como na região dos olhos. O olho é uma esfera do tamanho de um limão, apoiado em cinco colchõezinhos de gordura – dois em cima e três embaixo. Com o tempo esses coxins escorregam para a frente, criando as bolsas palpebrais ao mesmo tempo que deixam o olho mais fundo. A essa altura, há alteração da volumetria local, deixando a face com um aspecto mais envelhecido.

 

O que se usa no preenchimento?

A tecnologia permitiu aprimorar as técnicas tradicionais de preenchimento, proporcionando menos rejeição e possibilitando resultados mais seguros. O cirurgião plástico deve avaliar o paciente e, de acordo com a necessidade, pode utilizar recursos como silicone na forma sólida ou acondicionado dentro de “envelopes”, polimetilmetacrilato (PMMA) e ácido hialurônico. Este último, por ser uma molécula também existente em nosso corpo, não causa rejeição ou alergias.

 

E como as rugas se formam? 

Na face ocorre o fenômeno da hipercinesia muscular, ou a contração excessiva dos músculos. Ela provoca as rugas dinâmicas, aquelas que aparecem quando fazemos determinadas expressões, como os pés-de-galinha ao redor dos olhos. De tanto dobrar sempre no mesmo local, as fibras de colágeno se quebram e formam as chamadas rugas estáticas, presentes mesmo com a face em repouso, sem nenhum tipo de expressão.

Nesses casos usamos a toxina botulínica para relaxar a musculatura e, portanto, tratar o componente dinâmico da ruga. Posteriormente, complementamos com ácido hialurônico para preencher o espaço deixado pelas fibras de colágeno destruídas, tratando o componente estático da ruga.

 

A harmonização facial só é possível com cirurgia plástica?

Boas notícias: é possível associar técnicas e ter bons resultados. A toxina botulínica pode ser usada para diminuir a força de contração dos músculos que puxam a face para baixo. Consequentemente os músculos que puxam para cima se tornarão proporcionalmente mais fortes, proporcionando um aspecto de rejuvenescimento.

Associando tal efeito à correção da volumetria com os preenchedores, obtém-se efeitos muito satisfatórios a quem deseja um rejuvenescimento facial sem passar por uma cirurgia. A realização desses procedimentos é rápida – costuma levar de 10 a 30 minutos –, e praticamente indolor: usa-se anestesia local ou, em alguns casos, até se dispensa a aplicação do anestésico.

O efeito obtido é o restabelecimento da volumetria, com o reposicionamento do triângulo facial apontando para baixo. É claro que, em alguns, a intervenção cirúrgica se faz necessária, mas a amenização é garantida.

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