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Tag: "preenchimento"

O ácido polilático, geralmente comercializado sob o nome Sculptra, é uma substância que estimula nosso corpo a produzir o colágeno que perdemos naturalmente na idade adulta. A partir dos 20 anos, temos uma diminuição na produção de colágeno da ordem de 1% ao ano. Depois dos 30 anos esse déficit de produção já começa a impactar na sua quantidade total – por isso, o início da flacidez.

E é aí que o ácido polilático pode ser um aliado: ele é injetado em diversas áreas do corpo para combater a flacidez e a celulite. E não estamos falando de preenchimento, já que sua função é induzir a formação de colágeno pelo próprio organismo.

 

Onde o ácido polilático pode ser aplicado?

No rosto, a substância devolve o volume perdido e dá mais firmeza à pele. Mas o ácido também pode ser usado para combater a flacidez e celulite no corpo todo, como nos braços, glúteos, abdômen, coxas e colo.

 

Como é o procedimento?

Usando uma cânula especial para diminuir o desconforto, o médico aplica o ácido polilático abaixo da derme, na camada mais profunda da pele. Como o corpo se encarregará de produzir colágeno, o estímulo é contínuo e dura meses.

 

Quantas sessões são necessárias?

Geralmente são indicadas cerca de 3 sessões, em um intervalo de quatro a seis semanas. O médico avalia a evolução a cada consulta e orienta o paciente sobre os próximos passos.

 

É recomendado combinar as aplicações com outros tratamentos?

Sim. Para o corpo, “o melhor resultado sempre vem da combinação de tratamentos”, afirma a Dra. Rebecca Medina, médica dermatologista da Clínica Maddarena. “O ácido polilático pode ser associado a radiofrequência, massagem modeladora e outros procedimentos para que os resultados sejam potencializados”, continua a profissional.

 

Os resultados são permanentes?

Os resultados são permanentes mas o corpo, com o tempo, continua com seu processo natural de perda de colágeno. Por isso, é indicado fazer uma nova sessão uma vez por ano para que a produção de colágeno continue a ser estimulada.

 

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Certamente você já ouviu falar sobre o colágeno, essa proteína que é tão importante para nosso organismo. Trata-se de uma substância produzida por todos os animais – e que é fundamental para a constituição do tecido conjuntivo.

Ele está presente na pele, nas cartilagens, nos tendões e em muitos órgãos do corpo humano. É a proteína mais abundante em nosso organismo, representando 30% do total.

De uma maneira bem simples, podemos dizer que essa substância é que dá a forma ao nosso corpo: firmeza e resistência, sem deixar de ser macio.

A partir dos 20 anos temos uma diminuição na produção de colágeno da ordem de 1% ao ano. Depois dos 30 anos esse déficit de produção já começa a impactar na sua quantidade total e por isso o início da flacidez

Além da flacidez, a ruptura das fibras de colágeno provoca as estrias

 

Qualidade de vida

Alguns fatores comportamentais podem fazer com que a diminuição do colágeno ocorra de forma mais rápida no organismo. Fumar, exagerar no sol ou ter um dia a dia muito estressado em geral precipita esse processo, trazendo efeitos mais visíveis ainda em pessoas jovens.

Esta é uma das razões porque pessoas expostas a condições difíceis parecem mais velhas do que realmente são.

 

O colágeno na alimentação

Uma alimentação balanceada pode ajudar o organismo e atenuar um pouco os efeitos naturais da idade. Peixes, frango, carne vermelha e ovos são ricos em colágeno. Alguns tipos de queijo – como o minas e o cottage – também são importantes.

É bom também ingerir legumes, verduras, frutas e castanhas. Porque eles são ricos em nutrientes – selênio, zinco, vitaminas A, C e E. E são esses nutrientes que garantem que o colágeno seja absorvido pelo organismo.

 

Suplementos de colágeno

O colágeno, como toda proteína, é uma cadeia de aminoácidos, como se fossem peças de Lego. No processo de digestão, nosso organismo “desmonta” as proteínas, absorvendo os aminoácidos. Uma vez absorvidos, o destino deles será compor uma nova proteína, que poderá ou não ser um colágeno.

Dessa maneira, acredita-se não ser preciso ingerir colágeno para produzi-lo, mas sim ter uma alimentação regular que garanta um bom estado nutricional.

 

Estimulando a produção 

Hoje em dia é possível contornar o problema da perda de colágeno com tratamentos que estimulam a produção pelo próprio corpo, como o Multiwaves, radiofrequência, microagulhamento, drug delivery, laser e peelings físicos ou químicos.

Essas novas tecnologias auxiliam na firmeza da pele e melhoram o aspecto de linhas de expressão e cicatrizes, inclusive as de estrias.

 

Colágeno emagrece?

Não exatamente. Mas a ingestão do suplemento em pó em quantidades indicadas por um médico pode gerar sensação de saciedade, diminuindo a fomezinha indesejada em horários errados. O produto sozinho não faz milagres e perda de peso saudável só se consegue com boa alimentação e exercícios. Mas o colágeno pode, sim, dar um empurrãozinho.

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Olhar no espelho e ver as olheiras demarcadas pode dar aquela sensação de abatimento, de sobrecarga, de estar carregando no semblante todo o peso dos problemas do ano. E, com o verão batendo à porta, mais ainda vem a vontade de resolver o visual.

Pois a solução não é tão complicada quanto parece. Hoje em dia, um bom tratamento feito com ácido hialurônico pode devolver a leveza de um aspecto jovem ao seu rosto. Claro que tudo precisa ser feito com responsabilidade e analisando caso a caso – por isso, uma boa conversa com seu médico é o primeiro passo para alinhar as expectativas.

 

O que é o ácido hialurônico e o que ele tem a ver com as olheiras?

Ácido hialurônico é um biopolímero que existe naturalmente em nosso organismo. Está no líquido sinovial – a “graxa” de nossas articulações –, no humor vítreo – a substância gelatinosa dos olhos – e no colágeno das células.

Quando somos jovens, temos uma quantidade alta dessa substância no tecido conjuntivo, por isso nossa pele é mais lisa, suave e elástica. Com o passar do tempo, a substância vai diminuindo – formam as rugas, acentuam-se as olheiras…

 

A hora do tratamento

Na maior parte dos casos, hoje em dia o tratamento com ácido hialurônico é a indicação mais adequada para amenizar a aparência de olheiras. Isto porque a substância, quando corretamente introduzida, reduz a impressão de profundidade embaixo dos olhos.

O tratamento combina aplicações de laser, que ativa a circulação sanguínea e diminui a coloração da pele nessas regiões.

Claro que, antes de qualquer diagnóstico, o médico precisa ouvir a queixa do paciente. Em seguida, ele vai avaliar a dinâmica, ou seja, a expressão facial, e os volumes do rosto, assim como as características da pele da região. Só então o tratamento mais adequado será decidido pelo cirurgião, sempre equilibrando o desejo do paciente e a necessidade.

 

Duração

Os efeitos da aplicação do ácido hialurônico para preenchimento não são perenes. No caso da redução das olheiras, o resultado costuma ser bom por cerca de um ano. Então, é preciso novamente avaliar a situação com o médico para, se for o caso, fazer nova aplicação do produto.

 

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A face é dividida em três partes: o terço superior, representado pela testa; o terço médio, ocupado pelo nariz; e o terço inferior, entre o final do nariz e o queixo. A harmonização facial leva em consideração que cada uma dessas três partes tem um volume próprio. Entenda como o rosto muda com o tempo e como evitar exageros.

 

Carinha de bebê

Logo ao nascer, a face é redonda. Gradualmente, sofre um giro para frente e para baixo, tornando-se alongada. O centro desse giro, que se mantém ao longo da vida, fica no meato acústico, o buraco da orelha. Isso faz com que os tecidos da região central da face sofram mais os efeitos dessa movimentação. Dessa forma, os volumes se alteram, pois a mudança de posição causa um esvaziamento do terço médio, a região das maçãs do rosto, ao mesmo tempo que aumenta o volume do contorno da mandíbula – os chamados “buldoguinhos”.

Como o volume é proporcionado pelo osso da testa, no terço superior não ocorre uma variação grande, embora o efeito do giro seja notado pela posição mais baixa das sobrancelhas.

 

Mudanças ao longo da vida 

Ao observar fotografias de uma mesma pessoa ao longo da vida, podemos notar que uma face inicialmente com formato de um tonel, ou triângulo, apontado para baixo, com o tempo tende a se tornar um tonel apontado para cima, passando por uma fase em que se assemelha a um retângulo.

Essa mudança de volumetria é o objeto a ser tratado em uma intervenção cirúrgica para uma melhor harmonização facial. Mais do que esticar a pele, deve-se reposicionar os volumes a fim de se obter uma maior harmonia e rejuvenescimento da face.

Existem também as microáreas, como na região dos olhos. O olho é uma esfera do tamanho de um limão, apoiado em cinco colchõezinhos de gordura – dois em cima e três embaixo. Com o tempo esses coxins escorregam para a frente, criando as bolsas palpebrais ao mesmo tempo que deixam o olho mais fundo. A essa altura, há alteração da volumetria local, deixando a face com um aspecto mais envelhecido.

 

O que se usa no preenchimento?

A tecnologia permitiu aprimorar as técnicas tradicionais de preenchimento, proporcionando menos rejeição e possibilitando resultados mais seguros. O cirurgião plástico deve avaliar o paciente e, de acordo com a necessidade, pode utilizar recursos como silicone na forma sólida ou acondicionado dentro de “envelopes”, polimetilmetacrilato (PMMA) e ácido hialurônico. Este último, por ser uma molécula também existente em nosso corpo, não causa rejeição ou alergias.

 

E como as rugas se formam? 

Na face ocorre o fenômeno da hipercinesia muscular, ou a contração excessiva dos músculos. Ela provoca as rugas dinâmicas, aquelas que aparecem quando fazemos determinadas expressões, como os pés-de-galinha ao redor dos olhos. De tanto dobrar sempre no mesmo local, as fibras de colágeno se quebram e formam as chamadas rugas estáticas, presentes mesmo com a face em repouso, sem nenhum tipo de expressão.

Nesses casos usamos a toxina botulínica para relaxar a musculatura e, portanto, tratar o componente dinâmico da ruga. Posteriormente, complementamos com ácido hialurônico para preencher o espaço deixado pelas fibras de colágeno destruídas, tratando o componente estático da ruga.

 

A harmonização facial só é possível com cirurgia plástica?

Boas notícias: é possível associar técnicas e ter bons resultados. A toxina botulínica pode ser usada para diminuir a força de contração dos músculos que puxam a face para baixo. Consequentemente os músculos que puxam para cima se tornarão proporcionalmente mais fortes, proporcionando um aspecto de rejuvenescimento.

Associando tal efeito à correção da volumetria com os preenchedores, obtém-se efeitos muito satisfatórios a quem deseja um rejuvenescimento facial sem passar por uma cirurgia. A realização desses procedimentos é rápida – costuma levar de 10 a 30 minutos –, e praticamente indolor: usa-se anestesia local ou, em alguns casos, até se dispensa a aplicação do anestésico.

O efeito obtido é o restabelecimento da volumetria, com o reposicionamento do triângulo facial apontando para baixo. É claro que, em alguns, a intervenção cirúrgica se faz necessária, mas a amenização é garantida.

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Seja por genética, seja pelos efeitos naturais do tempo, os volumes faciais de algumas pessoas são deficitários. A Ritidoplastia, também conhecida como Lifting Facial, pode ser uma alternativa de correção da Volumetria Facial. Para essa finalidade de complementar volumes há materiais sintéticos, como os implantes de silicone ou porex, que aumentam o contorno ósseo e também os preenchedores, como o Ácido Hialurônico.

Já o Nanofatgraft ou Lipofilling, como é mais conhecido, é um procedimento em que células de gordura são especialmente coletadas e preparadas para serem utilizadas em complementos de cirurgias faciais. Cânulas especiais fazem a coleta desses adipócitos, que depois são lavados e preparados para a transferência e são utilizados para melhorar o contorno dos olhos (incluindo as olheiras), o contorno da mandíbula e também para dar mais volume às maçãs do rosto. Os pré-adipócitos, formas jovens dos adipócitos, além de terem boa integração quando transferidos (não são reabsorvidos), produzem o Growing Factor, substância que melhora o metabolismo dos tecidos locais.

Não custa lembrar que só um médico especialista pode te dizer qual é a técnica ideal para tratar o seu caso. Portanto, além de seguir acompanhando o blog, é essencial que você agende uma avaliação médica e tire todas as suas dúvidas sobre a Ritidoplastia.

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