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Tag: "toxina botulínica"

Você já ouviu falar em colágeno, certo? Ele é a proteína responsável pela constituição da pele e sua firmeza. Mas, a partir dos 20 anos, nossa produção de colágeno cai 1% ao ano e é por isso que, à medida que envelhecemos, nosso rosto passa a ter um aspecto caído e perde o viço.

O envelhecimento é um processo natural. Pode ser controlado, mas não deixa de existir. É uma característica de todo ser humano.

Mas há algumas situações em que esse envelhecimento aparece mais cedo. Veja com a gente como isso acontece e como evitar.

 

O que é envelhecimento precoce?

É o surgimento, antes do tempo, de manchas, rugas e flacidez. A pele perde hidratação e elasticidade, ficando com um aspecto cansado e sem viço. As bolsinhas de gordura presentes sob a pele da pálpebra também podem mudar de lugar, provocando olheiras e bolsas sob os olhos.

 

Fatores para o envelhecimento precoce

Várias situações de nosso cotidiano contribuem para o rompimento das fibras de colágeno e para a obstrução dos poros, duas das causas mais frequentes do envelhecimento precoce. Mudanças hormonais e a exposição aos raios UV ajudam no aparecimento de manchas escuras.

E hábitos nocivos à saúde como um todo se refletem também na beleza da pele: tabagismo, sedentarismo, má alimentação, estresse e exposição ao sol sem protetor solar.

 

Como evitar o envelhecimento precoce?

Há fatores de envelhecimento mais fáceis e outros mais difíceis de evitar. Reflita sobre o seu estilo de vida e comece mudando coisas pequenas. Beber bastante água e não esquecer do protetor solar são um ótimo começo. Deixe a preguiça de lado: sempre tire a maquiagem antes de dormir e vá para a cama com o rosto limpo.

Falando nisso, qual foi a última vez que você foi ao dermatologista? Se faz mais de um ano, é hora de fazer uma nova visita. Será a oportunidade ideal para conversar sobre suas preocupações.

 

O que fazer quando a pele já apresenta sinais de envelhecimento?

Em sua consulta, o dermatologista vai buscar entender a origem do problema e como ele está se manifestando – se é flacidez, ressecamento, manchas, etc. Com essas informações, o médico prescreve o tratamento adequado, que pode ser com o uso de peelings, toxina butolínica, laser, preenchimento com ácido hialurônico [LINK] e até mesmo cirurgia plástica.

Quanto antes começar a combater o problema, melhores serão os resultados e mais simples os procedimentos necessários.

 

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A toxina botulínica, comercializada principalmente sob a marca Botox, é muito conhecida no combate às rugas e às linhas de expressão. No rosto, ela atua relaxando os músculos e impedindo que se criem as chamadas rugas dinâmicas.

Mas você sabia que ela também é indicada para muitas outras finalidades?

Conheça aqui algumas delas:

 

Estrabismo

Curiosidade histórica: a primeira aplicação médica da toxina não foi com fins estéticos. Pesquisadores descobriram que ela ajudava a relaxar músculos oculares, atenuando certos quadros de estrabismo. E até hoje ela é uma alternativa à tradicional cirurgia de correção do problema. Um médico especializado aplica o produto no músculo que está contraído de forma indevida. Uma vez relaxado, ele permite que o olho se alinhe de forma correta.

 

Suor excessivo

Para quem sofre de hiperidrose, é possível aplicar a toxina botulínica em áreas como axilas, palmas das mãos e solas do pé. O medicamento inibe a produção de suor pelas glândulas sudoríparas e deve ser reaplicado a cada cerca de 6 meses.

 

Enxaqueca crônica

Reduzindo os impulsos nervosos que chegam ao cérebro, o Botox também pode ser indicado em casos em enxaqueca. Com injeções na região da cabeça e do pescoço, ele bloqueia contraturas musculares que agem como gatilho para as crises.

 

Bexiga hiperativa

Quem sofre de idas excessivas ao banheiro pode se beneficiar do Botox. Ele reduz as contrações involuntárias da bexiga, dando mais conforto ao paciente.

 

Blefaroespasmo

Este é o nome técnico do movimento descontrolado de piscar os olhos. Aplicações regulares da toxina permitem corrigir as contrações involuntárias dos músculos das pálpebras.

 

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A face é dividida em três partes: o terço superior, representado pela testa; o terço médio, ocupado pelo nariz; e o terço inferior, entre o final do nariz e o queixo. A harmonização facial leva em consideração que cada uma dessas três partes tem um volume próprio. Entenda como o rosto muda com o tempo e como evitar exageros.

 

Carinha de bebê

Logo ao nascer, a face é redonda. Gradualmente, sofre um giro para frente e para baixo, tornando-se alongada. O centro desse giro, que se mantém ao longo da vida, fica no meato acústico, o buraco da orelha. Isso faz com que os tecidos da região central da face sofram mais os efeitos dessa movimentação. Dessa forma, os volumes se alteram, pois a mudança de posição causa um esvaziamento do terço médio, a região das maçãs do rosto, ao mesmo tempo que aumenta o volume do contorno da mandíbula – os chamados “buldoguinhos”.

Como o volume é proporcionado pelo osso da testa, no terço superior não ocorre uma variação grande, embora o efeito do giro seja notado pela posição mais baixa das sobrancelhas.

 

Mudanças ao longo da vida 

Ao observar fotografias de uma mesma pessoa ao longo da vida, podemos notar que uma face inicialmente com formato de um tonel, ou triângulo, apontado para baixo, com o tempo tende a se tornar um tonel apontado para cima, passando por uma fase em que se assemelha a um retângulo.

Essa mudança de volumetria é o objeto a ser tratado em uma intervenção cirúrgica para uma melhor harmonização facial. Mais do que esticar a pele, deve-se reposicionar os volumes a fim de se obter uma maior harmonia e rejuvenescimento da face.

Existem também as microáreas, como na região dos olhos. O olho é uma esfera do tamanho de um limão, apoiado em cinco colchõezinhos de gordura – dois em cima e três embaixo. Com o tempo esses coxins escorregam para a frente, criando as bolsas palpebrais ao mesmo tempo que deixam o olho mais fundo. A essa altura, há alteração da volumetria local, deixando a face com um aspecto mais envelhecido.

 

O que se usa no preenchimento?

A tecnologia permitiu aprimorar as técnicas tradicionais de preenchimento, proporcionando menos rejeição e possibilitando resultados mais seguros. O cirurgião plástico deve avaliar o paciente e, de acordo com a necessidade, pode utilizar recursos como silicone na forma sólida ou acondicionado dentro de “envelopes”, polimetilmetacrilato (PMMA) e ácido hialurônico. Este último, por ser uma molécula também existente em nosso corpo, não causa rejeição ou alergias.

 

E como as rugas se formam? 

Na face ocorre o fenômeno da hipercinesia muscular, ou a contração excessiva dos músculos. Ela provoca as rugas dinâmicas, aquelas que aparecem quando fazemos determinadas expressões, como os pés-de-galinha ao redor dos olhos. De tanto dobrar sempre no mesmo local, as fibras de colágeno se quebram e formam as chamadas rugas estáticas, presentes mesmo com a face em repouso, sem nenhum tipo de expressão.

Nesses casos usamos a toxina botulínica para relaxar a musculatura e, portanto, tratar o componente dinâmico da ruga. Posteriormente, complementamos com ácido hialurônico para preencher o espaço deixado pelas fibras de colágeno destruídas, tratando o componente estático da ruga.

 

A harmonização facial só é possível com cirurgia plástica?

Boas notícias: é possível associar técnicas e ter bons resultados. A toxina botulínica pode ser usada para diminuir a força de contração dos músculos que puxam a face para baixo. Consequentemente os músculos que puxam para cima se tornarão proporcionalmente mais fortes, proporcionando um aspecto de rejuvenescimento.

Associando tal efeito à correção da volumetria com os preenchedores, obtém-se efeitos muito satisfatórios a quem deseja um rejuvenescimento facial sem passar por uma cirurgia. A realização desses procedimentos é rápida – costuma levar de 10 a 30 minutos –, e praticamente indolor: usa-se anestesia local ou, em alguns casos, até se dispensa a aplicação do anestésico.

O efeito obtido é o restabelecimento da volumetria, com o reposicionamento do triângulo facial apontando para baixo. É claro que, em alguns, a intervenção cirúrgica se faz necessária, mas a amenização é garantida.

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Hoje continuaremos mostrando como aplicações da Toxina Botulínica podem ser úteis além da estética. Conversamos com o Dr. Vitorio, diretor da Clínica Maddarena, que nos contou a respeito de uma doença que pode ter seus efeitos minimizados com aplicações regulares da substância: o Blefaroespasmo.

O Blefaroespasmo é uma doença que ataca as pálpebras e, assim como a Paralisia Facial Periférica, provoca contrações involuntárias nos músculos que ficam ao redor dos olhos. Em geral ele ocorre dos 2 lados do rosto do paciente e causa incessantes piscadas, que podem levar à cegueira funcional. “Quando detectada, a doença pode ter seus efeitos amenizados com a aplicação da Toxina Botulínica, que age diretamente nos músculos, controlando suas contrações. O ideal é que as aplicações nos pacientes com Blefaroespasmo sejam repetidas a cada 5 meses para que eles possam viver com o mínimo de desconforto possível”, explica o Dr. Vitorio Maddarena.

É importante dizermos também que, assim que a pessoa perceber contrações involuntárias constantes nas pálpebras, deve procurar um médico para ter seu diagnóstico. Após isso, ela pode buscar tratamentos como o que revelamos hoje, com aplicações locais de Toxina Botulínica. Esperamos que o assunto tenha ficado claro e que você continue nos acompanhando neste blog e nas nossas mídias sociais!

Hoje falaremos de um caso no qual a Toxina Botulínica pode atuar como agente reparador de danos faciais. Conversamos com o Dr. Vitorio, diretor da Clínica Maddarena, que nos falou de um distúrbio que ataca os músculos da face: a Paralisia Facial Periférica.

A Paralisia Facial Periférica é um distúrbio que pode ser causado por estresse, fadiga, queda de imunidade, vírus ou bactérias. O choque térmico, por exemplo, é encarado pelo organismo como um tipo de estresse e é mais um fator causador deste tipo de paralisia. Ele compromete o sistema imunológico e abre caminho para que algum vírus ataque o nervo facial. Seu efeito mais conhecido é a popular “boca torta”.

O vírus do herpes é o causador mais comum deste distúrbio e o faz quando provoca uma reação inflamatória no nervo facial. Tal inflamação causa no paciente dificuldades para realizar movimentos simples como mastigar, sorrir, levantar a sobrancelha, entre outras. “A Paralisia Facial Periférica, quando detectada, pode ter seus efeitos diminuídos com aplicações da Toxina Botulínica, que consegue promover o relaxamento dos músculos contraídos e amenizar os espasmos involuntários”, explica o Dr. Vitorio.

Esperamos que as informações tenham sido proveitosas e que, ao perceber algum dos sintomas citados acima, um médico seja consultado. Nos próximos dias, falaremos a respeito de uma doença que pode ter seus efeitos amenizados pela aplicação da Toxina Botulínica, fique ligado(a)!

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