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Hoje vamos falar da blefaroplastia, um tipo de cirurgia plástica muito comum entre os homens e as mulheres. É realizada em quem reduzir o aspecto caído e envelhecido do olhar. 

 

Uma região pequena, mas com muito a se fazer

A área ao redor dos olhos é composta por músculos, tendões, pele e bolsinhas de gordura. De acordo com as características e necessidades de cada paciente, o médico remove ou reposiciona tais estruturas. Com isso, é possível reduzir problemas como flacidez e rugas, rejuvenescendo o olhar.

 

Além da estética

Mas a blefaroplastia é indicada também para outros fins. Além de ajudar a rejuvenescer o rosto, ela pode melhorar a qualidade de vida de muita gente, principalmente idosos. Com o tempo, a pele e os músculos da pálpebra superior ficam tão flácidos que começam a cobrir os olhos. Corrigir o problema dá mais conforto ao paciente.

 

Como a blefaroplastia é feita

A cirurgia varia muito de acordo com os objetivos de cada paciente, mas o médico pode atuar nas seguintes frentes: reposicionar as bolsas de gordura em torno dos olhos, remover a pele em excesso e corrigir o posicionamento dos músculos das pálpebras.

Todo o procedimento dura cerca de uma hora e o paciente pode voltar para casa no mesmo dia.

E lembre-se: como toda cirurgia plástica, a blefaroplastia deve ser feita apenas por um cirurgião plástico inscrito na Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e no Conselho Regional de Medicina da localidade onde atua. 

 

Pós-operatório

É muito importante seguir todas as orientações médicas, já que o sucesso de uma cirurgia também depende do pós-operatório. A região vai ficar arroxeada e inchada nos primeiros dias, sendo indicadas compressas e sessões de drenagem linfática facial

O médico responsável vai ensinar a fazer a higiene correta do local, podendo prescrever medicamentos para aliviar eventuais dores e prevenir infecções. Por conta desse apoio, é essencial ir a todas as consultas de acompanhamento. 

O repouso é breve: em poucos dias o paciente está liberado para retomar suas atividades cotidianas. Mesmo assim, é necessário proteger a região do sol, para evitar o escurecimento da cicatriz. Assim, o uso de óculos escuros é imprescindível. E, falando em cicatriz, ela é bem discreta, já que as incisões são feitas para coincidir com as dobrinhas naturais das pálpebras.

 

Cirugia combinada

Juntamente com a blefaroplastia, é possível combinar outros procedimentos no rosto, como lifting e rinoplastia. A vantagem é aproveitar toda a estrutura da cirurgia para atingir mais de um objetivo ao mesmo tempo. Nesse caso, a duração do procedimento é maior e o tempo de internação pode se estender também. 

 

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Anestesia local ou geral? Como se escolhe? Essas são umas das dúvidas mais comuns quando um paciente nos procura para realizar uma cirurgia plástica. E você sabe a resposta? Veja com a gente!

 

Anestesia local

Geralmente utilizada em cirurgias menores e que envolvam uma área menor do corpo. Para dar mais conforto durante o procedimento, o médico pode prescrever um sedativo, que irá acalmar o paciente

Quando associada a procedimentos simples – como remoção de cistos ou pequenas lesões na pele – sua administração pode ser feita pelo próprio médico que realizará todo o procedimento, dispensando a presença do anestesista.

Cirurgias um pouco maiores podem demandar sedação. Nesse caso, o anestesista é necessário para monitorar os sinais vitais do paciente.

 

Anestesia regional

As duas principais são as famosas raquidiana e peridural. Normalmente, associa-se a sedação para que o paciente não fique consciente o tempo todo e o médico bloqueia os receptores de dor de um ou mais nervos específicos. Dependendo da anestesia indicada, os movimentos da região também ficam temporariamente paralisados, dando mais conforto ao paciente e segurança a todo o procedimento.

O anestesiologista acompanha os sinais vitais do paciente do começo ao fim, informando ao cirurgião dados como pressão arterial, oxigenação do sangue e ventilação.

 

Anestesia geral

Nela, o paciente fica completamente imóvel e inconsciente. É indicada em cirurgias mais complexas ou mais extensas.

O anestesista também é fundamental nesses tipos de cirurgia para monitorar o estado geral do paciente. E, ao fim, é ele quem conduz o despertar do paciente e avalia o início de sua recuperação.

Muitos pacientes têm receio de se submeter à anestesia geral e por isso esse assunto deve ser tratado com seriedade. Quando planejada e administrada por médicos capacitados, ela não é mais “perigosa” que outros tipos de anestesias. Esse é mais um motivo para sempre ter uma relação de confiança e transparência com o seu médico: é muito importante se sentir confortável para tirar todas as dúvidas e falar sem vergonha sobre medos e preocupações.

E lembre-se: a anestesia geral é mais complexa, mas não pode ser vista como mais perigosa. Imagine uma viagem do Brasil à Europa. Pode ser feita com um barco a remo, que é mais simples. No entanto, num navio é mais segura. Aumentamos a complexidade para aumentar a segurança.

 

Quem decide são os médicos. No plural. 

Todo tipo de cirurgia envolve uma equipe diversificada de profissionais, como o cirurgião principal, outros médicos e enfermeiros. O anestesiologista é um desses médicos e é ele o responsável por, junto ao cirurgião plástico, decidir qual tipo de anestesia será usado. Eles levam em consideração o histórico de saúde do paciente e o tipo de procedimento.

 

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Quando passamos por uma situação estressante, nosso corpo produz cortisol, um hormônio que nos ajuda a ficar em estado de alerta e a produzir reações rápidas em casos de emergência. Isso é bom e importante para a nossa sobrevivência. O problema aparece quando nos submetemos constantemente a momentos de estresse, como excesso de trabalho ou sobrecarga emocional. Quando isso acontece, o organismo produz grande quantidade de cortisol, adrenalina e radicais livres. E os efeitos negativos aparecem por todo o corpo.

 

Estresse na pele

Nossa pele reflete nossos hábitos: se nos alimentamos mal, ingerimos pouca água ou estamos estressados, ela vai dar dicas de que algo não está certo.

Os radicais livres são um dos responsáveis pelo envelhecimento da pele. Em níveis altos, contribuem para o aparecimento de manchas, linhas de expressão e rugas. Esse envelhecimento precoce pode ser combatido de várias formas, como peelings, tratamentos a laser, aplicações de toxina botulínica e preenchimentos com ácido hialurônico.

Já o excesso de cortisol e adrenalina pode aumentar a oleosidade e facilitar o aparecimento da acne. E quem nunca cutucou a pele quando está nervoso? Pois é, esse é o cenário perfeito para o surgimento de lesões, cicatrizes e até mesmo infecções.

 

Sistema imunológico

Falando em infecções, a sobrecarga do organismo em situações de estresse enfraquece o sistema imunológico. Isso facilita o surgimento de doenças como herpes, micoses e psoríase. Caso você vivencie situações que desencadeiam esses problemas com frequência, converse com seu médico. Ele vai lhe orientar sobre como evitar essas doenças ou a, pelo menos, atenuar os efeitos indesejados.

 

Olheiras 

A falta de sono – muitas vezes comum em pessoas sujeitas a estresse elevado – também contribui para o surgimento de olheiras. A região ao redor dos olhos fica arroxeada por conta dos vasinhos que se tornam mais aparentes, dando aquele aspecto típico de quem está cansado e com noites mal dormidas. Nesse caso, um médico dermatologista pode ajudar prescrevendo cremes clareadores que melhorem a circulação da região ou tratamentos a laser.
 

Cabelo 

Excesso de cortisol no organismo também provoca queda do cabelo e inibe o crescimento de novos fios. Nessas situações é importante conversar com um médico: só ele pode avaliar o corpo todo, chegar a um diagnóstico e prescrever o tratamento correto.

 

Outros efeitos do estresse

O estresse desencadeia muitas outras doenças, como hipertensão, alergias e colesterol alto. Por isso, é importante identificar a causa dessa sobrecarga a buscar eliminá-la. Claro que nem sempre é possível, mas é importante, pelo menos, compensar com hábitos saudáveis no tempo livre, como alimentação balanceada e a prática de exercícios físicos.

 

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Já comentamos outras vezes sobre a perda gradual de colágeno da pele, à medida em que envelhecemos. Na prática, isso resulta na alteração do formato da face, bem como promove o aparecimento de rugas e das bolsas sob os olhos.  Essas mudanças fazem com que o rosto assuma um aspecto cansado, sem a vitalidade e o brilho de antes. E além da flacidez natural, outros fatores favorecem o aspecto de pele cansada, como o tabagismo, uma perda rápida de peso e a exposição desprotegida ao sol.

A boa notícia é que é possível atenuar esses efeitos sem perder a naturalidade. Veja com a gente!

 

Ácido hialurônico

Por ser uma substância encontrada naturalmente no corpo, o ácido hialurônico é um aliado seguro no preenchimento de pequenas áreas do rosto. Analisando com cuidado as características de cada paciente, o médico preenche linhas de expressão e regiões que perdem o volume com o tempo, como ao redor dos olhos. Os efeitos são temporários e duram entre seis meses e um ano. 

 

Toxina botulínica

Conhecida principalmente pela marca Botox, é um produto que relaxa músculos do rosto. Aplicado em pontos estratégicos, age suavizando rugas e linhas de expressão. Seus efeitos também são temporários e seu uso pode ser combinado com o ácido hialurônico. 

 

Ácido polilático

Geralmente comercializado sob o nome Sculptra, estimula nosso corpo a produzir o colágeno que perdemos naturalmente na idade adulta. Ele não é considerado preenchimento, já que sua função é fazer com que o próprio organismo se encarregue da produção de colágeno. Saiba mais sobre esse procedimento aqui.

 

Lifting facial

Para resultados mais duradouros e para aqueles casos em que o aspecto envelhecido é maior, a cirurgia plástica é a melhor escolha. O lifting redesenha os volumes da face, corrige a flacidez e traz de volta a jovialidade para o paciente. 

 

Blefaroplastia

Pálpebras caídas são as maiores responsáveis pelo aspecto de rosto cansado. A blefaroplastia é a cirurgia plástica que corrige o posicionamento das bolsinhas de gordura naturalmente presentes sob a pálpebra e retira o excesso de pele da região. 

 

Lifting de sobrancelhas para dar um up na pele madura

A correção das sobrancelhas caídas contribui para uma maior harmonia na expressão, deixando as linhas da face mais suaves. Procurada por pacientes de diversas faixas etárias, o lifting de sobrancelhas proporciona um ar descansado na expressão facial.

 

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Sim. Durante qualquer cirurgia – não só a plástica –, muitos tecidos sofrem traumas. Isso é perfeitamente normal e esperado. A forma natural de o corpo reagir a tudo isso é formando o processo inflamatório. Ele se inicia com uma maior irrigação sanguínea na região e, com o tempo, causa o inchaço e o acúmulo de outros líquidos. Mas atenção:  não confunda inflamação, que é o organismos reagindo naturalmente, com infecção, que é o organismo sendo atacado!

 

Como amenizar o inchaço

Todo cirurgião plástico orienta seus pacientes sobre os cuidados no pós-operatório e uma das maiores preocupações é justamente diminuir o inchaço. Para procedimentos com lipoaspiração, a cinta de compressão é essencial nessa fase, já que ela ajuda a comprimir a região, auxiliando o corpo a se recuperar. Em outras regiões do corpo, a compressão pode ser feita de outras formas — são exemplos o sutiã na mamoplastia e uma proteção especial no pescoço na redução da papada.

Outra medida importante é a drenagem linfática. Nela, profissionais habilitados massageiam com cuidado a região, auxiliando a conduzir as substâncias que formam o inchaço até a circulação sanguínea. De lá, elas são eliminadas pela urina.

 

Em quanto tempo o inchaço desaparece?

Não há um prazo exato que se aplique a todos os pacientes. O inchaço diminui gradualmente e pode levar semanas ou até meses para que o corpo atinja o aspecto desejado. Cada pessoa reage de uma forma diferente a intervenções cirúrgicas e por isso cada recuperação tem seu ritmo. Esse é mais um motivo para que o paciente faça sempre o acompanhamento pós-cirúrgico de forma correta, indo às consultas programadas e sempre conversando sobre suas dúvidas e preocupações.

 

Uma boa alimentação ajuda a reduzir o inchaço?

Comidas pesadas sobrecarregam o sistema digestório e por isso, aumentam a sensação de mal estar. Já o edema pós-operatório deve-se à resposta do organismo para que a cicatrização ocorra. Os alimentos, mesmo com sódio, importam pouco nesse tipo de edema (inchaço). O que deve ser evitado é qualquer alimento pesado que naturalmente cause desconforto estomacal ou gases, como feijoada, churrasco e refrigerantes.

 

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