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Tag: "orelha"

Já comentamos outras vezes sobre a perda gradual de colágeno da pele, à medida em que envelhecemos. Na prática, isso resulta na alteração do formato da face, bem como promove o aparecimento de rugas e das bolsas sob os olhos.  Essas mudanças fazem com que o rosto assuma um aspecto cansado, sem a vitalidade e o brilho de antes. E além da flacidez natural, outros fatores favorecem o aspecto de pele cansada, como o tabagismo, uma perda rápida de peso e a exposição desprotegida ao sol.

A boa notícia é que é possível atenuar esses efeitos sem perder a naturalidade. Veja com a gente!

 

Ácido hialurônico

Por ser uma substância encontrada naturalmente no corpo, o ácido hialurônico é um aliado seguro no preenchimento de pequenas áreas do rosto. Analisando com cuidado as características de cada paciente, o médico preenche linhas de expressão e regiões que perdem o volume com o tempo, como ao redor dos olhos. Os efeitos são temporários e duram entre seis meses e um ano. 

 

Toxina botulínica

Conhecida principalmente pela marca Botox, é um produto que relaxa músculos do rosto. Aplicado em pontos estratégicos, age suavizando rugas e linhas de expressão. Seus efeitos também são temporários e seu uso pode ser combinado com o ácido hialurônico. 

 

Ácido polilático

Geralmente comercializado sob o nome Sculptra, estimula nosso corpo a produzir o colágeno que perdemos naturalmente na idade adulta. Ele não é considerado preenchimento, já que sua função é fazer com que o próprio organismo se encarregue da produção de colágeno. Saiba mais sobre esse procedimento aqui.

 

Lifting facial

Para resultados mais duradouros e para aqueles casos em que o aspecto envelhecido é maior, a cirurgia plástica é a melhor escolha. O lifting redesenha os volumes da face, corrige a flacidez e traz de volta a jovialidade para o paciente. 

 

Blefaroplastia

Pálpebras caídas são as maiores responsáveis pelo aspecto de rosto cansado. A blefaroplastia é a cirurgia plástica que corrige o posicionamento das bolsinhas de gordura naturalmente presentes sob a pálpebra e retira o excesso de pele da região. 

 

Lifting de sobrancelhas para dar um up na pele madura

A correção das sobrancelhas caídas contribui para uma maior harmonia na expressão, deixando as linhas da face mais suaves. Procurada por pacientes de diversas faixas etárias, o lifting de sobrancelhas proporciona um ar descansado na expressão facial.

 

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Sim. Durante qualquer cirurgia – não só a plástica –, muitos tecidos sofrem traumas. Isso é perfeitamente normal e esperado. A forma natural de o corpo reagir a tudo isso é formando o processo inflamatório. Ele se inicia com uma maior irrigação sanguínea na região e, com o tempo, causa o inchaço e o acúmulo de outros líquidos. Mas atenção:  não confunda inflamação, que é o organismos reagindo naturalmente, com infecção, que é o organismo sendo atacado!

 

Como amenizar o inchaço

Todo cirurgião plástico orienta seus pacientes sobre os cuidados no pós-operatório e uma das maiores preocupações é justamente diminuir o inchaço. Para procedimentos com lipoaspiração, a cinta de compressão é essencial nessa fase, já que ela ajuda a comprimir a região, auxiliando o corpo a se recuperar. Em outras regiões do corpo, a compressão pode ser feita de outras formas — são exemplos o sutiã na mamoplastia e uma proteção especial no pescoço na redução da papada.

Outra medida importante é a drenagem linfática. Nela, profissionais habilitados massageiam com cuidado a região, auxiliando a conduzir as substâncias que formam o inchaço até a circulação sanguínea. De lá, elas são eliminadas pela urina.

 

Em quanto tempo o inchaço desaparece?

Não há um prazo exato que se aplique a todos os pacientes. O inchaço diminui gradualmente e pode levar semanas ou até meses para que o corpo atinja o aspecto desejado. Cada pessoa reage de uma forma diferente a intervenções cirúrgicas e por isso cada recuperação tem seu ritmo. Esse é mais um motivo para que o paciente faça sempre o acompanhamento pós-cirúrgico de forma correta, indo às consultas programadas e sempre conversando sobre suas dúvidas e preocupações.

 

Uma boa alimentação ajuda a reduzir o inchaço?

Comidas pesadas sobrecarregam o sistema digestório e por isso, aumentam a sensação de mal estar. Já o edema pós-operatório deve-se à resposta do organismo para que a cicatrização ocorra. Os alimentos, mesmo com sódio, importam pouco nesse tipo de edema (inchaço). O que deve ser evitado é qualquer alimento pesado que naturalmente cause desconforto estomacal ou gases, como feijoada, churrasco e refrigerantes.

 

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A face é dividida em três partes: o terço superior, representado pela testa; o terço médio, ocupado pelo nariz; e o terço inferior, entre o final do nariz e o queixo. A harmonização facial leva em consideração que cada uma dessas três partes tem um volume próprio. Entenda como o rosto muda com o tempo e como evitar exageros.

 

Carinha de bebê

Logo ao nascer, a face é redonda. Gradualmente, sofre um giro para frente e para baixo, tornando-se alongada. O centro desse giro, que se mantém ao longo da vida, fica no meato acústico, o buraco da orelha. Isso faz com que os tecidos da região central da face sofram mais os efeitos dessa movimentação. Dessa forma, os volumes se alteram, pois a mudança de posição causa um esvaziamento do terço médio, a região das maçãs do rosto, ao mesmo tempo que aumenta o volume do contorno da mandíbula – os chamados “buldoguinhos”.

Como o volume é proporcionado pelo osso da testa, no terço superior não ocorre uma variação grande, embora o efeito do giro seja notado pela posição mais baixa das sobrancelhas.

 

Mudanças ao longo da vida 

Ao observar fotografias de uma mesma pessoa ao longo da vida, podemos notar que uma face inicialmente com formato de um tonel, ou triângulo, apontado para baixo, com o tempo tende a se tornar um tonel apontado para cima, passando por uma fase em que se assemelha a um retângulo.

Essa mudança de volumetria é o objeto a ser tratado em uma intervenção cirúrgica para uma melhor harmonização facial. Mais do que esticar a pele, deve-se reposicionar os volumes a fim de se obter uma maior harmonia e rejuvenescimento da face.

Existem também as microáreas, como na região dos olhos. O olho é uma esfera do tamanho de um limão, apoiado em cinco colchõezinhos de gordura – dois em cima e três embaixo. Com o tempo esses coxins escorregam para a frente, criando as bolsas palpebrais ao mesmo tempo que deixam o olho mais fundo. A essa altura, há alteração da volumetria local, deixando a face com um aspecto mais envelhecido.

 

O que se usa no preenchimento?

A tecnologia permitiu aprimorar as técnicas tradicionais de preenchimento, proporcionando menos rejeição e possibilitando resultados mais seguros. O cirurgião plástico deve avaliar o paciente e, de acordo com a necessidade, pode utilizar recursos como silicone na forma sólida ou acondicionado dentro de “envelopes”, polimetilmetacrilato (PMMA) e ácido hialurônico. Este último, por ser uma molécula também existente em nosso corpo, não causa rejeição ou alergias.

 

E como as rugas se formam? 

Na face ocorre o fenômeno da hipercinesia muscular, ou a contração excessiva dos músculos. Ela provoca as rugas dinâmicas, aquelas que aparecem quando fazemos determinadas expressões, como os pés-de-galinha ao redor dos olhos. De tanto dobrar sempre no mesmo local, as fibras de colágeno se quebram e formam as chamadas rugas estáticas, presentes mesmo com a face em repouso, sem nenhum tipo de expressão.

Nesses casos usamos a toxina botulínica para relaxar a musculatura e, portanto, tratar o componente dinâmico da ruga. Posteriormente, complementamos com ácido hialurônico para preencher o espaço deixado pelas fibras de colágeno destruídas, tratando o componente estático da ruga.

 

A harmonização facial só é possível com cirurgia plástica?

Boas notícias: é possível associar técnicas e ter bons resultados. A toxina botulínica pode ser usada para diminuir a força de contração dos músculos que puxam a face para baixo. Consequentemente os músculos que puxam para cima se tornarão proporcionalmente mais fortes, proporcionando um aspecto de rejuvenescimento.

Associando tal efeito à correção da volumetria com os preenchedores, obtém-se efeitos muito satisfatórios a quem deseja um rejuvenescimento facial sem passar por uma cirurgia. A realização desses procedimentos é rápida – costuma levar de 10 a 30 minutos –, e praticamente indolor: usa-se anestesia local ou, em alguns casos, até se dispensa a aplicação do anestésico.

O efeito obtido é o restabelecimento da volumetria, com o reposicionamento do triângulo facial apontando para baixo. É claro que, em alguns, a intervenção cirúrgica se faz necessária, mas a amenização é garantida.

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O post de hoje é sobre uma cirurgia para minimizar uma causa comum de bullying. Trata-se da Otoplastia, procedimento que serve para corrigir malformações do pavilhão auricular como as orelhas proeminentes, popularmente chamadas “orelhas de abano”. Elas são causa de rejeição e ofensas principalmente entre crianças e consequentes danos psicológicos a quem as possui.

Antes de mais nada, vamos explicar um pouco da anatomia auricular. Nossas orelhas se desenvolvem por volta da 18ª semana de gestação, a partir de um conjunto de cartilagens que se fundem e se dobram. A orelha normal tem uma dobra de cartilagem que se assemelha a um “Y”, o qual possui uma perna mais longa chamada anti-hélice. Começa na parte superior e vai até a concha, a concavidade maior onde fica o buraco do ouvido. Nos casos de orelha proeminente pode ocorrer um aumento do tamanho da concha e a falta da anti-hélice. Em conjunto, essas duas alterações ocasionam o aspecto de orelhas abertas.

O procedimento envolve um pequeno corte na parte de trás da orelha para que a cartilagem seja remodelada. Ele pode ser feito em pessoas a partir dos 5 anos, idade em que as orelhas já alcançaram 90% de seu tamanho final. Explicaremos com mais detalhes no próximo post sobre a Otoplastia. Continue nos acompanhando no blog e nas redes sociais!

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Otoplastia é o assunto do post de hoje. Tratamos aqui das orelhas proeminentes ou “orelhas de abano”, malformação passível de ser corrigida nesta cirurgia. Hoje abordaremos a evolução dessa técnica cirúrgica até os dias de hoje.

Antigamente, a otoplastia era feita sem que fosse levado em conta o efeito “mola” da orelha, que mantém constante o ângulo em relação à cabeça e, consequentemente, a distância. O resultado era que em questão de meses havia o reaparecimento da orelha proeminente. Depois de algum tempo, se descobriu a necessidade de fazer pequenas incisões (cortes) longitudinais paralelas a 1mm uma da outra na cartilagem para destruir essa “memória” da posição. Os resultados melhoraram, mas deixaram as orelhas com aspecto artificial por conta dos cantos vivos deixados.

Há poucos anos desenvolveu-se o Morcelizer, um aparelho similar a um alicate, cujas pontas possuem uma pastilha de vídia (material de dureza semelhante à do diamante), que faz micro incisões precisas e muito próximas, permitindo uma perfeita modelagem das curvaturas da orelha. A má posição da concha é corrigida com um ponto que fixa essa parte da orelha à membrana que envolve o crânio (periósteo). O resultado obtido é definitivo e extremamente natural, sem deixar cicatrizes aparentes, ou o estigma de uma orelha operada.

Então, se você sofre por conta desse problema, procure um médico especialista em otoplastia, agende uma avaliação e torne esse sofrimento uma página virada em sua vida.

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