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Tag: "orelha"

As manchas na pele surgem por vários motivos. Algumas são evitáveis e até mesmo podem ser removidas por completo. Entenda com a gente os principais tipos e o que fazer quando alguma aparecer.

 

Manchas senis

Não se assuste com o nome. As manchas senis surgem em qualquer idade, principalmente no rosto, colo e mãos. E isso acontece um motivo: essas regiões são as mais expostas ao sol durante nossa vida. A melhor forma de evitá-las é com o uso diário de protetor solar, mesmo em dias frios ou nublados. Uma vez que elas aparecem, um médico pode ajudar a atenuá-las com ácidos especiais, peelings e outros tratamentos que colaboram para a renovação das camadas mais superficiais da pele.

 

Melasma

São aquelas manchas escuras ou acastanhadas que aparecem principalmente no rosto. O melasma é geralmente uma mancha de origem hormonal, mas o fator genético também é importante para seu surgimento. É famoso por aparecer em algumas mulheres durante a gravidez.

Há várias formas de amenizar o problema, como cremes, tratamento com laser, luz pulsada e peelings. Mas, como em todas as outras manchas, proteção contra o sol é essencial em qualquer tratamento!

Veja mais sobre o melasma aqui.

 

Cicatrizes de acne

A acne não ocorre exclusivamente na adolescência. Ela pode aparecer em qualquer momento da vida, como quando há variações hormonais no organismo, situações de estresse ou ingestão de alguns medicamentos. Principalmente nos casos mais graves, a inflamação causada pela acne pode deixar cicatrizes. Hoje em dia é possível contar com tratamentos seguros e eficazes para o problema, ajudando a renovar a pele, deixando-a mais lisa e uniforme.

 

Sardas

As charmosas manchinhas na pele surgem geralmente em peles mais claras e não representam nenhum perigo à saúde. Quem quiser atenuá-las pode contar com a medicina para o uso de cremes e aplicações de laser para clarear a região. 

 

Rosácea

É o nome que se dá às inflamações nos vasos sanguíneos do rosto e que causam manchas avermelhadas. Vários fatores podem favorecer seu aparecimento, como exposição ao calor, ingestão de álcool e esforço físico. Também varia o seu grau de intensidade, indo desde apenas vermelhidão até pústulas e espessamento da pele. Dependendo do quadro do paciente, o médico pode prescrever tratamentos tópicos, laser, uso de antiinflamatórios ou até mesmo cirurgias.

 

Câncer de pele

Manchas na pele irregulares e lesões que não cicatrizam merecem atenção imediata. O Brasil é um dos países com maior incidência de câncer de pele, doença que aparece com mais frequência em pessoas expostas constantemente ao sol sem proteção. Ao menor sinal de manchas e pintas com pigmentação ou bordas irregulares, procure um dermatologista imediatamente.

 

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O inverno chegou e, em meio ao tempo maluco, é bom dar atenção especial à pele do rosto e do corpo. Reserve um momento de autocuidado, preferencialmente depois do banho, e invista na sua beleza de forma simples e gostosa.

 

Por que precisamos dar mais atenção à pele no inverno?

No frio, transpiramos menos, tomamos banhos mais quentes e demorados e bebemos menos água. Tudo isso faz com que a pele perca sua proteção natural de óleos, ficando mais ressecada. 

Além disso, é uma época em que dermatites tendem a aparecer com mais frequência, justamente por a pele estar mais vulnerável a agressões.

 

Como prevenir o ressecamento de pele no inverno

Antes de tudo, não se esqueça de beber água. Cada organismo tem uma necessidade diferente mas, na dúvida, dois litros estão de bom tamanho. Se você trabalha sentado o dia todo, levantar e pegar um copo de água é uma desculpa perfeita para dar uma alongada e mexer o corpo.

Além disso, capriche nos hidratantes. Como faz menos calor, uma consistência mais espessa ajuda a turbinar a hidratação sem deixar aquela sensação melada e pegajosa do verão. No rosto, converse com seu dermatologista sobre as melhores opções para seu tipo de pele. 

E não se esqueça dos lábios: como eles têm a pele bem fina, podem ressecar em temperaturas mais frias. Use um hidratante labial e deixe os batons mate para o verão, se sentir que eles estão deixando a região mais ressecada. 

 

Protetor solar é ainda necessário!

Mesmo não fazendo calor, o sol ainda está no céu e sua radiação continua sendo prejudicial à pele. Não importa se está nublado ou frio: protetor solar é indispensável para proteger contra envelhecimento precoce, manchas e câncer de pele. E mais: ele deve ser reaplicado a cada três horas ou antes, se a pele tiver contato com água ou suor. 

 

Notícia boa: é a melhor hora para procedimentos estéticos e cirurgias eletivas

Como a incidência solar é mais leve e cobrimos mais o corpo por causa do frio, o inverno é o momento ideal para dar um up no visual! Muitos procedimentos – como sessões de laser e de peeling – causam pequenas lesões na pele, que são normais e esperadas para esse fim. Com menos sol e calor, as regiões cicatrizam melhor. Além disso, cirurgias plásticas exigem maior cuidado e, em alguns casos, repouso. Então, muita gente aproveita o período de férias para investir em uma bela mudança no visual!

 

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Hoje vamos falar da blefaroplastia, um tipo de cirurgia plástica muito comum entre os homens e as mulheres. É realizada em quem reduzir o aspecto caído e envelhecido do olhar. 

 

Uma região pequena, mas com muito a se fazer

A área ao redor dos olhos é composta por músculos, tendões, pele e bolsinhas de gordura. De acordo com as características e necessidades de cada paciente, o médico remove ou reposiciona tais estruturas. Com isso, é possível reduzir problemas como flacidez e rugas, rejuvenescendo o olhar.

 

Além da estética

Mas a blefaroplastia é indicada também para outros fins. Além de ajudar a rejuvenescer o rosto, ela pode melhorar a qualidade de vida de muita gente, principalmente idosos. Com o tempo, a pele e os músculos da pálpebra superior ficam tão flácidos que começam a cobrir os olhos. Corrigir o problema dá mais conforto ao paciente.

 

Como a blefaroplastia é feita

A cirurgia varia muito de acordo com os objetivos de cada paciente, mas o médico pode atuar nas seguintes frentes: reposicionar as bolsas de gordura em torno dos olhos, remover a pele em excesso e corrigir o posicionamento dos músculos das pálpebras.

Todo o procedimento dura cerca de uma hora e o paciente pode voltar para casa no mesmo dia.

E lembre-se: como toda cirurgia plástica, a blefaroplastia deve ser feita apenas por um cirurgião plástico inscrito na Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e no Conselho Regional de Medicina da localidade onde atua. 

 

Pós-operatório

É muito importante seguir todas as orientações médicas, já que o sucesso de uma cirurgia também depende do pós-operatório. A região vai ficar arroxeada e inchada nos primeiros dias, sendo indicadas compressas e sessões de drenagem linfática facial

O médico responsável vai ensinar a fazer a higiene correta do local, podendo prescrever medicamentos para aliviar eventuais dores e prevenir infecções. Por conta desse apoio, é essencial ir a todas as consultas de acompanhamento. 

O repouso é breve: em poucos dias o paciente está liberado para retomar suas atividades cotidianas. Mesmo assim, é necessário proteger a região do sol, para evitar o escurecimento da cicatriz. Assim, o uso de óculos escuros é imprescindível. E, falando em cicatriz, ela é bem discreta, já que as incisões são feitas para coincidir com as dobrinhas naturais das pálpebras.

 

Cirugia combinada

Juntamente com a blefaroplastia, é possível combinar outros procedimentos no rosto, como lifting e rinoplastia. A vantagem é aproveitar toda a estrutura da cirurgia para atingir mais de um objetivo ao mesmo tempo. Nesse caso, a duração do procedimento é maior e o tempo de internação pode se estender também. 

 

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Anestesia local ou geral? Como se escolhe? Essas são umas das dúvidas mais comuns quando um paciente nos procura para realizar uma cirurgia plástica. E você sabe a resposta? Veja com a gente!

 

Anestesia local

Geralmente utilizada em cirurgias menores e que envolvam uma área menor do corpo. Para dar mais conforto durante o procedimento, o médico pode prescrever um sedativo, que irá acalmar o paciente

Quando associada a procedimentos simples – como remoção de cistos ou pequenas lesões na pele – sua administração pode ser feita pelo próprio médico que realizará todo o procedimento, dispensando a presença do anestesista.

Cirurgias um pouco maiores podem demandar sedação. Nesse caso, o anestesista é necessário para monitorar os sinais vitais do paciente.

 

Anestesia regional

As duas principais são as famosas raquidiana e peridural. Normalmente, associa-se a sedação para que o paciente não fique consciente o tempo todo e o médico bloqueia os receptores de dor de um ou mais nervos específicos. Dependendo da anestesia indicada, os movimentos da região também ficam temporariamente paralisados, dando mais conforto ao paciente e segurança a todo o procedimento.

O anestesiologista acompanha os sinais vitais do paciente do começo ao fim, informando ao cirurgião dados como pressão arterial, oxigenação do sangue e ventilação.

 

Anestesia geral

Nela, o paciente fica completamente imóvel e inconsciente. É indicada em cirurgias mais complexas ou mais extensas.

O anestesista também é fundamental nesses tipos de cirurgia para monitorar o estado geral do paciente. E, ao fim, é ele quem conduz o despertar do paciente e avalia o início de sua recuperação.

Muitos pacientes têm receio de se submeter à anestesia geral e por isso esse assunto deve ser tratado com seriedade. Quando planejada e administrada por médicos capacitados, ela não é mais “perigosa” que outros tipos de anestesias. Esse é mais um motivo para sempre ter uma relação de confiança e transparência com o seu médico: é muito importante se sentir confortável para tirar todas as dúvidas e falar sem vergonha sobre medos e preocupações.

E lembre-se: a anestesia geral é mais complexa, mas não pode ser vista como mais perigosa. Imagine uma viagem do Brasil à Europa. Pode ser feita com um barco a remo, que é mais simples. No entanto, num navio é mais segura. Aumentamos a complexidade para aumentar a segurança.

 

Quem decide são os médicos. No plural. 

Todo tipo de cirurgia envolve uma equipe diversificada de profissionais, como o cirurgião principal, outros médicos e enfermeiros. O anestesiologista é um desses médicos e é ele o responsável por, junto ao cirurgião plástico, decidir qual tipo de anestesia será usado. Eles levam em consideração o histórico de saúde do paciente e o tipo de procedimento.

 

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Quando passamos por uma situação estressante, nosso corpo produz cortisol, um hormônio que nos ajuda a ficar em estado de alerta e a produzir reações rápidas em casos de emergência. Isso é bom e importante para a nossa sobrevivência. O problema aparece quando nos submetemos constantemente a momentos de estresse, como excesso de trabalho ou sobrecarga emocional. Quando isso acontece, o organismo produz grande quantidade de cortisol, adrenalina e radicais livres. E os efeitos negativos aparecem por todo o corpo.

 

Estresse na pele

Nossa pele reflete nossos hábitos: se nos alimentamos mal, ingerimos pouca água ou estamos estressados, ela vai dar dicas de que algo não está certo.

Os radicais livres são um dos responsáveis pelo envelhecimento da pele. Em níveis altos, contribuem para o aparecimento de manchas, linhas de expressão e rugas. Esse envelhecimento precoce pode ser combatido de várias formas, como peelings, tratamentos a laser, aplicações de toxina botulínica e preenchimentos com ácido hialurônico.

Já o excesso de cortisol e adrenalina pode aumentar a oleosidade e facilitar o aparecimento da acne. E quem nunca cutucou a pele quando está nervoso? Pois é, esse é o cenário perfeito para o surgimento de lesões, cicatrizes e até mesmo infecções.

 

Sistema imunológico

Falando em infecções, a sobrecarga do organismo em situações de estresse enfraquece o sistema imunológico. Isso facilita o surgimento de doenças como herpes, micoses e psoríase. Caso você vivencie situações que desencadeiam esses problemas com frequência, converse com seu médico. Ele vai lhe orientar sobre como evitar essas doenças ou a, pelo menos, atenuar os efeitos indesejados.

 

Olheiras 

A falta de sono – muitas vezes comum em pessoas sujeitas a estresse elevado – também contribui para o surgimento de olheiras. A região ao redor dos olhos fica arroxeada por conta dos vasinhos que se tornam mais aparentes, dando aquele aspecto típico de quem está cansado e com noites mal dormidas. Nesse caso, um médico dermatologista pode ajudar prescrevendo cremes clareadores que melhorem a circulação da região ou tratamentos a laser.
 

Cabelo 

Excesso de cortisol no organismo também provoca queda do cabelo e inibe o crescimento de novos fios. Nessas situações é importante conversar com um médico: só ele pode avaliar o corpo todo, chegar a um diagnóstico e prescrever o tratamento correto.

 

Outros efeitos do estresse

O estresse desencadeia muitas outras doenças, como hipertensão, alergias e colesterol alto. Por isso, é importante identificar a causa dessa sobrecarga a buscar eliminá-la. Claro que nem sempre é possível, mas é importante, pelo menos, compensar com hábitos saudáveis no tempo livre, como alimentação balanceada e a prática de exercícios físicos.

 

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