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Tag: "pálpebras"

Quando passamos por uma situação estressante, nosso corpo produz cortisol, um hormônio que nos ajuda a ficar em estado de alerta e a produzir reações rápidas em casos de emergência. Isso é bom e importante para a nossa sobrevivência. O problema aparece quando nos submetemos constantemente a momentos de estresse, como excesso de trabalho ou sobrecarga emocional. Quando isso acontece, o organismo produz grande quantidade de cortisol, adrenalina e radicais livres. E os efeitos negativos aparecem por todo o corpo.

 

Estresse na pele

Nossa pele reflete nossos hábitos: se nos alimentamos mal, ingerimos pouca água ou estamos estressados, ela vai dar dicas de que algo não está certo.

Os radicais livres são um dos responsáveis pelo envelhecimento da pele. Em níveis altos, contribuem para o aparecimento de manchas, linhas de expressão e rugas. Esse envelhecimento precoce pode ser combatido de várias formas, como peelings, tratamentos a laser, aplicações de toxina botulínica e preenchimentos com ácido hialurônico.

Já o excesso de cortisol e adrenalina pode aumentar a oleosidade e facilitar o aparecimento da acne. E quem nunca cutucou a pele quando está nervoso? Pois é, esse é o cenário perfeito para o surgimento de lesões, cicatrizes e até mesmo infecções.

 

Sistema imunológico

Falando em infecções, a sobrecarga do organismo em situações de estresse enfraquece o sistema imunológico. Isso facilita o surgimento de doenças como herpes, micoses e psoríase. Caso você vivencie situações que desencadeiam esses problemas com frequência, converse com seu médico. Ele vai lhe orientar sobre como evitar essas doenças ou a, pelo menos, atenuar os efeitos indesejados.

 

Olheiras 

A falta de sono – muitas vezes comum em pessoas sujeitas a estresse elevado – também contribui para o surgimento de olheiras. A região ao redor dos olhos fica arroxeada por conta dos vasinhos que se tornam mais aparentes, dando aquele aspecto típico de quem está cansado e com noites mal dormidas. Nesse caso, um médico dermatologista pode ajudar prescrevendo cremes clareadores que melhorem a circulação da região ou tratamentos a laser.
 

Cabelo 

Excesso de cortisol no organismo também provoca queda do cabelo e inibe o crescimento de novos fios. Nessas situações é importante conversar com um médico: só ele pode avaliar o corpo todo, chegar a um diagnóstico e prescrever o tratamento correto.

 

Outros efeitos do estresse

O estresse desencadeia muitas outras doenças, como hipertensão, alergias e colesterol alto. Por isso, é importante identificar a causa dessa sobrecarga a buscar eliminá-la. Claro que nem sempre é possível, mas é importante, pelo menos, compensar com hábitos saudáveis no tempo livre, como alimentação balanceada e a prática de exercícios físicos.

 

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Botox e ácido hialurônico são duas substâncias muito populares quando o assunto é rejuvenescimento. Mas quando usar cada um? Os resultados são iguais? Descubra com a gente!

 

Botox

Nome comercial mais famoso da toxina botulínica, é aplicado em pontos estratégicos para relaxar o músculo sob a pele, reduzindo o efeito das rugas dinâmicas. Desde o começo de sua aplicação para fins estéticos nos anos 90, a técnica se aprimorou muito e hoje em dia é possível alcançar resultados naturais e harmônicos.

Falando em resultados, eles levam alguns dias para aparecer e em duas semanas se chega ao efeito final, que costuma durar de quatro a seis meses.

 

Ácido hialurônico

Diferentemente do Botox, o ácido hialurônico é usado para preencher pequenas áreas do rosto. Por ser uma substância encontrada naturalmente no corpo, seu uso é seguro e não há risco de rejeição ou alergias. Analisando com cuidado as características de cada paciente, o médico preenche linhas de expressão e regiões que perdem o volume com o tempo, como ao redor dos olhos. Os efeitos também são temporários e duram entre seis meses e um ano.

 

Botox ou ácido hialurônico: qual escolher?

O uso de uma substância não exclui a indicação da outra. Apenas o olhar treinado de um médico pode dizer qual a melhor solução para as necessidades de um paciente. Por exemplo, peles mais jovens que ainda tenham seu contorno e volumes preservados, se beneficiam da toxina botulínica quando apresentam suas primeiras linhas de expressão. Casos um pouco mais avançados têm ótimos resultados com uma mãozinha do ácido hialurônico, que preenche as rugas e regiões do rosto que com o tempo perdem o volume.

Em muitos casos, na verdade, eles se complementam, já que agem sinergicamente, corrigindo tanto a volumetria, como a dinâmica da face.

 

Harmonização facial

Esse termo tem sido muito usado na mídia para falar de tratamentos estéticos que rejuvenescem o rosto sem dar aquele aspecto artificial. Mas ele nada mais é do que a combinação de dois ou mais procedimentos pensados com cuidado para que não fiquem exagerados ou desproporcionais. Além da dupla Botox e ácido hialurônico, é possível contar com outras substâncias, mas atenção: só um médico capacitado pode indicar os produtos a um paciente e determinar em quais pontos eles devem ser aplicados.

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Já comentamos outras vezes sobre a perda gradual de colágeno da pele, à medida em que envelhecemos. Na prática, isso resulta na alteração do formato da face, bem como promove o aparecimento de rugas e das bolsas sob os olhos.  Essas mudanças fazem com que o rosto assuma um aspecto cansado, sem a vitalidade e o brilho de antes. E além da flacidez natural, outros fatores favorecem o aspecto de pele cansada, como o tabagismo, uma perda rápida de peso e a exposição desprotegida ao sol.

A boa notícia é que é possível atenuar esses efeitos sem perder a naturalidade. Veja com a gente!

 

Ácido hialurônico

Por ser uma substância encontrada naturalmente no corpo, o ácido hialurônico é um aliado seguro no preenchimento de pequenas áreas do rosto. Analisando com cuidado as características de cada paciente, o médico preenche linhas de expressão e regiões que perdem o volume com o tempo, como ao redor dos olhos. Os efeitos são temporários e duram entre seis meses e um ano. 

 

Toxina botulínica

Conhecida principalmente pela marca Botox, é um produto que relaxa músculos do rosto. Aplicado em pontos estratégicos, age suavizando rugas e linhas de expressão. Seus efeitos também são temporários e seu uso pode ser combinado com o ácido hialurônico. 

 

Ácido polilático

Geralmente comercializado sob o nome Sculptra, estimula nosso corpo a produzir o colágeno que perdemos naturalmente na idade adulta. Ele não é considerado preenchimento, já que sua função é fazer com que o próprio organismo se encarregue da produção de colágeno. Saiba mais sobre esse procedimento aqui.

 

Lifting facial

Para resultados mais duradouros e para aqueles casos em que o aspecto envelhecido é maior, a cirurgia plástica é a melhor escolha. O lifting redesenha os volumes da face, corrige a flacidez e traz de volta a jovialidade para o paciente. 

 

Blefaroplastia

Pálpebras caídas são as maiores responsáveis pelo aspecto de rosto cansado. A blefaroplastia é a cirurgia plástica que corrige o posicionamento das bolsinhas de gordura naturalmente presentes sob a pálpebra e retira o excesso de pele da região. 

 

Lifting de sobrancelhas para dar um up na pele madura

A correção das sobrancelhas caídas contribui para uma maior harmonia na expressão, deixando as linhas da face mais suaves. Procurada por pacientes de diversas faixas etárias, o lifting de sobrancelhas proporciona um ar descansado na expressão facial.

 

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A menopausa é uma fase inevitável na vida mulher. Ela chega por volta dos 50 anos e, por ser um momento de intensas alterações hormonais, acaba também afetando a pele. Mas não é preciso espanto nem medo para encarar essa nova etapa da vida. Entenda com a gente o que acontece e o que pode ser feito para continuar linda e com a pele saudável.

 

Problema: Envelhecimento da pele na menopausa

A partir dos 20 anos temos uma diminuição na produção de colágeno da ordem de 1% ao ano. Além disso, com o passar do tempo, o corpo vai perdendo outras substâncias conhecidas por dar viço à pele, como ácido hialurônico e DHEA, o “hormônio juventude”. Tudo isso afeta diretamente a pele, que fica menos elástica e mais sujeita ao aparecimento de rugas e linhas de expressão.

Para as mulheres que por muitos anos se expuseram ao sol sem proteção, também costuma ser maior o aparecimento de manchas, que acabam contribuindo para o aspecto envelhecido da pele.

Como amenizar a situação: a medicina já avançou muito no combate inteligente ao envelhecimento da pele. É possível preencher áreas estratégicas com ácido hialurônico e contar com tratamentos que estimulam a produção de colágeno pelo próprio corpo, como peelings, injeções de ácido polilático e sessões de laser. O uso diário de protetor solar é indispensável e, se ainda não virou hábito, a hora é agora!

 

Problema: Pele ressecada

Com a redução de hormônios como estrogênio e DHEA, a pele produz menos sebo, que é justamente o componente que a mantém hidratada. Assim, ela se torna mais fina, sensível e ressecada.

Em algumas mulheres, essa montanha-russa hormonal pode até desencadear o aparecimento de acne.

Como amenizar a situação: É muito importante conversar com um dermatologista sobre as alterações desse momento sensível. O profissional vai avaliar não só a pele, mas todo o comportamento do corpo durante a menopausa, o estilo de vida da paciente e prescrever os tratamentos adequados. Para peles secas, o médico vai recomendar hidratantes especiais para a necessidade da paciente, além de outros produtos e tratamentos que vão ajudar a restaurar o viço da pele.

 

Problema: Maior risco de lesões

Como a pele fica mais fina e sensível, ela está mais sujeita a lesões e machucados: até mesmo esbarrões em móveis de casa podem levar a hematomas e pequenos cortes.

Como amenizar a situação: Essa nova estrutura da pele não é motivo para alarme, mas é mais um ponto para conversar com um dermatologista. O médico vai orientar o paciente a manter a pele saudável e, caso se machuque, como proceder.

 

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Sim. Durante qualquer cirurgia – não só a plástica –, muitos tecidos sofrem traumas. Isso é perfeitamente normal e esperado. A forma natural de o corpo reagir a tudo isso é formando o processo inflamatório. Ele se inicia com uma maior irrigação sanguínea na região e, com o tempo, causa o inchaço e o acúmulo de outros líquidos. Mas atenção:  não confunda inflamação, que é o organismos reagindo naturalmente, com infecção, que é o organismo sendo atacado!

 

Como amenizar o inchaço

Todo cirurgião plástico orienta seus pacientes sobre os cuidados no pós-operatório e uma das maiores preocupações é justamente diminuir o inchaço. Para procedimentos com lipoaspiração, a cinta de compressão é essencial nessa fase, já que ela ajuda a comprimir a região, auxiliando o corpo a se recuperar. Em outras regiões do corpo, a compressão pode ser feita de outras formas — são exemplos o sutiã na mamoplastia e uma proteção especial no pescoço na redução da papada.

Outra medida importante é a drenagem linfática. Nela, profissionais habilitados massageiam com cuidado a região, auxiliando a conduzir as substâncias que formam o inchaço até a circulação sanguínea. De lá, elas são eliminadas pela urina.

 

Em quanto tempo o inchaço desaparece?

Não há um prazo exato que se aplique a todos os pacientes. O inchaço diminui gradualmente e pode levar semanas ou até meses para que o corpo atinja o aspecto desejado. Cada pessoa reage de uma forma diferente a intervenções cirúrgicas e por isso cada recuperação tem seu ritmo. Esse é mais um motivo para que o paciente faça sempre o acompanhamento pós-cirúrgico de forma correta, indo às consultas programadas e sempre conversando sobre suas dúvidas e preocupações.

 

Uma boa alimentação ajuda a reduzir o inchaço?

Comidas pesadas sobrecarregam o sistema digestório e por isso, aumentam a sensação de mal estar. Já o edema pós-operatório deve-se à resposta do organismo para que a cicatrização ocorra. Os alimentos, mesmo com sódio, importam pouco nesse tipo de edema (inchaço). O que deve ser evitado é qualquer alimento pesado que naturalmente cause desconforto estomacal ou gases, como feijoada, churrasco e refrigerantes.

 

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