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Tag: "blefaroplastia"

Muita gente tem vontade de se submeter a procedimentos cirúrgicos para melhorar o visual e acaba esbarrando no fator tempo. Afinal, passar por uma cirurgia eletiva – esta que pode ser feita sem urgência nem pressa – exige também certas manobras na agenda: da dedicação no preparo, o dia da operação em si e, principalmente, a recuperação. Uma alternativa que pode funcionar em inúmeros casos é a chamada cirurgia combinada.

A ideia é aproveitar esse tempo para já resolver duas (ou mais) questões de uma só vez. Muitas vezes, até a anestesia pode ser “aproveitada”, diminuindo assim o impacto no organismo.

 

Limites da cirurgia combinada

Claro que há procedimentos cirúrgicos que podem ser feitos concomitantemente. Inclusive se forem de especialidades médicas diferentes – nesse caso, é preciso que as equipes envolvidas planejem conjuntamente o que será feito e qual procedimento será realizado primeiro.

Acontece de pacientes chegarem ao consultório querendo fazer tudo de uma só vez. Lipoaspiração, implante de silicone, cirurgia nos braços… Muita calma. Tudo precisa ser avaliado de forma racional pelo médico.

Os limites do impacto de uma cirurgia no organismo variam de pessoa para pessoa. Idade, preparo físico, antecedentes de saúde e histórico familiar precisam ser avaliados. Exames ajudam o médico a analisar se realmente é o caso de fazer mais de uma cirurgia ao mesmo tempo. Além disso, é preciso colocar na balança as restrições e as necessidades impostas por cada tipo de cirurgia envolvida. O tempo total dos procedimentos também tem de ser levado em conta.

Em geral, procedimentos mais facilmente associados são aqueles que se enquadram na mesma área cirúrgica – ou, pelo menos, aqueles cujo pós-operatório envolve a mesma posição. Exemplos de combinações clássicas são lipoaspiração e abmominoplastia, prótese nas mamas e lipoaspiração, mamoplastia e abdominoplastia ou lifting facial e cirurgia de nariz.

O importante é chegar a um consenso entre as expectativas do paciente e, principalmente, os conhecimentos e as responsabilidades do médico. Por isso, mais do que nunca, na hora da cirurgia a confiança é fundamental.

Realizando os procedimentos para a cirurgia combinada de maneira consciente e seguindo as recomendações, a recuperação ocorrerá sem sobressaltos. E o resultado será compensador.

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No post de hoje vamos retomar o assunto Blefaroplastia, a cirurgia das pálpebras, mas dessa vez vamos tratar especificamente das pálpebras superiores. A função delas é cobrir os olhos e, para isso, são formadas por um conjunto de estruturas que envolve músculos, tendões, fáscias, ligamentos, entre outros tecidos. Durante a cirurgia, todas essas estruturas são abordadas e eventualmente corrigidas, com atenção especial para o tamanho e posicionamento das bolsas de gordura que se formam na região, assim como o excesso de pele existente.

Eventuais alterações das pálpebras como a ptose palpebral (pálpebra caída), blefarocalázio (excesso cutâneo), ectrópio (borda ciliar virada para fora) e entrópio (cílios invertidos para dentro) podem ser corrigidas durante a plástica palpebral. Para isso, técnicas cirúrgicas adicionais são empregadas.

 “O objetivo do procedimento é restaurar a região, conferindo um olhar jovial com leveza e harmonia com toda a face, e promover a preservação e melhora da função palpebral”, afirma o Dr. Vitorio, diretor da Clínica Maddarena. Nos próximos posts sobre Blefaroplastia, falaremos sobre a faixa etária mais indicada para se submeter à técnica, além de cicatrizes e o pós-operatório, continue ligado(a)!

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Hoje falaremos de uma técnica cirúrgica chamada Blefaroplastia. Antes de falar da técnica em si, é importante explicar a estrutura da região ocular: 5 bolsas de gordura apoiam o nosso globo ocular, possibilitando a movimentação do olho em várias direções. Essas bolsas, com o tempo, tendem a aumentar de tamanho e deslocarem-se para a frente, tornando-se aparentes tanto nas pálpebras superiores quanto nas inferiores. Aí é onde entra a cirurgia. Hoje falaremos especificamente da que é feita nas pálpebras inferiores.

Os olhos são a parte mais expressiva da face e esse inchaço abaixo deles acaba indicando um aspecto cansado, triste e sem brilho que, muitas vezes, não é o verdadeiro reflexo do momento. A Blefaroplastia age nas causas do olhar cansado: as bolsas de gordura e o excesso de pele na região. Nessa cirurgia, o médico realiza a correção do tamanho e do posicionamento das bolsas e da pele excedente. Ela tem o objetivo de renovar o olhar sem alterar a expressão natural da pessoa.

O que recomendamos é: procure um cirurgião, agende uma avaliação e ele vai te explicar direitinho como a técnica funciona e como ela pode melhorar a aparência do seu olhar, além dos cuidados nos períodos pré e pós-operatório. No próximo post sobre o assunto falaremos sobre como a Blefaroplastia age nas pálpebras superiores, não perca!

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