Categoria: Não Cirúrgicos

A face é dividida em três partes: o terço superior, representado pela testa; o terço médio, ocupado pelo nariz; e o terço inferior, entre o final do nariz e o queixo.

Cada uma dessas três partes tem um volume próprio, garantindo a harmonia da face.

 

Carinha de bebê

Logo ao nascer, a face é redonda. Gradualmente, sofre um giro para frente e para baixo, tornando-se alongada. O centro desse giro, que se mantém ao longo da vida, fica no meato acústico, o buraco da orelha. Isso faz com que os tecidos da região central da face sofram mais os efeitos dessa movimentação. Dessa forma, os volumes se alteram, pois a mudança de posição causa um esvaziamento do terço médio, a região das maçãs do rosto, ao mesmo tempo que aumenta o volume do contorno da mandíbula – os chamados “buldoguinhos”.

Como o volume é proporcionado pelo osso da testa, no terço superior não ocorre uma variação grande, embora o efeito do giro seja notado pela posição mais baixa das sobrancelhas.

 

 

Mudanças ao longo da vida 

Ao observar fotografias de uma mesma pessoa ao longo da vida, podemos notar que uma face inicialmente com formato de um tonel, ou triângulo, apontado para baixo, com o tempo tende a se tornar um tonel apontado para cima, passando por uma fase em que se assemelha a um retângulo.

Essa mudança de volumetria é o objeto a ser tratado em uma intervenção cirúrgica. Mais do que esticar a pele, deve-se reposicionar os volumes a fim de se obter uma maior harmonia e rejuvenescimento da face.

Existem também as microáreas, como na região dos olhos. O olho é uma esfera do tamanho de um limão, apoiado em cinco colchõezinhos de gordura – dois em cima e três embaixo. Com o tempo esses coxins escorregam para a frente, criando as bolsas palpebrais ao mesmo tempo que deixam o olho mais fundo. A essa altura, há alteração da volumetria local, deixando a face com um aspecto mais envelhecido.

 

 

O que se usa no preenchimento?

A tecnologia permitiu aprimorar as técnicas tradicionais de preenchimento, proporcionando menos rejeição e possibilitando resultados mais seguros. O cirurgião plástico deve avaliar o paciente e, de acordo com a necessidade, pode utilizar recursos como silicone na forma sólida ou acondicionado dentro de “envelopes”, polimetilmetacrilato (PMMA) e ácido hialurônico. Este último, por ser uma molécula também existente em nosso corpo, não causa rejeição ou alergias.

 

 

E como as rugas se formam? 

Na face ocorre o fenômeno da hipercinesia muscular, ou a contração excessiva dos músculos. Ela provoca as rugas dinâmicas, aquelas que aparecem quando fazemos determinadas expressões, como os pés-de-galinha ao redor dos olhos. De tanto dobrar sempre no mesmo local, as fibras de colágeno se quebram e formam as chamadas rugas estáticas, presentes mesmo com a face em repouso, sem nenhum tipo de expressão.

Nesses casos usamos a toxina botulínica para relaxar a musculatura e, portanto, tratar o componente dinâmico da ruga. Posteriormente, complementamos com ácido hialurônico para preencher o espaço deixado pelas fibras de colágeno destruídas, tratando o componente estático da ruga.

 

 

O rejuvenescimento facial só é possível com cirurgia plástica?

Boas notícias: é possível associar técnicas e ter bons resultados. A toxina botulínica pode ser usada para diminuir a força de contração dos músculos que puxam a face para baixo. Consequentemente os músculos que puxam para cima se tornarão proporcionalmente mais fortes, proporcionando um aspecto de rejuvenescimento.

Associando tal efeito à correção da volumetria com os preenchedores, obtém-se efeitos muito satisfatórios a quem deseja um rejuvenescimento facial sem passar por uma cirurgia. A realização desses procedimentos é rápida – costuma levar de 10 a 30 minutos –, e praticamente indolor: usa-se anestesia local ou, em alguns casos, até se dispensa a aplicação do anestésico.

O efeito obtido é o restabelecimento da volumetria, com o reposicionamento do triângulo facial apontando para baixo. É claro que, em alguns, a intervenção cirúrgica se faz necessária, mas a amenização é garantida.

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Não é possível apagar uma cicatriz, já que ela é consequência da maneira como seu corpo se recupera de um trauma.

Mas a boa notícia é que muitas delas podem ser melhoradas para que tenham uma aparência mais uniforme em relação ao seu entorno. Em nosso blog já falamos sobre os cuidados gerais de uma cicatriz. Mas o que fazer para melhor sua aparência? Veja a seguir algumas condutas que podem ser tomadas:

 

Siga sempre as orientações do seu médico

Se a cicatriz for em decorrência de uma cirurgia, seu médico irá lhe instruir sobre os cuidados necessários. Siga todos à risca e informe o profissional caso tenha dores, secreções ou reações inesperadas. Se ficar com alguma dúvida ou insegurança sobre sua cicatrização, aproveite o acompanhamento do pós-operatório e converse com seu médico.

 

Massagens na cicatriz

É possível fazer manobras que “relaxam” a cicatriz e suavizam seu aspecto. Mas é preciso ter cuidado para não interferir no processo de cicatrização. Consulte seu médico para que ele lhe mostre os movimentos indicados para seu caso.

 

Compressão

Há no mercado faixas de silicone que auxiliam na suavização de cicatrizes. Elas aderem ao corpo e, se usadas de forma adequada em tecidos sadios, costumam apresentar bons resultados. Agem hidratando a área e fazendo uma leve pressão sobre a região. Por serem feitas de material flexível, sua colocação não causa desconforto.

 

Laser

Há alguns tipos de laser que podem ser usados para diminuir a cor avermelhada das cicatrizes ou mesmo para ordenar as fibras de colágeno que estão se formando no local da cicatrização. Podem igualmente ser usados para estrias e rugas. O desconforto é suportável e cremes anestésicos aumentam a tolerância.

 

Pomadas

Elas ajudam a melhorar algumas características das cicatrizes. Servem para acelerar o processo de maturação da cicatriz. Entretanto, não têm a capacidade de fazer uma cicatriz desaparecer. Por serem medicamentos, o uso deve ser prescrito por um médico, que irá orientar o paciente sobre a aplicação correta.

 

Cirurgia plástica

Há casos em que a cicatriz requer intervenção cirúrgica para melhorar, tanto o aspecto, como a funcionalidade. Além de alterações estéticas (desnivelamento, alargamento, coloração inadequada), em alguns casos cicatrizes podem doer ou apresentar prurido.

Nesses casos cirúrgicos, os tecidos cicatriciais são removidos, tanto por fora como internamente. A pele e suas camadas são unidos novamente de maneira a tornar a mínima a quantidade de tecidos cicatriciais.  Depois da operação, é necessário associar outros procedimentos, como laser ou injeções de corticoide e outros medicamentos para que a nova cicatriz se forme de maneira mais harmônica. Converse com seu médico para conhecer o pós-operatório.

 

 

O que são cicatrizes?

A cicatriz, antes de mais nada é a reparação (conserto) de uma lesão. Não importa qual seja o órgão acometido, a cicatrização ocorre sempre do mesmo modo. Ou seja, no rim ou na pele, uma cicatriz, vista ao microscópio, tem o mesmo aspecto.

Assim fica mais fácil entender: a cicatriz pode estar na pele, mas não é pele. Pode ficar elevada, deprimida ou alargada. Pode ter uma coloração mais clara ou mais escura do que a pele ao redor. Pode também estar em posição desfavorável em relação às linhas de força da pele – dependendo da região, estar na vertical ou na horizontal faz toda a diferença.

A cirurgia plástica atua removendo os tecidos cicatriciais, reduzindo-os ao mínimo possível, e unindo camada por camada os tecidos das bordas da ferida.

 

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Ouvimos falar de um procedimento estético que proporciona à pele tratada um efeito similar ao do polimento de um veículo. Não poderíamos perder a oportunidade de consultar o Dr. Vitorio Maddarena para saber o nome dessa técnica e como ela funciona. Fizemos isso e agora é hora de trazermos até você, leitor(a), as informações que conseguimos sobre a Microdermoabrasão. Com a palavra, o Dr. Vitorio:

“A Microdermoabrasão ou MDA é uma técnica na qual um aparelho, ao mesmo tempo que cria uma área de pressão negativa na pele (vácuo), bombardeia com micropartículas de sílica, promovendo uma espécie de polimento da pele. É indicada para opacidade cutânea, manchas superficiais, cicatrizes de acne, rítides iniciais, etc. Pode ser associada com o Peeling, Laser de baixa potência ou com técnicas de drug delivery.”

Além de todos esses benefícios que a Microdermoabrasão pode proporcionar, ela ainda estimula a colagênese, que nada mais é do que a produção natural de novas fibras de colágeno na pele.

Quando o assunto é estética e beleza da pele deve-se procurar clínicas especializadas com profissionais que vão realizar o procedimento de forma a não colocar a saúde do paciente em risco. Por isso, até mesmo para saber se este procedimento é o mais indicado para seu caso, é importante consultar-se com um médico especialista para uma avaliação mais detalhada.

Você já ouviu falar de dermatoporose? Podemos dizer que é uma condição natural que provoca o envelhecimento da pele por falta de colágeno. O tratamento mais indicado contra a dermatoporose é o Laser.

A pele possui duas camadas: a epiderme e a derme, como já dissemos num texto anterior sobre o tratamento a laser. A derme é a mais profunda, onde ficam as fibras de colágeno e elastina que formam o arcabouço de sustentação da pele. E é nela também que fica a água, que mantém a pele hidratada, por exemplo. A partir dos 20 anos, no entanto, a produção de colágeno começa a cair gradativamente. De um ano para o outro há uma diminuição da produção de colágeno de cerca de 1%.

“Em algum momento, essa queda de produção vai impactar na quantidade total do colágeno, fazendo aparecer a dermatoporose”, explica o Dr. Vitorio, diretor da Clínica Maddarena. “Some-se a isso que a exposição à luz solar ao longo dos anos provoca danos em nossa pele. Surgem manchas, rugas, ocorre perda da elasticidade e também uma certa opacidade. Esse conjunto de alterações diminui a vitalidade e a beleza natural da pele”, completa o Doutor.

Portanto, para desacelerar esse processo natural de envelhecimento da pele, procure um médico especialista em tratamentos a laser e agende uma avaliação. E continue ligado(a) no nosso blog, sempre levando até você informações sobre o mundo dos tratamentos estéticos.

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Hoje continuaremos mostrando como aplicações da Toxina Botulínica podem ser úteis além da estética. Conversamos com o Dr. Vitorio, diretor da Clínica Maddarena, que nos contou a respeito de uma doença que pode ter seus efeitos minimizados com aplicações regulares da substância: o Blefaroespasmo.

O Blefaroespasmo é uma doença que ataca as pálpebras e, assim como a Paralisia Facial Periférica, provoca contrações involuntárias nos músculos que ficam ao redor dos olhos. Em geral ele ocorre dos 2 lados do rosto do paciente e causa incessantes piscadas, que podem levar à cegueira funcional. “Quando detectada, a doença pode ter seus efeitos amenizados com a aplicação da Toxina Botulínica, que age diretamente nos músculos, controlando suas contrações. O ideal é que as aplicações nos pacientes com Blefaroespasmo sejam repetidas a cada 5 meses para que eles possam viver com o mínimo de desconforto possível”, explica o Dr. Vitorio Maddarena.

É importante dizermos também que, assim que a pessoa perceber contrações involuntárias constantes nas pálpebras, deve procurar um médico para ter seu diagnóstico. Após isso, ela pode buscar tratamentos como o que revelamos hoje, com aplicações locais de Toxina Botulínica. Esperamos que o assunto tenha ficado claro e que você continue nos acompanhando neste blog e nas nossas mídias sociais!

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