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Tag: "estrias"

Peeling facial é, na verdade, o nome que damos a vários tratamentos que têm como função remover manchas e marcas na pele. A ideia é provocar a renovação cutânea, removendo a camada mais superficial e dando lugar a uma nova.

E não é só o rosto que se beneficia: é possível tratar outras áreas do corpo, como o pescoço, costas, braços, pernas e em regiões com estrias.

Produtos diferentes atuam em profundidades também diferentes da pele: os mais superficiais combatem sardas, poros dilatados e manchas superficiais. Os mais profundos são indicados para cicatrizes, rugas e manchas mais persistentes.

Como são várias indicações, há diversas técnicas que, reunidas, são chamadas de peeling. Só um profissional especializado pode determinar qual a mais adequada para um caso concreto. Conheça aqui os principais tipos:

 

Peeling mecânico

Um aparelho especial lixa a pele com muito cuidado. As ponteiras mais comuns são as de cristal e as de diamante – estas últimas geralmente indicadas quando se deseja alcançar camadas mais profundas. A quantidade de sessões varia de acordo com a pele do paciente e a frequência pode ser até semanal.

 

Peeling químico

A medicina desenvolveu ácidos destinados especialmente a remover de forma controlada as camadas superficiais da pele e a desempenhar ações farmacológicas. A descamação ocorre depois de alguns dias – é importantíssimo não esquecer do filtro solar. Os ácidos mais comuns para esse fim são o retinoico, o glicólico e o salicílico. É possível que o paciente sinta um certo desconforto nos dias que seguem a aplicação, sendo este mais um motivo para seguir com atenção os cuidados prescritos.

 

Laser

O laser, com suas múltiplas funções, é um incrível aliado dos tratamentos de beleza. Não é de se espantar que ele também possa promover a renovação da pele. Como se trata de um feixe de luz potente, é possível trabalhar com precisão em manchas e cicatrizes, inclusive escolhendo a profundidade desejada.

 

Vários tipos de peeling mas um só cuidado

É muito importante seguir à risca as orientações do profissional que conduziu um tratamento com peeling. Caso contrário, o problema pode até se agravar. A principal recomendação é evitar exposição ao sol e, quando esta for inevitável, usar protetor solar. Também é preciso informar o profissional sobre os produtos da rotina de beleza em casa para avaliar eventuais substituições ou suspensões durante o tratamento.

 

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Certamente você já ouviu falar sobre o colágeno, essa proteína que é tão importante para nosso organismo. Trata-se de uma substância produzida por todos os animais – e que é fundamental para a constituição do tecido conjuntivo.

Ele está presente na pele, nas cartilagens, nos tendões e em muitos órgãos do corpo humano. É a proteína mais abundante em nosso organismo, representando 30% do total.

De uma maneira bem simples, podemos dizer que essa substância é que dá a forma ao nosso corpo: firmeza e resistência, sem deixar de ser macio.

A partir dos 20 anos temos uma diminuição na produção de colágeno da ordem de 1% ao ano. Depois dos 30 anos esse déficit de produção já começa a impactar na sua quantidade total e por isso o início da flacidez

Além da flacidez, a ruptura das fibras de colágeno provoca as estrias

 

Qualidade de vida

Alguns fatores comportamentais podem fazer com que a diminuição do colágeno ocorra de forma mais rápida no organismo. Fumar, exagerar no sol ou ter um dia a dia muito estressado em geral precipita esse processo, trazendo efeitos mais visíveis ainda em pessoas jovens.

Esta é uma das razões porque pessoas expostas a condições difíceis parecem mais velhas do que realmente são.

 

O colágeno na alimentação

Uma alimentação balanceada pode ajudar o organismo e atenuar um pouco os efeitos naturais da idade. Peixes, frango, carne vermelha e ovos são ricos em colágeno. Alguns tipos de queijo – como o minas e o cottage – também são importantes.

É bom também ingerir legumes, verduras, frutas e castanhas. Porque eles são ricos em nutrientes – selênio, zinco, vitaminas A, C e E. E são esses nutrientes que garantem que o colágeno seja absorvido pelo organismo.

 

Suplementos de colágeno

O colágeno, como toda proteína, é uma cadeia de aminoácidos, como se fossem peças de Lego. No processo de digestão, nosso organismo “desmonta” as proteínas, absorvendo os aminoácidos. Uma vez absorvidos, o destino deles será compor uma nova proteína, que poderá ou não ser um colágeno.

Dessa maneira, acredita-se não ser preciso ingerir colágeno para produzi-lo, mas sim ter uma alimentação regular que garanta um bom estado nutricional.

 

Estimulando a produção 

Hoje em dia é possível contornar o problema da perda de colágeno com tratamentos que estimulam a produção pelo próprio corpo, como o Multiwaves, radiofrequência, microagulhamento, drug delivery, laser e peelings físicos ou químicos.

Essas novas tecnologias auxiliam na firmeza da pele e melhoram o aspecto de linhas de expressão e cicatrizes, inclusive as de estrias.

 

Colágeno emagrece?

Não exatamente. Mas a ingestão do suplemento em pó em quantidades indicadas por um médico pode gerar sensação de saciedade, diminuindo a fomezinha indesejada em horários errados. O produto sozinho não faz milagres e perda de peso saudável só se consegue com boa alimentação e exercícios. Mas o colágeno pode, sim, dar um empurrãozinho.

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As temidas estrias nada mais são do que cicatrizes. Elas surgem quando fibras de colágeno se rompem, marcando a pele. No começo, têm um tom avermelhado, indicando que ainda estão presentes nelas vasos sanguíneos – que, se tratados, podem ajudar a regenerar a região. É por isso que dizemos que as estrias já esbranquiçadas são mais difíceis de tratar.

Conheça agora algumas formas para amenizar a aparência das estrias:

 

1. Laser

O laser é uma luz muito forte que, se programada e operada corretamente, atinge seu alvo para um tratamento específico. Ele estimula a produção de colágeno, o que auxilia em vários tipos de cicatrização. Além das estrias, também proporciona excelentes resultados nas marcas de acne, manchas na pele e poros dilatados. Os resultados são visíveis já nas primeiras sessões.

 

2. Peeling químico

Também é possível estimular a produção de colágeno com o peeling químico. Trata-se de uma solução química que, aplicada sobre as estrias, provoca a regeneração da área. O tipo do ácido utilizado depende da aparência da estria (cor e dimensões). É um método versátil – assim como o laser, e pode ser usado para outros fins, como a melhora de manchas na pele causadas pela acne.

 

3. Microdermoabrasão (ou peeling físico)

Técnica que inclui o peeling de diamante e o de cristal, é outra forma de se provocar a regeneração da pele. Com um aparelho específico, o profissional qualificado desgasta a área afetada com muito cuidado. Mas não se assuste: o procedimento é indolor – causa, no máximo, um pequeno desconforto que passa em segundos.

 

4. Multiwaves (ou LED)

Você sabia que as lâmpadas de LED também são úteis no combate às estrias? Claro que em uma versão tecnológica diferente da que ilumina nossas casas. Esse método específico estimula a cicatrização e o rejuvenescimento da pele. E também tem outras várias indicações, inclusive para fortalecimento capilar!

 

5. Cirurgia plástica

Plásticas como a abdominal têm por finalidade corrigir excessos de pele e reposicionar musculaturas. Já que a cirurgia envolve corte de pele, algumas estrias podem ser eliminadas no processo. Como já comentamos em outro texto, converse sempre com seu médico para entender as expectativas da cirurgia e os resultados que podem ser alcançados.

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Hoje falaremos a respeito de possíveis tratamentos para estrias e vamos também esclarecer um mito popular sobre o assunto. Começamos, então, desvendando o tal mito, que diz que a pele bronzeada ajuda a esconder as estrias. Isso não procede porque o bronzeamento, natural ou artificial, só ajuda a salientar as estrias, principalmente as albas. Relembrando que as estrias chamadas “albas” são a evolução das “rubras” e, portanto, mais profundas e sem vascularização.

Dito isso, recorremos à Luciana Porto, especialista em tratamentos estéticos da Clínica Maddarena, para levarmos até você informações relativas aos tratamentos para estrias. Luciana relembrou que essas dermatoses estão ligadas à ruptura das fibras de colágeno: “os tratamentos devem agir na reposição do colágeno para a consequente recomposição do tecido afetado. Para isso, podemos aplicar os ácidos ascórbico, glicólico e retinoico no local da estria.”

Luciana falou também a respeito de dois outros tratamentos para melhorar a aparência do local afetado pelas estrias, a dermoabrasão e o laser. “A dermoabrasão é uma espécie de lixamento que fazemos na pele. Ele causa escoriações, que estimulam o organismo a criar fibras de colágeno, recompondo o tecido da região. O tratamento a laser também ajuda nessa regeneração tecidual, além de promover sua cicatrização”, completa a especialista.

Nem todas as pessoas podem se submeter a esses tratamentos, então é indicado que se procure um especialista para que ele avalie a solução mais eficaz para cada situação. Continue nos acompanhando aqui no blog e nas nossas mídias sociais!

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Hoje falaremos de marcas tão visíveis na pele quanto temíveis por homens e mulheres: as estrias. Tecnicamente, elas são consideradas cicatrizes que se formam pelo rompimento das fibras de colágeno. Tais fibras são responsáveis pela elasticidade e rigidez da pele.

Assim como fizemos para levar até você informações a respeito das celulites, conversamos com a Luciana Porto, coordenadora de tratamentos estéticos da Clínica Maddarena, que contou com detalhes como essa ruptura de fibras acontece no corpo. Ela começou explicando o popular “efeito-sanfona”: “quando a pessoa tem uma mudança expressiva de medidas, seja em casos de gestação, ganho ou perda de peso ou hipertrofia muscular a pele sofre um estiramento muito rápido e suas fibras de colágeno se quebram. “

Luciana também falou a respeito dos diferentes tipos de estrias e suas causas: “as chamadas estrias rubras têm aspecto avermelhado pois ali ainda há vascularização adequada. Se forem tratadas nesse primeiro momento, de forma rápida, podem desaparecer, afinal os vasos sanguíneos carregam os nutrientes necessários para regenerar as fibras rompidas. Porém, se não for realizado nenhum tipo de tratamento, elas evoluem para o que chamamos de estrias albas. Essas já possuem aspecto esbranquiçado e são mais profundas, sem qualquer vascularização, o que dificulta o tratamento. “

Voltaremos em breve a falar sobre as estrias e seus tratamentos, inclusive para as albas, que só conseguem ser recuperadas parcialmente por meio de técnicas especiais. Continue nos acompanhando e envie suas dúvidas pelas nossas mídias sociais!

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