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Muita gente diz que é possível adivinhar a idade de uma pessoa olhando para suas mãos. Mas como retardar o envelhecimento delas? É possível usar os mesmos cremes e tratamentos que usamos no rosto? 

 

Como as mãos envelhecem

Com o tempo, a pele de todo o nosso corpo envelhece. É um processo natural. As nossas mãos, por terem uma pele fina em constante movimento, evidenciam mais o envelhecimento. Além disso, mesmo quando as pessoas incorporam desde cedo cuidados com o rosto, muitas delas não fazem o mesmo com outras partes do corpo, como mãos e pescoço.

Por isso, é importante entender o que está causando o aspecto envelhecido das mãos para chegar à melhor solução.

 

Retardando o envelhecimento das mãos com protetor solar

O sol é um dos grandes responsáveis pelo envelhecimento precoce da pele. Então, quando proteger o rosto, também não se esqueça das mãos! Uma forma fácil de incorporar esse cuidado na rotina é usar cremes hidratantes com fator de proteção solar. Leve sempre na bolsa e deixe também um no carro. Se você dirige, as mãos ao volante ficam mais expostas e merecem cuidado. 

 

Manchas senis

O nome pode ser chocante, mas estamos falando daquelas manchas marrons que aparecem geralmente pela exposição desprotegida ao sol. Elas não aparecem necessariamente em pessoas de idade e podem ser amenizadas com diversos tratamentos. Só um médico pode dizer qual a melhor opção para cada caso. É possível contar com peelings, aplicações de laser, cremes com formulações específicas e até mesmo combinar duas ou mais soluções. 

 

Preenchimento para rejuvenescimento das mãos

Em casos em que as mãos apresentam veias saltadas, é possível preencher o dorso com um composto especial, que recupera o volume e atenua o tom escuro dos vasos. É um procedimento feito no consultório do médico, pode necessitar de mais de uma sessão e deve ser refeito anualmente.

 

Combatendo a flacidez com colágeno e bioestimuladores

A diminuição de colágeno que ocorre naturalmente em nosso corpo é responsável pelo visual flácido das mãos. Tal efeito pode ser contornado com aplicação de ácido hialurônico, um componente naturalmente presente em nosso organismo e que rende bons resultados, sem rejeição. 

Em outros casos, é possível usar o ácido polilático, geralmente comercializado sob o nome Sculptra. Trata-se de uma substância que estimula nosso corpo a produzir o colágeno que perdemos naturalmente na idade adulta. Saiba mais sobre essa técnica aqui, que também pode ser usada para combater celulite e flacidez em outras regiões do corpo. A hidroxiapatita de cálcio é outro bioestimulador com resultados muitos bons para o rejuvenescimento das mãos.

 

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Na semana passada conversamos sobre o que causa o melasma. Hoje vamos falar sobre os principais tratamentos existentes.

Somente o médico dermatologista saberá avaliar o caso concreto e determinar qual ou quais tratamentos são mais indicados para um paciente. As condutas podem variar, mas a orientação de proteção contra luz visível e raios ultraviolenta é constante e precisa ser reforçada durante a terapia.

Hoje em dia, estão disponíveis diversos medicamentos de uso tópico e procedimentos como peelings e aplicações e luzes ou lasers para o clareamento.

Para combater o melasma, não há uma só receita: o médico costuma lançar mão de um conjunto de medidas tanto para clarear a mancha quanto para impedir que ela volte.

 

Fotoproteção contra o melasma

A proteção à exposição solar é condição fundamental para tratar o melasma. Tanto para iniciar o tratamento quanto para, depois, estabilizar e manter os resultados. Aqueles que têm melasma precisam aplicar, nas regiões afetadas, um filtro solar eficiente, físico e químico, com FPS alto.

É importante buscar produtos que tenham proteções tanto contra os raios ultravioleta A (UVA) quanto ultravioleta B (UVB).

 

Cremes

O uso de cremes não é uma unanimidade. Trata-se de um método que não funciona com todos os pacientes. Os produtos à base de hidroquinona, ácido glicólico, ácido retinoico e ácido azelaico podem ajudar na remoção das manchas. Também podem ser indicados ativos como arbutin, ácido kójico, ácido fítico, ácido tranexâmico e ácido dioico.

Os resultados começam a ser visíveis em cerca de 60 dias depois do início do tratamento. Depois desse período, o médico irá orientá-lo como continuar com os cremes, para que a condição seja estabilizada e o pigmento indesejado não retorne.

 

Peelings

Existem muitos tipos diferentes de peelings, sendo que alguns deles conseguem atingir até as camadas mais profundas da pele. Seu dermatologista pode ajudá-lo a escolher o mais adequado para seu caso.

Esse tipo de tratamento pode clarear a pele de forma gradual, com bons resultados para o combate ao melasma. Conheça os tipos de peeling mais populares aqui.

 

Laser e luz pulsada

Há tratamentos feitos com formas de energia luminosa que também clareiam o melasma. Isso pode ser feito com o laser ou com a luz intensa pulsada. É importante tomar cuidado: se tais procedimentos não forem feitos de forma adequada, o efeito pode ser inverso, já que a luz pode gerar mais pigmentação.

Por isso é importante escolher um bom médico dermatologista – um profissional credenciado, atualizado e que inspire confiança.

 

MMP, ou Microinfusão de Medicamentos na Pele

Com pequenas agulhas em um aparelho semelhante a uma máquina de tatuagem, o médico consegue alcançar com precisão a camada da pele afetada pelo melasma e aplicar diretamente o medicamento que irá combatê-lo. Essa técnica é utilizada para potencializar o efeito de diversos outros tratamentos. Conheça mais detalhes aqui.

 

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Manchas escuras na pele – o melasma – geralmente estão associadas à gravidez. Mas você sabia que essas manchas podem aparecer em outros momentos da vida? E que os homens também estão suscetíveis a elas?

Saiba um pouco mais sobre o melasma e entenda como esse problema pode ser tratado.

 

O que é melasma?

Trata-se de uma condição cujo sintoma é o aparecimento de manchas escuras ou acastanhadas na pele. Elas ocorrem principalmente na face, sobretudo no rosto, na testa, no nariz e na região do buço. Mas também podem surgir nos braços, pescoço e colo. Nesses casos, é o chamado melasma extrafacial.

É mais comum em mulheres – mas também podem aparecem em homens. Na maior parte dos casos as manchas são bem definidas e de formatos irregulares.

Não há uma causa definida para o surgimento do melasma. Geralmente, entretanto, observa-se que tais manchas são decorrentes de uso de anticoncepcionais femininos, gravidez e por causa da exposição ao sol – seja por conta da luz ultravioleta, seja por conta da luz visível.

Além dos fatores hormonais, a predisposição genética também influencia no aparecimento do melasma.

 

Diagnóstico

Qualquer mancha na pele deve ser avaliada por um médico dermatologista. Só ele pode dizer com certeza se é um melasma ou outro tipo de problema, inclusive algo mais sério. O médico irá perguntar sobre o paciente, se há alguma outra queixa e o histórico familiar. É uma oportunidade excelente para tirar dúvidas e examinar o corpo inteiro em busca de lesões.

 

Cuidados

Pessoas com melasma não devem descuidar do sol. A proteção precisa ser feita diariamente, mesmo em dias nublados ou chuvosos e até mesmo no inverno.

O sol pode agravar o quadro, já que o melasma pigmenta com a luz. Além de filtro solar, é recomendável o uso de chapéus, óculos escuros, sombrinhas e guarda-sóis – enfim, a região acometida precisa estar protegida dos raios solares. Saiba mais dicas de proteção da pele aqui.

 

O melasma pode surgir em camadas diferentes da pele, o que exige tratamentos diferentes para cada caso. Na semana que vem vamos falar sobre os mais indicados. Hoje a medicina conta com vários medicamentos e tecnologias que podem suavizar o problema, como ácidos e terapias com laser. Fique ligado!

 

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Peeling facial é, na verdade, o nome que damos a vários tratamentos que têm como função remover manchas e marcas na pele. A ideia é provocar a renovação cutânea, removendo a camada mais superficial e dando lugar a uma nova.

E não é só o rosto que se beneficia: é possível tratar outras áreas do corpo, como o pescoço, costas, braços, pernas e em regiões com estrias.

Produtos diferentes atuam em profundidades também diferentes da pele: os mais superficiais combatem sardas, poros dilatados e manchas superficiais. Os mais profundos são indicados para cicatrizes, rugas e manchas mais persistentes.

Como são várias indicações, há diversas técnicas que, reunidas, são chamadas de peeling. Só um profissional especializado pode determinar qual a mais adequada para um caso concreto. Conheça aqui os principais tipos:

 

Peeling mecânico

Um aparelho especial lixa a pele com muito cuidado. As ponteiras mais comuns são as de cristal e as de diamante – estas últimas geralmente indicadas quando se deseja alcançar camadas mais profundas. A quantidade de sessões varia de acordo com a pele do paciente e a frequência pode ser até semanal.

 

Peeling químico

A medicina desenvolveu ácidos destinados especialmente a remover de forma controlada as camadas superficiais da pele e a desempenhar ações farmacológicas. A descamação ocorre depois de alguns dias – é importantíssimo não esquecer do filtro solar. Os ácidos mais comuns para esse fim são o retinoico, o glicólico e o salicílico. É possível que o paciente sinta um certo desconforto nos dias que seguem a aplicação, sendo este mais um motivo para seguir com atenção os cuidados prescritos.

 

Laser

O laser, com suas múltiplas funções, é um incrível aliado dos tratamentos de beleza. Não é de se espantar que ele também possa promover a renovação da pele. Como se trata de um feixe de luz potente, é possível trabalhar com precisão em manchas e cicatrizes, inclusive escolhendo a profundidade desejada.

 

Vários tipos de peeling mas um só cuidado

É muito importante seguir à risca as orientações do profissional que conduziu um tratamento com peeling. Caso contrário, o problema pode até se agravar. A principal recomendação é evitar exposição ao sol e, quando esta for inevitável, usar protetor solar. Também é preciso informar o profissional sobre os produtos da rotina de beleza em casa para avaliar eventuais substituições ou suspensões durante o tratamento.

 

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As temidas estrias nada mais são do que cicatrizes. Elas surgem quando fibras de colágeno se rompem, marcando a pele. No começo, têm um tom avermelhado, indicando que ainda estão presentes nelas vasos sanguíneos – que, se tratados, podem ajudar a regenerar a região. É por isso que dizemos que as estrias já esbranquiçadas são mais difíceis de tratar.

Conheça agora algumas formas para amenizar a aparência das estrias:

 

1. Laser

O laser é uma luz muito forte que, se programada e operada corretamente, atinge seu alvo para um tratamento específico. Ele estimula a produção de colágeno, o que auxilia em vários tipos de cicatrização. Além das estrias, também proporciona excelentes resultados nas marcas de acne, manchas na pele e poros dilatados. Os resultados são visíveis já nas primeiras sessões.

 

2. Peeling químico

Também é possível estimular a produção de colágeno com o peeling químico. Trata-se de uma solução química que, aplicada sobre as estrias, provoca a regeneração da área. O tipo do ácido utilizado depende da aparência da estria (cor e dimensões). É um método versátil – assim como o laser, e pode ser usado para outros fins, como a melhora de manchas na pele causadas pela acne.

 

3. Microdermoabrasão (ou peeling físico)

Técnica que inclui o peeling de diamante e o de cristal, é outra forma de se provocar a regeneração da pele. Com um aparelho específico, o profissional qualificado desgasta a área afetada com muito cuidado. Mas não se assuste: o procedimento é indolor – causa, no máximo, um pequeno desconforto que passa em segundos.

 

4. Multiwaves (ou LED)

Você sabia que as lâmpadas de LED também são úteis no combate às estrias? Claro que em uma versão tecnológica diferente da que ilumina nossas casas. Esse método específico estimula a cicatrização e o rejuvenescimento da pele. E também tem outras várias indicações, inclusive para fortalecimento capilar!

 

5. Cirurgia plástica

Plásticas como a abdominal têm por finalidade corrigir excessos de pele e reposicionar musculaturas. Já que a cirurgia envolve corte de pele, algumas estrias podem ser eliminadas no processo. Como já comentamos em outro texto, converse sempre com seu médico para entender as expectativas da cirurgia e os resultados que podem ser alcançados.

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