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Na semana passada, comentamos sobre como a flacidez aparece no corpo. É um processo natural, mas que pode ser atenuado com ajuda da medicina e da tecnologia. 

Confira com a gente os tratamentos mais procurados no momento para uma pele mais firme, iluminada e rejuvenescida.

 

Venus Legacy 

Uma das formas mais eficientes de combater a flacidez é incentivar o próprio organismo a produzir mais colágeno. E tecnologia e modernidade podem ser aliadas deste processo, com o uso do Venus Legacy. Ele combina radiofrequência e pulsos eletromagnéticos para atingir camadas profundas da pele e estimular a produção de colágeno pelo próprio organismo. Com isso, a pele retoma sua firmeza logo nas primeiras sessões. E a indicação vai além do rosto: o procedimento pode ser realizado no pescoço, no colo e em qualquer região do corpo em que a pele precise de mais firmeza.

 

Coolsculpting também contra a flacidez

Também muito usado para tratar celulite, o Coolsculpting é uma tecnologia que combate a flacidez cristalizando as células de gordura, que são posteriormente eliminadas pelo organismo.

 

Ácido hialurônico

A flacidez também ocorre em áreas do corpo que perdem volume com o passar do tempo, como região dos olhos, lábios e mãos. Um médico pode preencher essas áreas com ácido hialurônico, uma substância naturalmente presente em nosso corpo e que não é rejeitada pelo organismo. Os efeitos são temporários e duram de seis meses a um ano.

 

Lifting facial

Também chamado de ritidoplastia, lifting, em inglês, significa levantar. E é isso que o cirurgião faz: ele levanta os tecidos internos e a pele, reposicionando o rosto. É um procedimento que pode ser usado para vários objetivos ao mesmo tempo: além de combater a flacidez, melhora o contorno facial, atenua rugas e confere um aspecto rejuvenescido ao semblante. 

 

Blefaroplastia

A cirurgia plástica das pálpebras ajuda e muito a melhorar a expressão do rosto, reduzindo o aspecto caído e cansado do olhar. Com o tempo as bolsas de gordura que naturalmente existem ao redor dos olhos se deslocam levemente, o suficiente para envelhecer o visual. Então, o médico as reposiciona e, conforme as necessidades de cada paciente, também retira o excesso de pele e corrige outras estruturas, como músculos, tendões, ligamentos e até mesmo cílios.

 

Cirurgia plástica

Flacidez excessiva – geralmente resultado de grande perda de peso em curto tempo – pode ser solucionada com cirurgia plástica. E não apenas por motivos estéticos: o excesso de pele pode ser um grande desconforto, causando assaduras e machucados. 

As regiões mais comuns para esse tipo de plástica são os braços, coxas, barriga, mamas e papada. O cirurgião vai avaliar a extensão de pele que precisa ser retirada e, dependendo do quadro do paciente, pode ser necessária mais de uma intervenção. 

Escrevemos um artigo bem interessante sobre esse tipo de cirurgia em pessoas que perderam muito peso depois da cirurgia bariátrica. Veja mais aqui. 

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Na semana passada, começamos a falar sobre os efeitos do cigarro na pele. Ele causa manchas, envelhecimento precoce, rugas e linhas de expressão. Mas a lista é enorme e não para por aí.

Veja com a gente mais motivos para parar de fumar e o que pode ser feito para reparar os danos que já estão aparentes.

 

Celulite

Pavor de boa parte da população feminina, em que a incidência é mais comum, a celulite é nada mais do que um depósito de gordurinhas sob a pele. E o cigarro é vilão também: estudos indicam que, uma vez que fumar causa piora na circulação sanguínea, a celulite tende a aparecer mais facilmente.

É um efeito em cadeia: com circulação ruim, o sangue não consegue drenar corretamente as toxinas. Assim, o líquido natural entre as células acaba sendo tóxico, o que favorece o acúmulo de gordura.

O problema da celulite pode ser amenizado com tratamentos que estimulam a circulação do local e fortalecem a pele. O Legacy – ou rádio-frequência – por exemplo, é uma tecnologia moderna e indolor que trata celulite e gordura localizada já na primeira sessão. Também é possível combinar tratamentos como sessões de drenagem linfática e ultrassom para ajudar na eliminação do edema.

 

Cicatrização ruim

O chamado estresse oxidativo não causa somente o aspecto de envelhecimento precoce. Além de inibir a produção de colágeno, o aumento indesejado de radicais livres causado pelo fumo também dificulta a circulação, nos finos vasos, de substâncias que auxiliam nos reparos de pele. Em outras palavras: o fumante costuma apresentar dificuldade de cicatrização.

É por isso que antes de uma cirurgia eletiva, como boa parte das intervenções plásticas, é praxe recomendar que o fumante abandone o hábito, ainda que temporariamente, com algumas semanas de antecedência.

 

Unhas amareladas

Os sinais de impregnação de nicotina costumam ser bastante visíveis nas unhas dos fumantes.

A má circulação sanguínea e o aumento dos radicais livres ainda podem dificultar a chegada de nutrientes necessários à formação delas, fazendo com que o fumante tenha unhas quebradiças e irregulares.

 

Cabelo

Fumar também causa queda e enfraquecimento dos cabelos. Isto porque, no organismo de fumantes, a chegada dos nutrientes ao bulbo capilar não é adequada. Assim, os novos fios podem nascer debilitados.

 

Ajuda médica

Parar de fumar não é fácil. Converse com seu médico de confiança a respeito disso. Ele pode ajudar você a encontrar a melhor estratégia de acordo com seus hábitos, seu nível de dependência e seu organismo.

Uma coisa é certa: os benefícios serão notados rapidamente. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, oito horas depois do último cigarro, o organismo de alguém que fumou já começa a apresentar pequenas melhorias.

 

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Quem fuma já deve ter se deparado com o alerta do Ministério da Saúde em maços de cigarro: este produto causa envelhecimento precoce de pele. Sim, a pele é um dos tantos órgãos que sofrem danos causados pelo fumo.

Estudos comparativos divulgados pela organização Action On Smoking & Health mostram que quem fuma pode ter, aos 40 anos, tantas rugas quanto um não-fumante de 60 anos. E os malefícios não param por aí.

Manchas, aspecto seco e perda da elasticidade são alguns dos efeitos ruins visíveis na pele de um fumante. Se você fuma e está precisando de um incentivo para abandonar de vez o vício, veja uma listinha para entender o que o cigarro causa em sua pele.

 

Manchas

Princípio ativo do cigarro, a nicotina é uma droga psicoativa de cor amarelada. Com o tempo, ela vai se impregnando na pele. É por isso que fumantes podem apresentar manchas amareladas nas mãos, sobretudo nas pontas dos dedos — na hora em que se está fumando, o calor ajuda a fixar essa coloração na pele.

Como fumar também pode causar má circulação sanguínea, é relativamente comum ainda que fumantes tenham manchas em outras partes do corpo — no caso, uma coloração irregular e desigual da pele.

Quem já apresenta essas manchas e se incomoda com o aspecto que elas causam pode conversar com um médico sobre como atenuá-las. É possível tratá-las com peelings e aplicações de lasers específicos.

 

Aspecto envelhecido

Quem fuma tem a pele mais ressecada. Isto se explica por causa do que se convencionou chamar de estresse oxidativo do cigarro. Trata-se de um processo de inibição da produção de colágeno e de elastina — justamente as proteínas que agem na firmeza e elasticidade da pele. Também há redução das vitaminas A, C e E.

Há ainda um outro problema: a vasoconstrição dos capilares sanguíneos. Com o tempo, o fumante passa a apresentar um estreitamento dos vasos sanguíneos, o que diminui, consequentemente, a quantidade transportada de oxigênio, nutrientes e outras substâncias essenciais para a pele. Estudos mostram que um único cigarro diminui a oxigenação da pele por cerca de uma hora.

E a lista de efeitos nocivos não para por aí: as substâncias tóxicas do cigarro também deixam a pele mais vulnerável a dermatites e psoríase.

Pele que apresenta envelhecimento precoce precisa ser avaliada por um médico dermatologista. Ele é o profissional capacitado a entender o motivo desse envelhecimento e a prescrever tratamentos para atenuá-lo.

 

Códigos de barra

Este é o nome que se dá para aquelas inconfundíveis linhas de expressão que quase todo fumante de longa data tem nas proximidades da boca. Elas se formam pela mesma razão que outras marcas, como as rugas que são adquiridas por quem tem o hábito de franzir muito a testa: são resultado da repetição de um mesmo movimento. No caso, o ato de tragar o cigarro, que mobiliza de forma recorrente o mesmo conjunto de músculos faciais.

O ácido hialurônico ajuda a amenizar as linhas, quando já estão aparentes. Aplicações em pontos estratégicos preenchem os sulcos e ajudam a combater o aspecto envelhecido dos lábios de quem fuma.

 

Mais efeitos no corpo

Na semana que vem vamos falar sobre mais efeitos negativos do cigarro na beleza e como contornar os danos já causados. Fique ligado!

 

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Quando passamos por uma situação estressante, nosso corpo produz cortisol, um hormônio que nos ajuda a ficar em estado de alerta e a produzir reações rápidas em casos de emergência. Isso é bom e importante para a nossa sobrevivência. O problema aparece quando nos submetemos constantemente a momentos de estresse, como excesso de trabalho ou sobrecarga emocional. Quando isso acontece, o organismo produz grande quantidade de cortisol, adrenalina e radicais livres. E os efeitos negativos aparecem por todo o corpo.

 

Estresse na pele

Nossa pele reflete nossos hábitos: se nos alimentamos mal, ingerimos pouca água ou estamos estressados, ela vai dar dicas de que algo não está certo.

Os radicais livres são um dos responsáveis pelo envelhecimento da pele. Em níveis altos, contribuem para o aparecimento de manchas, linhas de expressão e rugas. Esse envelhecimento precoce pode ser combatido de várias formas, como peelings, tratamentos a laser, aplicações de toxina botulínica e preenchimentos com ácido hialurônico.

Já o excesso de cortisol e adrenalina pode aumentar a oleosidade e facilitar o aparecimento da acne. E quem nunca cutucou a pele quando está nervoso? Pois é, esse é o cenário perfeito para o surgimento de lesões, cicatrizes e até mesmo infecções.

 

Sistema imunológico

Falando em infecções, a sobrecarga do organismo em situações de estresse enfraquece o sistema imunológico. Isso facilita o surgimento de doenças como herpes, micoses e psoríase. Caso você vivencie situações que desencadeiam esses problemas com frequência, converse com seu médico. Ele vai lhe orientar sobre como evitar essas doenças ou a, pelo menos, atenuar os efeitos indesejados.

 

Olheiras 

A falta de sono – muitas vezes comum em pessoas sujeitas a estresse elevado – também contribui para o surgimento de olheiras. A região ao redor dos olhos fica arroxeada por conta dos vasinhos que se tornam mais aparentes, dando aquele aspecto típico de quem está cansado e com noites mal dormidas. Nesse caso, um médico dermatologista pode ajudar prescrevendo cremes clareadores que melhorem a circulação da região ou tratamentos a laser.
 

Cabelo 

Excesso de cortisol no organismo também provoca queda do cabelo e inibe o crescimento de novos fios. Nessas situações é importante conversar com um médico: só ele pode avaliar o corpo todo, chegar a um diagnóstico e prescrever o tratamento correto.

 

Outros efeitos do estresse

O estresse desencadeia muitas outras doenças, como hipertensão, alergias e colesterol alto. Por isso, é importante identificar a causa dessa sobrecarga a buscar eliminá-la. Claro que nem sempre é possível, mas é importante, pelo menos, compensar com hábitos saudáveis no tempo livre, como alimentação balanceada e a prática de exercícios físicos.

 

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A menopausa é uma fase inevitável na vida mulher. Ela chega por volta dos 50 anos e, por ser um momento de intensas alterações hormonais, acaba também afetando a pele. Mas não é preciso espanto nem medo para encarar essa nova etapa da vida. Entenda com a gente o que acontece e o que pode ser feito para continuar linda e com a pele saudável.

 

Problema: Envelhecimento da pele na menopausa

A partir dos 20 anos temos uma diminuição na produção de colágeno da ordem de 1% ao ano. Além disso, com o passar do tempo, o corpo vai perdendo outras substâncias conhecidas por dar viço à pele, como ácido hialurônico e DHEA, o “hormônio juventude”. Tudo isso afeta diretamente a pele, que fica menos elástica e mais sujeita ao aparecimento de rugas e linhas de expressão.

Para as mulheres que por muitos anos se expuseram ao sol sem proteção, também costuma ser maior o aparecimento de manchas, que acabam contribuindo para o aspecto envelhecido da pele.

Como amenizar a situação: a medicina já avançou muito no combate inteligente ao envelhecimento da pele. É possível preencher áreas estratégicas com ácido hialurônico e contar com tratamentos que estimulam a produção de colágeno pelo próprio corpo, como peelings, injeções de ácido polilático e sessões de laser. O uso diário de protetor solar é indispensável e, se ainda não virou hábito, a hora é agora!

 

Problema: Pele ressecada

Com a redução de hormônios como estrogênio e DHEA, a pele produz menos sebo, que é justamente o componente que a mantém hidratada. Assim, ela se torna mais fina, sensível e ressecada.

Em algumas mulheres, essa montanha-russa hormonal pode até desencadear o aparecimento de acne.

Como amenizar a situação: É muito importante conversar com um dermatologista sobre as alterações desse momento sensível. O profissional vai avaliar não só a pele, mas todo o comportamento do corpo durante a menopausa, o estilo de vida da paciente e prescrever os tratamentos adequados. Para peles secas, o médico vai recomendar hidratantes especiais para a necessidade da paciente, além de outros produtos e tratamentos que vão ajudar a restaurar o viço da pele.

 

Problema: Maior risco de lesões

Como a pele fica mais fina e sensível, ela está mais sujeita a lesões e machucados: até mesmo esbarrões em móveis de casa podem levar a hematomas e pequenos cortes.

Como amenizar a situação: Essa nova estrutura da pele não é motivo para alarme, mas é mais um ponto para conversar com um dermatologista. O médico vai orientar o paciente a manter a pele saudável e, caso se machuque, como proceder.

 

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