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Tag: "homem"

O verão está batendo à nossa porta e nada melhor do que se preparar com o que há de mais moderno e completo. 

A técnica queridinha do momento é o coolsculpting, que elimina a gordura localizada sem cirurgia. Ele resfria a área a ser tratada, cristalizando os adipócitos. Nas semanas seguintes, o corpo elimina gradualmente a gordura. É um procedimento não-cirúrgico, indolor e que apresenta resultados já na primeira sessão. 

Nós da Clínica Maddarena temos orgulho de sermos reconhecidos pelo alto nível de capacitação de nossos funcionários, que usam tecnologia de ponta para realçar a beleza do corpo e do rosto.

Para ajudar nos preparativos para a estação mais quente do ano, em outubro preparamos condições especiais para quem quer dar tchau para aquela gordurinha persistente indesejada.

E mais notícias boas: em outubro também estamos com condições especiais para os tratamentos combinados favoritos de nossos profissionais. Veja:

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Entre em contato conosco para agendar uma avaliação e conhecer melhor todas as nossas opções de tratamento. 

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Quando o assunto é modelar o corpo e acabar com a gordura localizada, a famosa “lipo” sempre vem à tona. Mas qual a diferença entre lipoaspiração e lipoescultura? Qual solução é indicada para cada caso? Entenda as peculiaridades com a gente!

 

Lipoaspiração

Com uma cânula, o médico aspira a gordura localizada em áreas como abdome, barriga, costas, axilas e culote. Mas atenção: lipoaspiração não é um procedimento para emagrecer! Ela é recomendada para quem está no peso ideal ou muito próximo dele, já que não se recomenda tirar mais de 5% da massa corporal. 

A cicatriz é discreta e em lugares mais escondidos, como dobrinhas da pele e sulcos do corpo. 

O pós-operatório requer o uso de cinta modeladora e sessões periódicas de drenagem linfática. Com o passar dos meses, o paciente desincha e corpo vai tomando seu formato final. É possível que a pele não retraia completamente e o excesso pode ser removido com uma cirurgia plástica complementar. 

 

Lipoescultura

É a junção da lipoaspiração com aplicações de gordura de forma estratégica, para modelar o corpo. O médico pode indicá-la a pacientes que desejam reduzir medidas em uma região e aumentar em outras. Mas, mais do que colocar gordura em outro local, lipoescultura é a maneira como a gordura localizada é retirada. 

Do mesmo modo que um escultor retira os excessos do mármore para mostrar as formas “escondidas” no seu interior, na lipescultura mostra-se a real silhueta encoberta pelas áreas de lipodistrofia, ou gordura localizada. A lipoenxertia – método em que o médico transfere células de gordura para outras regiões – é também utilizada na lipoescultura para complementar e otimizar o resultado. Ou seja, a lipoescultura pode ser feita isoladamente com a lipoaspiração, ou combinada com a lipoenxertia. Uma vez transferidas, nem todas as células sobreviverão no local. Existe uma taxa de reabsorção que pode ser alta, com pouco ou nenhum resultado. Há, no entanto, algumas técnicas que aumentam a taxa de sobrevida das células transferidas, mas não há como garantir a taxa de eficácia. Por outro lado, quando integradas na região, ficarão para sempre.

A técnica também pode ser usada para preencher regiões menores ou que precisam de correções mais delicadas, como rosto, bigode chinês, mãos e ajustes de pequenas simetrias.

 

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A mentoplastia é a cirurgia plástica de correção do queixo. Ela ajuda – e muito – a obter um maior equilíbrio nas proporções faciais. Já falamos sobre volumetria facial e esse procedimento é mais um aliado para uma melhor harmonia do contorno do rosto.

 

Para quem a mentoplastia é indicada?

Ela é indicada quando o queixo é muito pequeno ou muito grande, e também naqueles com excesso de gordura ou mal posicionados.

O perfil do paciente fica mais harmônico. Muitas vezes se nota que a pessoa está mais bonita, mas não percebemos o que mudou.

 

Como a cirurgia é feita?

Na mentoplastia, o cirurgião plástico faz um corte por dentro do lábio, perto da gengiva. É por aí que se coloca o implante, que fica posicionado entre o osso do queixo e o periósteo, a membrana que recobre o osso. Por conta do local da incisão, não há nenhuma cicatriz aparente.

 

Tipos de prótese

Como cada paciente é único, o médico deve primeiro analisar a estrutura do rosto, como o tamanho do nariz e da testa. Assim, é possível determinar o tipo e tamanho de prótese a ser usada.

Os implantes mais comuns são os de silicone ou de polietileno (Porex). O silicone é diferente do que é usado nas mamas. Nesse caso, ele é mais firme e geralmente não necessita ser trocado com o tempo. Os de polietileno são parafusados no osso e apresentam uma melhor fixação no organismo.

Há próteses mais curtas, que são colocadas apenas na ponta do queixo, e outras mais alongadas, que se estendem até a linha da mandíbula.

Mudanças mais sutis podem ser feitas com ácido hialurônico, uma substância que não é rejeitada pelo corpo e que pode ser aplicada no próprio consultório médico. Os resultados, no entanto, são temporários e limitados a ajustes pequenos.

 

Cirurgias combinadas

Para um resultado mais harmônico, é possível que o cirurgião plástico sugira combinar a mentoplastia com outros procedimentos. A perfiloplastia é a intervenção que faz ajustes adicionais no nariz e até no pescoço, conferindo uma melhora significativa no perfil do paciente.

 

O pós-operatório

Os cuidados depois da cirurgia são simples, mas devem ser seguidos à risca. É comum que a região fique inchada e dolorida, então é importante repouso nos primeiros dias e compressas geladas. Uma boa higiene bucal é essencial e é aconselhável evitar alimentos muito quentes.

Para aliviar edemas, sessões de drenagem linfática também são aconselhadas.

 

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Unha encravada dói, causa vermelhidão e até inchaço e pus. Ela acontece quando a borda da unha cresce e entra na pele do dedo. Entenda com a gente como ela aparece, como prevenir e como tratar.

 

Como a unha encrava?

Há vários motivos para o aparecimento de uma unha encravada. Quaisquer unhas podem ser afetadas, inclusive as das mãos, mas geralmente o dedão do pé é a maior vítima. As principais causas são o uso de sapatos apertados ou unhas cortadas de forma errada. Mas predisposição genética, contusões e deformidades nos pés também podem causar pressão em pontos errados, criando o problema.

 

Como cortar as unhas corretamente?

Para evitar o aparecimento de unha encravada, o primeiro passo é cortar as unhas da forma correta: evite deixá-las muito curtas e não deixe os cantos arredondados. Se a unha for muito dura ou grossa, cortá-la depois do banho ajuda, já que a água amolece sua estrutura.

Essas pequenas medidas já ajudam a evitar que a unha cresça para dentro da pele. Não cutuque a unha que já encravou e nem tente desprender os cantos com problema.

 

Quando procurar um médico?

Quando cortar a unha encravada passar a ser uma atividade dolorida, é preciso procurar um médico. Casos piores, em que a inflamação se agrava, abre as portas para infecções. Quem tem diabetes ou problemas circulatórios precisa de cuidado redobrado, já que a cicatrização é mais difícil.

Um podólogo pode ajudar a cortar a unha encravada corretamente mas, em caso de inflamação e dor persistente, um dermatologista deve ser procurado. Quanto antes o paciente procurar um médico, mais fácil será o tratamento. A pele ainda estará menos lesionada, aumentando as chances de sucesso sem a necessidade de intervenção cirúrgica.

 

Cirurgia para unha encravada

Dependendo da gravidade do problema, o médico dermatologista pode precisar fazer uma intervenção cirúrgica. Ele remove a parte encravada da unha e, se necessário, bloqueia um pedaço de sua matriz, justamente a responsável pelo encravamento. A complexidade da cirurgia varia de acordo com o quadro do paciente.

A anestesia é local e o procedimento costuma levar menos de uma hora. A recuperação dura poucas semanas e logo o paciente está liberado para fazer atividades físicas – desta vez, sem dor.

 

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As pessoas que não têm histórico de doenças ou que não apresentem uma queixa específica devem ir ao dermatologista uma vez por ano. Quem já teve câncer de pele ou outras condições graves precisam ir ao médico com uma frequência ainda maior.

Mas, afinal, por que é tão importante ir ao dermatologista regularmente?

 

A pele é o maior órgão do corpo humano e merece cuidado

Partes específicas de nosso corpo devem ser cuidadas por médicos com especialidades também específicas. Ginecologista, cardiologista, oftalmologista e muitos outros “istas” são essenciais para a manutenção de nossa saúde. E o dermatologista é o profissional que se dedica ao maior órgão do nosso corpo: a pele. Ele avalia a presença de lesões diversas, como verrugas, infecções, pintas, acne, manchas e cânceres de pele.

 

O câncer de pele é o câncer mais frequente no Brasil

O câncer de pele “não-melanoma” é o tipo de tumor maligno mais frequente do país – correspondendo a cerca de 30% de todos os casos de câncer registrados anualmente no País. Sua detecção precoce aumenta o sucesso do tratamento. 

Menos frequentes, porém muito mais graves, são os cânceres de pele do tipo melanoma. O melanoma é um tumor que, se diagnosticado tardiamente, pode provocar metástases – ou a disseminação das células malignas para outras partes do corpo – e até a morte.

Estando ou não no perfil de pessoas com fatores de risco, é importante que a pele seja cuidadosamente examinada por um dermatologista. Só ele é treinado para detectar lesões e orientar o paciente sobre prevenção e tratamento.

 

Como é a consulta e quem deve ir a um dermatologista?

O médico começa conversando com o paciente. Ele se informa sobre seu histórico de saúde e pergunta sobre doenças específicas em familiares próximos, como câncer de pele. Caso o paciente tenha uma queixa específica, como acne, queda de cabelo ou lesões em geral, o profissional faz perguntas adicionais, como quando o problema começou.

Depois, o dermatologista passa para o exame visual, à procura de lesões na pele, mesmo se o paciente não tenha se queixado de nenhuma. Muitas passam despercebidas pela pessoa, já que podem ser muito pequenas ou estarem em locais difíceis de ser bem visualizadas, como costas, sola dos pés e couro cabeludo. Geralmente se usa um aparelho chamado dermatoscópio, que aumenta a imagem vista pelo médico, possibilitando analisar lesões com riqueza de detalhes – proporcionando um panorama mais preciso. Assim, o dermatologista pode fechar seu diagnóstico ou solicitar exames adicionais, como biópsia, raspagem ou testes de alergia.

Por fim, o médico explica ao paciente o que foi constatado, prescreve medicamentos – se necessários – e orienta sobre cuidados que devem ser tomados. Essa é a melhor oportunidade para o paciente tirar todas as dúvidas e fortalecer sua relação de confiança com o profissional.

 

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