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Categoria: Dermatologia

Verrugas aparecem no corpo de várias formas e em vários lugares. Mas você sabe por que elas surgem? Confira aqui!

 

O que são verrugas?

Verrugas são pequenas saliências, geralmente causadas pelo vírus do papiloma humano, o HPV. Ele se instala em uma lesão na camada superior da pele, causando o crescimento acelerado e irregular das células cutâneas. É por isso que elas têm aquele aspecto áspero característico.

 

Verrugas são transmissíveis?

Sim. Elas são transmitidas pelo contato direto, ou seja, quando uma pessoa encosta na verruga da outra. O local do contato deve estar machucado, mas o vírus pode se instalar até mesmo em micro lesões, difíceis de serem identificadas a olho nu.

A transmissão também pode ocorrer durante relações sexuais desprotegidas.

 

É grave?

Há mais de 100 tipos de vírus que causam verrugas. Muitos deles não prejudicam o organismo e dispensam maiores cuidados. É preciso atenção, no entanto, aos grupos que estão associados ao surgimento de câncer de faringe, do colo do útero, do pênis e do ânus.

Quando o paciente perceber uma verruga em seu corpo, ele deve procurar um dermatologista assim que possível. Só um médico pode dizer se a verruga é inofensiva ou se alguma intervenção será necessária.

E atenção: não manipule a verruga e não tente removê-la em casa sem orientação médica. E passe longe de simpatias e receitas caseiras. Você pode se machucar, contaminar outras partes do corpo e até mesmo permitir que doenças mais graves se desenvolvam.

 

Como tratar?

A maior parte das verrugas não exige cuidado médico urgente mas, mesmo assim, devem ser removidas e o procedimento é geralmente feito no próprio consultório.

Atualmente dispomos de várias técnicas para remover verrugas, que são escolhidas de acordo com a lesão. É possível retirá-las com ácidos, cauterização, laser ou congelando-as com nitrogênio líquido.

 

É possível prevenir o aparecimento de verrugas?

Em alguns casos, sim. Proteja cortes e cuide para ter sempre uma pele saudável e hidratada. Isso reduz o risco de lesões, que são a porta de entrada para os vírus que causam as verrugas. Pequenos cortes ao se barbear, raspar pelos do corpo ou tirar as cutículas também facilitam seu aparecimento. Lave as mãos com frequência e não toque nas verrugas que já apareceram.

Quanto às verrugas na região genital, a única prevenção é o uso de preservativo. Exames ginecológicos de rotina ajudam a detectá-las, mesmo quando muito pequenas e de difícil visualização pela própria paciente.

Na dúvida, procure sempre um médico. Recomenda-se fazer uma consulta com dermatologista uma vez por ano. Nela, o profissional vai analisar com cuidado todo o corpo do paciente, à procura de lesões.

 

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As pessoas que não têm histórico de doenças ou que não apresentem uma queixa específica devem ir ao dermatologista uma vez por ano. Quem já teve câncer de pele ou outras condições graves precisam ir ao médico com uma frequência ainda maior.

Mas, afinal, por que é tão importante ir ao dermatologista regularmente?

 

A pele é o maior órgão do corpo humano e merece cuidado

Partes específicas de nosso corpo devem ser cuidadas por médicos com especialidades também específicas. Ginecologista, cardiologista, oftalmologista e muitos outros “istas” são essenciais para a manutenção de nossa saúde. E o dermatologista é o profissional que se dedica ao maior órgão do nosso corpo: a pele. Ele avalia a presença de lesões diversas, como verrugas, infecções, pintas, acne, manchas e cânceres de pele.

 

O câncer de pele é o câncer mais frequente no Brasil

O câncer de pele “não-melanoma” é o tipo de tumor maligno mais frequente do país – correspondendo a cerca de 30% de todos os casos de câncer registrados anualmente no País. Sua detecção precoce aumenta o sucesso do tratamento. 

Menos frequentes, porém muito mais graves, são os cânceres de pele do tipo melanoma. O melanoma é um tumor que, se diagnosticado tardiamente, pode provocar metástases – ou a disseminação das células malignas para outras partes do corpo – e até a morte.

Estando ou não no perfil de pessoas com fatores de risco, é importante que a pele seja cuidadosamente examinada por um dermatologista. Só ele é treinado para detectar lesões e orientar o paciente sobre prevenção e tratamento.

 

Como é a consulta e quem deve ir a um dermatologista?

O médico começa conversando com o paciente. Ele se informa sobre seu histórico de saúde e pergunta sobre doenças específicas em familiares próximos, como câncer de pele. Caso o paciente tenha uma queixa específica, como acne, queda de cabelo ou lesões em geral, o profissional faz perguntas adicionais, como quando o problema começou.

Depois, o dermatologista passa para o exame visual, à procura de lesões na pele, mesmo se o paciente não tenha se queixado de nenhuma. Muitas passam despercebidas pela pessoa, já que podem ser muito pequenas ou estarem em locais difíceis de ser bem visualizadas, como costas, sola dos pés e couro cabeludo. Geralmente se usa um aparelho chamado dermatoscópio, que aumenta a imagem vista pelo médico, possibilitando analisar lesões com riqueza de detalhes – proporcionando um panorama mais preciso. Assim, o dermatologista pode fechar seu diagnóstico ou solicitar exames adicionais, como biópsia, raspagem ou testes de alergia.

Por fim, o médico explica ao paciente o que foi constatado, prescreve medicamentos – se necessários – e orienta sobre cuidados que devem ser tomados. Essa é a melhor oportunidade para o paciente tirar todas as dúvidas e fortalecer sua relação de confiança com o profissional.

 

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Quanto de cabelo é normal perder em um dia? O que pode causar uma queda de cabelo acima do normal? Veja com a gente e não se esqueça: só um médico pode diagnosticar e tratar problemas de saúde.

 

Do nascimento à queda do cabelo

Um fio de cabelo saudável pode crescer por até sete anos. Antes de cair, seu desenvolvimento para e a raiz se solta da papila, região do couro cabeludo responsável pelo crescimento dos cabelos. Por até quatro meses, o fio ainda fica preso à cabeça, mas sem receber nutrientes. Nesse período, o folículo já está se preparando para produzir um novo fio, que cresce até que empurra o cabelo antigo, que finalmente cai. Essa fase de preparo para a queda é chamada de telógena.

É importante conhecer o ciclo de um fio de cabelo para entender que o fator que motivou sua queda aconteceu cerca de três ou quatro meses antes.

 

Quando a queda de cabelo é um problema

Todos os dias perdemos de 100 a 120 fios de cabelo. Parece bastante mas é uma quantidade normal e necessária para a renovação capilar. Essa quantidade não é um número absoluto, mas uma proporção da quantidade de fios média de uma pessoa, ou seja: pessoas com volume de cabelos acima da média podem perder um número ainda maior de fios diariamente. Quando a quantidade aumenta, pode ser um sinal de que algo errado está acontecendo – ou aconteceu há poucos meses atrás – com o organismo.

Assim, a queda de cabelo em excesso é chamada de eflúvio telógeno e, quando acontece, é um recado do corpo para que se verifique se está tudo bem.

 

Eflúvio telógeno agudo

É a queda causada por um evento específico, ocorrido cerca de três ou quatro meses antes. As causas mais comuns do eflúvio telógeno agudo são o período pós-parto, cirurgias, infecções com ou sem febre, estresse, medicamentos específicos e dietas com poucos nutrientes ou emagrecimento rápido.

Como qualquer outra condição aguda, essa queda acentuada de cabelo é temporária e cessa quando o problema é interrompido.

 

Eflúvio telógeno crônico

Quando a queda se dá por uma doença crônica do paciente, o problema persiste por um longo prazo. Com isso, o ciclo do fio de cabelo é mais curto, fazendo com que ele caia mais rápido. Dessa forma, é comum que o paciente tenha muitos fios novos, mas que não ficam longos e volumosos.

As maiores causas do eflúvio telógeno crônico são as doenças hormonais e as autoimunes.

 

Como tratar

É muito importante perceber que a queda de cabelo em excesso pode ser um sinal de um problema mais grave. Ao perceber uma quantidade maior de fios perdidos no banho ou na escova, a pessoa deve procurar um dermatologista. O médico irá examinar o paciente e perguntar por seu histórico de saúde. Como a queda, em si, é um sinal de alerta, é indispensável, acima de tudo, tratar a doença que causou o eflúvio telógeno. Além disso, o dermatologista poderá te orientar e indicar tratamentos no intuito de interromper o processo e fazer com que os fios se recuperam mais rapidamente, estimulando o crescimento deles!

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As temidas olheiras dão uma aparência cansada ao rosto – e sabemos que tem dias em que não há corretivo que disfarce! Elas podem surgir por diversos fatores e é importante entender cada tipo de olheira, para que o tratamento seja feito de forma correta.

As bolsinhas de gordura

Com o tempo, nosso rosto muda de forma e é natural que as bolsas de gordura que sustentam nossos globos oculares se desloquem para baixo. Aliado a isso, a movimentação constante das pálpebras favorece o aparecimento de rugas na região, criando o aspecto cansado e envelhecido. Entenda mais sobre volumetria facial com a gente

Para atenuar o problema, antes de tudo é preciso avaliar o grau de comprometimento da região. Rugas leves e linhas de expressão podem ser tratadas com peelings, lasers e outros procedimentos pouco invasivos. Casos mais avançados, com bolsas maiores, mostram resultados melhores com intervenção cirúrgica. Trata-se de uma cirurgia plástica de baixa complexidade mas que pode melhorar muito o aspecto do paciente.

 

Pigmentação em excesso

Também existem as olheiras causadas por pigmentação anormal da área ao redor dos olhos. As que tendem para a cor marrom ocorrem por uma maior concentração de melanina na pele e podem ocorrer por excesso de sol ou por predisposição genética. As azuladas ou arroxeadas são, na verdade, vasinhos sanguíneos que, por algum motivo – como alergias e noites mal dormidas –, se tornaram mais aparentes. Como a pele na região é muito fina, eles acabam se destacando.

Um médico dermatologista pode prescrever cremes clareadores, agentes que melhorem a circulação ou tratamentos a laser que atenuem a pigmentação. Fuja de receitas caseiras: a pele ao redor dos olhos é muito fina e sensível. O uso de substâncias sem acompanhamento médico pode agravar o problema ou até mesmo lesionar a pele e os olhos.

 

Olheiras fundas

As olheiras fundas, por sua vez, aparecem em pessoas que têm menos gordura na região. Isso geralmente ocorre por fator genético ou emagrecimento em excesso.

O tratamento mais difundido é o preenchimento do local com ácido hialurônico. Por ser uma substância naturalmente presente em nosso organismo, não acarreta rejeição. Saiba mais sobre ele aqui. Mas é importante realizar o procedimento com um médico habilitado e experiente para que a aplicação seja feita de forma harmônica e com aspecto natural.

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A psoríase é uma doença de pele crônica, que pode provocar lesões de pele variadas – as mais conhecidas são lesões avermelhadas e descamativas, em placas. Os locais mais comumente acometidos são o couro cabeludo e regiões próximas às articulações, como cotovelos, mãos, joelhos e pés.

 

Diagnóstico

Só um médico pode dizer se você tem psoríase. Caso sua pele apresente lesões, procure um dermatologista de confiança. Casos menos graves podem ter evolução lenta, enquanto algumas pessoas podem apresentar alterações severas e repentinas da pele. Além disso, a psoríase pode estar associada ao acometimento das articulações (artrite psoriásica) e à síndrome metabólica, ou seja, um conjunto de outras doenças que podem acometer o organismo como um todo.

 

Como eu pego psoríase?

Psoríase não se pega, ou seja, não é contagiosa! É uma doença crônica de causa ainda não determinada, que parece ter participação genética e também ambiental, ou seja: a chance é maior em quem tem familiares com a doença, mas o estilo de vida pode contribuir para o desencadeamento ou agravamento do quadro.

 

Então como prevenir novas lesões?

Quem tem predisposição para psoríase deve ficar de olho em situações que podem desencadear ou agravar o problema. Infecções de garganta ou de pele, queimaduras, abuso de álcool, tabagismo, obesidade, estresse e uso de alguns medicamentos precipitam o surgimento das lesões.

 

Como é o tratamento?

Na primeira consulta, o médico vai avaliar a gravidade, a frequência das lesões e o histórico do paciente. Esse é um momento muito importante para tirar dúvidas e não ter vergonha de perguntar o que for preciso. Além da análise visual, em alguns casos pode ser necessária em uma biópsia para confirmar o diagnóstico.

O tratamento da psoríase combina medidas para prevenir novas lesões e tratar a pele que já foi afetada. De acordo com a necessidade de cada paciente, o médico pode prescrever tratamentos tópicos, medicamentos de uso oral, fototerapia e aplicações de laser.

 

Psoríase tem cura?

Não, mas pode ser controlada. O tratamento correto busca amenizar os efeitos das lesões existentes e diminuir o aparecimento de novas. E mesmo desaparecendo completamente por um tempo, ela pode voltar a se manifestar. Por isso o acompanhamento médico é importante.

Todo mundo deve se consultar com um dermatologista uma vez por ano, mesmo sem nenhuma queixa aparente. A visita é importante para que o profissional tire dúvidas e examine toda a extensão da pele do paciente, inclusive o couro cabeludo, à procura de lesões e manchas que nem sempre a pessoa consegue identificar sozinha. Quem tem histórico de doenças de pele deve fazer um acompanhamento ainda mais frequente, de acordo com as orientações passadas pelo médico.

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