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Categoria: Dermatologia

É só sair de casa no inverno que o rosto coça? Isso tem nome: urticária ao frio ou permiose. Tecnicamente, é diferente de uma alergia, mas a coceira extrema e o desconforto também estão presentes.

Entenda mais sobre esse quadro e prepare-se melhor para o inverno.

 

O que é a urticária ao frio?

É a reação que o corpo de algumas pessoas tem a baixas temperaturas. Podem surgir vergões vermelhos, a pele pode ficar “empipocada”, com coceira intensa e, em casos extremos, dor e inchaço.

 

Só acontece no inverno?

A urticária ao frio geralmente surge quando a pessoa está exposta a temperaturas frias, o que é obviamente mais comum no inverno. Mas, dependendo do caso, ela também pode se manifestar em quem trabalha o ano todo em câmaras frias ou, nos indivíduos mais sensíveis, durante um banho gelado de cachoeira ou um mergulho na piscina.

 

Tem tratamento?

A primeira recomendação é proteger-se do frio da melhor forma possível. Gorros, cachecóis, luvas e meias grossas ajudam a esquentar e a combater os sintomas.

Quem trabalha em frigoríficos ou câmaras frias deve se proteger adequadamente com todos os equipamentos disponíveis.

Em casos mais severos, um médico pode prescrever medicamentos que ajudam a evitar a coceira.

 

Quando procurar um médico?

Se a exposição ao frio lhe causa dores ou desconforto extremo, procure um médico imediatamente. Ele irá avaliar a situação e orientar sobre o tratamento adequado.

E atenção: o que parece urticária ao frio pode ser, na verdade, alguma outra doença mais complexa e que exige um cuidado médico especial, como a Síndrome de Raynaud.

Esse é mais um motivo para não descuidar da saúde e consultar-se com um dermatologista rigorosamente uma vez por ano. É a oportunidade perfeita para conversar sobre como nosso corpo reage ao frio, ao calor ou a alguma substância específica. Mesmo que não seja um incômodo tão grande, é importante falar sobre tudo. Todo paciente é único e entender como seu organismo funciona é essencial e pode, inclusive, interferir no resultado de outros procedimentos e medicamentos.

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Unha encravada dói, causa vermelhidão e até inchaço e pus. Ela acontece quando a borda da unha cresce e entra na pele do dedo. Entenda com a gente como ela aparece, como prevenir e como tratar.

 

Como a unha encrava?

Há vários motivos para o aparecimento de uma unha encravada. Quaisquer unhas podem ser afetadas, inclusive as das mãos, mas geralmente o dedão do pé é a maior vítima. As principais causas são o uso de sapatos apertados ou unhas cortadas de forma errada. Mas predisposição genética, contusões e deformidades nos pés também podem causar pressão em pontos errados, criando o problema.

 

Como cortar as unhas corretamente?

Para evitar o aparecimento de unha encravada, o primeiro passo é cortar as unhas da forma correta: evite deixá-las muito curtas e não deixe os cantos arredondados. Se a unha for muito dura ou grossa, cortá-la depois do banho ajuda, já que a água amolece sua estrutura.

Essas pequenas medidas já ajudam a evitar que a unha cresça para dentro da pele. Não cutuque a unha que já encravou e nem tente desprender os cantos com problema.

 

Quando procurar um médico?

Quando cortar a unha encravada passar a ser uma atividade dolorida, é preciso procurar um médico. Casos piores, em que a inflamação se agrava, abre as portas para infecções. Quem tem diabetes ou problemas circulatórios precisa de cuidado redobrado, já que a cicatrização é mais difícil.

Um podólogo pode ajudar a cortar a unha encravada corretamente mas, em caso de inflamação e dor persistente, um dermatologista deve ser procurado. Quanto antes o paciente procurar um médico, mais fácil será o tratamento. A pele ainda estará menos lesionada, aumentando as chances de sucesso sem a necessidade de intervenção cirúrgica.

 

Cirurgia para unha encravada

Dependendo da gravidade do problema, o médico dermatologista pode precisar fazer uma intervenção cirúrgica. Ele remove a parte encravada da unha e, se necessário, bloqueia um pedaço de sua matriz, justamente a responsável pelo encravamento. A complexidade da cirurgia varia de acordo com o quadro do paciente.

A anestesia é local e o procedimento costuma levar menos de uma hora. A recuperação dura poucas semanas e logo o paciente está liberado para fazer atividades físicas – desta vez, sem dor.

 

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Verrugas aparecem no corpo de várias formas e em vários lugares. Mas você sabe por que elas surgem? Confira aqui!

 

O que são verrugas?

Verrugas são pequenas saliências, geralmente causadas pelo vírus do papiloma humano, o HPV. Ele se instala em uma lesão na camada superior da pele, causando o crescimento acelerado e irregular das células cutâneas. É por isso que elas têm aquele aspecto áspero característico.

 

Verrugas são transmissíveis?

Sim. Elas são transmitidas pelo contato direto, ou seja, quando uma pessoa encosta na verruga da outra. O local do contato deve estar machucado, mas o vírus pode se instalar até mesmo em micro lesões, difíceis de serem identificadas a olho nu.

A transmissão também pode ocorrer durante relações sexuais desprotegidas.

 

É grave?

Há mais de 100 tipos de vírus que causam verrugas. Muitos deles não prejudicam o organismo e dispensam maiores cuidados. É preciso atenção, no entanto, aos grupos que estão associados ao surgimento de câncer de faringe, do colo do útero, do pênis e do ânus.

Quando o paciente perceber uma verruga em seu corpo, ele deve procurar um dermatologista assim que possível. Só um médico pode dizer se a verruga é inofensiva ou se alguma intervenção será necessária.

E atenção: não manipule a verruga e não tente removê-la em casa sem orientação médica. E passe longe de simpatias e receitas caseiras. Você pode se machucar, contaminar outras partes do corpo e até mesmo permitir que doenças mais graves se desenvolvam.

 

Como tratar?

A maior parte das verrugas não exige cuidado médico urgente mas, mesmo assim, devem ser removidas e o procedimento é geralmente feito no próprio consultório.

Atualmente dispomos de várias técnicas para remover verrugas, que são escolhidas de acordo com a lesão. É possível retirá-las com ácidos, cauterização, laser ou congelando-as com nitrogênio líquido.

 

É possível prevenir o aparecimento de verrugas?

Em alguns casos, sim. Proteja cortes e cuide para ter sempre uma pele saudável e hidratada. Isso reduz o risco de lesões, que são a porta de entrada para os vírus que causam as verrugas. Pequenos cortes ao se barbear, raspar pelos do corpo ou tirar as cutículas também facilitam seu aparecimento. Lave as mãos com frequência e não toque nas verrugas que já apareceram.

Quanto às verrugas na região genital, a única prevenção é o uso de preservativo. Exames ginecológicos de rotina ajudam a detectá-las, mesmo quando muito pequenas e de difícil visualização pela própria paciente.

Na dúvida, procure sempre um médico. Recomenda-se fazer uma consulta com dermatologista uma vez por ano. Nela, o profissional vai analisar com cuidado todo o corpo do paciente, à procura de lesões.

 

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As pessoas que não têm histórico de doenças ou que não apresentem uma queixa específica devem ir ao dermatologista uma vez por ano. Quem já teve câncer de pele ou outras condições graves precisam ir ao médico com uma frequência ainda maior.

Mas, afinal, por que é tão importante ir ao dermatologista regularmente?

 

A pele é o maior órgão do corpo humano e merece cuidado

Partes específicas de nosso corpo devem ser cuidadas por médicos com especialidades também específicas. Ginecologista, cardiologista, oftalmologista e muitos outros “istas” são essenciais para a manutenção de nossa saúde. E o dermatologista é o profissional que se dedica ao maior órgão do nosso corpo: a pele. Ele avalia a presença de lesões diversas, como verrugas, infecções, pintas, acne, manchas e cânceres de pele.

 

O câncer de pele é o câncer mais frequente no Brasil

O câncer de pele “não-melanoma” é o tipo de tumor maligno mais frequente do país – correspondendo a cerca de 30% de todos os casos de câncer registrados anualmente no País. Sua detecção precoce aumenta o sucesso do tratamento. 

Menos frequentes, porém muito mais graves, são os cânceres de pele do tipo melanoma. O melanoma é um tumor que, se diagnosticado tardiamente, pode provocar metástases – ou a disseminação das células malignas para outras partes do corpo – e até a morte.

Estando ou não no perfil de pessoas com fatores de risco, é importante que a pele seja cuidadosamente examinada por um dermatologista. Só ele é treinado para detectar lesões e orientar o paciente sobre prevenção e tratamento.

 

Como é a consulta e quem deve ir a um dermatologista?

O médico começa conversando com o paciente. Ele se informa sobre seu histórico de saúde e pergunta sobre doenças específicas em familiares próximos, como câncer de pele. Caso o paciente tenha uma queixa específica, como acne, queda de cabelo ou lesões em geral, o profissional faz perguntas adicionais, como quando o problema começou.

Depois, o dermatologista passa para o exame visual, à procura de lesões na pele, mesmo se o paciente não tenha se queixado de nenhuma. Muitas passam despercebidas pela pessoa, já que podem ser muito pequenas ou estarem em locais difíceis de ser bem visualizadas, como costas, sola dos pés e couro cabeludo. Geralmente se usa um aparelho chamado dermatoscópio, que aumenta a imagem vista pelo médico, possibilitando analisar lesões com riqueza de detalhes – proporcionando um panorama mais preciso. Assim, o dermatologista pode fechar seu diagnóstico ou solicitar exames adicionais, como biópsia, raspagem ou testes de alergia.

Por fim, o médico explica ao paciente o que foi constatado, prescreve medicamentos – se necessários – e orienta sobre cuidados que devem ser tomados. Essa é a melhor oportunidade para o paciente tirar todas as dúvidas e fortalecer sua relação de confiança com o profissional.

 

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Quanto de cabelo é normal perder em um dia? O que pode causar uma queda de cabelo acima do normal? Veja com a gente e não se esqueça: só um médico pode diagnosticar e tratar problemas de saúde.

 

Do nascimento à queda do cabelo

Um fio de cabelo saudável pode crescer por até sete anos. Antes de cair, seu desenvolvimento para e a raiz se solta da papila, região do couro cabeludo responsável pelo crescimento dos cabelos. Por até quatro meses, o fio ainda fica preso à cabeça, mas sem receber nutrientes. Nesse período, o folículo já está se preparando para produzir um novo fio, que cresce até que empurra o cabelo antigo, que finalmente cai. Essa fase de preparo para a queda é chamada de telógena.

É importante conhecer o ciclo de um fio de cabelo para entender que o fator que motivou sua queda aconteceu cerca de três ou quatro meses antes.

 

Quando a queda de cabelo é um problema

Todos os dias perdemos de 100 a 120 fios de cabelo. Parece bastante mas é uma quantidade normal e necessária para a renovação capilar. Essa quantidade não é um número absoluto, mas uma proporção da quantidade de fios média de uma pessoa, ou seja: pessoas com volume de cabelos acima da média podem perder um número ainda maior de fios diariamente. Quando a quantidade aumenta, pode ser um sinal de que algo errado está acontecendo – ou aconteceu há poucos meses atrás – com o organismo.

Assim, a queda de cabelo em excesso é chamada de eflúvio telógeno e, quando acontece, é um recado do corpo para que se verifique se está tudo bem.

 

Eflúvio telógeno agudo

É a queda causada por um evento específico, ocorrido cerca de três ou quatro meses antes. As causas mais comuns do eflúvio telógeno agudo são o período pós-parto, cirurgias, infecções com ou sem febre, estresse, medicamentos específicos e dietas com poucos nutrientes ou emagrecimento rápido.

Como qualquer outra condição aguda, essa queda acentuada de cabelo é temporária e cessa quando o problema é interrompido.

 

Eflúvio telógeno crônico

Quando a queda se dá por uma doença crônica do paciente, o problema persiste por um longo prazo. Com isso, o ciclo do fio de cabelo é mais curto, fazendo com que ele caia mais rápido. Dessa forma, é comum que o paciente tenha muitos fios novos, mas que não ficam longos e volumosos.

As maiores causas do eflúvio telógeno crônico são as doenças hormonais e as autoimunes.

 

Como tratar

É muito importante perceber que a queda de cabelo em excesso pode ser um sinal de um problema mais grave. Ao perceber uma quantidade maior de fios perdidos no banho ou na escova, a pessoa deve procurar um dermatologista. O médico irá examinar o paciente e perguntar por seu histórico de saúde. Como a queda, em si, é um sinal de alerta, é indispensável, acima de tudo, tratar a doença que causou o eflúvio telógeno. Além disso, o dermatologista poderá te orientar e indicar tratamentos no intuito de interromper o processo e fazer com que os fios se recuperam mais rapidamente, estimulando o crescimento deles!

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