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Tag: "braço"

O maior responsável pela firmeza da nossa pele é o colágeno, uma proteína abundante no corpo humano mas que, com o tempo, passa a ser produzida cada vez em menores quantidades. É por isso que, à medida que envelhecemos, nossa pele perde o viço e a firmeza, permitindo o aparecimento de linhas de expressão, rugas, papada e flacidez. 

Uma forma de combater esses efeitos é incentivar que o corpo volte a produzir maiores níveis de colágeno. E é aí que o Venus Legacy se torna um importante aliado.  Um dos aparelhos mais modernos da Clínica Maddarena, combina radiofrequência e pulsos eletromagnéticos para atingir camadas profundas da pele e estimular a produção de colágeno pelo próprio organismo. Com isso, a pele retoma sua firmeza logo nas primeiras sessões.

 

Para quais partes do corpo o Venus Legacy é indicado?

As sessões são indicadas para qualquer parte do corpo em que se deseja melhorar a firmeza. Além do rosto, ele apresenta ótimos resultados no colo, pescoço, braços, pernas, glúteos e abdômen.

 

Como são as sessões

Cada sessão dura aproximadamente 40 minutos. O aparelho trabalha a região desejada e não provoca nenhuma dor no paciente. O que se sente é um calorzinho na pele, que é sinal de que suas camadas mais profundas estão sendo estimuladas.

Dependendo do corpo do paciente, os resultados aparecem em cerca de seis a oito sessões.

 

Contraindicações

O Venus Legacy é uma tecnologia segura e indicada para um grande número pacientes. É contraindicado, no entanto, a gestantes e pessoas com melasma. 

 

Mais benefícios

A moderna tecnologia do Venus Legacy também pode ser usada para outros objetivos, como redução de medidas, melhora do contorno do rosto e no combate à celulite e ao aspecto de casca de laranja. 

 

Potencializando o efeito

O Venus Legacy pode ser combinado com outros tratamentos para potencializar os resultados. Aliado ao Coolsculpting, por exemplo, ele ajuda na redução da papada e da gordura localizada. Em conjunto com sessões de drenagem linfática, tem resultados incríveis contra celulite e flacidez. 

 

Avaliação é essencial

Gostou do Venus Legacy e quer saber mais sobre seu uso? Entre em contato com a gente e agende uma avaliação. 

(11) 5521-1007
(11) 98107-6471 – WhatsApp
www.clinicamaddarena.com.br

 

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A menopausa é uma fase inevitável na vida mulher. Ela chega por volta dos 50 anos e, por ser um momento de intensas alterações hormonais, acaba também afetando a pele. Mas não é preciso espanto nem medo para encarar essa nova etapa da vida. Entenda com a gente o que acontece e o que pode ser feito para continuar linda e com a pele saudável.

 

Problema: Envelhecimento da pele na menopausa

A partir dos 20 anos temos uma diminuição na produção de colágeno da ordem de 1% ao ano. Além disso, com o passar do tempo, o corpo vai perdendo outras substâncias conhecidas por dar viço à pele, como ácido hialurônico e DHEA, o “hormônio juventude”. Tudo isso afeta diretamente a pele, que fica menos elástica e mais sujeita ao aparecimento de rugas e linhas de expressão.

Para as mulheres que por muitos anos se expuseram ao sol sem proteção, também costuma ser maior o aparecimento de manchas, que acabam contribuindo para o aspecto envelhecido da pele.

Como amenizar a situação: a medicina já avançou muito no combate inteligente ao envelhecimento da pele. É possível preencher áreas estratégicas com ácido hialurônico e contar com tratamentos que estimulam a produção de colágeno pelo próprio corpo, como peelings, injeções de ácido polilático e sessões de laser. O uso diário de protetor solar é indispensável e, se ainda não virou hábito, a hora é agora!

 

Problema: Pele ressecada

Com a redução de hormônios como estrogênio e DHEA, a pele produz menos sebo, que é justamente o componente que a mantém hidratada. Assim, ela se torna mais fina, sensível e ressecada.

Em algumas mulheres, essa montanha-russa hormonal pode até desencadear o aparecimento de acne.

Como amenizar a situação: É muito importante conversar com um dermatologista sobre as alterações desse momento sensível. O profissional vai avaliar não só a pele, mas todo o comportamento do corpo durante a menopausa, o estilo de vida da paciente e prescrever os tratamentos adequados. Para peles secas, o médico vai recomendar hidratantes especiais para a necessidade da paciente, além de outros produtos e tratamentos que vão ajudar a restaurar o viço da pele.

 

Problema: Maior risco de lesões

Como a pele fica mais fina e sensível, ela está mais sujeita a lesões e machucados: até mesmo esbarrões em móveis de casa podem levar a hematomas e pequenos cortes.

Como amenizar a situação: Essa nova estrutura da pele não é motivo para alarme, mas é mais um ponto para conversar com um dermatologista. O médico vai orientar o paciente a manter a pele saudável e, caso se machuque, como proceder.

 

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Você conhece o Coolsculpting? Já falamos aqui sobre essa nova tecnologia que, usando baixas temperaturas, cristaliza parte das células de gordura para que sejam eliminadas pelo organismo.

É um ótimo aliado na redução de medidas, principalmente aquelas gordurinhas persistentes que não vão embora mesmo com alimentação regrada e exercícios.

Conversamos com a Dra. Roberta Corominas Hsieh, fisioterapeuta da Clínica Maddarena, sobre as dúvidas que ela mais ouve dos pacientes. Entenda como o procedimento funciona e por que ele é um dos mais pedidos na clínica.

 

1. Em quanto tempo começarei a ver os resultados?

De 30 a 90 dias o paciente começa a perceber a redução das suas medidas.

 

2. O tratamento com o Coolsculpting dói?

Não. Alguns pacientes podem sentir um leve desconforto enquanto o aparelho se posiciona na região a ser tratada, mas é tolerável e passa em poucos minutos.

 

3. Quantas sessões são necessárias?

Em uma única sessão, o Coolsculpting costuma reduzir a gordura da região em 27% a 30%. Então, dependendo da necessidade do paciente, uma aplicação basta.

 

4. Quanto tempo dura a sessão?

Depende da área a ser tratada. Geralmente leva de 35 minutos a uma hora e 15 minutos.

 

5. Depois de quanto tempo se pode repetir a aplicação?

Após três meses. Esse é o tempo que o organismo leva para eliminar gordura cristalizada na sessão anterior.

 

Gostou dessa tecnologia? Então entre em contato e agende uma consulta em nossa clínica!

 

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A cirurgia bariátrica, popularmente conhecida como redução de estômago, é uma intervenção indicada por médicos a muitas pessoas que precisam perder peso. Os resultados costumam ser muito bons e é normal que o paciente queira dar um up maior ainda no visual com uma cirurgia plástica.

 

Voltando à rotina depois de perder muitos quilos

Com a cirurgia bariátrica, o paciente perde dezenas de quilos em questão de meses. O emagrecimento melhora sua qualidade de vida, sua saúde em geral e eleva sua autoestima. Muitas pessoas, por conta do peso excessivo, deixam de praticar atividades físicas e de socialização e esse período pós-operatório é uma ótima fase para a retomada de hábitos prazerosos.

 

O excesso de pele

Mas a perda rápida de peso tem um lado incômodo: a pele, que por muitos anos esteve esticada ao extremo, não consegue se retrair completamente. O resultado fica no aspecto flácido do corpo e no envelhecimento do rosto. Além da questão estética, o excesso de pele pode causar desconfortos e assaduras no paciente. A boa notícia é que é possível resolver o problema com cirurgia plástica.

 

Quando fazer

É preciso que o paciente tenha se recuperado completamente da bariátrica e que seu peso esteja se estabilizado. Isso ocorre geralmente depois de um ou dois anos da cirurgia. Antes de procurar o cirurgião plástico, é necessário conversar com o médico que fez a redução do estômago para avaliar seu estado de saúde e se está apto a um novo procedimento.

 

A cirurgia

O cirurgião remove o excesso de pele nas regiões em que ela ficou mais distendida, como barriga, coxas, braços, mamas e papada. O médico trabalha para que a cicatriz seja a menor possível, mas quando muita pele é retirada, é possível que a marca da incisão seja maior. E, pensando na saúde e no bem-estar do paciente, caso necessite remover a pele de muitas áreas do corpo, pode ser necessário fazer mais de uma cirurgia.

É comum que pacientes que passaram pelos desconfortos da cirurgia bariátrica – e seu pós-operatório delicado – não queiram se submeter a novas intervenções tão cedo. Mas é importante dizer que são tipos bem diferentes de cirurgia e que em pouco tempo o paciente retoma suas atividades rotineiras, desta vez sem o desconforto causado pelo excesso de pele.

Ainda, há outro benefício: os tecidos cutâneos em excesso requisitam funcionamento de vários órgaos internos, como pâncreas, fígado, rins e coração. É um esforço a mais, apenas para manterem-se ali, vivos, sem dar contrapartida nenhuma. Ao remover esses tecidos sem função, diminuímos a sobrecarga para o metabolismo.

 

O pós-operatório

Como sempre frisamos aqui, é importante seguir à risca as orientações médicas para o pós-operatório. O cirurgião vai indicar o uso de cintas ou sutiãs de compressão e sessões de drenagem linfática para aliviar o inchaço da região. A recuperação completa deve ocorrer dentro de poucas semanas.

 

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Sim. Durante qualquer cirurgia – não só a plástica –, muitos tecidos sofrem traumas. Isso é perfeitamente normal e esperado. A forma natural de o corpo reagir a tudo isso é formando o processo inflamatório. Ele se inicia com uma maior irrigação sanguínea na região e, com o tempo, causa o inchaço e o acúmulo de outros líquidos. Mas atenção:  não confunda inflamação, que é o organismos reagindo naturalmente, com infecção, que é o organismo sendo atacado!

 

Como amenizar o inchaço

Todo cirurgião plástico orienta seus pacientes sobre os cuidados no pós-operatório e uma das maiores preocupações é justamente diminuir o inchaço. Para procedimentos com lipoaspiração, a cinta de compressão é essencial nessa fase, já que ela ajuda a comprimir a região, auxiliando o corpo a se recuperar. Em outras regiões do corpo, a compressão pode ser feita de outras formas — são exemplos o sutiã na mamoplastia e uma proteção especial no pescoço na redução da papada.

Outra medida importante é a drenagem linfática. Nela, profissionais habilitados massageiam com cuidado a região, auxiliando a conduzir as substâncias que formam o inchaço até a circulação sanguínea. De lá, elas são eliminadas pela urina.

 

Em quanto tempo o inchaço desaparece?

Não há um prazo exato que se aplique a todos os pacientes. O inchaço diminui gradualmente e pode levar semanas ou até meses para que o corpo atinja o aspecto desejado. Cada pessoa reage de uma forma diferente a intervenções cirúrgicas e por isso cada recuperação tem seu ritmo. Esse é mais um motivo para que o paciente faça sempre o acompanhamento pós-cirúrgico de forma correta, indo às consultas programadas e sempre conversando sobre suas dúvidas e preocupações.

 

Uma boa alimentação ajuda a reduzir o inchaço?

Comidas pesadas sobrecarregam o sistema digestório e por isso, aumentam a sensação de mal estar. Já o edema pós-operatório deve-se à resposta do organismo para que a cicatrização ocorra. Os alimentos, mesmo com sódio, importam pouco nesse tipo de edema (inchaço). O que deve ser evitado é qualquer alimento pesado que naturalmente cause desconforto estomacal ou gases, como feijoada, churrasco e refrigerantes.

 

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