fbpx

Tag: "multiwaves"

Quem fuma já deve ter se deparado com o alerta do Ministério da Saúde em maços de cigarro: este produto causa envelhecimento precoce de pele. Sim, a pele é um dos tantos órgãos que sofrem danos causados pelo fumo.

Estudos comparativos divulgados pela organização Action On Smoking & Health mostram que quem fuma pode ter, aos 40 anos, tantas rugas quanto um não-fumante de 60 anos. E os malefícios não param por aí.

Manchas, aspecto seco e perda da elasticidade são alguns dos efeitos ruins visíveis na pele de um fumante. Se você fuma e está precisando de um incentivo para abandonar de vez o vício, veja uma listinha para entender o que o cigarro causa em sua pele.

 

Manchas

Princípio ativo do cigarro, a nicotina é uma droga psicoativa de cor amarelada. Com o tempo, ela vai se impregnando na pele. É por isso que fumantes podem apresentar manchas amareladas nas mãos, sobretudo nas pontas dos dedos — na hora em que se está fumando, o calor ajuda a fixar essa coloração na pele.

Como fumar também pode causar má circulação sanguínea, é relativamente comum ainda que fumantes tenham manchas em outras partes do corpo — no caso, uma coloração irregular e desigual da pele.

Quem já apresenta essas manchas e se incomoda com o aspecto que elas causam pode conversar com um médico sobre como atenuá-las. É possível tratá-las com peelings e aplicações de lasers específicos.

 

Aspecto envelhecido

Quem fuma tem a pele mais ressecada. Isto se explica por causa do que se convencionou chamar de estresse oxidativo do cigarro. Trata-se de um processo de inibição da produção de colágeno e de elastina — justamente as proteínas que agem na firmeza e elasticidade da pele. Também há redução das vitaminas A, C e E.

Há ainda um outro problema: a vasoconstrição dos capilares sanguíneos. Com o tempo, o fumante passa a apresentar um estreitamento dos vasos sanguíneos, o que diminui, consequentemente, a quantidade transportada de oxigênio, nutrientes e outras substâncias essenciais para a pele. Estudos mostram que um único cigarro diminui a oxigenação da pele por cerca de uma hora.

E a lista de efeitos nocivos não para por aí: as substâncias tóxicas do cigarro também deixam a pele mais vulnerável a dermatites e psoríase.

Pele que apresenta envelhecimento precoce precisa ser avaliada por um médico dermatologista. Ele é o profissional capacitado a entender o motivo desse envelhecimento e a prescrever tratamentos para atenuá-lo.

 

Códigos de barra

Este é o nome que se dá para aquelas inconfundíveis linhas de expressão que quase todo fumante de longa data tem nas proximidades da boca. Elas se formam pela mesma razão que outras marcas, como as rugas que são adquiridas por quem tem o hábito de franzir muito a testa: são resultado da repetição de um mesmo movimento. No caso, o ato de tragar o cigarro, que mobiliza de forma recorrente o mesmo conjunto de músculos faciais.

O ácido hialurônico ajuda a amenizar as linhas, quando já estão aparentes. Aplicações em pontos estratégicos preenchem os sulcos e ajudam a combater o aspecto envelhecido dos lábios de quem fuma.

 

Mais efeitos no corpo

Na semana que vem vamos falar sobre mais efeitos negativos do cigarro na beleza e como contornar os danos já causados. Fique ligado!

 

Já segue a Clínica Maddarena nas redes sociais?

instagram facebook1

A menopausa é uma fase inevitável na vida mulher. Ela chega por volta dos 50 anos e, por ser um momento de intensas alterações hormonais, acaba também afetando a pele. Mas não é preciso espanto nem medo para encarar essa nova etapa da vida. Entenda com a gente o que acontece e o que pode ser feito para continuar linda e com a pele saudável.

 

Problema: Envelhecimento da pele na menopausa

A partir dos 20 anos temos uma diminuição na produção de colágeno da ordem de 1% ao ano. Além disso, com o passar do tempo, o corpo vai perdendo outras substâncias conhecidas por dar viço à pele, como ácido hialurônico e DHEA, o “hormônio juventude”. Tudo isso afeta diretamente a pele, que fica menos elástica e mais sujeita ao aparecimento de rugas e linhas de expressão.

Para as mulheres que por muitos anos se expuseram ao sol sem proteção, também costuma ser maior o aparecimento de manchas, que acabam contribuindo para o aspecto envelhecido da pele.

Como amenizar a situação: a medicina já avançou muito no combate inteligente ao envelhecimento da pele. É possível preencher áreas estratégicas com ácido hialurônico e contar com tratamentos que estimulam a produção de colágeno pelo próprio corpo, como peelings, injeções de ácido polilático e sessões de laser. O uso diário de protetor solar é indispensável e, se ainda não virou hábito, a hora é agora!

 

Problema: Pele ressecada

Com a redução de hormônios como estrogênio e DHEA, a pele produz menos sebo, que é justamente o componente que a mantém hidratada. Assim, ela se torna mais fina, sensível e ressecada.

Em algumas mulheres, essa montanha-russa hormonal pode até desencadear o aparecimento de acne.

Como amenizar a situação: É muito importante conversar com um dermatologista sobre as alterações desse momento sensível. O profissional vai avaliar não só a pele, mas todo o comportamento do corpo durante a menopausa, o estilo de vida da paciente e prescrever os tratamentos adequados. Para peles secas, o médico vai recomendar hidratantes especiais para a necessidade da paciente, além de outros produtos e tratamentos que vão ajudar a restaurar o viço da pele.

 

Problema: Maior risco de lesões

Como a pele fica mais fina e sensível, ela está mais sujeita a lesões e machucados: até mesmo esbarrões em móveis de casa podem levar a hematomas e pequenos cortes.

Como amenizar a situação: Essa nova estrutura da pele não é motivo para alarme, mas é mais um ponto para conversar com um dermatologista. O médico vai orientar o paciente a manter a pele saudável e, caso se machuque, como proceder.

 

Já segue a Clínica Maddarena nas redes sociais?

instagram facebook1

Certamente você já ouviu falar sobre o colágeno, essa proteína que é tão importante para nosso organismo. Trata-se de uma substância produzida por todos os animais – e que é fundamental para a constituição do tecido conjuntivo.

Ele está presente na pele, nas cartilagens, nos tendões e em muitos órgãos do corpo humano. É a proteína mais abundante em nosso organismo, representando 30% do total.

De uma maneira bem simples, podemos dizer que essa substância é que dá a forma ao nosso corpo: firmeza e resistência, sem deixar de ser macio.

A partir dos 20 anos temos uma diminuição na produção de colágeno da ordem de 1% ao ano. Depois dos 30 anos esse déficit de produção já começa a impactar na sua quantidade total e por isso o início da flacidez

Além da flacidez, a ruptura das fibras de colágeno provoca as estrias

 

Qualidade de vida

Alguns fatores comportamentais podem fazer com que a diminuição do colágeno ocorra de forma mais rápida no organismo. Fumar, exagerar no sol ou ter um dia a dia muito estressado em geral precipita esse processo, trazendo efeitos mais visíveis ainda em pessoas jovens.

Esta é uma das razões porque pessoas expostas a condições difíceis parecem mais velhas do que realmente são.

 

O colágeno na alimentação

Uma alimentação balanceada pode ajudar o organismo e atenuar um pouco os efeitos naturais da idade. Peixes, frango, carne vermelha e ovos são ricos em colágeno. Alguns tipos de queijo – como o minas e o cottage – também são importantes.

É bom também ingerir legumes, verduras, frutas e castanhas. Porque eles são ricos em nutrientes – selênio, zinco, vitaminas A, C e E. E são esses nutrientes que garantem que o colágeno seja absorvido pelo organismo.

 

Suplementos de colágeno

O colágeno, como toda proteína, é uma cadeia de aminoácidos, como se fossem peças de Lego. No processo de digestão, nosso organismo “desmonta” as proteínas, absorvendo os aminoácidos. Uma vez absorvidos, o destino deles será compor uma nova proteína, que poderá ou não ser um colágeno.

Dessa maneira, acredita-se não ser preciso ingerir colágeno para produzi-lo, mas sim ter uma alimentação regular que garanta um bom estado nutricional.

 

Estimulando a produção 

Hoje em dia é possível contornar o problema da perda de colágeno com tratamentos que estimulam a produção pelo próprio corpo, como o Multiwaves, radiofrequência, microagulhamento, drug delivery, laser e peelings físicos ou químicos.

Essas novas tecnologias auxiliam na firmeza da pele e melhoram o aspecto de linhas de expressão e cicatrizes, inclusive as de estrias.

 

Colágeno emagrece?

Não exatamente. Mas a ingestão do suplemento em pó em quantidades indicadas por um médico pode gerar sensação de saciedade, diminuindo a fomezinha indesejada em horários errados. O produto sozinho não faz milagres e perda de peso saudável só se consegue com boa alimentação e exercícios. Mas o colágeno pode, sim, dar um empurrãozinho.

Já segue a Clínica Maddarena nas redes sociais?

instagram facebook1

Há uma série de recomendações médicas a serem seguidas pelo paciente após ele ter se submetido a algum procedimento cirúrgico. Já mostramos diversas vezes aqui neste blog alguns dos cuidados que se deve ter no processo de recuperação de várias cirurgias. O objetivo do post de hoje é apresentar alguns tratamentos estéticos que, quando associados, auxiliam o paciente durante o período pós-operatório.

Conversamos sobre o assunto com a Luciana Porto, coordenadora da área de Estética da Clínica Maddarena. Ela falou a respeito de técnicas que auxiliam na redução de edemas e fibroses: “indicamos a associação de três tipos de tratamento: a Drenagem Linfática, o Ultrassom e o Multiwaves. ”

Luciana explicou que a Drenagem Linfática é uma técnica realizada por profissionais capacitados e consiste em movimentos suaves em pontos específicos. Tais movimentos colaboram para a diminuição de edemas e inchaços provenientes do procedimento cirúrgico.

Já no Ultrassom, ondas são emitidas com o objetivo de diminuir fibroses por ter efeito anti-inflamatório.

O terceiro tratamento estético complementar é o de Multiwaves, terapia realizada por meio da aplicação de luzes de LED. “O Multiwaves é um tratamento totalmente indolor que auxilia no processo de recuperação dos tecidos. Ele tem excelente indicação no pós-operatório pois minimiza os desconfortos causados neste período e acelera a cicatrização”, explica Luciana.

Esperamos que as informações tenham sido esclarecedoras e que você, leitor(a) que pretende realizar alguma cirurgia, considere incluir esses tratamentos como ferramentas auxiliares à sua recuperação.

Hoje vamos apresentar um procedimento não-cirúrgico muito interessante para quem busca cuidar da pele. Ele se chama Multiwaves, também conhecido como laser de baixa potência e a tecnologia que utiliza é a da luz de LED, a mesma utilizada nas lâmpadas domésticas e nos faróis de automóveis. A técnica se baseia no princípio de resposta fotobiológica, que é como nosso corpo reage quando exposto a determinados tipos de luzes.

O Dr. Vitorio Maddarena nos enviou uma explicação que, com certeza, vai tornar o assunto mais claro para você: “Cada luz age de uma forma diferente no nosso organismo. A luz solar, por exemplo, ativa a vitamina D no nosso corpo e proporciona o conhecido efeito bronzeador na pele. Já o LED do tratamento Multiwaves possui propriedades antissépticas, anti-inflamatórias e de melhora do aproveitamento do oxigênio pelas células. ”

No próximo post sobre Multiwaves vamos contar com detalhes como o LED atua nas células do nosso corpo, possibilitando os resultados esperados pelo tratamento. Abordaremos também todos os casos passíveis de serem tratados com essa técnica. Portanto, continue nos acompanhando aqui no blog e enviando suas dúvidas e sugestões pelas nossas redes sociais.

VEJA MAIS POSTS SOBRE
×
Olá!
Como podemos te ajudar?
Por favor, digite seu nome.